E a conta não termina aí: o Tribunal de Contas da União acompanha também contratos de publicidade da Secom, Banco do Brasil, Caixa e Correios. Em 2025, somente BB e Caixa tinham previsões de R$ 750 milhões e R$ 468,1 milhões, respectivamente, para publicidade.
Ao mesmo tempo em que o dinheiro público alimenta um gigantesco mercado de publicidade institucional, celebridades conhecidas do público também aparecem em campanhas de empresas estatais. Se Flávio Bolsonaro vencer a eleição, a discussão sobre publicidade estatal não deveria ser simplesmente “tirar dinheiro da Globo”. O próximo governo deveria fazer algo mais sério: abrir a caixa-preta da publicidade pública.
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