Bendine e Odebrecht acertaram propina no prédio do BB

A força-tarefa da Operação Cobra, 42ª fase da Lava-Jato deflagrada nesta quinta-feira, 27, reconstituiu todos os passos do ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobras Aldemir Bendine, desde junho de 2014, quando supostamente ele deu início ao seu objetivo de tomar propina da Odebrecht. 

A investigação mostra que Bendine se reuniu com o empresário Marcelo Odebrecht na sede do Banco do Brasil, que fica no mesmo prédio ocupado pelo escritório da Presidência da República em São Paulo, na Avenida Paulista.

A pista sobre o encontro na Paulista foi localizada no Outlook de Odebrecht, que chama Bendine pelo apelido 'Dida' - na planilha de propinas da empreiteira, Bendine era 'Cobra'.


Inicialmente, segundo o Ministério Público Federal, Bendine exigia R$ 17 milhões da empreiteira, valor equivalente a 1% de uma dívida da companhia junto ao BB. Na ocasião, a instituição financeira era dirigida por Bendine.

4 comentários:

Anônimo disse...

Uma devassa no banco do brasil, tenho certeza, revelaria mais que odebrecht. Esse pulha era louco por dinheiro e tomava pixuleco de grandes empresas em operações de empréstimos.

Anônimo disse...

Bendine foi o indicado da Dilma. Já o acusavam no BB, e de lambuja ganhou à presidência da Petrobrás. Dilma colocou a raposa para cuidar dos ovos. Esses eram os honestos que comandavam o país.

Anônimo disse...

Enquanto isso......

PF NÃO ESTÁ MONITORANDO GEDDEL, PRESO EM CASA

Detido por suspeita de tentar interferir nas investigações da Operação Cui Bono, que apura fraudes na liberação de crédito da Caixa Econômica Federal, o ex-ministro Geddel Vieira Filho cumpre prisão domiciliar em Salvador; no entanto, Geddel não está sendo monitorado pela Polícia Federal porque a Bahia não dispõe de tornozeleira eletrônica.

28 DE JULHO DE 2017

Bahia 247 - A Polícia Federal não está monitorando a prisão domiciliar do ex-ministro Geddel Vieira Lima na Bahia. A fiscalização serviria para descobrir se ele está saindo de casa ou tendo contato com outros investigados e seus familiares, por exemplo. Há duas semanas, desde que deixou o presídio da Papuda, Geddel está cumprindo a pena em seu apartamento. Geddel foi detido por suspeita de tentar interferir nas investigações da Operação Cui Bono, que apura fraudes na liberação de crédito da Caixa Econômica Federal - ele foi vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa entre 2011 e 2013.

Ao determinar a substituição da prisão preventiva do ministro pela prisão domiciliar, em 19 de julho, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) informou que a Polícia Federal seria a responsável por monitorá-lo, seja por meio de tornozeleira eletrônica ou pelo uso de outros instrumentos legais. No entanto, a Bahia não dispõe do aparelho de monitoramento. A PF disse não ter recebido nenhuma intimação da Justiça Federal sobre o monitoramento de Geddel e, sem isso, não pode fazer nada. (...)

PS: Como é bom ser do PSDB e PMDB, tá tudo liberado, afinal Justiça é para os 4Ps (preto, pobre, put...e petista).

Anônimo disse...

Era protegido de DILMA. Como os demais protegidos, é um criminoso propineiro .!!!