O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, sinalizou ao ministro Nunes Marques que a revisão criminal apresentada pela defesa de Jair Bolsonaro deve ser analisada pelo Plenário da Corte, e não por uma das turmas. A definição pode ampliar o alcance político e jurídico do julgamento.
Relator do pedido, Nunes Marques, indicado ao STF pelo
próprio Bolsonaro, vem sinalizando que pretende dar andamento ao processo após
o segundo turno das eleições, previsto para o fim de outubro. A movimentação
colocou novamente o futuro jurídico do ex-presidente no centro do debate
políticonacional.
A possibilidade de uma análise pelo Plenário ganha peso justamente em um momento de forte disputa política. Nos bastidores, a decisão de acelerar o caso depois das eleições passou a ser interpretada como um movimento relevante no cenário envolvendo Bolsonaro e seus aliados.
3 comentários:
Políbio, pra cá ninguém manda umas garrafas de whisy desse bão
desse daí do bão
Só quero ver se aqueles ministros que votaram sempre pelas condenações serão MACHÕES para manter seus votos dados na turma.
passei no ZAFARI agora a pouco comprei café, leite, pão e manteiga
to preparando um lanchinho agora
comprei um pote de doce também
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