Juiz Sérgio Moro prende lobista do PMDB. Aumenta pressão sobre Eduardo Cunha.


O juiz federal Sérgio Moro transformou nesta sexta a prisão temporária do lobista ligado ao PMDB, João Augusto Rezende Henriques, em preventiva, o que faz com que retire o prazo para ser libertado.

Um dos delatores da Lava Jato, Eduardo Musa, disse que Henriques era ligado ao PMDB e atribuía a si a indicação de Jorge Zelada ao posto de diretor. O lobista teria dito a Musa que a "palavra final" cabia ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ); o engenheiro é acusado de ser operador do partido na diretoria Internacional da Petrobras.. Igualmente operador do PMDB, Fernando Baiano confirmou delação de Júlio Camargo de que Cunha recebeu 5 milhões de dólares em propina.

Uma das transferências bancárias feitas pelo lobista João Augusto Rezende Henriques no exterior pode ter beneficiado um político com foro privilegiado já alvo de ação penal na Operação Lava Jato, segundo informou o juiz Sérgio Moro no despacho que decretou a prisão preventiva dele; Henriques é apontado pelas investigações como lobista do PMDB na diretoria Internacional da Petrobras; um dos delatores da Lava Jato, Eduardo Musa, afirmou que Henriques teria dito a Musa que a "palavra final" sobre indicações cabia ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

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Eduardo Cunha é acusado por novas propinas da Petrobrás. Fernando Baiano diz ter pago R$ 20 milhões para o presidente da Câmara.

Apontado pela força-tarefa da Operação Lava Jato como operador do PMDB no esquema de pilhagem da Petrobras, Fernando Falcão Soares, o Fernando Baiano, complicou a situação do presidente da Câmara. É o que informou esta noite o jornalista Josias de Souza, UOL.

Leia tudo:

Convertido em delator no início de setembro, Baiano confirmou em seus depoimentos a acusação do lobista Júlio Camargo de que Eduardo Cunha recebeu propina de US$ 5 milhões em contratos de aluguel de navios-sonda da empresa Sansumg para a Petrobras.
Preso desde novembro de 2014, Fernando Baiano já foi condenado pelo juiz Sérgio Moro. Pegou 16 anos de cadeia pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro justamente no processo que trata da contratação de navios-sonda. O negócio rendeu propina de US$ 15 milhões. O lobista Júlio Camargo dissera que, desse total, US$ 5 milhões foram repassados a Cunha por intermédio de Baiano. O deputado negou. Mas Baiano confirmou.

Em privado, Eduardo Cunha diz aos seus aliados que, a exemplo de Júlio Camargo, Fernando Baiano não apresenta provas do que afirma. Alardeia que não há evidências materiais contra ele, apenas depoimentos de delatores. Acha que será inocentado pelo STF. O procurador-geral da República Rodrigo Janot denunciou-o ao Supremo, no mês passado, por corrupção e lavagem de dinheiro.

Polícia Federal é autorizada a ouvir Lula no âmbito da Lava Jato

O Procurador Geral da República pediu autorização do STF, que concordou, para que a Polícia Federal ouça o ex-presidente Lula no processo da Lava Jato.


Rodrigo Janot, cheio de cuidados, disse que a PF deve ouvir o líder petista como testemunha e não como investigado.

Ele é acusado de ter se beneficiado de propinas dos esquemas da Petrobrás.

MEC receberá reitores, terça, para discutir pedidos de Faculdades de Medicina para Unijuí e Unisinos

O deputado gaúcho Jerônimo Goergem disse esta noite ao editor, que conseguiu agendar para terça-feira uma reunião entre o ministro da Educação, Janine Ribeiro, e os reitores que fazem parte da Associação Brasileira das Universidades Comunitárias e do Conselho Estadual das Universidades Comunitárias, para discutir dois temas que inquietam a área:

1) A decisão final sobre os pedidos de cursos de Medicina na Unijuí e Unisinos, cuja data de exame foi adiada para outubro.
2) As denúncias de que a Kroton, diferente das outras escolas, tem recebido em dia os recursos do Fies.A Kroton é a maior universidade privada do País.

100.000 assinaturas contra o escandaloso fatiamento da Lava Jato. Assine, aqui, você também.

Na enquete aí ao lado, você perceberá que 94% dos leitores consideram que o STF errou ao dividir a Operação Lava Jato, reduzindo a jurisdição do juiz Sérgio Moro.

A seguir, no link, você poderá manifestar sua oposição ao fatiamento, destinado a livrar a cara dos bandidos do PT e seus asseclas empreiteiros, lobistas e políticos aliados dos Partidos.

Já são 100.000 assinaturas.

CLIQUE AQUI para assinar.

Sérgio Moro, antes mesmo da decisão do STF: "Dividir inquérito não serve à Justiça".

Sérgio Moro: "Um juiz tem uma série de limitações do que pode falar". Sentença do juiz federal responsável pelas ações penais em primeira instância na Lava Jato criticou a possível dispersão da investigação em sentença em que condenou ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto.

Leia também, clicando nos links:

Dois dias antes da decisão do Supremo Tribunal Federal pelo “fatiamento” de uma das ações da Operação Lava Jato, o juiz responsável pelas ações penais em primeira instância, Sérgio Moro, já havia afirmado que a dispersão da investigação “não serve à causa da Justiça”. Em sentença proferida na segunda-feira passada, Moro afirmou que o desmembramento tem o propósito de “pulverizar o conjunto probatório e dificultar o julgamento”.

“O fato é que a dispersão das ações penais, como pretende parte das defesas, para vários órgãos espalhados do Judiciário no território nacional (foram sugeridos, nestas e nas diversas ações penais conexas, destinos como São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Brasília), não serve à causa da Justiça, tendo por propósito pulverizar o conjunto probatório e dificultar o julgamento”, escreveu Moro na sentença em que condenou o ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto e o ex-diretor de Serviços da Petrobras, Renato Duque.

Na quarta-feira, o Supremo decidiu que a ação que investiga o suposto envolvimento da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) na suspeita de fraude no Ministério do Planejamento não tem o mesmo objeto central da Lava Jato e, por isso, não deve ficar sob a relatoria do ministro Teori Zavascki — responsável pela investigação na Corte. A decisão abre brecha para que outros casos, como o que investiga desvios de recursos no setor elétrico, tenham o mesmo destino.


Nesta quinta , Moro foi questionado sobre o assunto mas se esquivou de responder. 

- O problema, e aí eu não quero parecer indelicado, é que eu sou um juiz e um juiz tem uma série de limitações do que pode e do que não pode falar. Especialmente em relação a casos pendentes e também em relação a outras cortes.

Artigo, Eliane Cantanhêde, Estadão - "Eu quero sumir daqui"

Acena mais lancinante da semana não partiu do Planalto, nem do Congresso, nem das Bolsas, nem do mercado de câmbio, mas de um hospital público da Capital da República, onde um médico negou atendimento a um moribundo, recebeu voz de prisão de um bombeiro e entrou em surto, gritando desesperadamente: “Estou estressado. Tá faltando tudo, tá faltando tudo. Eu quero sumir daqui!”.
Pois foi nesta mesma semana que a presidente Dilma Rousseff jogou o Ministério da Saúde para as hienas do PMDB na Câmara. O vice-presidente Michel Temer, o deputado Eduardo Cunha e o senador Renan Calheiros vazaram para a imprensa a versão de que tinham se recusado a sugerir nomes para a reforma ministerial de Dilma. Ato contínuo, o partido se jogou de corpo e alma no festim para devorar nacos de poder enquanto o governo ainda respira.
O ex-presidente Lula tenta negar, mas ele defendeu esse troca-troca numa reunião com Dilma e o núcleo duro petista do governo e usou até uma versão mais objetiva do conhecido “vão-se os anéis, salvam-se os dedos”. Segundo Lula, “é melhor perder ministérios do que a Presidência”. Mas logo o Ministério da Saúde?!
Para piorar, os nomes apresentados pelo PMDB à presidente são chocantes. O deputado Manoel Júnior votou em Aécio Neves em 2014 e acaba de defender a renúncia de Dilma. O deputado Celso Pansera é aquele que o doleiro Alberto Yousseff chama de “pau mandado do Eduardo Cunha”. E vai por aí afora.
Sem contar a intrigante escolha do ministério que, no butim, vai caber ao PMDB do Senado. Dilma ofereceu a cabeça do ministro Armando Monteiro, ops!, ofereceu o Desenvolvimento, mas a bancada do partido preferiu Integração Nacional, que distribui verbas para os governadores. E quem é governador? O filho do presidente do Senado, Renan Calheiros, aquele que “se recusou a indicar nomes...”
Nada poderia ser mais dramaticamente sintomático da perda de poder político de Dilma Rousseff, que não consegue nem o básico: fechar o Orçamento, equilibrar as contas, aprovar o coração do ajuste fiscal, concluir a reforma ministerial e anunciar o tão prometido corte de pastas. Ela está totalmente nas mãos do PMDB. E que PMDB!
No programa que foi ao ar ontem à noite na TV, o principal partido da base aliada usou imagens quase sombrias e um tom de oposição em campanha eleitoral. O recado foi claro: o fim do “estrelismo”. E o foco foi em cima de Temer, o substituto natural e constitucional de Dilma em caso de vacância de poder.
Tem-se, assim, que Dilma entrega anéis e ministérios, mas nem por isso garante que vá salvar os dedos e a Presidência. O Congresso lhe deu uma vitória ao manter 26 dos 32 vetos presidenciais e está a caminho de aprovar os restantes, mas essas votações têm uma dinâmica própria, pois evitam implodir de vez as contas públicas. E agora? Dilma vai de fato conquistar os votos do PMDB? Ela tem condições de aprovar a criação da CPMF, coração do pacote fiscal? Consegue impedir a abertura do processo de impeachment?
E mais: a presidente só tem 7% a 8% de aprovação, as greves pipocam por toda a parte, o MTST põe as manguinhas de fora e lê-se que até o líder do PT já grita como oposição. Dar a Saúde para o “baixo clero” do PMDB não assegura a lealdade do partido nas decisões de vida ou morte e, ainda por cima, tende a tirar ainda mais apoio de Dilma na opinião pública e na sua base social.

A boa notícia para o Planalto é que, se as cenas dantescas dos peemedebistas devorando a carniça no Planalto são péssimas para Dilma, não se pode dizer que sejam animadoras para o PMDB. Elas não apenas destroem o que resta de popularidade do atual governo como esgarçam de véspera a esperança num eventual governo de transição com Michel Temer. Com esse PMDB? Com Cunha? Com Renan? Com um Manoel Júnior na Saúde? 

As novas companhias de ônibus são as velhas companhias de ônibus de Porto Alegre

Parodiando Lampedusa em Il Gattopardo, o prefeito José Fortunati acaba de dizer ao povo de Porto Alegre sobre a licitação que fez para a escolha das novas empresas de ônibus:

- Mudei tudo para que tudo continue como estava. 

Há pelo menos tres décadas a ATP sabe como lidar com os homens públicos de Porto Alegre.

Na época em que as tarifas eram decididas pela Câmara de Vereadores, 1988, a lei que garantiu bônus e ônus ao longo do processo de aprovação, chegou a levar o nome de um dos distintos edis. Na época não havia Lava Jato.


O czar da economia do governo FHC, Pedro Malan, virá dia 5 de outubro ao RS

O czar da economia brasileira durante todo o período de implantação e maturação do real, o ministro da Fazenda de FHC, Pedro Malan, virá dia 5 de outubro a Porto Alegre pasra participasr do 26o Congresso Nacional de Executivos Financeiros. O evento ocorrerá dias 5 e 6. .

Pedro Malan acha que a crise econômica atual levará alguns anos para ser superada.

Fracasso da política econômica de Dilma produz um milhão de demissões no mercado formal de trabalho

O jornal Folha de S. Paulo de hoje, em colaboração com o site UOL, informa em ampla reportagem que em um ambiente de recessão econômica e baixa confiança dos empresários, o mercado de trabalho formal brasileiro cortou 986 mil vagas de carteira assinada nos últimos 12 meses até agosto, informou o Ministério do Trabalho e Emprego nesta sexta-feira.

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Essa é a diferença entre as contratações e demissões de trabalhadores no período, após a divulgação dos dados de agosto. No mês, foram cortadas 86.543 vagas de carteira assinada, o quinto mês consecutivo de cortes de postos de trabalho.
O resultado de agosto foi o pior para o mês desde 1995, quando foram perdidos 117 mil empregos formais.
Das quase 1 milhão de vagas cortadas em 12 meses, a indústria de transformação (-475 mil) e a construção civil (-385 mil) foram responsável por 88% das perdas. Em agosto, a indústria de transformação foi a que mais contribuiu para a redução dos empregos formais no país. O setor cortou 48 mil postos somente no mês passado.
Como a maioria dos setores da economia, a indústria sofre com a recessão econômica, com estoques altos e baixa confiança de consumidores. O setor também foi afetado nos últimos anos pela perda de competitividade para produtos estrangeiros.
Números do Caged em 12 meses
Por dentro dos números da indústria, 11 dos 12 ramos monitorados ceifaram vagas. Os destaques negativos foram os ramos da indústria têxtil, com 10 mil postos cortados, e mecânica, com fechamento de 8.000 postos.
Motor do emprego nos últimos anos, serviços criaram 5.000 vagas em agosto. Já o comércio cortou 13 mil vagas. Os números dos dois setores, em tese, serão mais favoráveis a partir de setembro, quando começam as contratações para o fim de ano.
"A tendência é que essa contratações sejam, no entanto, bem mais modestas do que no ano passado", disse Fabio Bentes, economista da CNC (Confederação Nacional do Comércio), que prevê fechamento de, pelo menos, 1,1 milhão de empregos formais neste ano.
No acumulado do ano, o emprego formal acumula perda de 573 mil postos de trabalho.
O comércio automotivo e de móveis e eletrodomésticos tem apresentado os piores resultados de emprego, segundo a CNC. Os dois setores são também, naturalmente, os com pior resultado de vendas.
O setor agrícola, que criou vagas no mês anterior, cortou 4.000 empregos formais no mês. Porém, foi o melhor resultado para o mês desde 2004. O maior impacto veio do cultivo de café, principalmente em Minas Gerais.
O emprego formal, com carteira assinada, foi uma das conquistas sociais do mercado de trabalho nos últimos anos. Esse tipo de vaga tem férias, décimo-terceiro, FGTS, seguro-desemprego, ou seja, um colchão de proteção social e trabalhista.
10 passos para controlar suas finanças
ESTADOS
O estado de Minas Gerais liderou as perdas de empregos formais no mês, com o corte de 24 mil postos de trabalho, uma queda de 0,26% em relação ao estoque total. O setor de café contribuiu para a queda, um fator sazonal.
Já o estado de São Paulo aparece logo atrás, com a perda de 17 mil empregos formais, queda de 0,13% sobre o estoque total de emprego.
Na quinta (24) o IBGE divulgou a PME (Pesquisa Mensal de Emprego), que abrange seis regiões metropolitanas. Os dados são obtidos em pesquisas domiciliares e abrangem empregos formal e informal.
MINISTRO
O ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, disse que o país tem condições de reverter o quadro. Se dizendo "otimista por natureza", ele afirmou que o país mudou em relação há 12 anos.
"Temos reservas internacionais e a valorização do salário mínimo, além da ampliação do mercado consumidor", disse o ministro. "Com as medidas do governo, acreditamos que vamos retomar investimentos e recuperar o emprego".
Dias evitou colocar prazo para a recuperação do mercado de trabalho, o que dependeria de cada setor da economia. Das medidas do governo, ele citou contratos na área da construção civil.
"Esses contratos, que incluem Minha Casa Minha Vida, podem gerar segundos os técnicos 3,7 milhões de empregos a partir de agora", disse Dias, sem detalhar o prazo que esses empregos serão gerados.

O Ministério do Trabalho pontuou que os corte de vagas ocorreram em ritmo menos acelerado do que em julho (-151 mil). Mas a comparação é imprecisa, já que os dados não são ajustados pela sazonalidade de cada mês.

Está na hora de sair para a rua

Está mais do que na hora de sair de novo para o meio da rua. Onde é que estão Vem pra Rua, Movimento Brasil Livre e Revoltados Online ?

CLIQUE AQUI para ver e ouvir comentário de Marco Antonio Villa, intitulado "Oposição esquece que o povo quer o impeachment de Dilma".


Assembléia do RS vai recorrer da decisão judicial que garantiu o mandato ao comunista Piaiá

Na segunda-feira o presidente da Assembléia, Edson Brum, ajuizarás ação própria para cassar a liminar que concedeu o direito de voto ao deputado suplente do PCdoB, Júnior Carlos Piaiá, que em função disto assumiu a vaga da deputada Manuela D'Ávila.

É um caso de violação do regimento interno da Casa.

Tudo não passou de golpismo da oposição comandada pelo PT, porque o Partido conseguiu mudar o regimento há dois anos para beneficiar sua deputada Ana Affonso, que queria licença-maternidade, mas não só desejava manter o salário, como também impedir a posse do suplente e manter todos os cargos do seu gabinete. Acontece que agora, na nova legislatura, o PT tentou novamente mudar o regimento, desta vez para prejudicar a deputada comunista Manuela D'Ávila, sendo contido. Surpreendentemente, no dia da votação do aumento do ICMS, terça-feira, a oposição ajuizou um mandado de segurança traiçoeiro, exigindo a saída de Manuela e a posse do seu suplente, Júnior Piaiá, o que acabou conseguindo via liminar.

O voto de Piaiá por pouco não resultou na derrota do governo.

A comunista Manuela D'Ávila foi submetida ao centralismo democrático e ficou quieta.

O fato é que Júnior Carlos Piaiá prossegue no gabinete, mas não cumpriu outra exigência regimental, que é a de demitir todos o pessoal nomeado por Manuela, mesmo que fosse para simplesmente renomeá-los, o que significa que está em falta.

Brasil perde quase 1 milhão de vagas formais em 12 meses


O emprego formal no Brasil perdeu 86.453 empregos no mês de agosto, segundo dados divulgados nesta sexta-feira pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Este é o quinto mês de eliminação no número de vagas CLT. O dado contrariou a expectativa do mercado, de fechamento de 75 mil empregos.

Mas o pior dado está no acumulado dos últimos 12 meses, na série com ajustes, que aponta que o País fechou 985.669 postos de trabalho, correspondendo ao recuo de 2,37% no contingente de empregados celetistas total. No ano, foram encerrados 572.792 empregos, decréscimo de 1,39%.

Ideli Salvatti e o marido ganham "boquinhas" do governo Dilma na OEA

Após a ex-ministra da Secretaria de Relações Institucionais Ideli Salvatti ser nomeada assessora de Acesso a Direitos e Equidade da Organização dos Estados Americanos (OEA), em Washington, o governo indicou o marido da petista para o cargo de ajudante da “Subsecretaria de Serviços Administrativos e de Conferências” na Junta Interamericana de Defesa, também na capital americana.

Segundo o portal Diario do Poder, as nomeações geraram desconforto na própria OEA, no Itamaraty e entre militares.

O segundo-tenente músico do Exército, Jeferson da Silva Figueiredo, casado com a petista, assume as novas funções no dia 1º de outubro. Ele vai exercer o cargo por dois anos e terá remuneração de U$ 7,4 mil, correspondente a mais de R$ 30 mil mensais. Figueiredo também recebeu ajuda de custo para sua ida para os Estados Unidos de cerca de US$ 10 mil, mais de R$ 40 mil.

A nomeação foi feita antes de o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, ter anunciado o novo corte no Orçamento e severas restrições de gastos públicos para enfrentar a crise econômica. A portaria de transferência do marido de Ideli foi assinada no dia 5 de agosto pelo ministro da Defesa, Jaques Wagner, a pedido da ex-ministra.

Aécio pede licença ao governador Beto Richa para "criticar aumento de impostos"


O senador Aécio Neves (PSDB-MG) pediu licença ao colega de partido e governador Beto Richa para dizer que o PSDB será contra o aumento de impostos. Richa elaborou um novo pacotão de medidas que aumentou a carga tributária no Estado.

 

A saia justa aconteceu em Cascavel, no Oeste do Paraná, durante solenidade de filiação de novas lideranças tucanas, entre elas 34 prefeitos de diferentes regiões do Estado, na noite desta quinta-feira. “O PSDB, e aqui eu peço licença ao governador Beto Richa para afirmar que [o partido] será absolutamente contrário a qualquer aumento de carga tributária por considerar que não há mais espaço para que seja aumentado”, disse o presidente nacional da sigla.

 

No local do encontro, inclusive, um grupo de professores do Estado, com faixas e cartazes, foi até o Parque de Exposições Celso Garcia Cid, protestar contra o governador Beto Richa e a presença de Aécio.  Houve um princípio de tumulto quando outro grupo apareceu com uma faixa criticando a senadora petista Gleisi Hoffmann.  Os dois grupos bateram boca.

PSDB pede ao STF abertura de investigação contra Dilma

Com base no pedido da Polícia Federal para ouvir o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no âmbito das investigações da Operação Lava Jato, o PSDB protocolou uma petição no Supremo Tribunal Federal (STF) com pedido para que o ministro Teori Zavascki autorize uma investigação da presidente Dilma Rousseff.

Delegado da Polícia Federal solicitou ao STF na última semana autorização para tomar depoimento de Lula, parte dos procedimentos solicitados em inquérito que investiga uma suposta organização criminosa que atuou no esquema de corrupção na Petrobras. Zavascki ainda aguarda parecer do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, sobre a solicitação, já que a PGR é a condutora do inquérito que corre perante do Supremo. No mesmo relatório, a PF aponta que a Constituição veda a investigação da presidente Dilma, ao estabelecer que o "presidente da República, na vigência de seu mandato, não pode ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício de suas funções".

O PSDB argumenta ao STF que, pela peça da Polícia Federal, "há elementos mais do que suficientes para dar início às investigações de Dilma Rousseff". A vedação à responsabilização de presidente da República, segundo o partido, precisa de uma reanálise. Com base em despacho do próprio ministro Teori Zavascki, o PSDB argumenta que a presidente pode ser investigada, ficando restrita apenas a abertura de uma ação penal.

Governo Sartori repassa mais R$ 75 milhões de dívidas de fornecedores

O governo do Estado anunciou nesta sexta-feira uma nova leva de repasses para diversas áreas, entre as quais educação, aluguel social e obras na penitenciária de Canoas. O valor liberado é de cerca de R$ 75 milhões, restando mais de R$ 525 milhões em atraso.

Os dois maiores pagamentos foram destinados às dívidas com Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Banco do Brasil (R$ 23,5 milhões) e com o repasse de fornecedores (R$ 18 milhões).

Algumas das despesas colocadas em dia estavam atrasadas há mais de dois meses. É o caso da verba para autonomia financeira das escolas, que terá o repasse de R$ 8,6 milhões referentes a julho. A verba serve para a manutenção e conservação da rede estadual de ensino.

Dólar em queda é vendido a R$ 3,97; Bovespa recua 0,59%


O dólar comercial operava em queda e a Bovespa caía nesta sexta-feira, após o Banco Central (BC) realizar novo leilão de swaps cambiais. Ontem, o BC sinalizou que a taxa básica de juros (Selic) deve ser mantida e que pode usar reservas internacionais para conter a escalada da moeda norte-americana.

No exterior, investidores analisavam dados do PIB dos Estados Unidos, divulgados pela manhã. Por volta das 13h10, o dólar caía 0,61%, a R$ 3,967 na venda, e o Ibovespa recuava 0,59%, a 45.023,68 pontos.

Greve no INSS deve acabar semana que vem

A greve dos servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que nesta sexta-feira completa 81 dias corridos, deve se encerrar na próxima semana. De acordo com a Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social (Fenasps), a paralisação deve acabar depois da assinatura de um acordo entre o governo e os grevistas.

Na quinta-feira, no primeiro dos encontros com representantes estaduais, 15 Estados e o Distrito Federal aprovaram a suspensão da greve. São eles: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Paraíba, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Maranhão, Rio Grande do Norte, Pará, Bahia e Goiás. Está marcada para hoje outra assembleia com os representantes dos demais Estados.
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