Artigo, José Serra - Tempos brutos, tempos sórdidos

O artigo a seguir foi assinado por José Serra no jornal O Estado de S. Paulo.

Ao dar entrevistas sobre o 40.º aniversário do golpe militar que derrubou o presidente Salvador Allende, no Chile, em 11 de setembro de 1973, fui indagado sobre minha experiência pessoal. Eu morava em Santiago havia mais de oito anos, exilado do Brasil. Lá estudei Economia e me tornei professor da Universidade do Chile. Trabalhei na Comissão Econômica para a América Latina da ONU e na Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, a FLACSO.

. Nunca deixei de acompanhar o que acontecia no Brasil e fui um dos principais organizadores de um comitê que divulgava as denúncias de torturas e assassinatos cometidos em nosso país. Fizemos um livro sobre o assunto e obtivemos a convocação do Tribunal Bertrand Russell para julgar as violências da ditadura. Com frequência eu recebia novos exilados, ajudando-os a entrosar-se na vida estudantil e profissional, por vezes hospedando-os em casa. Betinho foi um deles. Cesar Maia, outro, a quem recomendei o curso da Escola de Economia e ajudei a conseguir a matrícula.

CLIQUE AQUI para ler o texto integral. 

8 comentários:

Anônimo disse...

eh Serra exercitando a sua alma comunista nesse texto...

se alguem tinha duvida de que esse eh mais esquerdista que os petistas, parece que nao ha mais espaço para tal...

nao deu pra ler o restante do texto, o link nao funciona...

mas o o enunciado ja da conta do que esta por vir...

Serra, vai logo pro PeTê, vai...

ou então escreve um texto sobre os "tempos brutos, tempos sórdidos" - AINDA VIGENTES!!!!! - protagonizados pela ditadura dos irmãos-terror cubanos...

e ainda tem a cara-de-pau de querer ser o candidato da "oposição"...

Anônimo disse...

Zé Serra é uma personagem entre Kafka e Nélson Rodrigues: beija a mão que segura o açoite que lhe escalavra o lombo, enquanto balbucia, olho rútilo e lábio trêmulo: "Perdoa-me por me traíres...".

Anônimo disse...

Lobista tucano investigado pela PF recebia dados privilegiados do Metrô e da CPTM:

Um lobista investigado pela Polícia Federal sob a suspeita de ter intermediado o pagamento de propina da Alstom para políticos do PSDB tinha um parceiro na cúpula da Secretaria dos Transportes Metropolitanos do governo paulista, que lhe fornecia dados internos do Metrô e da CPTM. O acesso privilegiado do consultor José Fagali Neto foi revelado por sua ex-secretaria Edna Flores, em depoimento aos Ministérios Públicos federal e estadual.

Ela entregou e-mails que comprovam a relação. As mensagens também mostram a proximidade de Fagali Neto com consultores e empresas investigados pela PF e o Ministério Público pela propina no sistema de trens do Estado entre 1998 e 2008, segundo a delação feita pela Siemens em maio deste ano.

A ex-secretária disse à Folha que o engenheiro Pedro Benvenuto, atual secretário-executivo do conselho gestor de Parcerias Público-Privadas da Secretaria do Planejamento do governo Alckmin (PSDB), frequentava o escritório de Fagali Neto em 2006 e 2007. Na época, Benvenuto era coordenador de gestão e planejamento da Secretaria de Transportes Metropolitanos.

Metrô e CPTM são empresas ligadas à pasta. Em 2006, Geraldo Alckmin (PSDB) era o governador; o também tucano José Serra assumiu em 2007. "Ele às vezes usava o meu computador para alterar dados de planilhas de assuntos que ele tinha com o Fagali", diz Edna. Segundo ela, Fagali mandava-a para o shopping quando executivos da Bombadier iam ao escritório.

Anônimo disse...

agora me respondam uma coisa como e possivel que a dilma seja inimiga do serra e amiga do maluf e do collor????

Anônimo disse...

Tempos brutos e sordidos são agora com os petralhas e o comunista serra,vivos,ditadura foi branda com esta escória.

Anônimo disse...

O Decreto-Lei 3.688, de 3 de outubro de 1941, em vigor, trata das Contravenções Penais. Seu artigo 47, no Capítulo VI, trata do exercício ilegal de profissão ou atividade:

.“Exercer profissão ou atividade econômica ou anunciar que a exerce, sem preencher as condições a que por lei está subordinado o seu exercício:
Pena - prisão simples, de 15 (quinze) dias a 3 (três) meses, ou multa”.

O Conselho Federal de Economia nunca se manifestou sobre o pedido de interpelação judicial e o conseqüente enquadramento do candidato José Serra no Art. 47 do Dec. Lei. 3.688/41, feito pelo Conselho Regional de Economia da Paraíba e endossado pelos Conselhos Regionais do Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Piauí, Alagoas, Maranhão, Rondônia e Tocantins, e por dois membros do Conselho Federal de Economia. O pedido teve por motivo o uso indevido da qualificação de economista pelo candidato Serra, que não tem bacharelado em economia nem é registrado em qualquer Conselho Regional de nenhum estado brasileiro. O procedimento do candidato caracteriza falsidade ideológica e charlatanismo, em prejuízo dos que exercem legalmente a profissão.

Além de ele se intitular também como engenheiro.

O Serra tem a mesma graduação do Lula........KKKK

Anônimo disse...

Jobim acusa Gilmar de ter produzido notícia falsa:

Em entrevista ao Último Segundo, do iG, o ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Nelson Jobim, acusou seu colega Gilmar Mendes de ter mentido e provocado notícias falsas sobre o encontro mantido com Lula. O escândalo produzido por Gilmar serviu de espoleta para a catarse desfechada pela mídia na cobertura da AP 470 e, especialmente, para a reação posterior do decano Celso de Mello.

Segundo Jobim relatou ao iG, “Na época em que houve um café da manhã no meu escritório, Lula queria me visitar. Eu tinha saído do Ministério da Defesa na época, e ele queria me fazer uma visita. E o Gilmar foi convidado para ir também. Foi uma conversa tranquila, sem nenhuma dificuldade. Eu perguntei ao Gilmar sobre o andamento do mensalão, se ia votar ou não ia votar. Ele disse que achava melhor votar logo para resolver o assunto e foi isso. Trinta dias depois desse café da manhã é que houve essa indignação do ministro Gilmar fazendo uma versão que não era verdadeira e que, na época, eu neguei. Continuo negando”.

Segundo Jobim, Gilmar Mendes produziu uma falsa indignação trinta dias depois do encontro. Teria sido apenas uma conversa amigável com Lula. Terminada a conversa, Jobim e Gilmar ficaram conversando no escritório, na maior normalidade. Trinta dias depois, Gilmar provoca o escândalo, aparentando uma falsa indignação. “Trinte dias depois é que eu recebo a notícia de uma matéria da Veja. Mandei uns SMS que eu tenho guardados ao ministro Gilmar. E ele disse que houve uma série de coisas, que ele havia conversado com A, com B, com C. E que a versão que tinha saído na Veja vinha de terceiros. E eu então disse, mas é curioso. Como assim de terceiros, se éramos só nós três?”.

Não foi a primeira vez que Gilmar atuou em dobradinha com a revista Veja visando influenciar julgamentos no STF. A outra vez foi o falso grampo de uma conversa dele com o ex-senador Demóstenes Torres, que teria sido gravada. Jamais apareceram provas da gravação. Além disso, perícias produzidas na ocasião demonstraram ter sido impossível o grampo no PABX do Senado. Posteriormente, descobriu-se que Demóstenes trabalhava em parceria com Carlinhos Cachoeira e ambos em conluio com a revista Veja.

A armação do grampo sem áudio permitiu a Gilmar e à Veja produzir uma capa escandalosa que ajudou na prorrogação da CPI do Grampo e a anular os esforços da Polícia Federal e do Ministério Público Federal na Operação Satiagraha.

Em nenhum dos dois episódios, viu-se qualquer tomada de posição dos órgãos do Judiciário em relação às manobras de Gilmar.

Na entrevista ao iG, Jobim insinuou haver ministros no STF dispostos a atropelar a própria Constituição. “Se ele é contrário ao texto constitucional, renuncie. Ou não vota ou renuncia. Agora, ir contra o texto constitucional é você subverter totalmente o sistema. A função do Supremo não é uma função política. É uma função institucional jurídica. A posição do Supremo é jurídico-política. Claro que você tem a visão dos problemas e as consequências. Mas você não pode se afastar do sistema legal. Se você se afastar do sistema legal e resolver ter um voluntarismo legal você vai autorizar qualquer tipo de voluntarismo em qualquer lugar.

Unknown disse...

Este seu candidato, editor, so faltou falar da MONICA ABORTEIRA, da filha que tentou vender o cadastro do Bco Central na terra do TIO SAM (por isto ela esta sendo processada...) do negocinho dos GENERICOS, da PRIVATARIA, do jeitinho que ele "deu" pra sumir do Estadio Nacional do Chile e aparecer na Europa, das Ambulancias superfaturadas, etc, etc, etc. Coisa de gente com qualidade ne? O Cerra inclusive, editor, e muito parecido com a imprensa tapuia. Ambos nao possuem o minimo de etica, decencia e moral.