Delação da Odebrecht cita contrato para agradar Lula

Delatores da Odebrecht relataram à Procuradoria-Geral da República que a contratação e os pagamentos feitos em Angola ao empresário Taiguara Rodrigues, sobrinho da primeira mulher do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foram para "agradar" ao petista. 

O jornal O Estado de S. Paulo teve acesso aos depoimentos e aos anexos de três executivos, ainda mantidos em sigilo, que citam a participação do ex-presidente no caso investigado na Operação Janus.

Lula e Taiguara são réus por lavagem de dinheiro e tráfico de influência em processo originado na investigação da Janus.

A filial da Odebrecht em Angola contratou a Exergia, da qual o empresário se tornou sócio. O ex-diretor de Relações Institucionais da empreiteira Alexandrino Alencar afirmou que o ex-presidente pediu a contratação da empresa.

13 comentários:

Anônimo disse...

Empresatio taiguara...kkkkkk que escarnio quem disse q este sem vervonha é empresario este reu sobrinho do reu lula sim este reu morava num muquifo e d repente usando o nome do tio lurapio foi p o exterior-africa.....dar uma d empresario comecou negocio sem entender nada. ...cadeia nele

Anônimo disse...

Capaz! Lula nem sabia de nada.

Anônimo disse...

No Brasil nao tem homem para prender Lula .

Anônimo disse...

Sim o poderoso odebrecht amigo d anos do lurapio passava almoco janta frequentavam a casa....eram chegados por isto o codinome de lurapio nas planilhas é amigo pois ele é amigo e mui aMigo do poderoso emilio odebrecht o maior dos empreiteiros q deitou e rolou construindo obras -copa olimpiadas tuxo superfaturado assim como construiu em varios paises com ajuda do lurapio a roubalheira correu solta

Anônimo disse...

Delação sobre "agrado" a Lula foi rejeitada em 2016 por não ter citado o petista:

SEX, 28/07/2017
Jornal GGN - A Lava Jato conseguiu o que queria: mais de uma delação premiada que atribuiu a Lula a contratação da empresa Exergia pela Odebrecht em Angola, vinculada a obras com financiamento do BNDES. Em 2016, a Folha de S. Paulo revelou que os procuradores não queriam aceitar a delação de Alexandrino Alencar porque o executivo da Odebrecht dizia não ver irregularidade no caso. Agora, Alencar diz que medidas foram tomadas dentro da empresa para "agradar" o ex-presidente.

A Exergia é a empresa de Taiguara Rodrigues, sobrinho da primeira esposa de Lula, que é réu ao lado do ex-presidente numa ação penal por tráfico de influência, que tramita na Justiça de Brasília.

A versão de que Lula estava sendo agradado pela Odebrecht, porém, não é nenhuma novidade. Alencar já tinha cantado essa bola em 2016. À época, porém, a Lava Jato tentava incular as obras da Odebrecht em Angola às palestras proferida por Lula com patrocínio da empreiteira. Mas como há provas de que os serviços foram decidamente prestados, a força-tarefa tem dificuldade em relacionar Lula diretamente às supostas vantagens indevidas à Exergia.

Supostas porque, embora a Lava Jato diga à imprensa que a Exergia não prestou os serviços contratados pela Odebrecht, Taiguara diz o contrário. Em 2016, Alencar, da Odebrecht, também contrariou os procuradores nesse aspecto.

O GGN publicou:
"Nessa mesma semana em que a denúncia [por tráfico de influência] foi aceita pela Justiça de Brasília, a Folha publicou que a delação premiada de Alexandrino Alencar, ex-representante da Odebrecht em Angola, não foi aceita pela força-tarefa porque, entre outros pontos, inocentava Lula ao afirmar que as palestras foram realizadas. Não houve qualquer pagamento sem prestação de serviço." (...)

O Estadão teve acesso aos novos depoimentos de três executivos da Odebrecht que falaram sobre o caso (entre eles, Alencar), mas não divulgou a íntegra dos documentos, que estão sob segredo de Justiça.

O jornal publicou que "o ex-diretor de Relações Institucionais da empreiteira Alexandrino Alencar afirmou que o ex-presidente pediu a contratação da empresa. Ernesto Sá Baiardi, ex-diretor da construtora em Angola, relatou solicitação do petista para que a construtora ajudasse o empresário. Antonio Carlos Daiha Blando, sucessor de Baiardi, disse ter adiantado pagamentos à Exergia para 'agradar' a Lula."

Um dos trechos extraídos do anexo é de Baiardi dizendo que foi contatado por Alencar para receber Taiguara. “Entendi que essa solicitação era de interesse da companhia para atender a pedido de Lula e, imediatamente, chamei Taiguara para uma reunião."

Baiardi também disse em depoimento que, após um encontro de Lula com Emílio Odebrecht, "o petista o chamou de lado e falou que Taiguara era honesto, trabalhador, que estava iniciando carreira empresarial e que, se possível, era para ajudá-lo."

"Blando disse que, após assumir a diretoria em Angola, Baiardi lhe pediu que recebesse Taiguara. O delator relatou que recebeu o empresário quando chegou ao país africano e que a 'atenção diferenciada” com que tratou “os assuntos da Exergia tinha por finalidade agradar ao ex-presidente Lula'."

Ainda de acordo com os delatores, em 2014, Taiguara pediu “adiantamento contratual” a que sua empresa “não tinha direito”, mas acabou recebendo um total de 700 mil dólares porque havia a “necessidade” de “agradar a Lula”.

Alencar contou que conheceu Taiguara em um hotel em Luanda, capital de Angola. "O ex-executivo disse ainda que o petista teria pedido que a Odebrecht avaliasse a possibilidade de contratar as empresas de Taiguara. A solicitação teria sido levada ao patriarca do grupo, Emílio Odebrecht, que, segundo ele, 'concordou prontamente'." (...)

Resumo da Opera: Delação premiada só é aceita se lula for citado.

Anônimo disse...

Macron irrita direita brasileira ao estatizar estaleiro na França:

28 de julho de 2017 - Blog do esmael

O presidente francês Emmanuel Macron pregou uma peça na direita brasileira ao nacionalizar os estaleiros STX France, para evitar que a italiana Fincantieri fosse comprada pela italiana Fincantieri.

Macron era considerado até semana passada como modelo para os golpistas brasileiros que tentam fabricar um anti-Lula nas eleições de 2018, mas, como registrou o Blog do Esmael, o francês despencou nas pesquisas em apenas 3 meses como se fosse um castelo de cartas.

Voltemos à estatização do “liberal” Macron na França.
O ministro da Economia Bruno Le Maire justificou que o “único objetivo” da estatização é “defender interesses estratégicos da França na construção de navios”. Precisaria mais algum motivo?

A decisão de estatizar a industria naval francesa deixou a direita brasileira desorientada e muito irritada com Macron, que era como uma espécie de “farol” do neoliberalismo na América Latina.

O governo golpista de Michel Temer, por exemplo, quer vender todos os ativos (patrimônio público) em nome do superávit primário (dinheiro para pagar juros dos bancos). Segundo recente denúncia dos petroleiros, o governo ilegítimo também faz negócios utilizando laranjas para beneficiar amigos do regime.

A estatização francesa não passou despercebida pelo senador Roberto Requião (PMDB-PR), presidente nacional da Frente Ampla Nacionalista: “Macron, na França, estatiza estaleiros para evitar controle estrangeiro. Aqui o governo fecha e põe à venda para estrangeiros. PQP!”, tuitou.

Em março do ano passado, o ex-presidente Lula apontou o juiz federal Sérgio Moro como responsável pelo aumento desemprego em todo o país. E, em agosto, também de 2016, a Federação Única dos Petroleiros (FUP) acusou o magistrado da lava jato de desempregar mais de 1,5 milhão de trabalhadores durante manifestação em defesa da indústria naval em Niterói (RJ).

PS:Neoliberalismo é isso. Política antinacionalista, vendem o país para quem der mais (geralmente pouco) e o povo fica a ver “navios”, literalmente nesse caso.

Anônimo disse...

Lista de Furnas, usada em processo por Gilmar, é anexo da delação de Valério:

28/07/2017

Jornal GGN - Uma versão da famosa "lista de Furnas" virou um anexo da delação premiada de Marcos Valério junto à Polícia Federal, segundo informa o Painel da Folha desta sexta (28).

O documento já foi descreditado pelo próprio publicitário no passado e usado pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, para processar a CartaCapital. O magistrado arrancou R$ 507 mil da revista em indenização. "Gilmar aparecia no papel como destinatário de R$ 185 mil", comentou a coluna. Ao lado de seu nome, aparecia 'AGU'."

A lista "enumera repasses de propina a dezenas de autoridades. A peça é controversa. Anos atrás, outras versões da planilha foram encontradas com Nilton Monteiro, o estelionatário que fez a chamada 'lista de Furnas'. Na ocasião, o próprio Valério disse que os papéis eram falsos", publicou.

Segundo a coluna, Valério ofereceu a versão da lista na delação que tentou fechar com o Ministério Público de Minas Gerais. Mas a Promotoria rejeitou o acordo com o réu do mensalão, que terá a colaboração analisada pelo Supremo Tribunal Federal, já que cita nomes com foro privilegiado, como Aécio Neves.

Com Gilmar, a controversa consiste no fato de Valério alegar que "elaborou o documento em 1999. Mendes, porém, só foi nomeado advogado-geral da União em janeiro de 2000."

Procurado, o advogado de Gilmar já avisou que se a lista for usada, "tomará novas medidas."

Além do ministro, empresários, políticos e outras autoridades são citadas.

PS: Essa gente não aprende? Delação Premiada só cola se for contra o PT, lula, dilma ou alguém ligado ao PT, a República de Curitiba que o diga.

Anônimo disse...

Moro condena réu da Lava Jato por crime que não existe no Direito Penal:

28/07/2017 - Miguel do Rosário - O cafézinho

A criatividade de Moro é infinita. Ele não apenas acaba de condenar (mais uma vez) um réu sem provas, e com base somente em delação premiada, como ainda inventou um crime não previsto no Código Penal.

***
27 julho 2017 - Sérgio Rodas - Conjur

INOVAÇÃO PENAL
Ao condenar João Auler, ex-presidente da Camargo Corrêa, à prisão por corrupção ativa e participação em organização criminosa, o juiz Sergio Moro inventou uma forma de responsabilização criminal dos administradores de empresas. Com esse tipo de medida, o Código Penal vai sendo alterado por jurisprudência, avalia Yuri Sahione, presidente da Comissão de Anticorrupção, Compliance e Controle Social dos Gastos Públicos da seccional fluminense da Ordem dos Advogados do Brasil.

Nesta quarta-feira (26/7), no evento Efeitos da operação “lava jato” para as sociedades empresariais, ocorrido na sede da OAB-RJ e organizado pela entidade e pelo Instituto dos Advogados Brasileiros, Sahione disse que essa condenação de Moro não possui apoio em nenhuma lei.

Conforme relatado por delatores da “lava jato”, certo dia, o ex-deputado federal José Janene (PP-PR) invadiu a sede da Camargo Corrêa, em São Paulo, e cobrou de Auler o recebimento de uma parte da propina que seria paga pela empresa para obter um contrato com a Petrobras. O então presidente da empreiteira declarou que não respondia pela área de óleo e gás, e o encaminhou para o diretor dela.

Para Sergio Moro, isso prova que o executivo não tomou medidas para esclarecer a informação de que havia corrupção na empreiteira. Segundo o juiz federal, se a Camargo Corrêa realmente fosse vítima de extorsão, procuraria a polícia. O fato de não o fazer, a seu ver, demonstra que ela estava corrompendo agentes públicos.

Essa condenação tem diversos problemas, apontou Sahione. O primeiro deles é que, fora João Auler e José Janene, que morreu em 2010, todos os demais envolvidos no caso — os ex-diretores da construtora Dalton Avancini e Eduardo Leite, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef — haviam firmado acordo de delação premiada. E não é possível condenar alguém apenas com base em depoimentos de colaboradores, já que não havia outro tipo de prova no caso.

Além disso, os fundamentos da condenação não indicam precisamente a conduta que Auler praticou, alegou o advogado. Na visão de Sergio Moro, ele cometeu crime ao se omitir em promover atos de investigação interna na empresa, já que ele sabia da corrupção relacionada à Petrobras.

Só que isso vale para compliance, não para Direito Penal, opinou o integrante da OAB-RJ. “Se isso fosse uma auditoria interna, daria para puni-lo [João Auler]. Mas usar esse parâmetro como modelo de responsabilização criminal que não está previsto em nenhuma legislação não é possível”, destacou Sahione. Ele ainda criticou como as decisões judiciais vêm alterando as leis penais. (...)

Anônimo disse...

Moro condena réu da Lava Jato por crime que não existe no Direito Penal:

28/07/2017 - Miguel do Rosário - O cafézinho

A criatividade de Moro é infinita. Ele não apenas acaba de condenar (mais uma vez) um réu sem provas, e com base somente em delação premiada, como ainda inventou um crime não previsto no Código Penal.

***
27 julho 2017 - Sérgio Rodas - Conjur

INOVAÇÃO PENAL
Ao condenar João Auler, ex-presidente da Camargo Corrêa, à prisão por corrupção ativa e participação em organização criminosa, o juiz Sergio Moro inventou uma forma de responsabilização criminal dos administradores de empresas. Com esse tipo de medida, o Código Penal vai sendo alterado por jurisprudência, avalia Yuri Sahione, presidente da Comissão de Anticorrupção, Compliance e Controle Social dos Gastos Públicos da seccional fluminense da Ordem dos Advogados do Brasil.

Nesta quarta-feira (26/7), no evento Efeitos da operação “lava jato” para as sociedades empresariais, ocorrido na sede da OAB-RJ e organizado pela entidade e pelo Instituto dos Advogados Brasileiros, Sahione disse que essa condenação de Moro não possui apoio em nenhuma lei.

Conforme relatado por delatores da “lava jato”, certo dia, o ex-deputado federal José Janene (PP-PR) invadiu a sede da Camargo Corrêa, em São Paulo, e cobrou de Auler o recebimento de uma parte da propina que seria paga pela empresa para obter um contrato com a Petrobras. O então presidente da empreiteira declarou que não respondia pela área de óleo e gás, e o encaminhou para o diretor dela.

Para Sergio Moro, isso prova que o executivo não tomou medidas para esclarecer a informação de que havia corrupção na empreiteira. Segundo o juiz federal, se a Camargo Corrêa realmente fosse vítima de extorsão, procuraria a polícia. O fato de não o fazer, a seu ver, demonstra que ela estava corrompendo agentes públicos.

Essa condenação tem diversos problemas, apontou Sahione. O primeiro deles é que, fora João Auler e José Janene, que morreu em 2010, todos os demais envolvidos no caso — os ex-diretores da construtora Dalton Avancini e Eduardo Leite, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef — haviam firmado acordo de delação premiada. E não é possível condenar alguém apenas com base em depoimentos de colaboradores, já que não havia outro tipo de prova no caso.

Além disso, os fundamentos da condenação não indicam precisamente a conduta que Auler praticou, alegou o advogado. Na visão de Sergio Moro, ele cometeu crime ao se omitir em promover atos de investigação interna na empresa, já que ele sabia da corrupção relacionada à Petrobras.

Só que isso vale para compliance, não para Direito Penal, opinou o integrante da OAB-RJ. “Se isso fosse uma auditoria interna, daria para puni-lo [João Auler]. Mas usar esse parâmetro como modelo de responsabilização criminal que não está previsto em nenhuma legislação não é possível”, destacou Sahione. Ele ainda criticou como as decisões judiciais vêm alterando as leis penais. (...)

Anônimo disse...

Bem que o emilio odebrecht disse que tratou pessoalente com luladrao sobre propinas e ele disse na lata do luladrao que o pt tava com a boca muito aberta querendo abocanhar muita mas muita grana pois é tai lula seu sobrinho taiguuara seus filhos ficaram milionarios / cadeia neles

Anônimo disse...

Por que sera q rejeitaram a delacao de marcos walerio do mensalao ele q diz q tem provas sobre o assassinato d celso daniel o prefeito do pt q iria entregar crimes do pt mas nao deu tempo celso daniel foi sequestrado torturado e morto sim marcos walerio sabe de tudo neste caso e tem provas ele tsmbem ta querendo entregar lula o chefe do mensalao ele queria delatar e nao foi aceito tomara que agora depoisvd anosvaceitem pois ele de novo pediu p delatar....
Janot tambem nao aceitou a delacao que o leo pinheiro da oas o amigo d lula queria fazer ele na delacao iria citar o petralha dias tofoli do stf q anunciou a vitoria d dilma depois d ficar sozinho no tse ha portas fechadas sim ele iria delatar sobre diss tofoli do stf tambem iria entregar lula ele disse q lula sempre foi dono do sitio e do triplex mas janot engavetador do pt nao aceitou ele dazer a delacao agora de novo leo pinheiro quer fazer entao a delacao que nao pode ...vamos ver se vao deixar

Anônimo disse...

Taiguara e Lula,dois baitas ignorantes que enriqueceram do dia pra noite,sem trabalhar,só roubando.

Anônimo disse...

Enquanto isso.......

PF NÃO ESTÁ MONITORANDO GEDDEL, PRESO EM CASA

Detido por suspeita de tentar interferir nas investigações da Operação Cui Bono, que apura fraudes na liberação de crédito da Caixa Econômica Federal, o ex-ministro Geddel Vieira Filho cumpre prisão domiciliar em Salvador; no entanto, Geddel não está sendo monitorado pela Polícia Federal porque a Bahia não dispõe de tornozeleira eletrônica
28 DE JULHO DE 2017 ÀS 21:16 // 247 NO TELEGRAM Telegram // 247 NO YOUTUBE Youtube


Bahia 247 - A Polícia Federal não está monitorando a prisão domiciliar do ex-ministro Geddel Vieira Lima na Bahia. A fiscalização serviria para descobrir se ele está saindo de casa ou tendo contato com outros investigados e seus familiares, por exemplo. Há duas semanas, desde que deixou o presídio da Papuda, Geddel está cumprindo a pena em seu apartamento. Geddel foi detido por suspeita de tentar interferir nas investigações da Operação Cui Bono, que apura fraudes na liberação de crédito da Caixa Econômica Federal - ele foi vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa entre 2011 e 2013.

Ao determinar a substituição da prisão preventiva do ministro pela prisão domiciliar, em 19 de julho, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) informou que a Polícia Federal seria a responsável por monitorá-lo, seja por meio de tornozeleira eletrônica ou pelo uso de outros instrumentos legais. No entanto, a Bahia não dispõe do aparelho de monitoramento. A PF disse não ter recebido nenhuma intimação da Justiça Federal sobre o monitoramento de Geddel e, sem isso, não pode fazer nada. (...)

PS: Ainda dá tempo para o Lula sair do PT e entrar no PSDB ou PMDB é eleição certa em 2018 e acaba os processos e denuncias no dia para noite.