Eduardo Cunha empunha grito de guerra em SP, na filiação de Marta Suplicy: "Vamos largar o PT !"

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, recomendou ao PMDB seguir o exemplo da senadora Marta Suplicy, que está se filiando oficialmente neste sábado ao partido, e largue o PT. "O PMDB tem de ter candidato próprio à Presidência. Que o PMDB siga seu exemplo, Marta. Vamos largar o PT", afirmou durante evento no teatro Tuca, da PUC-SP.


Cunha disse, ainda, que o PMDB não pode mais ir a reboque de quem quer que seja e não pode mais ser usado como parte do processo.

Povo sai da zona de conforto e vai para as ruas protestar contra a insegurança pública de Porto Alegre

Na foto de Mauro Schaefer, Correio do Povo, estes bravos porto-alegrenses saíram para as ruas esta manhã e protestaram contra a insegurança pública, serviço pelo qual o governo estadual arrecada e não entrega. A manifestação saiu apesar da chuva incessante. - 

Leia a nota do site do jornal, postada ainda há pouco.

Não há reparo a fazer.

O correto é que cada cidadão de Porto Alegre organize-se, mobilize-se e também saia para as ruas.

Leia:

Família, amigos e vizinhos do empresário Elvino Nunes Adamczuk fizeram um protesto no bairro Menino Deus, em Porto Alegre, onde ele foi morto no dia 5 deste mês, vítima de bala perdida. Ele faria 49 anos, neste sábado. A manifestação foi seguida por caminhada na avenida Getúlio Vargas. O grupo pedia mais segurança. 

A viúva, Adriana Paula Adamczuk, contou que a padaria da vítima foi reaberta após a missa de sétimo dia, mas o estabelecimento tem fechado mais cedo. Antes ficava aberto até cerca de 21h e agora somente até um pouco depois das 19h. Segundo ela, os moradores da região tem evitado sair para a rua à noite. “Está muito difícil lidar com a falta dele e com a insegurança.”

A presidente da Associação dos Amigos e Moradores do Bairro Menino Deus (Assamed), Oleti Gomes, disse que o número de assaltos, furtos arrombamento e ataques está cada vez maior. “A situação está caótica.”

O prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, voltou a pedir que o Estado chame apoio federal. “A violência ultrapassou todos os limites suportáveis. Respeito a Brigada Militar (BM), mas está na hora de reforçarmos a segurança com a força nacional.” Muitas pessoas que participaram do protesto no sábado concordam.

Adriana afirmou, contudo, que as autoridades é que tem que avaliar a possibilidade. “Mas alguma coisa tem que fazer. O governador (José Ivo Sartori) está vivendo em um país das maravilhas, não está atento à realidade”, declarou.

O coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da PUCRS e especialista em Análise Social da Violência e Segurança Pública, Rodrigo Ghiringhelli de Azevedo, avalia que a crise na segurança segurança pública chegou a total colapso. Ele explicou que a Força Nacional é usada para situações de conflito e controle em determinadas áreas, o que não 

Seis delatores já formalizaram denúncia contra Lula

Seis delatores já denunciaram Lula como o verdadeiro chefe do Petrolão. O que esperam o MPF e o juiz Sérgio Moro para enfiá-lo na cadeia ?

Veja conta que Dilma sempre soube de tudo e participou da roubalheira do Petrolão

A reportagem de capa da revistra Veja de hoje, conta que Pedro Corrêa disse que Dilma estava a par da roubalheira na Petrobras desde que era ministra-chefe da Casa Civil e integrava o Conselho de Administração da Petrobras. 

Em 2011, por exemplo, participou ativamente para acalmar uma guerra de facções dentro do PP, que brigavam pelas propinas pagas por Paulo Roberto Costa.


O resumo da ópera é um só:

Depois que uma das facções do PP conseguiu derrubar Nelson Meurer, líder da sigla na época, Paulo Roberto Costa interrompeu os pagamentos ao PP e exigiu uma autorização do Planalto para continuar a fazê-los. Dilma Rousseff mandou, então, que Ideli Salvatti e Gilberto Carvalho dissessem a Paulo Roberto Costa que era para continuar a irrigar o PP com o dinheiro roubado da Petrobras. A presidente apenas reclamava de ter recebido um "herança maldita" de Lula.

A fama de honestidade de Dilma é um mito. 

"Sou solidária com quem pode cair", ironiza DilmaEm Nova York

A presidente defendeu a participação do Brasil no Conselho de Segurança da ONU, fez ironia e foi às compras. É o que conta o Estadão de hoje.

Leia a reportagem completa:

A presidente Dilma Rousseff defendeu neste sábado, em Nova York, uma reforma do Conselho de Segurança da ONU. Brasil, Alemanha, Japão e Índia formam o chamado G-4, grupo criado justamente para pleitear mudanças no conselho. Atualmente, o órgão é composto de cinco países fixos -- Estados Unidos, Rússia, Inglaterra, França e China -- e de dez rotativos, que trocam a cada dois anos.
"Nós precisamos de um conselho que reflita adequadamente a nova correlação de forças mundial", declarou a presidente, ao dizer que vai procurar apoio da Rússia e China, que têm assento no conselho, mas que são emergentes como o Brasil, para conseguir avançar na ampliação da representatividade do órgão. A presidente Dilma afirmou que existem "problemas graves" no Conselho e que o aniversário de 70 anos da Assembleia Geral da ONU é um "momento simbólico" para se conseguir reabrir esta discussão.
Ao final do encontro, o G-4 divulgou um comunicado conjunto. O texto diz que os integrantes do grupo são candidatos legítimos a membros permanentes do conselho. Os líderes também se comprometem a trabalhar em parceria para uma reforma "rápida e significativa".
Antes, a presidente não havia se furtado a fazer ironia sobre as especulações em torno de seu próprio impeachment. Dilma, que tem hábito de andar de bicicleta e semana passada amparou um ciclista caído, falou, em conversa com jornalistas depois de uma reunião com o presidente do Irã, Hassan Rohni: "Todos nós que podemos cair temos que ser solidários". E completou: "No sentido amplo da palavra."
Após participar de uma recepção oferecida pelo primeiro-ministro da Suécia, ela decidiu sair às compras. A escapada durou quase uma hora. Ao chegar ao hotel, dois garotos de 12 e 13 anos pediram para tirar selfies com ela e foram atendidos.

Artigo, Darcy Francisco Carvalho dos Santos: O que está acontecendo com as finanças estaduais?

Este artigo está publicado no blog do economista e também noutro jornal muito apreciado por idiotas da cidade. 
CLIQUE AQUI para ler a versão publicada no blog. 


Neste artigo, ao contrário do que a maior parte dos políticos, economistas, governantes e jornalistas tentam vender para a opinião público, nem sempre os governadores gaúchos trabalharam de olho na desordem fiscal e na incompetência administrativa, o que causou o rombo descomunal que resultou na herança maldita enfiada no colo de José Ivo Sartori.

No artigo, diz Darcy Francisco, especialista em contas públicas:

(...) nosso Estado, que vem de uma crise histórica, mas que vinha se ajustando a partir de 1999. Uma prova disso foi o superávit primário acumulado no período 2007-2010, de R$ 8,5 bilhões, quando tal indicador foi negativo em meio bilhão em 2014.

O economista conta o milagre, mas não mostra o santo.

O governador do período foi Yeda Crusius, que fez o que fez sem reduzir aplicações e investimentos em saúde,educação e segurança pública, mas fazendo gestão austera, modelo abandonado por Tarso Genro, que optou por uma administração de desordem fiscal, que deu no que deu. Yeda, além disto, sofreu feroz perseguição do governo Lula (operações policiais comandadas por Tarso e falta de colaboração federativa). Está tudo no livro Cabo de Guerra, 499 páginas, do editor. Peça seu exemplar peloo e-mail polibioadolfobraga@gmail.com.br, R$ 75. O livro conta todos os sórdidos detalhes da campanha selvagem movida pelo Eixo do Mal contra Yeda.

O editor falou ainda há pouco, 12h, com a governadora, que estava no meio de uma palestra para mulheres tucanas do RS. Yeda é a presidente de honra do PSDB nacional. 

Leia tudo:

Para entendermos melhor o que está acontecendo com o Estado, imaginemos um trabalhador que há muito tempo venha gastando acima do que ganha, mas que venha reduzindo essa diferença com o decorrer do tempo.
Nosso trabalhador imaginário também administrava uma poupança de terceiros, de onde podia fazer algumas retiradas, mas devendo ter o cuidado de não sacar demais.
Mas, não resistindo à tentação, resolveu comprar uma casa bem melhor da que residia, pagando as primeiras prestações com o dinheiro dessa poupança, esgotando-a, mas as prestações continuaram e ainda aumentaram, porque o contrato assim estabelecia.
E para complicar, a reduzida margem de crédito que possuía acabou porque os credores entenderam que ele devia demais para o tamanho de seus ganhos. A situação agravou-se ainda mais quando seu patrão, em crise, reduziu seu salário.
Essa historinha simples explica o que está acontecendo com nosso Estado, que vem de uma crise histórica, mas que vinha se ajustando a partir de 1999. Uma prova disso foi o superávit primário acumulado no período 2007-2010, de R$ 8,5 bilhões, quando tal indicador foi negativo em meio bilhão em 2014.
Isso porque, no último período governamental, foram concedidos reajustes parcelados a contar de 2013, com índices maiores em 2014, estendendo-se até 2018, em percentuais muito superiores ao do aumento da receita. No período citado, a despesa de pessoal foi aumentada em 61%, enquanto a receita cresceu 40%. Para cada R$ 2 de aumento de receita, foram aumentados R$ 3 na folha de pagamentos.
E esses reajustes só foram possíveis porque foram sacados R$ 5,7 bilhões dos depósitos judiciais e realizados empréstimos, que se esgotaram, mas grande parte das despesas viabilizadas por eles permaneceu. Foram criadas despesas de caráter continuado contando com receitas finitas.
E, para piorar a situação, não há como fazer novos empréstimos, porque o endividamento foi utilizado até superar o limite legal.

E como agravante, a arrecadação está crescendo abaixo da inflação, em decorrência da crise econômica.

Neste sábado, 1.200 imóveis à venda com melhores preços em frente ao shopping Iguatemi, Porto Alegre

Seis das maiores construtoras de Porto Alegre estão desde a manhã no Ducati Sale. São elas: Cyrela Goldsztein, Liberdade, Melnick Even, Nex Group, Rotta Ely e Squadra Engenharia.

São 1.200 imóveis em oferta.

Algumas diretorias estão presentes no evento para interferir diretamente nos negócios e fechar contratos.

O evento acontece em frente ao shopping Iguatemi.

Veja mais em www.ducatisale.com.br

Maria do Rosário e mais quatro votaram contra o novo Estatuto da Família. 17 votaram "sim".

Esta é a família que a Constituição e o novo Estatuto da Família consagra como a legalmente respeitada no Brasil. - 

Votaram contra a consagração do princípio da família, conforme preceito constitucional, ou seja de que família é exclusivamente aquela cujo vetor é homem e mulher, portanto pai e mãe, apenas 5 dos 22 deputados que integram a Comissão Especial sobre o Estatuto da Família.

Um dos que votaram contra a família tradicional foi a deputada gaúcha Maria do Rosário, PT.

O editor pediu a lista ontem a noite e hoje de manhã confirmou o nome de Maria do Rosário entre a minoria que se insurge contra a família tradicional. Foram 2 do PT, um do PSOL, um do PCdoB e um do PTN.

Não
Maria do Rosário, Bacelar, Erika Kokai, Glauber Braga, Jo Moraes,
Sim
Aureo, Anderson Ferreira, Carlos Andrade, Conceição Sampaio, Diego Garcia, Eduardo Bolsonaro, Elizeu Dionízio,Evandro Gussi, Flavinho, Giovania de Sá, Jefferson Campos, Marcelo Aguiar, Pastor Eurico, Pastor Marcos Feliciano, professor Victorio Galli, Silas Câmara, Sóstenes Cavalcante,

GVT continua interrompendo serviços sem aviso prévio

Ontem a noite, a partir das 19h, a GVT voltou a interromper os serviços de Internet para o editor. Os serviços da GVT pioraram geometricamente depois que a empresa passou para as mãos da Vivo.

Não há aviso prévio e a GVT não desconta a interrupção quando emite seus boletos de cobrança.

Esta página continuou operando via wirelles da Claro, no notebook do editor, e também pelos serviços de internet proporcionados pela Vivo, iPhone, e Oi, iPad.

Ministro debocha do seu presidente. Pode ?

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, reagiu com ironia ao comentar a avaliação feita pelo vice-presidente Michel Temer de que dificilmente a nova CPMF passa pelo Congresso; "Ótimo. Então, ele quer a reforma da Previdência. Precisamos de um reequilíbrio fiscal. Como ele conhece o Congresso, está dizendo que vai aprovar a reforma da Previdência".

O que mais esperam PGR e Congresso para acabar com a roubalheira do ciclo lulopetista de Poder ?

Mais uma vez a revista Veja publica reportagem de capa com revelações estarreceedoras sobre o submundo da política brasileira, todas elas contendo evidências, testemunhos e provas materiais de que o ex-presidente Lula foi o verdadeiro patrono e garantidor do Mensalão e do Petrolão.

Até mesmo as mentes mais desavisadas perceberam que esquemas que envolveram durante anos a fio quase toda a diretoria da maior empresa brasileira, a Petrobrás, e envolveu dirigentes nacionais do PT, inclusive dois ex-presidentes e três ex-tesoureiros, mais deputados, senadores, governadores, dirigentes do PP, PMDB e PTB, não poderiam funcionar sem o aval direto do chefe de Estado, no caso Lula e Dilma.

É o que diz o ex-presidente do PP, Pedro Correia, no início da sua delação premiada (leia abaixo), repetindo o que disseram antes outros dignitários do Petrolão, como Ricardo Pessoa, Alberto Youssef, Paulo Costa.

O que mais esperam PGR e Congresso para decretar o fim da organização criminosa e o encerramento do ciclo lulopetista de roubalheira ?

Ex-líder do PP diz que Petrolão foi criado por Lula e mantido por Dilma

Nas redes sociais, ninguém entende como é que Lula, o chefe do Mensalão e do Petrolão, ainda não está na cadeia. - 



Nesta reportagem de Veja que já circula, intitulada "Ex-deputado revela que o petrolão nasceu com aval de Lula e foi mantido por Dilma", o ex-deputado Pedro Corrêa, ex-presidente do PP, que negocia há dois meses com o Ministério Público seu acordo de delação premiada, já começou a mostrar que o maior esquema de corrupção da história nasceu mesmo no Planalto.

São denúncias cada vez mais robustas sobre a liderança de Lula dentro da organização criminosa coordenada pelo PT.

É por isto muito estranho que o procurador Rodrigo Janot ainda mande a PF ouvir o ex-presidente como testemunha e não como investigado e que o STF tente melar a Lava Jato.

Leia a reportagem de Robson Bonin, de novo ele:

Expoente de uma família rica e tradicional do Nordeste, o médico Pedro Corrêa se destacou, durante quase quatro décadas, como um dos parlamentares mais influentes em negociações de bastidores. Como presidente do PP, garantiu a adesão do partido ao governo Lula e - como reza a cartilha do fisiologismo - recebeu em troca o direito de nomear apadrinhados para cargos estratégicos da máquina pública. Essa relação de cumplicidade entre o ex-deputado e o ex-presidente é notória. Ela rendeu a Corrêa uma condenação à prisão no processo do mensalão, o primeiro esquema de compra de apoio parlamentar engendrado pela gestão petista. Mesmo após a temporada na cadeia, Corrêa se manteve firme no propósito de não revelar o que viu e ouviu quando tinha acesso privilegiado ao gabinete mais poderoso do Palácio do Planalto. Discreto, ele fez questão de ser leal a quem lhe garantiu acesso a toda sorte de benesse. Havia um acordo tácito entre o ex-deputado e o ex-presidente. Um acordo que está prestes a ruir, graças à descoberta do petrolão e ao avanço das investigações sobre o maior esquema de corrupção da história do Brasil.
Como outros mensaleiros, Corrêa foi preso pela Operação Lava-Jato. Encarcerado desde abril, ele negocia há dois meses com o Ministério Público um acordo de colaboração que, se confirmado, fará dele o primeiro político a aderir à delação premiada. Com a autoridade de quem presidiu um dos maiores partidos da base governista, Corrêa já disse aos procuradores da Lava-Jato que Lula e a presidente Dilma Rousseff não apenas sabiam da existência do petrolão como agiram pessoalmente para mantê-lo em funcionamento. O topo da cadeia de comando, portanto, estaria um degrau acima da Casa Civil, considerada até agora, nas declarações dos procuradores, o cume da organização criminosa. Nas conversas preliminares, Corrêa contou, por exemplo, que o petrolão nasceu numa reunião realizada no Planalto, com a participação dele, de Lula, de integrantes da cúpula do PP e dos petistas José Dirceu e José Eduardo Dutra - que à época eram, respectivamente, ministro da Casa Civil e presidente da Petrobras. Em pauta, a nomeação de um certo Paulo Roberto Costa para a diretoria de Abastecimento da Petrobras.
Pedro Corrêa, José Janene e o deputado Pedro Henry, então líder do PP, defendiam a nomeação. Dutra, pressionado pelo PT, que também queria o cargo, resistia, sob a alegação de que não era tradição na Petrobras substituir um diretor com tão pouco tempo de casa. Lula, segundo Corrêa, interveio em nome do indicado, mais tarde tratado pelo petista como o amigo "Paulinho". "Dutra, tradição por tradição, nem você poderia ser presidente da Petrobras, nem eu deveria ser presidente da República. É para nomear o Paulo Roberto. Tá decidido", disse o presidente, de acordo com o relato do ex-deputado. Em seguida, Lula ameaçou demitir toda a diretoria da Petrobras, Dutra inclusive, caso a ordem não fosse cumprida. Ao narrar esse episódio, Corrêa ressaltou que o ex-presidente tinha plena consciência de que o objetivo dos aliados era instalar operadores na estatal para arrecadar dinheiro e fazer caixa de campanha. Ou seja: peça-chave nessa engrenagem, Paulinho não era uma invenção da cúpula do PP, mas uma criação coletiva tirada do papel graças ao empenho do presidente da República. A criação coletiva, que desfalcou pelo menos 19 bilhões de reais dos cofres da Petrobras, continuou a brilhar no mandato de Dilma Rousseff - e com a anuência dela, de acordo com o ex-presidente do PP.



Juízes federais editam Carta de Florianópolis. Apoio a Sérgio Moro é um dos pontos.

Sérgio Moro não para de criar problemas para Lewandowski e Eduardo Cunha. -



O ministro do STF, Gilmar Mendes, voto vencido no caso, voltou a insistir na necessidade de reexame pela Corte da decisão de fatiar a Lava Jato e com isto melar a operação conduzida pelo juiz Sérgio Moro. O ministro lembrou que a decisão foi comemorada pelos advogados dos réus, grandes em-preiteiros brasileiros, lobistas, funcionários graduados da Petrobrás e políticos invedstigados e presos como corruptos.

Ontem, em Florianópolis, juízes federais de todo o Brasil aprovaram a Carta de Florianópolis, documento que reúne as principais conclusões do IV Fórum Nacional dos Juízes Federais Criminais (Fonacrim). No texto, os magistrados reiteraram apoio ao polêmico projeto de lei apresentado pela Associação Juízes Federais do Brasil (Ajufe) ao Congresso, com endosso do juiz federal Sérgio Moro, para permitir a possibilidade de prisão, após a condenação em 2ª instância ou pelo Tribunal de Júri, nos casos de crimes graves. “Os magistrados federais têm tratado dos casos criminais com isenção e igualmente com firmeza. Neste aspecto, a recuperação de quase R$ 1 bilhão aos cofres públicos no âmbito da operação Lava Jato é fato significativo”, diz o texto, aprovado por unanimidade na plenária final do evento. Ao todo, 400 operadores do Direito participaram do encontro, que ocorre na capital catarinense desde quarta-feira. No fórum, os magistrados debateram temas como inquérito policial, poder investigatório, quebra de sigilo, prisão provisória, audiência de custódia, tornozeleiras eletrônicas, crimes financeiros, pedofilia na internet e delação premiada.

LEIA A CARTA DE FLORIANÓPOLIS

“Os Juízes Federais presentes ao IV FÓRUM NACIONAL DOS JUÍZES FEDERAIS CRIMINAIS buscam a maior efetividade da jurisdição criminal e a adoção de medidas contra a impunidade, sem prejuízo de qualquer garantia ou direito fundamental. Também defendem a necessidade de um Judiciário forte e independente como instituição vital contra todas as práticas criminosas que enfraquecem a democracia, abalam a reputação do País no cenário internacional, inviabilizam a implementação de políticas públicas e prejudicam os menos favorecidos.

Os magistrados federais têm tratado dos casos criminais com isenção e igualmente com firmeza. Neste aspecto, a recuperação de quase R$ 1 bilhão de reais aos cofres públicos no âmbito da operação Lava Jato é fato significativo.

Apesar dos avanços legislativos recentes, há, ainda, outros aspectos que necessitam de reformulação, até mesmo em razão de compromissos assumidos pelo Brasil na órbita internacional. Neste sentido, os juízes federais criminais defendem a reforma do sistema de recursos, a aprovação da PEC 15/11 do Senado e/ou Projeto de Lei do Senado 402/15, além da ação civil de extinção do domínio, bem como a criação de um órgão central para coordenar toda a administração e destinação dos bens apreendidos pela justiça criminal.

Os magistrados federais estão imbuídos do objetivo de acelerar a prestação jurisdicional, evitar processos sem fim e diminuir a impunidade, a morosidade e a prescrição. O PLS 402/2015 aumenta a efetividade da Justiça e reforça a autoridade das decisões das cortes de apelação. Não retira poderes dos tribunais superiores, mas somente os poderes da inércia e da falta de justiça. Confiamos no apoio da sociedade civil ao projeto, que anseia por um processo penal mais justo, no qual o inocente é absolvido, mas o culpado, mesmo poderoso, é condenado e efetivamente punido.


Oposição quer exclusividade no uso indiscriminado de CCs em manifestações

A bancada do PT na Assembléia do RS quer encaminhar denúncia ao Ministério Público Estadual relativamente à atuaçpão de ocupasntes de CCs do governo em horário de expediente, porque está contrariada com a presença de muitos deles nos debates parlamentares de quarta-feira.

Não se sabe se o governo fará o mesmo em relação aos ocupantes de CCs nos gabinetes e cargos ocupados pela oposição na Assembléia.

Serpro terá greve geral a partir de terça-feira

A partir de terça-feira os trabalhadores do Serpro entrarão em greve por tempo indeterminado. É outra greve interminável no serviço público federal.

Cássio Trogildo é cassado pelo TSE

O TSE manteve ontem a cassação do mandato do vereador Cássio Trogildo, PTB de Porto Alegre.

INSS poderá reabrir na terça-feira

Os postos de atendimento do INSS poderão reabrir nesta terça, dependendo de assembléias agendadas para 14 Estados e que ocorrerão na segunda.

No RS, a greve dos servidores pagos pelo público que não é servido, dura três meses.

Rio Grande do Sul tem 1,3 mil desmanches clandestinos. Locais são centros de receptação de carros roubados.

Estes estabelecimentos que atuam no comércio de autopeças se tornaram irregulares com a entrada em vigor de nova legislação, exigindo registro no Detran.

As empresas regulares são apenas 217 empresas na listagem.

Os desmanches irregulasres são o principal destino de automóveis roubados, onde são desmontados para revenda de peçpas usadas., que não são atacados como devem. 

Chuva continuará caindo em Porto Alegre pelo décimo dia consecutivo. Previsão é de mais chuvas.

A ilustração é charge de Gerson. -


Pelo décimo dia consecutivo choverá em Porto Alegre, mas neste momento isto não acontece, existem até franjas de sol fugidio, embora as nuvens cubram toda a cidade. O Weather Chanel, consultado pelo iPhone do editor, aponta  final de semana de chuvas. Segundo o Sistema Metroclima da Capital, neste sábado a chuva estará presente mas sem muita força. A previsão é de que o tempo permaneça úmido e com intensa nebulosidade e as temperaturas variem entre 13ºC e 19ºC .

Nestew momento, 7h55min, 17 graus em Porto Alegre. 

O alerta maior por parte da Defesa Civil é no domingo, com a previsão de um volume mais intenso. 

A previsão é de que a chuva avance durante a semana, pelo menos até 4 de outubro. 

Prefeito Fortunati fica ao lado do povo e denuncia: "Desordem pública alcançou todos os limites suportáveis em Porto Alegre".

CLIQUE AQUI para ver e ouvir comentário do editor sobre a melhor solução para resolver o problema da segurança pública. - 

A imagem ao lado foi postada pelo prefeito no seu Face.

O prefeito colocoou-se decididamente ao lado do povo oprimido pelos bandidos e sem a segurança pública a que tem direito pelos altos impostos que paga., - 

O prefeito José Fortunati voltou a insistir que quer a Força Nacional de Segurança em Porto Alegre, porque a desordem pública já alcançou níveis insuportáveis.

A zona Sul da cidade ficou sem ônibus e o principal posto de saúde da região, o da Vila Cruzeiro, foi fechado. 

Ele fez o apelo via Twitter, porque  considerou um “absurdo” os fatos ocorridos na Vila Cruzeiro, na zona Sul da cidade, nesta sexta-feira, com assassinatos em série, distúrbios,queima de ônibus e desordem incontrolável. No início do mês, o prefeito havia sugerido a convocação da Força Nacional, no entanto o governador José Ivo Sartori – que é quem pode fazer o pedido ao Ministério da Justiça –  descartou a possibilidade, através da Secretaria de Segurança Pública.

O que ele denunciou:

- É um absurdo o que está acontecendo na Vila Cruzeiro. Pânico geral, mortos e feridos. Pronto Atendimento PACS sendo fechado. Ônibus queimado. A violência ultrapassou todos os limites suportáveis em POA. Respeito a BM mas está na hora de reforçarmos a Segurança c/a FORÇA NACIONAL.
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