Valim é o novo CEO da Nextel Brasil

A Nextel Brasil anunciou hoje a contratação de Francisco Valim como seu novo presidente. O executivo gaúcho acumula experiências em grandes empresas como Oi, Serasa Experian e NET, entre outras, e vem com a missão de conduzir os negócios da Nextel e liderar as operações diárias da operadora.


Valim substitui Gokul Hemmady, que estava na presidência da operadora desde 2012 e que foi responsável pelo lançamento dos serviços 3G e a expansão da Nextel no mercado brasileiro.


Segundo a empresa, a mudança na gestão da companhia foi planejada desde a conclusão do processo de reestruturação da NII Holdings, no final de junho. Com o foco voltado para a operação brasileira, os novos acionistas da NII Holdings optaram pela nomeação de um CEO também brasileiro.

- Valim estará em Porto Alegre no próximo dia 1º de setembro participando do Congresso de Marketing, uma das principais agendas no calendário anual da ADVB/RS, no Teatro do Bourbon Country.

Em entrevista exclusiva para Zero Hora, Sartori diz que não tem plano B para falha da proposta de aumento do ICMS

Na entrevista a seguir para a editora de Política do jornal Zero Hora, o governador José Ivo Sartori avisou: "Vou fazer o que precisa ser feito". Embora não tenha ficado claro tudo o que ele acha que deve ser feito, parece bem elaborado o discurso atual do governador, que segue a máxima de Jack, o Estripador, que costumava 'ir por partes". Os engenheiros e economistas conhecem bem o estilo "stop by stop".

Leia:

Governador do RS confirmou que não tem plano B para o caso de o aumento de ICMS ser rejeitado

Eram pouco mais de 16h desta segunda-feira quando o governador José Ivo Sartori entrou no gabinete da ala residencial do Piratini para a primeira entrevista exclusiva depois do envio do projeto de aumento do ICMS à Assembleia. Disse que a crise não lhe tira o sono, mas que dorme pouco porque está trabalhando demais. Em uma hora e 15 minutos de conversa, na qual respondeu inclusive a quatro perguntas de leitores (leia abaixo), Sartori confirmou que não tem plano B para o caso de o aumento de ICMS ser rejeitado e admitiu que, nessa hipótese, há risco de colapso dos serviços públicos. Pediu compreensão aos servidores, que deverão sofrer com novo atraso nos salários.
  
A crise do Estado lhe tira o sono?
Sempre tive dificuldades para dormir, mas, ultimamente, até não posso me queixar. Não me tira a alegria, nem a disposição, nem mesmo sono. Evidentemente que o sono é mais reduzido, porque tem de trabalhar mais também.

O senhor está trabalhando quantas horas por dia?
No mínimo 10 horas por dia. Às vezes, vai um pouco mais longe, a 12 ou 14 horas. Depende.

Se o senhor soubesse exatamente os problemas que iria encontrar, teria sido candidato?
Ser candidato não é apenas uma questão de saber se o Estado está bem ou se está mal. A candidatura veio por uma necessidade, por um conjunto de situações. Teve uma questão local, partidária. Pesou muito a administração de Caxias do Sul e também um pouco a minha vida, minha história. Sabia das condições reais, financeiras, do Estado. Atitude a gente tem de ter e, quando assumi, assumi para valer. Acho que foi por isso que não prometi nada para ninguém, mesmo que digam que não tinha proposta nenhuma.

Na campanha o senhor dizia que só proporia aumento de ICMS se a sociedade pedisse. Até onde se sabe, não tem ninguém pedindo aumento de imposto. Como explica essa mudança para os seus eleitores?
Não é uma questão de vontade nem de incoerência. É uma questão de necessidade, mesmo que isso represente apenas um terço das possibilidades de equilibrar as finanças do Rio Grande do Sul.

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“É incompreensível não usar os depósitos judiciais”, diz o irrelevante governador do RS,Tarso Genro.

Devido a sua irrelevância, o editor publica a seguir a entrevista concedida pelo ex-governador Tarso Genro para a repórter Lívia Araújo, Jornal do Comércio. O líder do PT do RS continua demonstrando que não aprendeu nada durante o período em que governou o Estado, mas também continua demonstrando que não esqueceu nada. 

A boa notícia é que Tarso não quer mais enfrentar as urnas, o que significa que os gaúchos e brasileiros estão livres dele em cargos que exigem eleições, como vereador, prefeito, governador, deputado, senador e presidente.

Ele não falou em cargos diferentes, de livre nomeação.

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“O governo (Dilma) não sai da crise política sem mudar a agenda econômica”
Desde que deixou o comando do Palácio Piratini, em 1 de janeiro de 2015, o ex-governador Tarso Genro (PT) tem passado uma semana por mês no Rio de Janeiro, onde está em conversações com diferentes partidos e lideranças para a articulação nacional de uma frente para discutir "não só o futuro do PT, mas de toda a esquerda".
Tarso tem sido comedido em suas aparições no Estado e na mídia local, mas tem acompanhado as medidas implementadas pelo governador José Ivo Sartori (PMDB). O petista critica o pacote enviado à Assembleia, que inclui projetos de aumento do ICMS. Para ele, a medida "não tem respaldo social" e lança "a recuperação da crise sobre os ombros daqueles que têm menor poder aquisitivo".
Nesta entrevista ao Jornal do Comércio, o ex-governador defende o aumento de 85% para 95% do limite de saque dos depósitos judiciais, medida defendida por deputados da base e da oposição para garantir o pagamento da folha dos servidores. "Os juros são menores do que os pagos à União. É absolutamente incompreensível que não se usem os depósitos judiciais."
Jornal do Comércio - Qual sua avaliação do pacote do ICMS?
Tarso Genro - Esse é o caminho automático que todas as políticas de austeridade tomam. Reduzir despesas sociais, taxa de investimentos e aumentar impostos não adiantam, porque se trata de dar mais carne aos leões. Não se modifica a estrutura da dívida e apenas se agrava a situação do consumidor. Esse recurso fácil, de aumentar impostos, é mais uma vez jogar a recuperação da crise sobre os ombros daqueles que têm menor poder aquisitivo. Uma medida como essa, para ser levada ao Parlamento, precisaria ser discutida com todos os atores sociais. Mas os trabalhadores, sindicatos, associações de moradores, academia, empresários, ninguém foi ouvido. Essa medida não tem respaldo social.
JC - Desde o início do déficit do Estado, todos os governos tiveram um papel nessa situação. Acredita que sua gestão contribuiu para agravá-la ao esgotar os saques do caixa único, por meio do uso dos depósitos judiciais, e a tomada de novos empréstimos?

Tarso - Esse é um recurso que todos os governadores usaram exatamente para poder governar sem ferir direitos dos servidores e do resto da população. O que proporciona agravamento da crise são medidas que não são discutidas com a sociedade e apresentadas como salvadoras, e que já foram experimentadas antes. Sou isento para falar porque meu governo foi o único que diminuiu a dívida com medidas de reestruturação, com..

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Com dólar caro, Gramado atraiu 20% mais turistas em julhio

Com o dólar mais caro, aconteceu em julho o que todos esperavam: os turistas viajaram em massa para a Serra do RS.

A ênfase foi Gramado.

Que continua superlotando.

A secretaria municipal de Turismo contabilizou aumento de 20% no número de visitante, mas o Sindicato do Turismo registrou aumento de 40%.

São turistas com mais dinheiro do que era tradicional.

Eram os que viajavam para o exterior.

Atrações como Snowland (parque de neve, coberto) atraíram muito mais visitas. Neste caso, em julho, foram 40% mais.


Vôos da TAP para Porto Alegre saem e chegam com menos passageiros

O vôo direto da TAP, Lisboa-Porto Alegre, que chegou rigorosamente no horário, ontem as noite, registrou apenas metade da lotação.

Em ambas as classes.

E com mais passageiros estrangeiros do que brasileiros.

O Airbus A 330-200 possui 24 lugares na Business Class e 239 na econômica. Viagens ida e volta custam R$ 15 mil na Executiva e R$ 4.500,00 na econômica.

Tem sido assim desde que a crise ficou mais aguda.

Grécia x Brasil: Um país feliz à base de déficits públicos e inflação?


A Grécia e o Brasil - Editorial do jornal Gazeta do Povo/PR
25/08/2015
Se o governo e os políticos brasileiros estudarem a história da Grécia nos últimos 70 anos e se derem o trabalho de entender como a crise grega se formou, eles poderão extrair lições valiosas sobre as políticas que promovem o progresso e as que levam ao caos econômico e social. Entretanto, para um bom aprendizado é preciso deixar de lado o fanatismo e o viés esquerdizante do qual o Brasil tem dificuldade em se livrar. A primeira lição é que, para melhorar o padrão médio de bem-estar social e, sobretudo, melhorar a situação dos mais pobres – justamente aqueles que a esquerda diz defender –, é necessário haver crescimento econômico. Ou seja, o Produto Interno Bruto (PIB) tem de aumentar.
Vale lembrar que, mesmo com a redução da taxa de natalidade, a população brasileira deve aumentar em torno de 1,6 milhão de habitantes em 2015. Para manter tudo como está, sem elevar a renda média por habitante, o PIB terá de crescer perto de 1%. Para começar, a questão principal na busca pelo desenvolvimento é saber qual política econômica e quais medidas são eficientes para elevar o PIB acima do crescimento populacional.

Varejistas criticam juros altos e pedem que governo "destrave economia"

Os empresários do varejo brasileiro estão sentindo os efeitos da menor confiança do consumidor, da valorização do dólar e do aumento dos juros, o que tem se revertido em menos visitas às lojas e menor gasto médio por cliente, disseram nesta segunda-feira executivos do setor.

A presidente do Instituto de Desenvolvimento do Varejo (IDV) e da varejista de móveis e eletrodomésticos Magazine Luiza, Luiza Trajano, criticou as elevadas taxas de juros adotadas no país, as quais têm dificultado investimentos dos varejistas, segundo ela. "É difícil buscar financiamento com essa taxa de juros tão grande", disse Luiza durante o 18o Fórum de Varejo da América Latina.

"Temos nos reunido com governo, está difícil qualquer tipo de investimento com essa economia travada", disse a executiva. De acordo com a presidente do Magazine Luiza, há no Brasil potencial para o consumo no longo prazo, uma vez que as desigualdades do país permanecem.

"O consumo não acabou, o que está acabando é o nível de confiança das pessoas”, disse Trajano, citando que apenas 54 por cento dos brasileiros têm geladeira e a necessidade de construção de ao menos 20 milhões de casas próprias nos próximos 10 anos, o que gerará maior demanda por eletrodomésticos.

Segundo o presidente do Wal-Mart Brasil, Guilherme Loureiro, a redução da confiança e da renda dos consumidores já está se fazendo sentir na forma de queda na frequência de clientes às lojas, assim como baixa no gasto médio deles.

O executivo comentou que os consumidores têm preferido fazer compras de suprimentos no início do mês, logo após o recebimento do salário, para posteriormente realizarem compras apenas para reposição de produtos básicos.

"A diminuição do número de visitas é grande e o tíquete médio está caindo. O consumidor está buscando ofertas", disse Loureiro. Por isso, a empresa está focando na expansão do formato de hipermercados da marca Todo Dia, de preços mais baixos. A previsão é que ao menos duas lojas dessa bandeira sejam inauguradas este ano no país.

O Wal-Mart também tem se voltado para a redução de custos, uma vez que não pode aumentar os preços, mesmo diante da valorização do dólar contra o real e da alta das tarifas de energia elétrica. De acordo com o executivo, a diminuição das despesas da rede se dá principalmente nos processos logísticos e na integração dos sistemas de lojas das diferentes bandeiras adquiridas pelo grupo nos últimos anos.

"Baixar os custos é a única saída para a gente. Temos que ter política de preços baixos, então temos que reduzir custos", afirmou Loureiro.

Já para Flávio Rocha, presidente da varejista de moda Riachuelo , o momento é difícil, mas o ajuste fiscal promovido pelo governo federal era necessário.

“Você só consegue ser pessimista no Brasil no curto prazo. Quem olhar no longo prazo vê que o Brasil encerrou um ciclo e vai sair um país melhor, mais competitivo", disse ele durante o evento, completando que a empresa não alterou seus planos de expansão para este ano.



Deputado vai à Justiça para se desfiliar do PT "por justa causa"

Após 16 anos no PT, o deputado federal Weliton Prado, eleito por Minas Gerais, entrou com uma ação por justa causa no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para se desfiliar do partido. Ele alega que a sigla não está seguindo o programa partidário e que deixou de lado os interesses da população. Por isso mesmo, o parlamentar diz que não vem votando com a bancada petista.

Prado é da cidade de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, e com a ação tenta trocar de partido sem perder o mandato. O pedido de desfiliação por justa causa, o primeiro do tipo envolvendo o Partido dos Trabalhadores, foi impetrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).



A direção nacional do partido informa não ter sido comunicada sobre a ação. Já nos diretórios do PT de Minas Gerais e de Uberlândia ninguém foi localizado para falar a respeito.

Brasil: taxa de desemprego sobe para 8,3% no 2º trimestre

A fila de desempregados está aumentando no país. A maior procura por trabalho e a menor abertura de novas vagas fizeram a taxa de desocupação subir para 8,3% no segundo trimestre de 2015, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua divulgados nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É maior taxa da série histórica, que teve inicio em 2012. No primeiro trimestre deste ano, o índice foi de 7,9%. Já no segundo trimestre de 2014, a taxa foi de 6,8%.


Em um ano até o segundo trimestre de 2015, 1,587 milhão de brasileiros saíram em busca de um trabalho sem encontrá-lo, aponta a pesquisa. O contingente representa um aumento de 23,5% na população desocupada em relação ao período de abril a junho de 2014. Com isso, o número de desempregados no país já chega a 8,354 milhões o maior número já observado na série, iniciada em 2012. Na comparação com os primeiros três meses do ano, a população desocupada cresceu 5,3%, o que significa 421 mil pessoas a mais atrás de emprego.

Não que o País não tenha gerado vagas. No segundo trimestre, a população ocupada cresceu 0,2% em relação ao período de janeiro a março, uma abertura de 188 mil novos postos. Em relação ao segundo trimestre de 2014, o avanço foi de 0,2%, ou 159 mil vagas criadas.


Expointer abrirá neste final de semana em Esteio

A 38a. Expointer, maior feira agropecuária do RS, abrirá neste final de semana, dia 29, em Esteio. Veja tudo em www.expointer.rs.gov.br

Expoagas abriu hoje na Fiergs. Negócios da feira poderão movimentar R$ 405 milhões.

Começou hoje a 34a. Expoagas, a Convenção Estadual de Supermercados, no Centro de Eventos da Fiergs.

Serão 342 expositores, 42 mil visitantes e negócios aguardados de R$ 405 milhões. O valor é 9% maior do que o apurado no ano passado.

Um aplicativo desenvolvido pela gaúcha 7Taps, permitirá que se acompanhe por celular  as informações sobre o evento, inclusive mapa da feira. É grátis.

Na quinta-feira, a estrela do dia será o ex-ministro Joaquim Barbosa, que falará as 10h30min, mediado pelo jornalista Rogério Mendelszky.


Noblat sugere que Dilma siga o exemplo de Getúlio Vargas. "Entre para a história", sugere o jornalista de O Globo.

"Dilma ainda tem uma chance de sair do governo p/ entrar para a História. Se não aproveitar, não terá sido por falta de aviso”, escreveu o jornalista Ricardo Noblat no Twitter.

O conselho do jornalista é uma referência a Getúlio Vargas, que cometeu suicídio no ano de 1954,

Ontem, os trabalhistas prantearam os 61 anos da morte do presidente.

O suicídio ainda não tinha surgido no cardápio de alternastivas oferecidas a Dilma para cair fora do governo.

A mais popular das sugestões é o impeachment. 

Padilha seria ministro do superministério da Infraestrutura

O ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, que participou da reunião de ontem de manhã na qual Michel Temer entregou para Dilma as funções de articulador político, poderá ocupar o futuro superministério da Infraestrutura, resultado da reforma ministerial que o governo quer fazer e pela qual o número de pastas será reduzido de 39 para 29.

O novo ministério reeditaria modelo igual ao que foi criado por Fernando Collor, reunindo pelo menos Transportes, Aviação Civil e Portos.

PDT faz almoço, hoje, para definir posição sobre pacote de aumento do ICMS

Se votar contra, Juliana poderá ser substituída pelo secretário Burmann. - 


A bancada gaúcha do PDT definirá, hoje, meio dia, em almoço, o que fará sobre o pacote de aumento de impostos protocolado na Assembléia pelo governo Sartori.

A bancada está dividida, mas poderá fechar questão em caso de acerto durante o almoço.

O cenário na bancada de 8 deputados é o seguinte, neste momento:

Posderão votar contra - Regina Becker, Ênio Bacci e Juliana Brizola.
Poderão votar a favor - Ciro Simoni, Diogenes Bassegio, Eduardo Loureiro, Gilmar Sossela e Marlon Santos.

Caso este cenário se confirme, o governo poderá pedir ao secretário Gerson Burmann que assuma no lugar de Juliana Brizola, que é suplente.



Youssef acusa Negromonte, Pizzolatti, Pedro Corrêa e Meurer, todos do PP

Em depoimento que prestou ontem ao juiz Sérgio Moro, o doleiro Alberto Youssef confirmou que passou dinheiro de propina para os líderes do PP, Mario Negromonte, Joao Pizzolatti, Pedro Corrêa e Nelson Meurer. Eram 200.000 reais a 500.000 reais, até 750.000 reais por mês na época da campanha de 2010.

Desta vz, o doleiro não citou mais ninguém do PP.

Amanhã ele irá a acareação com o ex-diretor Paulo Roberto Costa na CPI da Petrobrás, mas o ministro do STF, Teori Zavascki, autorizou-o a ficar calado 

Senador Collor de Melo manobrou para participar da sabatina de Rodrigo Janot

O senador Fernando Collor, que ontem chamou o Procurador Geral da República de "sujeitinho à toa", é líder do bloco União e Força, que agrega o PTB, PR, PSC e PRB, Collor avisou que confrontará Rodrigo Janot amanhã de manhã, quando a Comissão de Constituição e Justiça sabatinará o Procurador, que busca a reeleição. O senador destituiu o senador Douglas Cintra (PTB-PE) que era membro da CCJ e se indicou em seu lugar para compor a suplência da comissão na última terça-feira (18). Já no dia seguinte, ele apresentou um voto em separado contrário à aprovação do nome de Janot, com documentos em desfavor do procurador.

Ele contestou ainda o parecer apresentado pelo senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES) favorável à recondução sob a alegação de que os senadores não possuíam todas as informações necessárias para decidir.

Segundo Collor, Janot omitiu da documentação entregue à CCJ informações sobre a sua conduta, como por exemplo, que é alvo de investigações no TCU (Tribunal de Contas da União) e no próprio Senado, onde tramitariam cinco petições contra o procurador.

O presidente da comissão, senador José Maranhão (PMDB-PB), chegou a acatar as informações apresentadas por Collor mas disse que elas seriam usadas apenas como subsídio para a relatoria porque, como se trata de uma votação secreta, o senador não poderia indicar formalmente o seu voto.


De acordo com senadores próximos a Collor, ele resolveu voltar à comissão para constranger o procurador durante a sabatina. Como suplente, Collor pode participar das discussões mas só terá direito a voto se algum senador do seu bloco estiver ausente. Fazem parte do bloco e são titulares na CCJ os senadores Marcelo Crivella (PRB-RJ), Magno Malta (PR-ES) e Eduardo Amorim (PSC-SE).

Servidores estaduais gaúchos programam greve de quatro dias

Vem aí nova greve do funcionalismo estadual, conforme decisão tomada ontem pelas lideranças das entidades que representam os servidores.

A greve é dos trabalhadores subordinados ao Executivo, que são os que não receberão salários em dias.

Desta vez, a greve será de 4 dias.

Será novo protesto pelo parcelamento salarial e contra o projeto que cria a Lei de Responsabilidade Estadual.

Governo gaúcho dirá só no dia 31 o que fará com os salários do funcionalismo

O governo Ivo Sartori anunciou ontem que só no último dia do mês, dia 31, dirá de que modo parcelará novamente os salários de agosto.

Especulações dentro da secretaria estadual da Fazenda dão conta de que os valores iniciais poderão oscilasr entre o mínimo de R$ 500,00 e o máximo de R$ 1.000,00.

Tempo encoberto e 15 graus neste momento em Porto Alegre. Dia será de frio no RS.

O amanhecer destas tera-feiras é de baixas temperaturas e possibilidade de nevoeiros no RS, sobretudo em cidades da Metade Leste do Rio Grande do Sul. Porto Alegre apesenta-se com tempo encoberto e frio de 15o neste momento, 7h56min. Durante o dia, o ar polar perde força e a tendência é de maior aquecimento com sensação térmica agradável. 

Em parte do Norte e Oeste ar mais quente ingressa provocando abafamento. No Sul e Leste o vento sopra fraco dos quadrantes Leste e Nordeste favorecendo a presença de algumas nuvens. 

As mínimas irão dos  5°C em São José dos Ausentes e 6°C em Vacaria, até as máximas de 26°C em Santa Rosa. Em Porto Alegre, os termômetros variarão entre 10°C e 23°C.

Bolsa de Xangai abre novamente em queda, mas bolsas européias já operam em forte alta

A Bolsa de Xangai já fechou suas operações desta terça. Queda final foi de 7,63%. 


Informações que o editor recebeu agora há pouco de Londres, via Whats App, indicam que a Bolsa de Xangai abriu a manhã novamente em queda, mas na Europa ocorre exatamente o contrário, com franca recuperação na Alemanha (3,5%), frança (3,2%), Itália (3,6%) e Reino Unido (3%).

Sáo dados de 10h53min, horário europeu.

O petróleo registra leve alta no mercado livre, valendo Us$ 43,82 o barril.
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