Kassio adia análise sobre soltura de Bolsonaro para depois da eleição

O ministro Kassio Nunes Marques, do STF, confirmou nesta quarta-feira (7) que pretende aguardar o fim do segundo turno das eleições para analisar o pedido que pode resultar na soltura do ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo o gabinete, uma decisão antes da conclusão do processo eleitoral poderia ser interpretada como interferência no pleito. 

Kassio também indicou que o caso deverá ser levado ao plenário do Supremo, em vez de ficar restrito a uma decisão individual. A análise poderá ocorrer presencialmente ou de forma virtual, sendo que, no primeiro caso, a definição da data dependerá do presidente da Corte. 

A possibilidade de uma liminar para libertar Bolsonaro chegou a ser considerada, mas o cenário mais provável agora é uma decisão colegiada. Ao adiar a análise, Kassio busca preservar o processo eleitoral e evitar que uma eventual decisão sobre o ex-presidente tenha impacto direto na disputa pelo Planalto.

9 comentários:

Anônimo disse...

O que tem a ver soltar um preso político, ijustamente preso, com inteferência nas eleições?
Esse Kássio é um covarde e traíra.

Anônimo disse...

Será medido com a mesma régua que medires.

Anônimo disse...

Eu tenho dúvidas se o Flávio não ganhou no primeiro turno, mas tem sempre esse atraso que no final da contagem de votos vai juntado simetricamente as curvas de votação do Lula e do Flávio, sempre depois de atrasos muito suspeitos.
As contagens votações para governador, deputados e senadores acabam após duas horas, mas a de presidente sempre fica em suspense. Por que será?
O Kassio deveria se preocupar com a transparência da votação, não com JB.

Anônimo disse...

Analisar a soltura de um preso político é uma questão de JUSTIÇA não de interferência nas eleições.

Anônimo disse...

A quadrilha sumiu com a Janja para o segundo turno! Ela simplesmente evaporou!

Anônimo disse...

A quadrilha sumiu com a Janja, a baranga do pinguço, para o segundo turno! Ela simplesmente evaporou!

Anônimo disse...

Moraes terá que indeniza-lo pelas privações e saúde destruída !

Anônimo disse...

Quem pagou o Adélio ?

Anônimo disse...

O primeiro nome do título foi indicado por Bolsonaro por razões políticas. O cidadão é bem conceituado no Piauí e amigo de Ciro Nogueira, um dos líderes do PP e do Centrão.
Ciro não foi eleito nesta eleição.
Seria medo, ou vingança do foro de SP, ou alguém de rabo preso?

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