Nota do editor - Esta política cretina, burra e autoritária de sucessivos lockdowns, seguida entre outros pelo governador Eduardo Leite, nao controlou a pandemia e resultou em mais infecções, mais internações, mais óbitos e ajudou a destruir empresas e empregos.
O artigo destes professores da UFRGS tem como título original: "A política de ficar em casa é um caso de falácia de exceção: um estudo ecológico baseado na Internet".
A publicação não é recentíssima, mas ganhou publicidade depois que foi divulgada pela Revista Oeste. Foi na edição de ontem.
O editor foi atrás do original, usou o translator e aí vai o texto completo em português.
RF Savaris ,G. Pumi ,J. Dalzochio &R. Kunst
Relatórios Científicos volume 11 , Número do artigo: 5313 ( 2021 )
Resumo
Um modelo matemático recente sugeriu que ficar em casa não desempenhou um papel dominante na redução da transmissão de COVID-19. A segunda onda de casos na Europa, em regiões que eram consideradas controladas pelo COVID-19, pode levantar algumas preocupações. Nosso objetivo foi avaliar a associação entre a permanência em casa (%) e a redução / aumento do número de óbitos por COVID-19 em diversas regiões do mundo.
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