O jornalista gaúcho Ivens Carús é vítima de recorrentes tentativas de censurar seu trabalho como jornalista.
A foto da profissional Maia Rubin, site Sul21, disponibilizada no Google, mostra a juíza recebendo flores, tudo durante um ato artístico que defendeu o arquivamento de denúncias contra estudantes e jornalistas, agosto de 2016.
Das sete queixas-crimes movidas pelo grupo Sada –
incluindo Transzero, Dacunha e Brazul – contra o jornalista gaúcho Ivens Carús, seis
já foram rejeitadas pela Justiça do RS.
É um caso de dimensões nunca vistas na imprensa do RS. Ivens Carús denuncia há muitos anos a existência de cartel de cegonheiras no País, com ênfase para o caso da GM de Gravataí.
O editor soube, hoje, por exemplo, que no dia 2 de dezembro, a titular da 5ª Vara
Criminal do Foro Central de Porto Alegre negou prosseguimento de três ações
penais ajuizadas pelo grupo econômico cujo dono, o empresário e político
Vittorio Medioli, é investigado pela Polícia Federal por chefiar organização
criminosa que controla o transporte de veículos novos no país. A exemplo de
outras sentenças a favor do editor do site Livre Concorrência, a juíza Cláudia
Junqueira Sulzbach defendeu a liberdade de imprensa, de pensamento e de
expressão.
Ela acompanhou o parecer do Ministério Público, que posicionou-se pela rejeição da queixa.
CLIQUE AQUI para saber mais sobre a decisão da juíza Claudia Junqueira Sulzbach.
Um comentário:
mais esta empresa CHEVROLET / GM é safada lá nas banda dos EUA ESTÃO SENDO PROCESSADOS POR PROPINA NA MÃO DO OBAMA (dois já foram presos e obama em breve)
Postar um comentário