A foto é de Euzivaldo Queiroz, MS. O flagrante foi apanhado em Manaus, esta manhã.
Eis o que disse o ministro da Saúde, esta manhã, em Manaus:
Começo da vacinação
Uma vez que haja vacinas aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Ministério da Saúde poderá distribuir as primeiras doses aos estados e municípios em três ou quatro dias. Se a análise for concluída na Anvisa, eu começo a vacinar até o dia 20 de janeiro. Todos os estados receberão simultaneamente as vacinas, no mesmo dia.
Quantidade
A previsão é iniciar a campanha com 6 milhões de doses de vacinas do Instituto Butantan e mais 2 milhões de doses da Fiocruz, que devem ser importadas da Índia. Já temos autorização de importação, autorização de exportação (da Índia), já pagamos e estamos negociando a autorização da saída dessas doses da Índia, que deve acontecer nos próximos dez dias.
Milhões de doses
O ministro voltou a dizer que apenas as instituições nacionais (Butantan e Fiocruz) têm capacidade de suprir a demanda brasileira por vacinas. Ele avisou: "O sistema (para vacinação) já existe (no SUS). Eu preciso de grandes quantidades. E só tem grandes quantidades produzidas no Brasil. A Fiocruz tem planos de envasar com insumos importados 100,4 milhões de doses da vacina de Oxford/AstraZeneca até junho. A partir de então, com matéria-prima nacional, passará a produzir outras 100 milhões de doses. Já o Instituto Butantan tem capacidade para fornecer ao Ministério da Saúde 100 milhões de doses da CoronaVac neste ano, sendo que 46 milhões já foram compradas pelo governo federal — há opção de compra do restante, a depender da necessidade."