Marcelo Odebrecht diz que honrado é esconder crimes

Ensinamento que passou hoje ao meio dia o advogado gaúcho Elias Guerra, em almoço no Press Hilário, Porto Alegre, com apenas 1/3 da lotação:

- Nada é mais importante do que a honra. 

Há controvérsia.

Na CPI da Petrobrás, hoje, Marcelo Odebrecht acha que honrado é quem escamoteia seus crimes, o que quer dizer que quem faz delação premiada não passa de um repulsivo dedo duro.

Há controvérsia também em relação a isato.

Dica de Netflix - Pablo Escobar

O que recomenda o publicitário João Satt Filho, dono da Competence:

- A primeira série brasileira do Netflix, Pablo Escobar, com Wagner Moura soberbo. Dá para encagatar os dez episódios, um atrás do outro. 

Tráfego é 35% menor em Porto Alegre

Trânsito em Porto Alegre, avenida Goethe, hoje, 12h11min, pleno horário de pico:

Tráfego 35% menor do que o usual.

Baixa clientela na Lojas Renner da Padre Chagas, Porto Alegre

Porto Alegre, rua Padre Chagas, na mais nova loja de rua de Lojas Renner.hoje, 12h21min:

Apenas 5 clientes.

Tarso poderá ser chamado ás falas pela Assembléia

A Assembléia poderá chamar Tarso Genro para se explicar sobre a herança maldita que deixou para Ivo Sartori.

Chefes de Poderes vão ajoelhar diante de Marco Aurélio Mello, STF

O governador Ivo Sartori e mais os presidentes da Assembléia, Edson Brum, e José Aquino Flores, Tribnal de Justiça, irão a Brasília nesta quinta para conversar com o ministro Marco Aurélio Mello, STF, que é o relator da ação proposta pelo Piratini para impedir o bloqueio das contras estaduais, caso não seja paga a prestação mensal de R$ 268 milhões.

Será um gesto político, sem consequência prática.

O ministro já falou fora dos autos e disse que não vai resolver problemas que os próprios gaúchos criaram.

O CPMF é o novo bode de ouro que Dilma bota na sala. O próxmo poderá ser o lançamento de Lula à presidência em 2018.

A análise a seguir é de Cesar Maia, ex-deputado e ex-prefeito do Rio, também ex-secretário da Fazenda de Brizola:
               
1. A história do Bode todos conhecem. Uma confusão numa sala e alguém coloca um bode espalhando fedor. Todos se unem para tirar o bode da sala. E a confusão cessa.
               
2. Sem resposta para as crise política, econômica, moral e social, a cada 15 dias Dilma e seu entorno vazam ou destacam um assunto de impacto para desviar a atenção do distinto público. A cada 15 dias colocam um bode na sala e depois o retiram para aliviar a confusão.
               
3. Informada dos números do PIB, que seriam informados dias depois pelo IBGE, Dilma e seu entorno trouxeram para a sala um novo Bode. Dessa vez de cheiro insuportável. A confusão na sala foi direcionada para o Bode, ou seja, a volta da CPMF.
              
4. Imediatamente o "vazamento" da informação mobilizou a imprensa, políticos, empresários, as redes sociais, etc., e se perfilou ao lado do PIB que viria.
            
5. O PT, viciado em criar tributos, voltou à tribuna. Dilma telefonou para os governadores quebrados que, ingenuamente, prestaram culto ao Bode de ouro.
           
6. O próximo passo do Bode será preparar o texto da emenda constitucional e apresentá-lo à nação como o único caminho para um "efetivo ajuste fiscal", supostamente criando constrangimento para os críticos do Bode.
          
7. Quanto mais tempo o Bode e seu insuportável cheiro ficarem na sala, melhor. Mais forte será o impacto quando ele for retirado. A oposição terá seu tempo e atenção desviados para o blefe. E quando o Bode sair, achará que foi uma grande vitória.
         
8. Dilma e seu entorno sabem que o cronograma do Bode não poderá ser arrastado por muito tempo. E, por isso, prevendo a retirada do Bode de ouro, já posicionaram próximo à sala um Bode de barba: a pré-candidatura de Lula a presidente em 2018.
        

9. E o circo segue: "Bye Bye Brasil"!

Congresso terá de achar saída para o rombo do Orçamento

O jornal Valor de hoje informa que o governo de Dilma Rousseff abriu mão da coordenação política, adotou uma visão de ajustes da economia em tudo oposta à que pregou na campanha eleitoral e agora abdicou da tarefa de apresentar um Orçamento equilibrado, entregando-a ao Congresso, após não encontrar consenso interno sobre o melhor caminho a seguir. A análise do jornal chamou a atenção do leitor Roberto Selistre, que está em Viena e acompanha tudo pela Web. Ele mandou cópia que vai a seguir. O jornal é de hoje, terça-feira:

A saída mais confortável para o governo era criar a CPMF, mas ela foi rechaçada liminarmente pelo vice-presidente Michel Temer (PMDB), por empresários, pelos líderes partidários e por boa parte dos governadores.

Há um leque de significados na renúncia a confeccionar um Orçamento sem superávit primário - que é do que se trata, já que o Brasil coleciona déficits nominais ao longo dos anos, pelo peso de sua peculiar carga de juros. O primeiro deles é que, ao acertar as contas e fazê-las corretamente, o ministro Joaquim Levy indicouque a contabilidade pública tornou-se um horror que nem mesmo os mais pessimistas tinham sido capazesde prever. Ao pagar tudo como se deve, especialmente os subsídios a empréstimos do BNDES (PSI) as contas simplesmente não fecham, apesar dos sucessivos recuos das pretensões. Em espaço de dois meses, a meta de economia primária caiu de 1,13% do PIB para 0,1% este ano, que terá quase certamente um déficit.

Para 2016, sabe-se agora da previsão de novo rombo- sempre levando-se em conta a decisão política de até aonde levar os cortes.

Esse é o segundo ponto. A Fazenda tinha a intenção de uma "reestruturação fiscal", com persistência do ajuste e mais cortes. Há espaço para isso, porque as receitas serão mais favoráveis no ano que vem. Não pela recuperação da economia, mas por um abrandamento da recessão, e pelo pacote de ajuste suavizado que passou pelo Congresso, com acréscimos da ordem de R$ 11 bilhões, com a reoneração da folha de pagamento - e o fim da equalização à Previdência pelo Tesouro.
A presidente e seus aliados, porém, consideram que os cortes já chegaram ao máximo que poderiam, mal decorridos 8 meses do segundo mandato. Quis encerrar a história tapando o rombo quase integralmente com a CPMF e, se possível, obtendo recursos extras para políticas anticíclicas. Como esse recurso foi bloqueado politicamente, o governo não se comprometeu com mais austeridade e entregou a decisão ao Congresso.

Esse lance político pode ser visto como uma tentativa de dividir o ônus de medidas impopulares com
deputados e senadores, ou até mesmo como um chamado à razão de um Parlamento rebelde, feito na forma de apresentação de contas "realistas" que não deixam dúvida quanto ao desastre ocorrido.

O resultado da manobra ainda está indefinido, mas as chances de sucesso não parecem ser grandes. Areceita de ajuste inicial entregue ao Congresso, no início do ano, foi abrandada, especialmente em medidas que atingiam os trabalhadores, embora se tratasse de exageros evidentes, como no caso da pensão por morte e seguro desemprego.

Além disso, até pelo menos vislumbrar o deprimente raio X das contas públicas, os partidos no Congresso estavam mais interessados em restringir ao máximo a capacidade de ação da presidente e obter vantagens mais substanciais em troca do apoio político. A Agenda Brasil, supondo-se que seja séria, e não expediente provisório para mostrar que PMDB e PT fazem parte do mesmo governo, vai mais na direção de limitar gastos do que de expandi-los. PT, PMDB e as legendas que formavam a base governista, são mais propensas a aumentar despesas. Dividir a responsabilidade com o Congresso, que tem poderes sobre o Orçamento, pode ser a única saída para um

Paraná Pesquisas avaliará intenções de votos em Porto Alegre

Em outubro o Instituto Paraná Pesquisas fará nova pesquisa de intenções de votos em Porto Alegre. Foi o que disse esta manhã ao editor o diretor do instituto, Murilo Hidalgo.

Chapa Yeda-Kevin poderá sair em Porto Alegre

Já existem tucanos e progressistas de grossa plumagem que trabalham por uma chapa Yeda-Kevin Krieger para a prefeitura de Porto Alegre.

Tucanos gaúchos farão apelo, hoje, para que Yeda seja candidata a prefeito de Porto Alegre

Yeda Crusius será o principal personagem da reunião-almoço que 80 tucanos farão ao meio dia no restaurante Copacabana, Porto Alegre.

São setores do PSDB que querem vê-la candidata a prefeito de Porto Alegre no ano que vem.

O verdadeiro caos em que mergulharam as finanças públicas e a administração estadual, tudo consequência da herança maldita deixada pelo governo Tarso Genro, infla as condições políticas e eleitorais de Yeda, em cujo governo foi alcançado o chamado déficit zero e controladas as finanças públicas, mesmo sob fogo cruzado do PT, então muito forte, e do governo Lula.

O PSDB está sob intervenção federal, mas os tucanos descontentes são maioria e foram derrubados pela força dos cargos para os quais foram eleitos no diretório estadual e da capital, ambos sob intervenção. Eles acham que o Partido não pode manter essa situação esdrúxula e vexatória até as eleições do ano que vem.

LIVRO CABO DE GUERRA - Um reparte de livrarias, 30 exemplares, ainda está disponível para venda aos leitores. Em 490 páginas, o livro do editor conta em detalhes o que foi o governo Yeda, inclusive a história completa do déficit zero. São R$ 75,00. Pedidos via polibioadolfobraga@gmail.com ou polibio.braga@uol.com.br Entrega grátis em 24h em Porto Alegre e em 72h em qualquer parte do País. 

Desânimo se espalha pelo ministério de Dilma

O texto a seguir está no blog de Josias Souza, UOL, e revela bem o desconforto de alguns ministros de Dilma Roussef. O editor tem registrado informações semelhantes. O que muita gente considera em Brasília é que Dilma foi jogada ao mar até mesmo pelo PT, que quer vê-la longe do Planalto para salvar uma possível nova eleição de Lula, porque com o atual governo suas chances são iguais a zero. 

Leia o post de Josias (a ilustração ao lado é do blog do jornalista):

Em conversa com o blog, na noite desta segunda-feira, um dos ministros de Dilma Rousseff desabafou: “Hoje, há dois tipos de ministros em Brasília: os que administram a crise e os que são administrados por ela. Joaquim Levy e Nelson Barbosa, os gestores da crise, batem cabeça. Os demais quebram a cabeça procurando maneiras de gerenciar a escassez. A grande maioria administra o nada, sabendo que terá nada menos alguma coisa depois que Fazenda e Planejamento chegarem a algum tipo de acordo.”


O auxiliar de Dilma falou com o repórter sob o compromisso de não ter o nome revelado. Contou que o desânimo se espraia pelo primeiro escalão do governo. “Quando aceitei participar do elenco do segundo mandato da presidenta Dilma, sabia que não seria o protagonista. Mas não imaginei que viraria figurante de um filme sem roteiro, mal dirigido e com orçamento deficitário. Pensei em pedir para sair. Fui aconselhado a que ninguém sabe se chegará ao final. Pensei em pedir para sair. Fui aconselhado a ficar. Isso foi há um mês. Desde então, meus dias são feitos de arrependimento.”

Decisão judicial inaceitável obriga Banrisul a não cobrar devedores

A medida privilegia 300 mil funcionários públicos que recebem seus salários via Banrisul. O banco vai recorrer. Não se sabe o que pensa disto o Banco Central. 

A direção do Banrisul afirmou na tarde desta segunda-feira que está cumprindo a decisão judicial que proíbe a cobrança de dívidas de servidores que tiveram os salários parcelados. A liminar, que teve origem em uma ação da Defensoria Pública do Estado, inclui valores referentes a empréstimos ou operações bancárias, como uso de cheque especial, valores devidos a título de consórcios e dívidas de cartões de crédito, além de pagamentos de dívidas com o Banrisul através de boletos.

A movimentação da Defensoria Pública e a decisão judicial não se sustentarão porque são indevidas e retiram do banco sua condição de competitividade, comprometendo gravemente sua posição no mercado e saúde financeira.

Este é um dos mais curtos caminhos para acabar com o Banrisul.

A decisão não atinge nenhum dos outros bancos que trabalham com os funcionários estaduais, sequer Banco do Brasil ou Caixa Federal. 

Greve geral do funcionalismo retira policiais e brigadianos das ruas do RS

Muitos brigadianos e servidores usam as redes sociais para protestar. A brigadiana Viviane Contessa, vem fazendo postagens, como a da foto ao lado, para dizer que sem salário a ordem é comer ovo com arroz. No seu Facebook (CLIQUE AQUI para ver) ela produz postagens consistentes e democráticas contra o parcelamento decidido por Sartori. Vale a pena acompanhar



A greve geral do funcionalismo estadual (menos Legislativo, Judiciário, MPE, TCE, estatais e fundações, que receberam salários em dia) é muito forte em todo o Estado, paralisando policiais, brigadianos, professores, agentes penitenciários, profissionais da saúde e servidores.

As tropas da Brigada estão aquarteladas em todo o Estado. O número de policiais militares nas ruas é muito reduzido.

Ontem a noite, pequeno grupo de manifestantes foi até a avenida Diário de Notícias, residência do governador, para protestar. Não houve incidente.


Comissão de Ética cassa Bassegio. Ele avisa aos colegas deputados: "Não vou cair sozinho".

Foi por unanimidade a decisão de ontem a noite da Comissão de Ética da Assembléia, que decidiu cassar o mandato do deputado Diógenes Bassegio, PDT. O caso irá ainda para outra Comissão, antes de ser levado ao plenário.

Basegio é acusado de contratar funcionária fantasma e de fraudes para obter vantagens em ressarcimentos feitos pela Assembleia.

Em tom de ameaça, ao final da sessão, o deputado avisou que a partir de agora vai falar. 

É o que se espera.

Há algum tempo ele avisa que não cairá sozinho. 

Botijão de gás aumentará 15% a partir de amanhã

O botijão de gás terá aumento de 15% a partir de amanhã.

Delegados federais de 16 Estados entregam cargos em ato coletivo

Delegados federais do Distrito Federal e de mais 16 Estados, entregaram seus cargos à direção geral da PF. O ato foi coletivo e recebeu centenas de assinaturas de apoio.

A entidade que representa os delegados, informou em seu site que se trata de um protesto  pela falta de regulamentação da lei que manda pagar indenização de fronteira, falta de pessoal e desvalorização salarial.

Os delegados também querem a aprovação da PEC 443, que põe fim no tratamento diferenciado entre as carreiras jurídicas do Estado.

83% dos brasileiros acham que Dilma e Lula sabiam de tudo. 66,3% acham que Lula acabará na cadeia.

O editor recebeu ontem cópia da pesquisa exclusiva que o Instituto Paraná Pesquisas produziu para a revista Veja, publicada agora pelo site, pela qual fica claro que para 83% dos brasileiros Dilma sabia do petrolão. O número só é menor do que o de Lula, porque neste caso 84% pensam deste modo. De acordo com 75,7% dos entrevistados, caberia à presidente pedir desculpas pela corrupção

No seu site, Veja revela que a corrupção colou na imagem que os brasileiros têm da presidente Dilma Rousseff. 

Leia mais:

Um levantamento feito pelo Instituto Paraná Pesquisas revelou que 83,5% dos entrevistados acreditam que ela sabia dos esquemas de corrupção na Petrobras desvendados pela Operação Lava Jato. O índice chega a 86,3% na região Sudeste e cai para 78% no Nordeste. De acordo com 75,7%, diante da corrupção na Petrobras e no governo federal revelada pela justiça federal, caberia à presidente fazer um pedido de desculpas ao país.
O ex-presidente Lula também foi contaminado pelo escândalo. Para 84,2% dos entrevistados, ele também sabia dos desvios na estatal. Os índices oscilam entre 87,3% no Sudeste e 76,9% no Nordeste. Apesar da convicção ser predominante, 66,3% acham que Lula não será preso na operação. Para 65,6%, as investigações correm o risco de acabar em pizza. Outros 24,6% discordam que a operação terá desse desfecho. Quanto ao que foi apurado até o momento pela operação, 47,2% acham que há muita corrupção que nem virá a público e 45,9% dizem que ainda há muita corrupção a ser apurada e trazida a público. Apenas 5,9% acham que a maior parte da corrupção já foi investigada e divulgada.
O estudo mostra que a falta de fiscalização dos tribunais competentes (42,9%), o governo (26%) e os partidos políticos e campanhas eleitorais (13,3%) são os principais responsáveis pelo petrolão.
A pesquisa também testou a popularidade do juiz Sergio Moro: 16,8% dos entrevistados souberam citar o nome do juiz federal que comanda a Lava Jato, índice que sobe para 26% no sul do país. Os números traduzem ainda o desejo da população de ver punidos os envolvidos. Para 54,2%, as prisões ordenadas até o momento são penas leves, outros 40,6% dizem serem justas e apenas 3,8% disseram ver exagero nas medidas. Em relação às delações premiadas, 55% defendem o método como forma de os investigados contribuírem com a justiça e 37,5% são contra. Sobre a confiabilidade das informações dos delatores, 34,6% as classificam como confiáveis, enquanto 50,5% afirmam não confiar nas declarações dos envolvidos.

O universo da pesquisa é de 2.060 pessoas, estratificadas por sexo, faixa etária, escolaridade e posição geográfica. Foram colhidas entrevistas pessoais com habitantes maiores de 16 anos em 23 Estados e Distrito Federal e 154 municípios brasileiros entre os dias 24 a 27 de agosto deste ano. O grau de confiança é de 95% para uma margem estimada de erro de dois pontos percentuais. O instituto Paraná Pesquisas está registrado no Conselho Regional de Estatística da 3ª Região sob o nº 6288/10 e é filiado à Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (ABEP) desde 2003. Para a seleção da amostra, foi usado o método de amostragem estratificada proporcional conforme o mapeamento do Brasil nas cinco regiões (Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul), segundo o IBGE. Dentro de cada região, agruparam-se os municípios em grupos homogêneos para a estratificação proporcional final da amostra.

Líder do PMDB na Assembléia acusa: "Eles (alguns servidores públicos) são uns vadios'

O editor recebeu ontem a noite uma cópia das declarações do deputado estadual Álvaro Boessio, líder do PMDB na Assembléia, que atacou os servidores públicos estaduais numa entrevista que concedeu pasra a rádio Spaço FM, de Farroupilha, RS. O líder do PMDB na Assembleia Legislativa criticou fortemente parte dos servidores estaduais, no primeiro dia da greve do funcionalismo,que começou ontem, tudo em protesto pelos atrasos nos pagamentos dos seus salários. O que disse o deputado:

 - Eu era um grande defensor de concurso público. Hoje penso totalmente ao contrário. Hoje tem alguns servidores, não todos, que são vadios. Os professores, então... Temos 80 mil no Estado e hoje tem 40 mil trabalhando. Outros estão em licença premium, atestado..."

Questionado por um ouvinte se aceitaria contribuir com parte do salário de deputado para ajudar o governo do Estado em tempos de crise, ele descartou. Para Boessio, o "belo salário" dos deputados não faria tanta diferença por serem poucos parlamentares. "Os deputados fazem sua parte, estão brigando para reduzir as suas coisas", definiu.


De acordo com o parlamentar, boa parte do funcionalismo "não corresponde e, depois que está no cargo há tempos quer mandar mais que deputados". Ele foi especialmente crítico aos profissionais do ensino.

Setembro abre com muitas nuvens e até chuvas esparsas no RS

A manhã (8h18min nese momento) abriu com muitas nuvens em Porto Alegre. O cenásrio é parecido em todo o Estado, inclusive com a ocorrência de  chuva irregular em diversas regiões, até forte e com trovoadas em setores localizados, mas a instabilidade será pouco organizada e o sol aparecerá em muitas áreas já de manhã. No decorrer do dia, a chuva avança para o Norte do Estado enquanto do Centro para o Sul a cobertura de nuvens diminui com sol e nuvens. 

Ar mais frio ingressa, acompanhado de vento moderado.

As mínimas irão dos 6°C em São José dos Ausentes aos 7°C em Vacaria. As máximas, por sua vez, podem chegar a 23°C em Santa Rosa. Em Porto Alegre, os termômetros variam entre 11°C e 21°C.

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