Sartori apelará a Ana Amélia por aumento do ICMS, mas bancada do PP está dividida na Assembléia

O governador Ivo Sartori resolveu fazer um apelo pessoal à senadora Ana Amélia para que o ajude a convencer a bancada de sete deputados do PP a apoiá-lo no caso do aumento do ICMS.

O Partido só aceitou integrar a base aliada depois que emplacou sua proposta de rejeitasr este tipo de aumento.

O PP tem sete entre os 55 deputados.

As contas do editor, hoje, mostram que os únicos votos irreutíveis são os de Frederico Antunes e Sérgio Turra.

Este é o levantamento feito por esta página e não se consolidou por declarações públicas, mas avaliações intramuros:

Contra - Frederico Antunes e Sérgio Turra.
Possíveis votos a favor, dependendo do andar da carruagem - Silvana Covatti, Adolfo Britto, Fixinha, Ernane Polo (substituirá Marcel Van Hatten, que é suplente e votaria contra) e Pedro Westphalen (entrasrá no lugar de Gerson Borba, que também é suplente). Polo, Agricultura, e Westphalen, Transporte, são secretários estaduais.

8 comentários:

Anônimo disse...

AJUDA DA ANA? ELE TIROU O LUGAR DA ANA NAS ELEIÇÕES,AGORA QUER AJUDA DELA..A ANA ESTAVA MAIS CENTRADA,SABIA O QUE FALAVA...E INFELIZMENTE PERDEU AS ELEIÇÕES...FOI UMA LÁSTIMA

Anônimo disse...

ISSO É JOGO POLÍTICO PARA BOTAR A ANA AMÉLIA NUMA SINUCA.

ELA COMO DEPUTADA FEDERAL DEVE CUIDAR DOS ASSUNTOS DO RIO GRANDE EM BRASÍLIA.

POR AQUI SÃO OS DEPUTADOS ESTADUAIS. ISSO É PARA DIVIDIR RESPONSABILIDADES.

SÓ ISSO. SARTORI NÃO QUER "PAGAR" O PREÇO DAQUILO QUE ELE MESMO PROPÔS.

SEM ESSA MEU.

Anônimo disse...

A população não tem que pagar o preço pelo desgoverno. Aumentar mais impostos é atitude de avestruz, enfiando a cabeça no buraco (literalmente no buraco do cidadão riograndense). O que precisamos, e é inevitável, é uma atitude corajosa e sensata de atacar o gigantismo do Estado que, lamentavelmente, só suga e não oferece a contrapartida. A atitude destes deputados será vigiada e hoje temos uma massa crítica de cidadãos esclarecidos que está atuante nas redes sociais e manifestam a opinião da esmagadora maioria da população que não aceita o Estado como um fim em si mesmo (visão marxista de Estado). Estamos de olho...

Anônimo disse...

Se aumentarem os impostos irá acontecer o mesmo que ocorreu no governo Rigotto, quatro anos empurrando com a barriga as grandes reformas. Daqui a quatro anos, assume um outro governador populista e demagogo, gasta o que não tem,novo desequilíbrio fiscal e nova rodada de aumento de ICMS e assim vai, e a população gaúcha cada vez mais pobre e os serviços públicos de péssima qualidade. Vivemos um círculo vicioso da pobreza no estado, e não temos políticos para revertê-lo, são todos uns cagões!

Anônimo disse...

Políbio, se verificares o aumento da arrecadação de ICMS com o aumento de alíquotas que o Sartori terá cerca de 6 bilhões, é mais ou menos o que o Tarso sacou dos depósitos judiciais. Sem contar que no governo anterior houve até diminuição da conta de energia elétrica e do preço dos combustíveis. Seria melhor ter aumentado o ICMS antes? Aliás Britto, Rigotto e agora Sartori, todos do PMDB, governaram com alíquotas maiores. As alíquotas do ITCD poderiam ser muito maiores, em países da Europa chega a 50% da herença. Lá não tem essa dos filhinhos de papai viver as custas do dinheiro deixado por seus entes.

Marco Belotto disse...

Ana Amelia já traiu a maioria do seus eleitores ao se alinhar com os comunistas anteriormente. Não será novidade agora trair todos o resto do povo gaucho ferrando com mais impostos.

Anônimo disse...

a gauchada tem que pagar pelo desgoverno que historicamente elegeu.
Sartori esta fazendo a coisa certa mandando a fatura pra gauchada.
se a conta não ta fechando cabe a gauchada pagar pelos serviços públicos,alias a gauchada prefere que tudo seja publico porem a gauchada é esperta,elege a gastança e vota contra aumento de impostos,como se a grana caísse do céu.

Zulmir Rasch disse...

Se os parlamentares do Partido Progressista forem contra a política do governo Sartori, do qual são aliados, que entreguem então os cargos. Querem apenas o bônus, ora...