Ministério Público fecha o cerco e aumenta a fiscalização para coibir o transporte clandestino


Em recentes operações integradas entre Brigada Militar, EPTC e Metroplan, foram realizadas blitze de fiscalização junto aos proprietários de veículos utilizados para transporte irregular.

Até o momento, foram contabilizadas 11 apreensões com recolhimentos aos depósitos cadastrados pelos órgãos de trânsito.

A pedido do Ministério Público, em ação pública contra o Estado, a Metroplan e os proprietários de veículos, a Justiça deferiu liminar acolhendo os pedidos da Promotoria de Justiça de Habitação e Defesa da Ordem Urbanística. A ação foi ajuizada após inquérito civil público. O objetivo é coibir a prática recorrente do transporte clandestino de passageiros, especialmente nos trajetos Porto Alegre-Guaíba e Capital-Eldorado do Sul. 

4 comentários:

Anônimo disse...


Sempre existiu o transporte paralelo para estes municípios, o Poder Público já deveria saber disto e ao invés de punir os miúdos tratar de ir atrás das causas.
A empresa que explora o trecho presta um mau serviço, motivo pelo qual o trabalhador se sujeita a pagar um pouco mais no transporte paralelo de passageiros.
Isto vai perdurar, enquanto as autoridades não pararem de fazer vistas grossas ao serviço prestado pela concessionária de transporte público.

Anônimo disse...

Ou seja, se não pagar a propina, ops, imposto os tiranos ocupantes do estado te tiram do jogo. Enquanto posso sigo sonegando

FAÇANHA, o ADVOGADO do POVO. disse...

O UBER é um caso típico de transportte de passageiros por particulares, mas contra essa empresa multinacional e milionária, não fiscalizada pelo poder público, a pratica é liberada. A pessoa física que transporta por contra própria, aí o transporte é CLANDESTINO! Mas que pouca vergonha!

oneide teixeira disse...

Em tempo de Uber e 99 isso adianta?
Se existe a necessidade o usuário vai optar.
O que o estado faz é criar um monopólio privado e os fiscais ganham "bônus"das empresas.