Análise, Celso Ming - A indústria e o câmbio

As condições adversas da indústria são tais que apenas um câmbio fortemente desvalorizado seria capaz de lhe dar competitividade. Essa hipótese é de probabilidade insustentável, porque o País não pode ter um câmbio feito sob medida apenas para a indústria.

Ainda que tenda a atrair mais dólares, é a melhora dos fundamentos da economia a principal condição para fortificar a indústria. Contas públicas em ordem, contas externas equilibradas e inflação na meta são fatores que garantem previsibilidade para os negócios e confiança em alta. É canteiro propício para os investimentos no setor produtivo e aumento do emprego. Para isso, não basta o bom trabalho de bombeiro; é preciso garantir reformas estruturais: da Previdência, do sistema tributário, das leis trabalhistas, das regras da política... e por aí vai.

É um grave equívoco achar que a indústria tem de ser fortificada com aumento artificial do consumo interno, com desonerações improvisadas, com créditos subsidiados seletivos, como os oferecidos pelo BNDES, e pelas demais invenções proporcionadas pela Nova Matriz Macroeconômica inventada pelo então ministro da Fazenda Guido Mantega.

A melhor política industrial consiste em proporcionar crescimento econômico sustentável e uma política comercial ativa que garanta mercado externo para o produto brasileiro. Mas o governo Dilma não entende assim.


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Veja diz que Dilma faz o diabo para se manter no cargo

Da mesma forma que Istoé, também a revista Veja aborda na sua reportagem de capa a compra de votos que promove o governo Dilma no Parlamento.

É o Mensalão da Dilma.

Leia a reportagem de Veja:

Quando era candidata à reeleição, Dilma Rousseff disse que poderia "fazer o diabo" para vencer a sucessão presidencial. Disse e fez, arruinando as finanças do país. Agora, com o mandato ameaçado, ela recorre outra vez ao tinhoso - o tinhoso do fisiologismo, aquele que mercadeja emendas e cargos em ministérios e estatais por um punhado de votos, ou um único voto. Para escapar do impeachment, a faxineira ética de outrora passou a assediar congressistas dispostos a colocar seu "sim" ou "não" no mercado. O baixo clero, formado pelos políticos mais inexpressivos do Congresso, está, naturalmente, em festa. É o caso do deputado José Maria Macedo Júnior, do PP do Ceará. Macedão, como é conhecido, é dono de uma empresa que fornece canos e tubulações para obras federais, inclusive para a transposição do Rio São Francisco, que lhe rendeu 50 milhões de reais em 2015. Apesar de exercer seu primeiro mandato na Câmara, ele foi alçado, na semana passada, à gloriosa condição de responsável pela indicação do novo diretor-geral do Departamento Nacional de Obras contra as Secas (Dnocs), que tem orçamento anual de mais de 1 bilhão de reais e cujos projetos atiçam a cobiça da firma... da firma... do próprio Macedão!

É isso: em troca de um único voto, o governo colocou o deputado-empresário nos dois lados do balcão de negócios. Deu resultado. Macedão, antes indeciso, agora fechou contra o impeachment. Com o desembarque do PMDB do consórcio governista, Dilma e o ex-pre­si­den­te Lula passaram a cortejar partidos de médio e pequeno portes e oferecer as benesses do poder aos integrantes do baixo clero, que se preocupam menos com a opinião pública e, por isso, têm mais facilidade para mudar de lado, principalmente quando convidados a participar do rateio de um butim suculento. Calouro na Câmara, o deputado Francisco Chapadinha, do PTN, foi convidado a indicar o novo superintendente do Incra em Santarém, na região oeste do Pará, sua base eleitoral. De pronto, aceitou a proposta. De pronto, trocou a condição de indeciso e passou a entoar o coro "Não vai ter golpe". De pronto, justificou-se a um colega: "Nunca ganhei nada. Agora que me ofereceram, não posso deixar de aceitar". O esforço contra o impeachment conta com a ajuda de governadores amigos, que acertam com os deputados de seus respectivos estados a parte de cada um no queimão do governo.

O líder do PTB diz que o mesmo grupo que roubou no Mensalão agora rouba no Petrolão

Na reprodução de entrevista que Roberto Jefferson concedeu á Istoé deste final de semana, fica claro que o mesmo grupo que roubou no Mensalão, agora rouba no Petrolão para se manter no Poder.

Os negócios são fechados agora no luxuoso hotel de onde Lula comanda as operações, Brasília. 

Nem sempre o fechamento do negócio é celebrado nas dependências do hotel localizado às margens do lago Paranoá em Brasília. Para obter o apoio do ministro dos Portos, Helder Barbalho (PMDB-PA), e de seu pai, o senador Jader Barbalho (PMDB-PA), Lula precisou alterar a rotina. Teve de visitar o paraense em sua própria residência, no dia seguinte à decisão do PMDB de deixar o governo. O esforço, ao menos para o PT, foi válido. Em jogo, estavam não apenas o eventual voto do senador, mas o de duas deputadas peemedebistas: sua esposa, Simone Morgado, e sua ex-mulher, Elcione Barbalho. O acordo foi fechado. A contrapartida oferecida pelo PT à família Barbalho é generosa: neste ano, Helder administrará um orçamento de aproximadamente R$ 3,2 bilhões para obras portuárias no Pará, estado do qual ele é pré-candidato a governador. Além disso, Jader conseguiu emplacar a indicação de seu antigo rival e hoje correligionário, o ex-senador e até então secretário-executivo da pasta comandada por Helder, Luiz Otávio Campos, para o comando da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). Graças ao regalo obtido, Barbalho se tornou um dos mais ativos articuladores dentro do PMDB a favor de Dilma. Atua afinado com outro governista de carteirinha: o líder na Câmara, Leonardo Picciani. Sua sede desmedida por cargos lhe rendeu a alcunha de “rei do fisiologismo”.

Saiba como funciona o Mensalão Milionário de Dilma para corromper parlamentares na Câmara e no Senado

Em reportagem de capa sob o título "O mensalão de Dilma", a revista Istoé deste final de semana demonstra que sem qualquer freio moral e com dinheiro do Orçamento, o Planalto volta a comprar apoio parlamentar num último esforço para livrar a presidente do impeachment. Dois parlamentares do PSB teriam recebido oferta de R$ 2 milhões em troca do voto pró-Dilma

A reportagem é de Marcelo Rocha e Mel Bleil Gallo. Leia tudo:

No derradeiro esforço para tentar salvar o mandato da presidente Dilma Rousseff, o governo reeditou nos últimos dias, sem qualquer pudor, uma prática já condenada pelo Supremo: a de usar dinheiro público para comprar apoio político no Congresso. De maneira escancarada, o Planalto passou a negociar emendas e cargos, e até dinheiro, com deputados que se dispuserem a votar contra o impeachment da petista. O modo de operar remete ao escândalo do mensalão, o esquema de compra de votos durante o primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Com uma diferença fundamental. O mensalão clássico consistiu no pagamento de parlamentares a partir do desvio de verbas públicas e da lavagem de dinheiro por meio de agências de publicidade. Agora, o dinheiro negociado com os deputados de forma escancarada vem direto do Orçamento – ou seja, do seu e dos nossos impostos. “São práticas terríveis e o PT repete tudo de novo”, lamentou o ex-deputado Roberto Jefferson, o principal delator do mensalão, em entrevista a ISTOÉ.

De tão ostensivos, o assédio aos parlamentares e as propostas indecentes formuladas por emissários do Planalto fizeram corar de vergonha parlamentares que nunca se notabilizaram propriamente pela probidade ou por suas reputações ilibadas, como o deputado Paulo Maluf e o ex-presidente Fernando Collor. Há outro componente agravante no feirão a céu aberto promovido pelo governo: ele mostra que o PT vira as costas para a sociedade no momento em que o País vive uma crise político-econômica sem precedentes na história recente. Enquanto a presidente Dilma determina o contigenciamento de verbas para a Educação, e paralisa programas como o financiamento estudantil no exterior, uma das bandeiras do segundo mandato de Dilma, R$ 50 bilhões em emendas são oferecidas para quem se dignar a votar contra o impeachment. 

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TRF4, Porto Alegre, repele pedido de habeas corpus de Ronan Maria Pinto

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) negou hoje habeas corpus que pedia a libertação do empresário Ronan Maria Pinto, preso durante a 27ª fase da Operação Lava Jato, chamada de Carbono 14. A decisão, em caráter liminar, foi proferida no final da tarde pelo desembargador federal João Pedro Gebran Neto.

O HC foi impetrado ontem no tribunal. 

Segundo a defesa, o fato investigado ocorreu em 2004, tendo Ronan respondido a cinco processos, com quatro já transitados em julgado que resultaram na absolvição ou na extinção da punibilidade. O advogado sustentou que não caberia citar os julgamentos anteriores na decisão que decretou a prisão por não haver relação com a Lava Jato. Quanto às offshores, descobertas em nome do filho do empresário, alegou que estão devidamente declaradas.

Conforme Gebran, que é relator dos processos da Operação Lava Jato no tribunal, estão presentes os pressupostos para a decretação da prisão preventiva, havendo materialidade e indícios da participação de Ronan em crimes de extorsão e lavagem de dinheiro. O magistrado ressaltou que a versão do acusado é frágil quanto ao depósito de R$ 6 milhões originário do mútuo com o Banco Schahin. "Falta documentação idônea para comprovar sua argumentação de que os valores seriam um empréstimo ajustado com a empresa Remar Agenciamento, sobretudo porque é de se exigir que transações legais de quantias elevadas ocorram com a utilização de instituições bancárias", escreveu o desembargador.

Para Gebran, a citação dos processos criminais anteriores respondidos pelo acusado é adequada. Segundo ele, ainda que os crimes não estejam relacionados, as informações são relevantes por indicarem a tendência delitiva do empresário.

“O histórico de ameaças do paciente e seus associados é capaz, concretamente, de colocar em risco a integridade das investigações, pois a investigação e eventual ação penal não podem conviver com a possibilidade, por mais remota que seja, de intimidação de testemunhas ou atos de perturbação na colheita das provas”, afirmou o magistrado.

Comissão Especial acaba de emplacar maioria para admitir o pedido de impeachment

CLIQUE AQUI para saber como votará em plenário cada deputado. 
O material é de Veja.

A Comissão Especial do Impeachment já emplacou 33 votos a favor do impeachment. É maioria sobre o total de 65 titulares que votam.

Os votos abertos, gravados em rede nacional, são da Globonews, 18h28min

A Comissão Especial votará o relatório do deputado Jovair Arantes na segunda-feira.

A favor da admissibilidade do pedido assinado por Reale Júnior, Janaína Paschoal e Hélio Bicudo.

O povo está cada vez mais perto do impeachment

Contagem das 18h24min, Estadão:
284 votos a favor do impeachment e 114 contra.

O governo precisa 171 para impedir o impeachment. 

171.

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82,2% dos brasileiros acham que Michel Temer sabia dos atos de corrupção do governo Dilma

Nesta pesquisa para avaliar o grau de conhecimento dos brasileiros em relação ao vice-presidente Michel Temer, mas também para averiguar a percepção de todos sobre os escândalos do governo, o Instituto Paraná Pesquisas acaba de recolher as seguintes respostas:

O senhor conhece ou já ouviu falar, mesmo que de nome, em Michel Temer ?
Não, 18,4%
Sim, 81,6%

O senhor saberia dizer o cargo público qwue o sr. Michel Temer ocupa atualmente ?
Não, 29,2%
Vice-presidente, 70,1%
Outros cargos, 0,7%

O senhor acredita que o vice-presidente sabia da corrupção do governo e da Petrobrás ?
Sabia, 82,2%
Não sabia, 11,5%
Não sabe, 6,3%

A pesquisa foi realizada esta semana em 24 Estados e 162 municípios

Metade dos eleitores quer Moro para presidente, mas metade prefere que ele continue como juiz

Na pesquisa que acabou de fazer em 24 Estados e 162 municípios brasileiros, o Instituto Paraná Pesquisas buscou saber se os eleitores gostariam que o juiz Sérgio Moro dispute ou não as próximas eleições para presidente.

Eis os resultados:

Sim, 48,8%
Não, que continue como juiz, 49,2%
Não sabe ou não respondeu, 2%

Artigo, Defesanet - A marcha da insensatez

Em três dias seguidos a administração Federal apresentou o seu planos e realizações para a área de Defesa. E em especial o que propõem para a chamada Base Industrial de Defesa (BID). O objetivo era de mostrar uma agenda positiva e obter leadade dos militares
.
Começando pela presidente da República, Dilma Rousseff, durante cerimônia de apresentação do Navio Doca Multipropósito Bahia, em Salvador, onde citou vários projetos como realização do seu governo.

Na quinta-feira (06ABR2016) o Ministro da Defesa esteve na Audiência Pública da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado Federal.

Complementando com a apresentação do avião de Transporte Multimissão KC-390, na terça-feira, que tinha ocorrido na Base Aérea de Brasília DF.

Cada um destes eventos foi um escárnio às Forças Armadas e em especial para a Base Industrial de Defesa.

A começar pelo último onde o Programa KC-390 avança apesar dos boicotes do Governo e está sendo financiado pela própria EMBRAER Defesa & Segurança na tentativa de não perder as janelas de mercado disponíveis. Mesmo assim teve alongado em 18 meses o seu programa de desenvolvimento.


Tão logo a presidente se retirou da Base Aérea o KC-390 decolou em direção à Gavião Peixoto.

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Acompanhe, ao vivo, a sessão da Comissão Especial do Impeachment

Vai ao vivo a sessão da Comissão Especial do Impeachment. É só plugar no canal 40, Sky, Globonews, ou TV Câmara.

É a reta final.

Depois, segunda, a votação.

Os deputados do PT e seus aliados parecem descontraídos em excesso, como são os casos dos deputados Orlando Silva, que se manifestam de modo flagrantemente moleque no plenário.

Essa gente esquece que os brasileiros estão de olho neles.

Deputado Afonso Mota reafirma que votará com Dilma, duela a quem duela

O deputado gaúcho Afonso Mota, PDT, reafirmou hoje que votará contra o impeachment, duela a quem duela.

Ele afronta a maior parte dos seus eleitores.

Provavelmente será o único gaúcho a fazer isto, sem considerar os deputados do PT.

Esmoleiro gaúcho faz marketing político nas esquinas: "Sou feio. Não sou ladrão. Odeio a Dilma"

Vaiar Dilma virou esporte nacional.
CLIQUE AQUI para ver, também, a calorosa recepção que teve ontem a noite a senadora Gleise Hoffman. A cena é do aeroporto de Curitiba. 


A cena a seguir foi registrada pelo obturador químico do cáustico jornalista gaúcho Fernando Albrecht na sua página "Começo de Conversa", Jornal do Comércio:

As 13j30min de ontem (quarta-feira), na esquina da Ipiranga com Silva Só, Porto Alegre, um homem levantou o cartaz onde se lia:

- Sou feio. Não sou ladrão. Odeio a Dilma.

Até esmoleiro detesta Dilma.

A petista viraliza como dama do mal em todas as redes digitais, analógicas e nas nuvens.

Artigo, Abrahão Finkelstein, Zero Hora - O País que se exploda

Toda vez que a presidente se dirige à nação, informa que não renunciará e não permitirá que haja golpe. Fala com aquele seu jeito de quem manda no pedaço e não tem nenhuma obrigação para com o país. Fala em retomada do crescimento, sem mencionar que durante seu governo destruiu a economia, matou a Petrobras e promoveu o maior rombo de toda a história das contas públicas. Para ela, tudo normal, fruto de circunstâncias que passam longe de sua desastrada incompetência.


Sabe muito bem que não conta com o apoio da população, mas chuta que isto é fruto da manipulação da mídia comprometida e de setores reacionários que não aceitam sua vitória nas eleições passadas.

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Yara poderá confirmar na segunda seu investimento de R$ 1 bilhão no RS

Será segunda-feira o anúncio oficial do investimento que a Yara (fertilizantes) fará em Porto Alegre. O valor desenhado com o governo estadual é de R$ 1 bilhão.

Zelador do edíficio do triplex de Lula foi demitido. "Foi represália", reclamou José Afonso Pinheiro.

"Foi pura política por causa daquele depoimento", afirmou o zelador. Os amigos de Lula (foto ao lado) dominam o condomínio do Edifício Solaris, que virou ninho de petistas. 

O zelador José Afonso Pinheiro, do Condomínio Solaris, no Guarujá (SP), e uma das testemunhas da investigação sobre o tríplex que seria do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi demitido na quinta-feira, 7, segundo a Promotoria de São Paulo.

Pinheiro depôs ao Ministério Público do Estado no inquérito que apura se Lula é o verdadeiro proprietário do apartamento 164-A, do Solaris, no litoral de São Paulo - o que é negado taxativamente pelos advogados do petista.

"Foi pura política por causa daquele depoimento", afirmou o zelador nesta sexta-feira, 8. "As pessoas nunca dão motivo (para a demissão). O motivo foi que estavam me dispensando porque não precisavam mais do meu serviço, mas a gente sabe o que está acontecendo aqui. Depois de eu ter dado o depoimento, a engenheira da OAS disse que eu tinha falado demais. O síndico mesmo disse que eu tinha falado demais. O pessoal deixa esfriar um pouquinho e acaba sobrando para a gente que é menos favorecido", afirmou.

Para o promotor Cássio Conserino, que investigou o petista, "há fortes indícios de represália diante do teor do testemunho absolutamente esclarecedor que ele prestou durante as investigações".

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Moreira Franco denuncia: "Lula usa prática do Mensalão para comprar votos contra o impeachment"

Aviso que o ex-ministro e ex-governador Moreira Franco acaba de postar no seu Facebook:

- Deputados e senadores estão indo ao hotel para conversar com Lula e dividir o botim. (...) Estamos vendo compra de votos para barra o impeachment, com a garantia de empregos na administração pública. Isso é a repetição do que se viu na época do mensalão.

Ele ainda negou a acusação de que o PMDB também estaria negociando cargos em um eventual governo Temer.

O ex-presidente não cessa suas atividades heterodoxas.

Só a prisão evitaria a comercialização.

A Presidência da República avisa ao editor que o povo gaúcho come açúcar demais

A Presidência da República acaba de comunicar ao editor que o povo gaúcho come doce demais.

Ao compulsar a pesquisa do Ministério da Saúde, o editor percebeu que em Porto Alegre, 21,9% dos adultos mantêm alimentação rica em açúcar e 25,6% costumam ter na mesa os refrigerantes. 

Não há nada igual no Brasil.

Um em cada cinco brasileiros consome doces em excesso e 19% bebem refrigerantes cinco vezes ou mais na semana. Entre os jovens, de 18 a 24 anos, o índice é ainda maior, próximo de 30%. 

Os hábitos preocupam diante do avanço de doenças crônicas no país, em especial o diabetes. A doença atinge atualmente 7,4% da população adulta, acima dos 5,5% registrados em 2006.

Antecipação do IPVA é outra derrama fiscal do governo Sartori

A antecipação de todos os pagamentos do IPVA para este único mês é outra derrama fiscal do governo Sartori.

Desde o início de abril, a cada dois dias, pingam reais de verdade no furado caixa do Tesouro do Estado
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