Apóie o movimento "Fora Zelaya"

CLIQUE no endereço a seguir e exija a saída imediata saída de Zelaya da embaixada do Brasil:
http://forazelaya.blogspot.com/

18 comentários:

Anônimo disse...

Pronto! Nós, agora: guerreiros eletrônicos. Arno Edgar Kaplan

Anônimo disse...

Concordo inteiramente. Já assinei!

Anônimo disse...

Favor corrigir link !! O correto é http://forazelaya.blogspot.com/

otchegaucho disse...

Meu medo é o Zé Laya sair de lá e ocupar um cargo de ministro no governo Lula! No mínimo um cargo de executivo na PETROBRAS ele assume!!! Mais um companheiro levando o meu dinheiro!!!

Anônimo disse...

Políbio, pq nenhum país reconheceu o governo "de fato" até agora? Hein? Ah, e cadê a "bomba" do Lasier no PDT??

Anônimo disse...

Movimento golpista e atrapalhado...

Anônimo disse...

Apoie o movimento "Fora Yeda", governo que é rejeitado pela ampla maioria dos gaúchos!

Anônimo disse...

FORA ZELAYA!!!

FORA TODOS OS INTEGRANTES DO MALDITO "FORO DE SÃO PAULO"!!!


FORÇA E HONRA,HONDURAS!!!


XÔ ESQUERDOPATAS!!!

XÔ ESQUERDOPATIA!!!


KIRK

Anônimo disse...

HA HA HA!!!

ESQUERDOPATA E UM BICHO ESQUISITO,ALÉM DE ANORMAL,É CLARO,HEHE!!!

Vejam o caso do "Anônimo",às 09:13,por exemplo!!!Este usa,até,um blog conservador como este,do caro Políbio,para fazer propaganda política contra a Governadora Yeda Crusius!!!Coisas de retardados mentais,kkk!!!

Quando é que que estes anormais começarão a entender o óbvio:só idiotas,ignorantes,imorais,vagabundos,interesseiros etc. é que votam e votarão no PT e em seus aliados de Esquerda,naturalmente???!!!

Petistas,PeTralhas e Esquerdopatas pensam que todos são iguais a eles - parvos,ignaros,imorais etc.,hehe!!!



KIRK

Anônimo disse...

"Zelaya agora quer anistia também para crimes como roubo dos cofres públicos…


segunda-feira, 5 de outubro de 2009 | 5:13


Por Denise Chrispim Marin e Lourival Sant’Anna, no Estadão. O título é meu. Comento rapidamente. A proposta de anistia prevista no Acordo de San José, a base da negociação de uma saída para a crise política de Honduras, tornou-se mais um entrave nas negociações, segundo apurou o Estado. O presidente Manuel Zelaya, deposto em 28 de junho por um golpe de Estado, quer ampliar o escopo desse perdão - que originariamente se limitaria a crimes políticos - para abarcar outros delitos que pesam contra ele na Justiça. Entre eles, a retirada de cerca de 40 milhões de lempiras (US$ 2,13 milhões) do Banco Central de Honduras para financiar o plebiscito que acabou não ocorrendo em junho.

O governo de facto, presidido por Roberto Micheletti, resiste tanto a aceitar a ampliação da anistia quanto o retorno de Zelaya ao poder, que é o tópico central do Acordo de San José.

No vértice dessa crise, a Frente Nacional de Resistência (FNR) insiste que a convocação de uma Assembleia Constituinte esteja presente em qualquer que seja a solução aprovada.

Apesar das declarações dos três lados sobre os “avanços no diálogo”, as divergências ainda são acentuadas. Nesse cenário ainda indefinido, o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, e chanceleres de cerca de dez países-membros esperam abrir um rápido processo de negociação a partir de quarta-feira, quando desembarcarão em Tegucigalpa. Até ontem, não estava definida nem mesmo uma pré-agenda para a visita.

“Em princípio, está confirmada a vinda da missão. Esperamos que a viagem dos chanceleres traga resultado positivo para a solução dessa crise. Senão, não teria sentido”, disse ontem Victor Rico, secretário de Assuntos Políticos da OEA. “Sem dúvida, os hondurenhos consideram que (o acordo) pode ser modificado. Isso é factível porque aqui não há nada escrito em pedra nem em bronze.” Aqui

Comento
Alguma dúvida de que a comunidade internacional se mobilizou em favor de um lunático e… ladrão?"

Reinaldo Azevedo

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/zelaya-agora-quer-anistia-tambem-para-crimes-como-roubo-dos-cofres-publicos/



KIRK

Anônimo disse...

"A BOBAGEM DO OMBUDSMAN DA FOLHA


domingo, 4 de outubro de 2009 | 8:01

Esta é do balacobaco. Vejam o que escreve o ombudsman da Folha:
Muitos leitores dizem que o jornal erra ao chamar o governo de Roberto Micheletti de “golpista”. A queixa não procede. O “Dicionário de Política” de Norberto Bobbio, Nicola Matteucci e Gianfranco Pasquino define o que é golpe e as ações contra Zelaya claramente se encaixam no conceito.
As ações de Zelaya antes de ser deposto se encaixam perfeitamente na conceituação que o Dicionário de Política dá a golpe de estado. Carlos Eduardo Lins da Silva faz parecer que não houve procedimento legal para a deposição de Zelaya. É mentira. Houve. Como ele próprio achou o argumento frágil, aí recorreu ao famoso “todo mundo diz”. Vejam.

O regime de Micheletti não é reconhecido por nenhum país ou organização multilateral. Embora seja possível achar na Constituição do país artigos que embasem supostas ilegalidades cometidas por Zelaya, nenhum ampara a sua retirada do país em pijama e a toque de armas sem nenhum tipo de processo legal para se defender.
O texto é um primor. Pra começo de conversa, não é “Regime de Micheletti”, que tem o apoio de todas as instituições de Honduras e de 75% da população. Trata-se de um governo interino, que não votou uma só lei de exceção até agora.

Mas prestem atenção neste trecho: “Embora seja possível achar na Constituição do país artigos que embasem supostas ilegalidades cometidas por Zelaya, nenhum ampara a sua retirada do país em pijama e a toque de armas sem nenhum tipo de processo legal para se defender.”
Que diabo ele quis dizer? É um caso clássico de raciocínio espelhado. O sujeito tenta escrever uma coisa, sai o contrário. Se existem artigos “que embasam” (sic) as ações de Zelaya, então elas não eram nem “supostamente” ilegais. É o contrário: o “embora” ali só faz sentido se ele escrever “artigos que NÃO embasem as ações de Zelaya” — ou ainda: “artigo que embasam a tese (ou a “afirmação”, “consideração” e afins) de que Zelaya praticou ilegalidades”.

Quanto ao resto, a bobagem de sempre: tirar um sujeito de pijama do país agora define golpe de estado? Desde quando? Vamos pedir para a turma que cuida da obra de Bobbio alterar o verbete no dicionário… A deposição foi uma coisa, a saída do país, outra. Faltou o devido processo legal para tirar o Chapelão de Honduras, não para tirá-lo da Presidência.

Observem que o “procurador do leitor” não quer nem saber da Constituição de Honduras. Se ele lembrar o documento, seu argumento vai pro brejo. Golpe, como se vê, é o que a “comunidade internacional” define como tal… Tenha paciência!

Coitado do leitor! Enviem um e-mail para o ombudsman pedindo que ele dê uma boa interpretação para o artigo 239 da Constituição de Honduras. Quero ver. E perguntem também como ele chama — e como Bobbio chamaria — a ordem que Zelaya deu aos militares contra a decisão da Justiça.

Ignorar os fatos e se ancorar — ou se escorar — na “comunidade internacional” é um modo de apelar à autoridade intelectal da maioria porque… maioria."

Reinaldo Azevedo

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/a-bobagem-do-ombudsman-da-folha/


KIRK

Anônimo disse...

"ANO VIII - Nº 234 - 05/10/2009

ANJOS E DEMÔNIOS


SEM SURPRESA

Ninguém mais fica surpreso quando vê o tratamento que o jornal ZH dá, para o mesmo assunto, espaços e notoriedade bem diferentes. Quando a notícia convém pelo aspecto ideológico do editor, o espaço precisa ser sempre muito generoso. E quando não combina com aquilo que ele pensa, de duas uma: a notícia deixa de ser publicada; ou o espaço concedido deve ser mínimo, para passar despercebido do leitor. .


LETRAS GARRAFAIS

No já insuportável e maçante assunto que trata do golpe em Honduras, onde o jornal ZH, desde o primeiro momento se mostrou a favor do deposto Zelaya, o verdadeiro golpista, tem sido assim também. Para formar a opinião pública de acordo com o que ZH entende, as notícias daquele país só pendem para um lado, e sempre expostas com letras garrafais.


MIRNA CASTRO

Na edição de sábado, 03, ZH, de forma diferente, destina um pequeno canto de página para publicar uma entrevista concedida pela ministra da Cultura de Honduras, Mirna Castro. Mirna, hondurense, afirma, categoricamente, que não houve golpe no seu país. E lamentou que o Brasil tivesse caído numa armadilha do presidente deposto Manuel Zelaya.


PIJAMA?

Mirna Castro, que sobre seu país deve saber bem mais do que Lula, Marco Aurélio Garcia e Celso Amorim, disse com toda clareza que Zelaya colocou as forças armadas contra a parede, porque queria obrigá-las a contrariar à Constituição. E o maior impacto foi quando Zelaya saiu do país. Ele diz que saiu de pijama, enquanto Mirna diz que isto não é verdade. Zelaya saiu com sua mala, seu cartão de crédito de US$ 80 mil, completa Mirna.


LULA SABE TUDO

Lula, que já se celebrizou no Brasil por dizer que nunca sabe de nada sobre as coisas que acontecem aqui, por incrível que pareça sabe mais do que Mirna sobre o que acontece em Honduras. Curioso isto, não? De novo: sobre o que acontece no Brasil, diante de suas barbas, Lula desconhece, mas sobre Honduras sabe tudo. Daí que ele e sua turma não acreditam em nada do que Mirna diz. Mirna, para o trio, é uma mentirosa.


ABUSO

Ao ser indagada sobre o apoio do Brasil à Zelaya, Mirna lamentou que o golpista tivesse envolvido um país como o Brasil: - Sabemos que o Brasil tem interesses na América Latina assim como sabemos do seu interesse em conseguir uma cadeira permanente no Conselho de Segurança da ONU, disse. Mais: que Zelaya abusou da hospitalidade que lhe dão na embaixada e converteu o prédio em algo lamentável, convocando de lá à insurreição."

Texto de Gilberto Simões Pires

http://www.pontocritico.com/publicados/news.php?detail=n1254753208.news



KIRK

Anônimo disse...

"DITADURAS SIMPÁTICAS

ANO VIII - Nº 230 - 29/09/2009

ALÉM DOS LIMITES - O problema político de Honduras, que deveria ser assunto de interesse exclusivo do povo daquele país, por intromissão da diplomacia brasileira comandada pelo presidente Lula e a decisiva colaboração do tirano Hugo Chávez, já foi muito além do que entendemos como tolerável.

PONTO FINAL - Se num primeiro momento, por desconhecimento da real situação, houve quem imaginasse ter havido por lá um golpe militar, esta hipótese já foi totalmente afastada. O golpista, definitivamente, é o próprio Zelaya.

Mesmo que a Globo e outras empresas de comunicação, a reboque dos interesses do governo Lula, continuem dizendo que o governo provisório é o golpista.

CARINHOS E SORRISOS - Se o atual governo brasileiro tivesse um mínimo apreço pela democracia, já estaria aplaudindo a atitude da Suprema Corte de Honduras. Entretanto, por infelicidade nossa, não é bem assim, a considerar os carinhos e sorrisos que Lula dedica aos ditadores de Cuba, Venezuela, Bolívia, Irã, Equador, etc.

ATÍPICO ? - Enquanto o presidente Lula deita e rola em defesa de Zelaya, manifestando o seu total apreço por ditaduras de esquerda, o presidente do STF, Gilmar Mendes, analisa que a indicação de oito ministros da Corte, por um único presidente, é um fato – atípico -. Eu diria outra coisa sem medo de me equivocar.

INDEPENDÊNCIA ? - Contudo, o que me deixou pasmo mesmo foi quando o ministro Mendes disse que o elevado número de nomeações feitas pelo presidente Lula não reduziu a independência do tribunal nem trouxe risco de partidarização das decisões. Aí caí para trás.

CRITÉRIOS REPUBLICANOS? - Mendes, como se vê, preferiu entrar no caminho político ao invés de usar a toga, quando arrematou dizendo que Lula tem se pautado por critérios - republicanos - em suas indicações. Como, ministro Mendes? O caso da indicação de José Antonio Dias Toffoli é republicano? Ora, ora, ministro Mendes...

NOTÓRIO SABER ? - Como o ministro Mendes estava em Pequim, não foi possível perceber o rubor no seu rosto quando disse que Toffoli tem o - notório saber jurídico - exigido pela Constituição para o cargo. Como, ministro Mendes? Será que o presidente do STF não sabe que Toffoli já foi reprovado duas vezes em concursos para juiz e não possui mestrado nem doutorado?

Ora, ora, gente. Vamos deixar bem claro que Toffoli foi indicado por Lula em troca dos serviços prestados às causas petistas. Nada a ver, portanto, com essa história de - notório saber -."

Texto de Gilberto Simões Pires

http://www.pontocritico.com/publicados/news.php?detail=n1254237159.news



KIRK

Anônimo disse...

GOLPE, ESTADO DE SÍTIO E ALGUÉM AINDA TEM CORAGEM DE DIZER FORA ZELAYA???

CARA DE PAU NUNCA VISTA.

Anônimo disse...

FORA ZELAYA!

Anônimo disse...

"A CRISE HONDURENHA DESENHADA EM 16 FATOS. NÃO SE DEIXE ENROLAR!


terça-feira, 29 de setembro de 2009 | 5:43


Às vezes, é preciso desenhar. Então vamos desenhar. Comecemos com uma questão bastante geral, que vale para Honduras, para o Brasil e para qualquer país: pode-se não gostar da Constituição que existe, mas sempre existirá uma. A questão é saber se ela foi votada num regime autoritário ou democrático; se a legitimidade está de braços com a legalidade. No caso hondurenho, ainda que se possa fazer pouco do texto constitucional e lhe atribuir exotismos - a brasileira está cheia de esquisitices -, foi escrita num regime de liberdades plenas e vinha garantindo a estabilidade do país, com sucessões democráticas, desde 1982. Se tinha tal e qual objetivo, se buscava amarrar o país a esta ou àquela configuração de poder, pouco importa. Também sobre o Texto brasileiro ou americano se podem fazer as mais variadas especulações. O PT se negou a participar do ato puramente formal de homologação da Carta porque considerou que ela buscava alijar os trabalhadores do poder ou qualquer bobagem do gênero. Assim, consolida-se o…

…FATO NÚMERO UM - a Constituição de Honduras foi democraticamente instituída. E, neste meu desenho em palavras, isso nos remete imediatamente ao…

…FATO NÚMERO DOIS - a Constituição de Honduras tem um artigo, o 239, cuja redação muita gente considera curiosa, um tanto amalucada e, querem alguns, contrária a alguns bons princípios do direito. Pode ser. A Constituição brasileira tabelava os juros, por exemplo. Na reforma constitucional, o artigo caiu em razão de uma emenda supressiva proposta pelo então senador José Serra. Voltemos à Constituição hondurenha. Estabelece o artigo 239:
“O cidadão que tenha desempenhado a titularidade do Poder Executivo não poderá ser presidente ou indicado. Quem transgredir essa disposição ou propuser a sua reforma, assim como aqueles que o apoiarem direta ou indiretamente, perderão imediatamente seus respectivos cargos e ficarão inabilitados por dez anos para o exercício de qualquer função pública”.
No original, está escrito “cesarán de inmediato en el desempeño de sus respectivos cargos”. Também em espanhol, “de imediato” quer dizer “de imediato”.
A tal consulta que Manuel Zelaya queria fazer violava abertamente este artigo. E isso nos remete ao…

…FATO NÚMERO TRÊS - é falso, e o arquivo da imprensa hondurenha está disponível na Internet, que Zelaya mal teve a idéia, e já lhe foram lá tomar o cargo. Eu diria até que o processo político foi mais compreensivo com ele do que o artigo 239. O que fizeram os que se opunham a ele, incluindo membros de seu próprio partido? Recorreram à Justiça, acusando a sua consulta de violar justamente o dito artigo 239. E isso nos remete ao…

…FATO NÚMERO QUATRO - este é freqüentemente omitido na argumentação. Cabe aqui lembrar o que diz o Artigo 184:
Las Leyes podrán ser declaradas inconstitucionales por razón de forma o de contenido. A la Corte Suprema de Justicia le compete el conocimiento y la resolución originaria y exclusiva en la materia y deberá pronunciarse con los requisitos de las sentencias definitivas.
Então vamos chegar ao…

…FATO NÚMERO CINCO - a Corte Suprema de Justiça considerou a consulta INCONSTITUCIONAL. E todos aqueles, pois, que se envolvessem com a sua realização estariam incorrendo numa ilegalidade. Assim, chegamos ao…"

(Continua...)

Anônimo disse...

(Continuação...)

"…FATO NÚMERO SEIS - é o mais importantes da história toda. Manuel Zelaya desconsiderou a decisão da Justiça e deu ordens ao Exército para que seguisse adiante com o plebiscito, já que a Força era a responsável pela realização da consulta. Notem bem: se o Exército tivesse sido obediente às ordens de Zelaya, o chefe do Executivo estaria tomando decisões contrárias à vontade do Congresso e à decisão da Justiça. ERA O GOLPE, O VERDADEIRO GOLPE. Assim, estamos diante do…

…FATO NÚMERO SETE - Zelaya organizou seus bate-paus do sindicalismo para surrupiar as urnas que estavam nos quartéis (conforme o plano original) e realizar a tal consulta ao arrepio do Congresso, da Justiça e das Forças Armadas. Mas o que têm as Forças Armadas com isso? Exercem em Honduras o mesmo papel Constitucional que exercem no Brasil. E isso nos remete ao…

…FATO NÚMERO OITO - as Forças Armadas de Honduras, como no Brasil, são garantidoras da ordem constitucional caso ela seja ameaçada, conforme reza o artigo 272, a saber:
Las Fuerzas Armadas de Honduras, son una Institución Nacional de carácter permanente, esencialmente profesional, apolítica, obediente y no deliberante. Se constituyen para defender la integridad territorial y la soberanía de la República, mantener la paz, el orden público y el imperio de la Constitución, los principios de libre sufragio y la alternabilidad en el ejercicio de la Presidencia de la República.
Chegamos, então, ao…

…FATO NÚMERO NOVE - a Corte Suprema entendeu - e lhe cabe interpretar a Constituição, se esta já não fosse bastante explícita - que a deposição de Zelaya foi automática. O artigo 272 confere às Forças Armadas, na prática, o papel de executoras da medida. Seguindo ainda outros dispositivos constitucionais, Roberto Micheletti assumiu, legal e legitimamente, a Presidência da República, com o apoio da Justiça e do Congresso. E vamos ao…

…FATO NÚMERO DEZ - Quando Zelaya deixou o país - forçado, como ele diz; ou numa negociação, como muitos asseveram -, já não era mais o presidente. E não é uma questão de gosto ou ponto de vista afirmar se era ou não. O texto constitucional que regula a vida hondurenha - assim como o do Brasil regula a nosso, com ou sem despautérios - deixa claro que não era. Não era mais porque o Artigo 239 fala da deposição “de imediato”. Não era mais porque a Corte Suprema, interpretando a Constituição, formalizou a sua destituição. Note-se que esse processo levou tempo. Zelaya sabia que caminhava para um confronto com o Congresso e com Justiça. Bom bolivariano aprendiz, tentou dividir as Forças Armadas. E chegamos, então, ao…

…FATO NÚMERO ONZE - O que aconteceu em Honduras foi, óbvia e claramente, um contragolpe. Se o Exército tivesse obedecido às ordens de Zelaya ou se a consulta tivesse se realizado contra a decisão da Corte Suprema e sob o olhar cúmplice das Forças Armadas, o golpe teria sido dado por ele. E POUCO IMPORTA SE ELE TERIA OU NÃO CONDIÇÕES OU TEMPO DE SE REELEGER. ISSO É ABSOLUTAMENTE IRRELEVANTE. Caminhemos para o…"

(Continua...)

Anônimo disse...

(Continuação...)

"…FATO NÚMERO DOZE - Zelaya “foi retirado do país de pijama, e isso é inaceitável”. Pode ser, mas, por si, não caracteriza golpe. Zelaya, àquela altura, era um ex-presidente que havia atentado contra a lei máxima do Estado hondurenho pelo menos três vezes:
- quando quis fazer a consulta:
- quando deu uma ordem ilegal ao Exército;
- quando decidiu fazer a sua consulta na marra.
Jamais deveria ter sido tirado do país, à força ou não. Deveria ter ficado para responder por seus crimes, mas não mais como presidente da República, que esta condição ele já tinha perdido quando:
a - propôs a consulta contra o artigo 239 - mas foi tolerado;
b - quando deu reiteradas ordens contra a decisão da Justiça.
Ter sido eventualmente vítima de uma decisão arbitrária (tenho fontes muito boas que me asseguram que ele pediu para sair, mas isso é irrelevante) pede, pois, a punição daqueles que cometeram a arbitrariedade. Mas isso não significa recondução ao poder de um presidente que, não bastasse a autodestituição, foi cassado pela Corte Suprema de um país, reitero, DEMOCRÁTICO. Estamos às portas do…

…FATO NÚMERO TREZE - Não existe processo de impeachment na Constituição de Honduras. Por mais que muitos estranhem em tempos ditos globalizados, países têm as suas próprias leis. Pode-se achar que o Artigo 239 é um atentado a este ou àquele princípio, mas Constituições não são universais. De toda sorte, grife-se, houve, sim, o devido processo legal que resultou na deposição - não na saída do país - de Manuel Zelaya. Ele não deixou para trás o cargo de presidente quando foi tirado de Honduras. Foi tirado do país quando já não tinha mais o cargo de presidente. A ilegalidade (se foi contra a vontade) desse ato não tem o condão de fazer duas coisas:
a - retroagir no tempo, anulando a sua cassação, que já tinha sido decidida pela Corte de Justiça;
b - tornar o golpista vítima do golpe. Ou não era um golpe a tentativa de jogar o Exército contra a Justiça e o Congresso? Assim, vou para o…

…FATO NÚMERO CATORZE - Se ele tentou dar um golpe (duas vezes) e foi impedido pela Justiça e pelas Forças Armadas - com a anuência do Congresso -, os que o contiveram, mantendo a integridade da Constituição, deram foi um contragolpe. Destaco agora o…

…FATO NÚMERO QUINZE - Não me peçam para anuir que, vá lá, golpe foi, ainda que diferente, ainda que necessário, sem que isso torne Zelaya um cara bacana… De jeito nenhum! Achasse eu ter-se tratado de um golpe, estaria defendendo a sua reinstação no poder. Concluo, pois, no…

…FATO NÚMERO DEZESSEIS - Este já tem a ver com a tese esposada por este blog desde o primeiro dia. As democracias da América Latina - e suas instituições - têm de ficar atentas para o golpe das urnas - ou “absolutismo das urnas”, como chamo. Também entre nós há correntes de “juristas” (com carteirinha do PT, evidentemente) que pretendem instituir a democracia plebiscitária. Temos de contê-los. Honduras foi o primeiro país da América Latina a coibir, com um contragolpe, o golpe bolivariano.

Se a tramóia chavista malograr no país, o chavismo começa a morrer. Se triunfar - e direi em outro post o que chamo “triunfo” -, todos nós estaremos um pouco mais ameaçados do que antes. Os que, com mais ou com menos ênfase, chamam “golpe” o que aconteceu em Honduras estão, por enquanto simbolicamente, pondo em risco a própria liberdade.

Honduras é um país pequenino e pobre. Mas decidiu que pretende equacionar seus problemas com democracia. Tomara que consiga. E minha admiração por aqueles que resistem ao cerco bolivariano e dos liberais do miolo mole é imensa."

Texto de Reinaldo Azevedo

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/a-crise-hondurenha-desenhada-em-15-fatos-nao-se-deixe-enrolar/


Ps:Este comentário é dedicado ao asinino comedor de capim,às 15:10!!!Faço-o por caridade cristã,hehe!!!Até os burros merecem nossa comiseração,nossa compaixão,não é mesmo???!!!


KIRK

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