Artigo, especial, Dagoberto Lima Godoy - Uma eleição apertada na Colômbia: e se fosse no Brasil

O autor é advogado, engenheiro e escritor.
Também foi presidente da Fiergs e representante brasileiro na OIT.

A recente eleição presidencial na Colômbia, confirmada por uma diferença inferior a um ponto percentual entre os candidatos, recolocou no centro do debate uma questão essencial: como saber se o resultado corresponde, de fato, à vontade dos eleitores?

A Colômbia utiliza cédulas de papel. O eleitor marca sua escolha e deixa um registro físico para o escrutínio. 

O resultado oficial decorre da conferência das atas e dos procedimentos legais de apuração.

 Em caso de dúvida fundamentada, há documentos a examinar e, nas hipóteses previstas, votos a recontar.

O voto em pap ...

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3 comentários:

Anônimo disse...

Conversa fiada! Os brizolistas, como sempre, irão tampar o nariz e votar em Juliana. Os patriotas votarão contra e segue o baile!

Anônimo disse...

O voto eletrônico é inviolável. Está mais do que provado. O autor não tem nenhuma credibilidade para dar uma opinião fajuta com essa.

Anônimo disse...

A coisa mais fácil é adicionar uma linha de comando no software para fraudar um resultado. Como não é auditável, nem tem voto impresso, não tem como saber.
Só o Brasil ainda tem esse tipo de urna.

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