Governo Yeda Crusius faturou R$ 1,2 bilhão com venda de fatia de ações do Banrisul

Essa é a segunda grande oferta pública de ações da história do Banrisul.  Em 2007, a então governadora Yeda Crusius promoveu a venda de cerca de 42% do total de papéis do banco. A venda somou R$ 1,2 bilhão.

Na época, como agora, Ricardo Hingel foi o principal condutor do negócio, fazendo todo o roteiro internacional de road shows com o então secretário Aod Cunha. O presidente do banco na época, Fernando Lemos, também cumpriu alguns dos roteiros. 

12 comentários:

Anônimo disse...

essa gente só obtem algum para o estado vendendo as coisas...é como um chefe de família vendendo o sofá, carro, ap...não pensam em aumentar receita, cobrando de grandes sonegadores, fomentando vendas, etc...é o velho metodo coxinha de administrar vender, vender, vender...sobretudo para os amigos e apadrinhados que depois viram "consultores"..são uma piada

Anônimo disse...

E para onde foi este dinheiro?

Unknown disse...

Olhem aqui seus petralhas , estão reclamando dos coxinhas isso e aquilo, prá onde foi o dinheiro, consultorias imitando talvez o PALOCCI , não é verdade ou já esqueceram dele?
Até agora, não vi em comentários de algum destes defensores dos trabalhadores, de como irão ficar os funcionários do banco, que muitas vezes foram massa de manobra destes salafrários do SINDICATO DOS BANCÁRIOS! HEIMM?????

Anônimo disse...

O velho metodo de estatizar as coisas me parece que é o ideal na tua mente esquerdaloide. Bem se ve na Venezuela, Coreia do Norte, Cuba, Camboja e a maravilha que foram as consequências do comunismo no leste europeu. Mas aqui no Brasil vai dar certo essa mentalidade imbecil de que o Estado tem que ter tudo e prover tudo. Vai te cata. No minimo tu é um sindicalista ou funcionario público que quer só mamata.
O Estado deve suprir o mínimo (segurança) e criar oportunidades e para que as pessoas e empresas possam se desenvolver. Educação e Saúde o Estado deve prover na forma de bolsa e não de infra estrutura. Um Aluno que agora está sem aula, custa o dobro para o estado do que outro em uma escola particular que está com aula. E mesmo assim tu é daqueles que defende o CPERGS, os funcionarioa publicos e que se lasque o aluno. É por gente como tu que esse País é o que é.

Anônimo disse...

O estado deve desinchar. Mas falta controle efetivo na Folha de Pagamento que cresce sozinha. Sem este controle de nada adianta levantar uns trocos aqui e ali.

Anônimo disse...

Foi assim que a dona Yeda conseguiu o tal "deficit zero" a custas do banco de todos os gaúchos?

Anônimo disse...

BOA -O EFEITO TA OTIMO TEM Q PROIVATIZAR MESMO ASSIM É NOS PAISES DESENVOLVIDOS O BOLSONARTO TAMBEM DEFENDE PRIVATZAR - CHEGA DE ATRASO E CABIDE DE EMPREGO

Anônimo disse...

O problema é não reduzir o custo do estado, aí não adianta nada vender.

Anônimo disse...

E criar monopólios como vivo, oi, claro e Tim para operar em cima de mais de 200 milhões de pessoas é bom??? Repetindo: 4 empresas faturando em um país continental tem cabimento???

Anônimo disse...

parabens a grande governadora foi uma otima governadora e continua otima deputada federal menos estado e mais eficiencia

Anônimo disse...

É, você está certo. Provavelmente você esfreveu isso do aeu Smartphone que tenho certeza que se fosse a CRT teriamos acesso muito mais fáci com valores tão baixos. Tu não deve lembrar então da dificuldade que era ter uma linha. E quando entrou o celular, tá doido, tinha que ser rico. Agora qualquer um tem acesso e por menos de 10 reais por mês tem internet e ligação. Mas isso você não percebe, só acha que te exploram. Vai trabalhar rapaz.

Anônimo disse...

Deduragem de colegas foi o que mais doeu no reitor da UFSC e o fez desistir:

4 out 2017 - DCM

O bilhete de suicida do reitor

Por Renan Antunes de Oliveira, em Florianópólis (SC)

(...)

Um dirigente histórico dos comunistas foi ao enterro, mas era de uma corrente adversária. Fez questão de dizer que ele abandonou a militância de esquerda e deu uma guinada pro outro lado – segundo vários relatos, Cau nunca escondeu que votou em Aécio, apoiou o impeachment, alinhou com Temer e se dizia fã de Sérgio Moro.

(...)

Cau foi levado de casa por agentes originalmente lotados em São Luiz do Maranhão.

Em nome da PEC da economia, não tinha ninguém mais de perto pra tarefa??? A turma da terra de Sarney foi trazida a Floripa só para a perigosa missão de meter o reitor num uniforme laranja de presidiário?

Ele foi " ALGEMADO NOS PÉS E MÃOS" por agentes
mascarados.

Pior: nu, CAU FOI SUBMETIDO A UMA REVISTA "ANAL".

A conferir se Geddel, Sérgio Cabral ou Eduardo CunhaUma explicação plausível é que o pessoal não ia vir de tão longe para pouco. Como a PF estava proibida de apresentá-lo à imprensa, como muitas vezes faz, descontaram nele com a revista. (...)