A RBS está de luto fechado porque a deputada comunista Manuela D’Ávila anunciou que não disputará mais as eleições deste ano em Porto Alegre. A líder do PCdoB arrepiou o pelo. Na RBS, a viuvez começou na Editoria de Política, tudo por conta do fascínio que as propostas comunistas abraçadas pelas hostes manuelinas exercem sobre a editora Rosane Oliveira, entre as quais apoio desbragado a açougueiros conhecidos como Fidel Castro e Kim Jong-il.
Outra jornalista que está de luto fechado é Adriane Franciosi, que no seu Facebook produziu sentida nota fúnebre, aproveitando para informar que o editor publicou um “erramos” sobre a última viagem da deputada aos EUA. A repórter da RBS sugeriu que Manuela D’ávila trate de mover ação judicial para enfiar o editor na cadeia, mesmo sem saber que ela já tinha feito isto, o que só não aconteceu por acordo nos autos, resultando justamente na nota “erramos”.
O editor não critica jornalistas que abraçam causas, mesmo a de comunistas atrasados como a deputada Manuela D’Ávila, mas considera inaceitável que a RBS concorde que seus profissionais violem o Código de Ética do próprio grupo, como faz flagrantemente a moça no seu Facebook. A RBS não aceita que seus jornalistas abracem causas partidárias e ideológicas e se considera independente.



