As 21 regiões Covid do RS permanecem em bandeira preta pela oitava semana consecutiva – nível de risco mais grave do Distanciamento Controlado. Devido ao sistema de cogestão com prefeitos, estes poderão usar os critérios de restrições da bandeira vermelha, mais suaves. É o caso de Porto Alegre.
O RS está todo preto há mais de um mês.
Como há risco de as equipes de saúde estarem sobrecarregadas e de haver atraso no preenchimento dos dados, o Gabinete de Crise determinou que quando a razão de leitos livres de UTI sobre leitos ocupados por Covid em UTI estiver menor ou igual a 0,35 a nível estadual, a salvaguarda será acionada, e se sobrepõe à média ponderada dos indicadores regionais.No cálculo desta 50ª rodada, por exemplo, o RS estava com 333 leitos de UTI livres e 2.096 pacientes confirmados Covid-19 em UTI, alcançando índice de 0,16 – ainda abaixo da régua da salvaguarda. Ainda assim, o número está melhor do que na rodada anterior, quando foi de 0,06. O que o governo não fala é que o número de leitos de UTIs disponíveis tem caído e até de modo muito forte, como é o caso de Porto Alegre (leia nota a seguir), o que altera o resultado do cálculo.
CLIQUE AQUI para saber mais detalhes. O material é do governo estadual e deve ser analisado com cuidado, porque é recheado de sofismas e adjetivações.