TRF4, Porto Alegre, implementa dia de cão para o PT

Hoje foi um dia de cão para o PT em Porto Alegre. É que o TRF4 manteve Vaccari Neto e Palocci na cadeia.

Eles vão esperar por Lula em Curitiba.

11 comentários:

Anônimo disse...

E o julgamento do Dirceu?

Anônimo disse...

Boa notícia!

Anônimo disse...

UM BOM TRABALHO DO TRF4 . PARABÉNS .!!!

Anônimo disse...

O TRF4 se recuperou de um APAGÃO, quando não condenou o bandido do Vaccari. Se tem petista com cara de bandido (todos tem cara de bandido), este Vaccari é um protótipo. Além do disparado do Lula, é claro.

Anônimo disse...

Se foi tudo dentro da Lei, por que Palocci é mantido injustamente em cárcere? Sei: para "entregar Lula"!! Mas não há o que entregar de Lula, pois ele é HONESTO!!!

Anônimo disse...

Os bandidos da máfia siciliana, são pé de chinelos, perto desses nossos políticos. O partido que passou mais de 20(vinte) anos pregando a moral e a honestidade, chamando todos os outros partidos de corruptos, SE APRESENTOU QDO CHEGOU AO PODER, COMO O MAIS CORRUPTO GOVERNO EM TODO O MUNDO E TALVEZ DA GALÁXIA. São puro ladrões, todos estão ricos, ricos até os filhos e netos.

Anônimo disse...

Não é mais concebível ver tanta injustiça nas mãos da Justiça. Na Constituição Federal diz que somos todos iguais perante nossas leis. Que se cumpra as leis, independentemente de quem seja e de que partido pertença.

Anônimo disse...

Para QUEM via os PÁTIOS de estacionamentos dos TRIBUNAIS FEDERAIS em PORTO ALEGRE nas campanhas dos anos 90, VEÍCULOS com bandeiras vermelhas, pode-SE dizer que MUDOU MUITO e agora sabem que no PROSTÍBULO NUNCA EXISTIU UMA VIRGEM!

Anônimo disse...

Desembargador que apoia Sergio Moro nega liberdade a Vaccari:

05/07/2017

Jornal GGN - O desembargador João Gebran Neto, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), negou nesta quarta-feira (5) a liminar que pedia a liberdade de João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT, preso em Curitiba desde 2015, por decisão de Sergio Moro. Na visão de Gebran, não tem nenhuma ilegalidade no fato de Moro ter usado argumentos que ensejaram a primeira condenação de Vaccari para estender a prisão preventiva sobre uma segunda sentença.

Gebran foi o único desembargador a votar a favor da sentença de Moro no julgamento do recurso de Vaccari contra a primeira sentença proferida contra ele na Lava Jato. Outros dois desembargadores reverteram a decisão e apontaram que o juiz de Curitiba usou delações sem provas correspondentes contra o ex-tesoureiro do PT.

Após a decisão do TRF-4, Moro expediu alvará de soltura em favor de Vaccari em relação à primeira sentença, mas determinou que o petista seja mantido preso, alegando que existe uma segunda ordem de prisão preventiva em vigor.

A defesa argumentou, contudo, que Moro estendeu a primeira prisão preventiva quando condenou Vaccari pela segunda vez, ou seja, usou argumentos derrubados pelo TRF-4.

Gebran decidiu endossar os argumentos de Moro ao afirmar que "foram identificados outras condutas" de Vaccari. Ele disse que o mérito do pedido deverá ser analisado pela 8ª Turma do TRF-4, mas adiantou sua opinião em favor do magistrado de Curitiba - a quem, no passado, já chamou de "amigo".

"A tese da defesa no sentido de que inexistiriam razões diferenciadas entre os dois decretos prisionais - ou mesmo que a segunda prisão é mera ampliação da primeira - comporta exame em sede de habeas corpus, até mesmo porque o segundo decreto prisional não chegou a ser impugnado perante este Tribunal, onde a respectiva apelação criminal pende de parecer ministerial e julgamento", explicou Gebran.

"Diante disso, reservei o exame do pedido diretamente pelo órgão Colegiado e solicitei informações à autoridade coatora. Apesar disso, diante da reiteração do pedido de liberdade imediata, passo ao exame liminar", acrescentou.

"(...) ainda que aparentemente os requisitos da prisão preventiva possam se confundir, o mesmo não se percebe com facilidade no tocante aos pressupostos, haja vista que estamos a tratar de fatos diversos. Vale dizer, somente a comunhão concreta dos requisitos, desautorizaria novo exame, e não é esse o caso dos autos, pois no decorrer das investigações foram identificadas outras condutas delitivas praticadas pelo paciente que, em linha de princípio, apenas reforçam a necessidade da prisão preventiva como forma de coibir a reiteração delitiva", decidiu.

Na primeira sentença - derrubada pelo TRF-4 - Vaccari foi acusado de operar propina de R$ 4 milhões ao PT a partir de diretorias da Petrobras. Já na segunda sentença, o ex-tesoureiro foi acusado de ter mandado a Odebrecht pagar caixa 2 no exterior aos marqueteiros João Santana e Mônica Moura.

PS: Certo o Desembargador, certo o moro ERRADA a CF/88, art. 5o, LVII (ninguém será condenado culpado até transitado em julgado de sentença penal condenatória).

Unknown disse...

E o processo de ZéDirceu, a eminência parda do estelionato petista, para que volte para a cadeia, de onde nunca deveria ter saído!!!
E que os desembargadores se preparem para a chegada dos recursos de Lulla, quando condenado em primeira instância!!! Tem que dobrar a pena, no mínimo!!! A nação merece esta punição exemplar do chefe dos chefes de todas as facções que tomaram de assalto o Estado brasileiro e promoveram um verdadeiro Genocídio Social!!!

Anônimo disse...

HAHAHA... ACORDA PORCO PETISTA SUJO, LULA JA ESTA COM A CABEÇA NA GUILHOTINA