A Petrobrás confirmou que assinará em setembro os contratos pelo qual o consórcio QGI retomará a montagem das plataformas P-75 e P-77, paralisadas em Rio Grande.
Fiergs faz pesquisa sobre ICMS, mas omite-se sobre festival de novos impostos do governo Dilma.
A pesquisa que a Fiergs mandou a Methodus fazer indica que 91,7% da população gaúcha é contra o aumento do ICMS.
A Fiergs não se atreveu a perguntar o que o eleitor gaúcho acha da recriação da Cide e da CPMF, como também sobre o aumento da alíquota da CSSL dos bancos, elevação do PIS e do Cofins sobre vinhos, bebidas quentes em geral, produtos de informática, além do fim da desoneração das Folhas.
A coragem da Fiergs não atravessa as fronteiras do Mampituba.
A Fiergs não se atreveu a perguntar o que o eleitor gaúcho acha da recriação da Cide e da CPMF, como também sobre o aumento da alíquota da CSSL dos bancos, elevação do PIS e do Cofins sobre vinhos, bebidas quentes em geral, produtos de informática, além do fim da desoneração das Folhas.
A coragem da Fiergs não atravessa as fronteiras do Mampituba.
Artigo, Ricardo Noblat, O Globo - Não há retorno para o que disse Temer
Há quase um mês, Michel Temer alertou para a necessidade
de aparecer “alguém” capaz de reunificar o país sacudido por tantas crises.
“Golpista”, murmuraram vozes enfurecidas dentro e nas
cercanias do governo, e também do PT.
Dilma está tão fraquinha que nenhuma voz do governo ou do
PT ousou criticar Temer de público.
Foi o próprio Temer quem se apressou em explicar o que
dissera. Não convenceu. Mas todo mundo permaneceu calado.
O que Temer dirá agora depois do que disse ontem para
empresários paulistas?
Não há conserto para o que ele disse. E o que disse o
afasta de Dilma, e indica que o PMDB poderá, em breve, se afastar ainda mais do
governo.
Quem sustenta o governo-balança-mas-por-ora-não-cai é o
PMDB. Que transferiu para o fim do ano o seu congresso.
Até lá, as relações do partido com Dilma só tendem a se
agravar. Temer tocou fogo nelas.
No dia 7 de Setembro vá de preto para as ruas
Neste 7 de Setembro, o povo brasileiro irá de preto para as ruas, fazendo o contrário do que conclamou hoje o PT em apoio ao seu governo.
A idéia é repetir 2010 e depor Dilma.
Como se sabe, ameaçado de ser deposto, o então presidente Fernando
Collor de Melo pediu aos brasileiros que se vestissem de verde e amarelo em
solidariedade a ele. Uma multidão vestida de preto ocupou as ruas das
principais capitais do país.
CLIQUE AQUI para ver e ouvir como foram os protestos de 2010 que derrubaram Collor.
Um gaúcho é assassinado a cada hora e meia na Grande Porto Alegre.
Na região metropolitana de Porto Alegre, um gaúcho é assassinado a cada hora e meia, 14 horas por dia.
São dados da polícia.
A Polícia Civil e a Brigada estão em greve desde terça-feira.
São dados da polícia.
A Polícia Civil e a Brigada estão em greve desde terça-feira.
Vendas a prazo caem 5,43% e têm sétima queda consecutiva, mostra CNDL e SPC Brasil
No acumulado do ano até agosto, varejo observa queda de
3,09% no volume de vendas parceladas
O número de consultas para vendas a prazo do banco de
dados da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de
Proteção ao Crédito (SPC Brasil) teve um novo recuo de 5,43% em agosto na
comparação com o mesmo mês do ano anterior, ante um recuo de 3,26% em julho. É
a sétima queda consecutiva do indicador anual.
Esta manhã, em mensagem ao editor, o presidente da CNDL, Honório Pinheiro, disse que a piora
nas vendas é um reflexo direto da economia em recessão técnica. "O
consumidor brasileiro tem visto sua renda recuar, afetada pela inflação cada
vez mais alta, que diminui o poder de compra", diz Pinheiro. "Além
disso, os brasileiros estão com maior dificuldade de encontrar emprego, o que
também impacta no orçamento das famílias."
Na variação mensal, mais volátil, o indicador mostra um
leve recuo de 0,41% em agosto ante o mês anterior - em julho, a comparação
mensal teve um avanço de 3,23%.
Os dados negativos se refletem na queda do acumulado no
ano até agosto: -3,09%, uma piora em relação aos -2,73% verificados em julho.
Acesse o material completo e a série histórica clicando
em "baixar arquivos" no link
https://www.spcbrasil.org.br/imprensa/indices-economicos
Estudo Banco Itaú - Tendências da economia brasileira, 1988 a 2018
A seguir o resumo da análise que você pode ler no link a seguir. A elaboração é do economista Cesar Maia. O estudo foi apresentado ao Banco Itaú.
CLIQUE AQUI para examinar o texto integral e os gráficos. -
Contexto da Constituição de 1988: o mundo ainda sonhava
com o ideal socialista e a sociedade brasileira demandava melhor distribuição
de renda após anos de hiperinflação. O Índice de Gini (abaixo) mostra que
estávamos no pico da desigualdade.
2. Com o Plano Real e a estabilização macro, os governos
social-democratas puderam elevar as despesas públicas a um ritmo bem acima do
PIB. Para financiar o aumento da despesa, recorreu-se a uma elevação da
carga tributária.
3. O governo federal foi perdendo a flexibilidade dos
gastos. Mais de 70% das despesas federais é composta por transferências diretas
à famílias. Tirando saúde e educação, sobram apenas 11.4% do orçamento para
gastos discricionários.
4. A agenda de estabilização macroeconômica não foi
completada. No início do Plano Real, houve descuido com a questão fiscal.
A falta de austeridade fiscal, conjugada aos juros altos da fase pós
estabilização, levou a uma mudança de patamar da Dívida/PIB mesmo com as
privatizações.
5. No 2o FHC, foi construído o tripé macroeconômico:
câmbio flutuante, austeridade fiscal e metas de inflação. No entanto, o medo do
PT atropelou a estabilidade em 2002. A inflação subiu muito em 2002/03 e
de forma muito rápida, fruto da falta de confiança na estabilidade macro. Ainda
não estamos nesse ponto agora mas..
6. A mudança de preços relativos ainda não ocorreu: a
inflação de tradables está abaixo da inflação de não tradables. No primeiro
governo Lula, com a ajuda do boom de commodities, chegou-se o mais perto de completar
a estabilização. Faltou zerar o déficit nominal. Isso é impensável agora.
7. O governo Dilma adotou o lema “gasto é vida” e
abandonou a austeridade fiscal. Nova matriz macroeconômica: intervenção
governamental, esvaziamento das agências reguladoras, proteção tarifária e
juros baixos. Resultado: inflação mais alta. Outro resultado da
Nova Matriz: baixo crescimento.
8. Problema adicional: com a transição demográfica, a
população está envelhecendo. A população aposentada cresce a 3.5% a.a. enquanto
a PEA cresce a 1% a.a. O Brasil transfere 10 vezes mais recursos públicos para
idosos (saúde e previdência) do que para crianças (educação) em termos per
capita.
9. Soluções passam por reformular o modelo de
crescimento. O bem estar social não cabe mais no PIB. Os gastos do governo
crescem todo ano em termos reais. A poupança está em queda e o
investimento é cada vez mais financiado com déficit em conta-corrente. Com a
desvalorização do câmbio, o investimento vai cair ainda mais.
10. Nosso cenário base contempla o déficit em
conta-corrente de 3% do PIB em 2017. É uma melhora muito tímida em face de um
cenário de crescimento tão baixo. A falta de produtividade é um entrave
para o crescimento. Nos últimos anos, a produtividade está negativa!
11. Vai ser preciso piorar? Ou surge um consenso político
capaz de equilibrar as contas públicas e redefinir o modelo de crescimento ou
caminharemos para o downgrade. Uma visão sobre o curto prazo: o ciclo de
aperto monetário deve ter chegado ao fim. Tudo indica que será possível cortar
um pouco a taxa de juros em 2016.
12. No entanto, as novas metas fiscais não garantem
estabilização da relação Dívida/PIB, o que gera um risco de dominância fiscal.
O risco de cauda está aumentando. Cenário de cauda: o câmbio se desvaloriza
muito, gerando inflação mais alta e crescimento menor. A taxa de juro não cai e
a deterioração do quadro fiscal é mais rápida.
13. A piora do ambiente macroeconômico pode se tornar
aguda a ponto de provocar um rompimento político. A combinação de (i) baixo
crescimento, (ii) aumentos reais de salários sem a contrapartida da
produtividade e (iii) carga tributária ascendente resultou em grande
queda de margens.
14. Tal efeito pode ser visto também pela ótica do lucro
como % do PIB, que apresentou forte queda, especialmente nas empresas abertas,
desde 2010. Por outro lado, não houve uma redução equivalente dos
dividendos nem dos investimentos, o que indicava um certo otimismo e pressionou
o caixa das empresas. Tais fatores, combinados com o crédito farto e barato dos
bancos públicos, resultaram em um aumento da alavancagem das empresas a partir
2010.
15. Porém, a queda das margens foi tão relevante que,
desde 2012, o ROIC (retorno sobre o capital investido), está menor que o custo
da dívida, implicando em destruição de valor com o aumento da
alavancagem. A combinação das dinâmicas descritas culminou na queda
expressiva do ROE (retorno sobre o patrimônio), chegando a níveis muito abaixo
do custo de capital. As empresas só sobrevivem porque o grau de competição é
limitado. Em grande parte dos setores, as cinco maiores empresas detêm mais de
70% de market share.
Neste feriadão, com a nova ponte de Laguna, dobrará o número de gaúchos na estrada para Floripa
A liberação da nova ponte de Laguna vai dobrar o número de gaúchos que costumam viajar para Santa Catarina nas férias e nos feriadões.
A PRF espera 80 mil veículos neste final de semana, o dobro de dia normal.
Embora a ponte dê plena passagem, dois pontos da BR101 ainda apresentam problemas e produzirão congestionamentos, respectivamente nos morros do Formigão e dos Cavalos, ambos antes de Florianópolis.
A ilustração ao lado, que é arte do site www.zerohora.com.br, expõe com clareza as condições de tráfego.
Além de praias infinitamente melhores do que as do RS, Santa Catarina passa por momentos econômico, político e social exuberantes, muito diferentes do cenário depressivo do RS.
Este final de semana será um preview do que acontecerá no verão, quando milhares de gaúchos disputarão a estrada para chegar às praias do Sul e do Norte de Santa Catarina.
A PRF espera 80 mil veículos neste final de semana, o dobro de dia normal.
Embora a ponte dê plena passagem, dois pontos da BR101 ainda apresentam problemas e produzirão congestionamentos, respectivamente nos morros do Formigão e dos Cavalos, ambos antes de Florianópolis.
A ilustração ao lado, que é arte do site www.zerohora.com.br, expõe com clareza as condições de tráfego.
Além de praias infinitamente melhores do que as do RS, Santa Catarina passa por momentos econômico, político e social exuberantes, muito diferentes do cenário depressivo do RS.
Este final de semana será um preview do que acontecerá no verão, quando milhares de gaúchos disputarão a estrada para chegar às praias do Sul e do Norte de Santa Catarina.
Ricardo Pessoa, dono da UTC, na Justiça, ontem: "Dei dinheiro sujo da Petrobrás para o PT, tudo por ordem de Renato Duque e Costa"
Sérgio Moro: Mas essas contribuições políticas como parte
de um acerto de propina ou como contribuições?
Ricardo Pessoa: Parte de acerto de propina.
Sérgio Moro: Desculpe, ele deixava isso de maneira clara
para o senhor?
Ricardo Pessoa: Mais claro impossível, porque eu
depositava oficialmente na conta do Partido dos Trabalhadores.
É impactante ouvir e ler o depoimento e interrogatório do chefe do Clube do Bilhão, o dono da UTC, Ricardo Pessoa, feito ontem na Justiça Federal do Paraná.
Falta agora a revelação do que ele disse ao procurador Janot, porque ontem ele nao pode citar pessoas com foro privilegiado, mas na PGR ele citou a entrega de propinas para as campanhas de Lula e Dilma. Janot não abriu a informação até agora.
CLIQUE AQUI para ler com exatidão cada acusação direta do empreiteiro aos ex-diretores da Petrobrás, Renato Duque, Paulo Costa e Pedro Barusco, como também ao tesoureiro nacional do PT, João Vaccari Neto, todos presos no âmbito da Lava Jato. O material é do Jornal Nacional de ontem.
Ricardo Pessoa foi interrogado pessoalmente pelo juiz Sérgio Moro, que chegou a repetir a mesma pergunta para que o empreiteiro não deixasse margem a qualquer dúvida, levando-o a esclarecer de modo definitivo:
- Dei dinheiro da propina para o PT. Isto é claro. Fui forçado a isto por Duque, porque de outra forma não teria contratos da Petrobrás. A Petrobrás foi usada para pagamentos de propinas. Os contratos eram todos combinados em reuniões entre empreiteiras.
As imagens não foram divulgadas, mas apenas o áudio.
Armínio Fraga diz que Lava Jato é necessária mas tem efeito paralisante sobre a economia e a política
O economista e ex-ministro da Fazenda Armínio Fraga
classificou os casos de corrupção investigados pela Operação Lava Jato, da
Polícia Federal, como uma "ameaça real à qualidade da democracia",
uma vez que o objetivo dos desvios seria "sustentar o poder
político".
Armínio Fraga fez as afirmações em palestra a economistas estrangeiros que
a operação provoca um efeito paralisante sobre a economia e a política. Ele
disse ainda que o País está "claramente na direção errada".
Acompanhe o modo como a revista Exame acompanhou a exposição. O texto é do site da publicação:
"Estamos passando por um gigante escândalo de
corrupção. Mas não é o padrão usual com algumas pessoas enriquecendo. É muito
mais que isso. Há uma conexão organizada entre políticos e o esquema de
corrupção para sustentar o poder político. É uma real ameaça à qualidade de
nossa democracia", afirmou Fraga durante palestra na Fundação Getúlio
Vargas (FGV), no Rio.
"Tem muita lavagem a ser feita", afirmou o
economista, em referência ao nome da operação que investiga os desvios. Ele
também alertou para as consequências das investigações.
"Há um efeito paralisante que parece estar afetando
todo grande contrato no País. Teremos por um tempo uma paralisação no próprio
Congresso, pois os parlamentares estão possivelmente pensando agora se irão à
cadeia mais do que qualquer outra coisa, e não suficientemente sobre a nossa
situação", completou.
Fraga ainda afirmou que a corrupção é "uma doença
difícil de curar" e um dos desafios de toda a sociedade. O ex-ministro
avaliou também não ser uma "coincidência" que o País enfrente uma
crise combinada entre economia e política. Para ele, o País escolheu o
"modelo errado".
"Estamos lado a lado, simultaneamente, com crise
política e econômica. Uma alimenta a outra, e é muito difícil consertar. Na
minha visão, a política vai ter que liderar com boas ideias. Até que a política
mude essa velha forma de enxergar o País, essa abordagem sobre a democracia, e
se foque em questões de longo termo, não conseguiremos consertar. Com sorte
conseguiremos passar pela situação atual. Mas depois, em algum momento, algo
vai acontecer, e não vamos nos adereçar às questões de modo mais
profundo", avaliou.
Em sua palestra, Fraga traçou um panorama da história
econômica recente do País, criticou a política tributária "enormemente
distorcida", a presença "massiva" do Estado na economia e a alta
acelerada da dívida pública sem geração de superávit primário para equacionar
as contas públicas.
O economista afirmou que o Brasil vive "desconectado
do mundo do comércio global" e que a atual situação do País está
"diretamente relacionada" à mudança na política econômica ainda no
governo do ex-presidente Lula.
"O presidente Lula foi eleito e para nossa boa
surpresa manteve a política econômica até o final do primeiro mandato, quando
as coisas mudaram em direção a um caminho não convencional que nos trouxe onde
estamos. Houve uma firme queda de transparência e de disciplina nos gastos e
por isso estamos ainda nesse caminho insustentável", afirmou.
Beto Richa antecipa pagamento do 13o do dia 21 para o dia 11 de dezembro
O governador Beto Richa, PSDB do Paraná, decidiu ontem que antecipará do dia 21 para o dia 11 de dezembro o pagamento do 13o salário do funcionalismo estadual.
Também ontem, o governador resolveu protocolar na Assembléia um projeto que eleva a alíquota do ITCMD, o imposto sobre heranças e doações.
Também ontem, o governador resolveu protocolar na Assembléia um projeto que eleva a alíquota do ITCMD, o imposto sobre heranças e doações.
Capacidade industrial ociosa de 21,4% é a maior em 12 anos
O número de máquinas paradas nas fábricas brasileiras é o
maior em mais de uma década, de acordo com a Confederação Nacional da
Indústria.
Ao analisar o problema e demonstrar na prática o que está acontecendo, o Jornal Nacional de ontem a noite produziu a reportagem que vai a seguir e que é exemplar:
Máquina parada, em fábrica, não é bom sinal. Em uma
pequena metalúrgica são nove, de um total de 12. O que já atingiu quem
trabalhava nelas.
“Demitimos mais da metade dos funcionários e começamos a
fazer os funcionários virarem polivalentes”, explicou Diego Tiago da Silva,
sócio da metalúrgica.
Engenheiro, Diego é de uma família de fabricantes de
autopeças. Lá, eles fazem pequenos componentes para outras indústrias que
fornecem para as montadoras de veículos. Com a desaceleração dessa cadeia e o
aumento da concorrência, no último ano as encomendas caíram 80%.
Pânico, certo? Não. A grande esperança está na palma da
mão. Novas peças, para equipamentos médicos e odontológicos.
“Estou desenvolvendo uma série de oito produtos
diferentes pra ver se o mercado vai aceitar ou não”, contou Diego Tiago da
Silva, sócio da metalúrgica.
As empresas precisam mesmo buscar soluções para enfrentar
a ociosidade da capacidade de produção, que é a maior dos últimos 12 anos,
segundo pesquisa da Confederação Nacional da Indústria: 21,4%.
"Evidentemente a empresa tem que eliminar
desperdícios, aumentar a sua eficiência, que significa aumentar a
produtividade, que é fazer mais com os mesmos recursos, só que produzir com o
menor custo. Isso faz com que seu produto seja mais atrativo", disse
Flávio Castelo Branco, gerente-executivo da CNI.
Em 2008, depois de falir com uma videolocadora, Marcos
começou a revender pufes. Rapidamente resolveu virar fabricante. Diversificou e
prosperou.
Durante vários anos a média foi de umas duas mil peças
fabricadas e vendidas por mês. Mas de março para cá, esse número caiu uns 25%.
Marcos nem pensa ainda em mudar de ramo outra vez. Está tentando se acomodar à
nova realidade. Uma das ideias foi diversificar a produção com sofás. Outra
medida foi voltar à máquina de costura.
Ele teve que dispensar as costureiras. E na oficina, dois
dos cinco empregados. Está investindo em quem ficou.
“Tenho planos para os três. Um deles é fazer um curso de
estofaria pra se aperfeiçoar”, disse Marcos Bassanezi, dono da fábrica.
Mas e o negócio, em si?
“Eu pretendia fazer a parte de cima da loja crescer mais
um pouco. Fazer uma vitrine grande na frente, colocar umas telas lá na frente,
para chamar mais a atenção, para poder vender mais. Não vou desistir de fazer
não. Pode cair, mas a gente tem que segurar a peteca”, afirmou Marcos.
PT replica Collor e quer todos de verde e amarelo no dia 7
O PT convocou sua militância em todo o Brasil para que saia de verde e amarelo no dia 7 de setembro, defendendo com isto o Partido e o governo Dilma.
O PT replica Collor na sua pior fase, pouco antes da desesperada tentativa de impedir o impeacmebnt.
Milhões de brasileiros sairão de verde e amarelo no dia 7.
O PT achará que seu apelo foi atendido.
O PT replica Collor na sua pior fase, pouco antes da desesperada tentativa de impedir o impeacmebnt.
Milhões de brasileiros sairão de verde e amarelo no dia 7.
O PT achará que seu apelo foi atendido.
Governo Dilma baterá o recorde de recessões continuadas
A Folha de S. Paulo de hoje revela que jamais, antes, a economia brasileira enfrentou dois anos seguidos de recessão.
No governo Dilma, serão pelo menos três anos: 2014, 2015 e 2016.
No governo Dilma, serão pelo menos três anos: 2014, 2015 e 2016.
Greve dos funcionários estaduais prossegue hoje e poderá durar até o dia 12.
Embora decidida para durar apenas três dias e depois quatro dias, a greve dos funcionários públicos estaduais vinculados ao Poder Executivo prosseguirá hoje, quinto dia, e poderá durar 12 caso as assembléias marcadas para esta sexta confirmem que a paralisação durará até o pagamento da segunda parcela do salário de agosto.
Os professores foram novamente os primeiros a estender a greve.
A partir de terça-feira os grevistas montarão um acampamento na Praça da Matriz, defronte o Palácio Piratini e ali farão manifestações 24 horas por dia.
Servidores do Judiciário, Legislativo, TCE, MPE, estatais e algumas fundações, não estão em greve porque recebem em dia.
Os professores foram novamente os primeiros a estender a greve.
A partir de terça-feira os grevistas montarão um acampamento na Praça da Matriz, defronte o Palácio Piratini e ali farão manifestações 24 horas por dia.
Servidores do Judiciário, Legislativo, TCE, MPE, estatais e algumas fundações, não estão em greve porque recebem em dia.
Alceu Moreira denuncia: "Motoristas de carimbo do governo federal prejudicam o RS"
Sobre a recusa do governo Dilma Roussef, PT, em renegociar a dívida do governo gaúcho, eis o que disse o deputado Alceu Moreira, PMDB:
- A União trata o RS como se fosse um cliente de caderno no boteco da
esquina. Mas não é um cliente, são 10 milhões de gaúchos prejudicados por
burocratas, por motoristas de carimbo.
Frio dominará o tempo nos dias de feriadão no RS
No período do feriadão, o ar frio permanecerás sobre o Rio Grande do Sul e vai até se reforçar. Na segunda se espera uma condição de melhoria na maioria das áreas com sol e nuvens.
Dia será nublado e frio no RS
Muias nuvens cobrem Porto Alegre neste momento (8h09min), No Estado o dia será outra vez ameno com um pouco de frio pela manhã e marcas
agradáveis à tarde. Vento que sopra do mar em direção ao continente traz
umidade e será moderado com algumas rajadas.
As mínimas oscilarão entre os 8°C em São José dos Ausentes e os
9°C em Vacaria. As máximas, por sua vez, podem chegar a 22°C em Santa Rosa. Em
Porto Alegre, os termômetros variarão entre 13°C e 19°C.
Ministro Marco Aurélio Mello pede que o povo gaúcho confie em Sartori
Mello explicou que uma nova reunião entre Sartori, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e representantes da União sairá semana que vem. O editor informou isto em primeira mão, isto, ontem, depois que conversou com o deputado Darcísio Perondi, que acompanhou pessoalmente a visita do governador ao vice Michel Temer e anotou a conversa deste com Levy, durante a qual agendou oencontro entre homens do Tesouro do Estado e da Secretaria do Tesouro Nacional para a semana que vem.
Depois de um novo encontro com o governador Ivo Sartori, desta vez na quarta-feira, oministro do STF, Marco Aurélio Mello disse aos apresentadores do programa Agora, Rádio Guaíba que o governador José Ivo Sartori busca uma solução verdadeira e sustentada para a crisefiscal do seu governo.
O que ele disse, depois fazer um surpreendente pedido para que o povo gaúcho apóie o governador:
- A solução dos problemas está na mesa de
negociações. É preciso que todos sentem e estejam dispostos a buscar uma saída.
O governador Sartori não quer privilégio. Ele quer suplantar a crise, de forma
harmônica, com a União. Há uma disposição do governo federal para negociar.
Vamos dar os braços porque a crise é muito séria.
O ministro ficou sensibilizado com a postura de Sartori,
um governador que, segundo Mello, "abandonou o campo da hipocrisia" e
mantém os olhos voltados para o bem público. "Ele não adota uma atitude
politicamente correta. Fiquei muito impressionado com isso. É um governador que
precisa ter a confiança do povo gaúcho porque ele está fazendo o melhor",
garantiu.
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