O general também falou esta manhã e disse que não fez ameaça alguma.
O deputado Artur Lira, presidente da Câmara, apontado como o político que teria ouvido a advertência feita pelo general Braga Neto, segundo as quais não haverá eleição no caso da rejeição do voto impresso auditável, ou seja, da emissão de comprovante impresso com a reprodução do voto do eleitor, visando possíveis auditorias pedidas pelos eleitores.
Artur Lira disse que não ouviu nada disto.
Desde ontem, circulam notícias sem fonte, segundo as quais o ministro da Defesa fez ameaças claras.





