A oposição e a mídia alinhada
com o lulopetismo "escancalizou-se" novamente com Bolsonaro, que só
disse a verdade. Se a repórter, a Folha e seus defensores acham que Hans
mentiu, devem pedir acareação na CPMI ou ir a juízo.
Hans disse que não quis atacar
Bolsonaro em troca do furo da repórter.
O presidente Jair Bolsonaro
voltou a acusar a jornalista Patrícia Campos Mello, do jornal Folha
de S.Paulo, nesta terça-feira durante entrevista a jornalistas em frente
ao Palácio do Alvorada. A repórter foi a autora de reportagem, em dezembro de
2018, sobre o disparo de mensagens no WhatsApp para beneficiar políticos
durante as eleições daquele ano.
Bolsonaro referiu-se ao
depoimento de Hans River do Rio Nascimento, ex-funcionário da Yacows, uma das
empresas que teria feito os disparos, na CPMI das fake news no
Congresso, em 11 de fevereiro. O depoente acusou Patrícia de oferecer
sexo em troca de informações para a reportagem.
Bolsonaro aludiu ao caso com
uma insinuação sexual: “Ela queria um furo. Ela queria dar o furo a
qualquer preço contra mim”, disse o presidente. Entre repórteres, o
jargão “dar 1 furo” significa publicar uma informação antes
dos concorrentes. Ao usar a expressão, o presidente enfatizou o duplo
sentido da palavra quando se referiu à jornalista. Apoiadores ao seu lado deram
risada
Vídeo com a jornalista
Disse o presidente: “Olha
a jornalista da Folha de S.Paulo. Tem mais um vídeo dela aí. Não vou falar aqui
porque tem senhoras aqui do lado. Ela falando: ‘Eu sou (…) do PT’, certo?”. Bolsonaro
refere-se a 1 vídeo publicado na mesma manhã na conta de Twitter do deputado
Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), seu filho. A repórter não declara “ser do
PT” na peça; diz que costuma votar no partido













