O Tribunal de Justiça (TJ-RS) deferiu, nesta terça-feira, uma liminar favorável ao município de Porto Alegre, determinando que os recursos designados para a área da saúde, de responsabilidade do Governo do Estado, sejam repassados à prefeitura.
A decisão deu-se a partir do mandado de segurança de autoria do município, em que a prefeitura pediu que fossem efetuados os repasses financeiros mensais na integralidade e sem qualquer redução ou contingenciamento, sob pena de sequestro nas contas do Estado relativo aos valores retidos e multa de 10% sobre os valores não repassados.
Conforme a liminar, os repasses devem ser feitos forma imediata, e, caso não ocorram, a prestação dos serviços de saúde na Capital pode ficar inviabilizada, gerando reflexos em todo o Estado. O Estado será notificado da decisão e terá prazo para prestar informações. A multa requerida pelo município não foi imposta no deferimento da liminar.
PF marca interrogatório de Marcelo Odebrecht
A Polícia Federal marcou o depoimento do presidente da Odebrecht, Marcelo Bahia Odebrecht, para a quinta-feira, 16, às 9h30. O empreiteiro foi preso preventivamente em 19 de junho na etapa Erga Omnes, da Operação Lava Jato.
Na semana passada, a força-tarefa da Lava Jato apresentou à Justiça Federal documentos que, segundo os procuradores da República que investigam o esquema de corrupção na Petrobrás, reforçam a necessidade de manutenção da prisão preventiva do empresário e do ex-vice-presidente institucional da Braskem - petroquímica controlada pela Odebrecht em sociedade com a Petrobras -, Alexandrino Alencar.
Uma delação premiada, de Rafael Ângulo Lopes, suposto carregador de malas de dinheiro do doleiro Alberto Youssef levou os investigadores a essas novas empresas supostamente usadas para pagamentos de propinas. O delator informou como o doleiro, peça central da Lava Jato, entregava dados de contas e recebia os comprovantes de depósitos no exterior supostamente feitos pela empreiteira Odebrecht e pela petroquímica Braskem (controlada pelo grupo), via ex-executivo Alexandrino Salles de Alencar.
A Odebrecht nega taxativamente envolvimento no esquema investigado pela Lava Jato e pagamento de propina.
Na semana passada, a força-tarefa da Lava Jato apresentou à Justiça Federal documentos que, segundo os procuradores da República que investigam o esquema de corrupção na Petrobrás, reforçam a necessidade de manutenção da prisão preventiva do empresário e do ex-vice-presidente institucional da Braskem - petroquímica controlada pela Odebrecht em sociedade com a Petrobras -, Alexandrino Alencar.
Uma delação premiada, de Rafael Ângulo Lopes, suposto carregador de malas de dinheiro do doleiro Alberto Youssef levou os investigadores a essas novas empresas supostamente usadas para pagamentos de propinas. O delator informou como o doleiro, peça central da Lava Jato, entregava dados de contas e recebia os comprovantes de depósitos no exterior supostamente feitos pela empreiteira Odebrecht e pela petroquímica Braskem (controlada pelo grupo), via ex-executivo Alexandrino Salles de Alencar.
A Odebrecht nega taxativamente envolvimento no esquema investigado pela Lava Jato e pagamento de propina.
Dólar é vendido a R$ 3,127; Bovespa em queda de 0,6%
O dólar operava instável frente ao real nesta terça-feira, após as vendas no varejo e os preços de importados nos Estados Unidos recuarem em junho, mas operadores aproveitavam para comprar divisas após quedas relevantes nos dois últimos pregões. Às 10h50, a moeda norte-americana tinha variação negativa de 0,12%, a R$ 3,1270, após cair quase 1% na sessão passada e após perder 3,24% nas últimas duas sessões
Já a Bovespa recuava nesta terça-feira, pressionado particularmente pelo recuo de Petrobras diante da fraqueza dos preços do petróleo, após acordo nuclear entre Irã e potências globais, e correção de baixa da Vale. Às 11h48, o principal índice da Bovespa operava em queda de 0,6%, aos 52.800.
Já a Bovespa recuava nesta terça-feira, pressionado particularmente pelo recuo de Petrobras diante da fraqueza dos preços do petróleo, após acordo nuclear entre Irã e potências globais, e correção de baixa da Vale. Às 11h48, o principal índice da Bovespa operava em queda de 0,6%, aos 52.800.
Governo gaúcho manda novo ajuste fiscal para a Assembléia do RS
O Governo Estadual concluiu o 3º pacote do chamado ajuste fiscal gaúcho, que será protocolado na Assembleia Legislativa do RS antes do recesso do dia 17.
Haverá um 4º pacote que será protocolado no decorrer do 2º semestre de 2015.
Haverá um 4º pacote que será protocolado no decorrer do 2º semestre de 2015.
Agentes da PF deixam apartamento de Collor com malote
Seis agentes da Polícia Federal deixaram o apartamento funcional ocupado pelo senador Fernando Collor (PTB-AL) por volta das 9h40 desta terça-feira, 14, levando um malote. Os agentes saíram depois de cumprirem um mandado de busca e apreensão no imóvel.De acordo com o advogado-geral do Senado, Alberto Cascaes, a PF levou um chaveiro para abrir as portas. "Trouxeram o chaveiro, arrombaram a porta, pegaram o que queriam e foram embora sem dar satisfação", disse o advogado que representa a Casa Legislativa.
A ação no imóvel foi marcada por um bate-boca entre agentes da PF e integrantes da polícia legislativa. De acordo com Cascaes, a PF se recusou a apresentar o mandado de busca à polícia legislativa e não deixou ninguém entrar no apartamento.
PF faz buscas em endereços do ex-ministro Negromonte e do ex-deputado Pizzolatti
Dentro da Operação Politéia, deflagrada nesta terça-feira, , a Polícia Federal também fez buscas e apreensões em endereços ligados ao ex-ministro das Cidades Mário Negromonte, que atualmente é integrante do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCE-BA), e ao ex-deputado federal pelo PP de Santa Catarina João Pizzolatti.
As ações relacionadas a Pizzolatti foram nas casas do ex-deputado, da ex-mulher dele e de um ex-sócio em Santa Catarina. Esse ex-sócio também teve um escritório visitado pelos agentes.
Pizzolatti é suspeito de receber propina no esquema de corrupção da Petrobras, conforme depoimento de delatores. Ele é alvo de quatro inquéritos no Supremo Tribunal Federal, um deles que apura formação de quadrilha.
O doleiro Alberto Youssef, um dos que aceitaram colaborar com as investigações, em troca de redução de pena, afirmou que Pizzolatti compunha o grupo de parlamentares do PP que atuavam na "operacionalização do esquema de corrupção" da Petrobras de forma "estável e perene". O doleiro também disse ter doado R$ 5,5 milhões para a campanha do ex-deputado em 2010.
Negromonte, que era filiado ao PP e foi ministro das Cidades do governo Dilma Rousseff entre 2011 e 2012, é acusado pelo doleiro Alberto Youssef de chefiar um esquema ilícito na pasta envolvendo o rastreamento veicular. O Ministério das Cidades é responsável pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).
As ações relacionadas a Pizzolatti foram nas casas do ex-deputado, da ex-mulher dele e de um ex-sócio em Santa Catarina. Esse ex-sócio também teve um escritório visitado pelos agentes.
Pizzolatti é suspeito de receber propina no esquema de corrupção da Petrobras, conforme depoimento de delatores. Ele é alvo de quatro inquéritos no Supremo Tribunal Federal, um deles que apura formação de quadrilha.
O doleiro Alberto Youssef, um dos que aceitaram colaborar com as investigações, em troca de redução de pena, afirmou que Pizzolatti compunha o grupo de parlamentares do PP que atuavam na "operacionalização do esquema de corrupção" da Petrobras de forma "estável e perene". O doleiro também disse ter doado R$ 5,5 milhões para a campanha do ex-deputado em 2010.
Negromonte, que era filiado ao PP e foi ministro das Cidades do governo Dilma Rousseff entre 2011 e 2012, é acusado pelo doleiro Alberto Youssef de chefiar um esquema ilícito na pasta envolvendo o rastreamento veicular. O Ministério das Cidades é responsável pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).
ArcelorMittal pode parar produção em novo laminador por causa da crise brasileira
O presidente da ArcelorMIttal Aços Longos para Américas Central e do Sul, Jefferson de Paula, disse que o novo laminador da companhia, que iniciou sua operação mês passado e que consumiu investimentos da ordem de cerca de US$ 270 milhões, poderá parar por um período de um a dois anos diante da fraca atividade do país e que tem puxado para baixo a demanda por aço longo no Brasil.
"Em 2011, 2012, estávamos operando com 95% de capacidade das nossas plantas e estimamos que, da forma que vinha o mercado, precisaríamos em 2015 de mais 600 mil toneladas para manter nosso market share", disse, em apresentação do 26º Congresso Brasileiro do Aço. A expectativa não se confirmou e hoje, disse, as usinas de aço longo operam, na média, com o uso de 60% da capacidade.
"Em 2011, 2012, estávamos operando com 95% de capacidade das nossas plantas e estimamos que, da forma que vinha o mercado, precisaríamos em 2015 de mais 600 mil toneladas para manter nosso market share", disse, em apresentação do 26º Congresso Brasileiro do Aço. A expectativa não se confirmou e hoje, disse, as usinas de aço longo operam, na média, com o uso de 60% da capacidade.
Comércio tem queda de 4,5% em maio, a maior desde 2003
As vendas do comércio brasileiro tiveram queda de 4,5% em maio comparado com o mesmo mês de 2014. É a maior, considerando todos os meses, desde agosto de 2003 (-5,7%). Os dados foram divulgados nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Na passagem de maio para abril, o recuo foi de 0,9%, o mais intenso para o mês desde 2001. Naquele ano, a queda também foi de 0,9%, segundo o instituto. Levando em conta apenas os meses de maio, a retração foi a mais intensa desde 2003 (-6,2%).
No varejo ampliado, que inclui veículos e materiais de construção, a queda de 1,8% em maio ante abril, além de ser a sexta consecutiva, é a mais intensa para o mês desde o início da série, em 2003, apontou o IBGE. Já o recuo de 10,4% em relação a maio de 2014 é o 12º seguido e idêntico ao observado em fevereiro deste ano (-10,4%).
Na passagem de maio para abril, o recuo foi de 0,9%, o mais intenso para o mês desde 2001. Naquele ano, a queda também foi de 0,9%, segundo o instituto. Levando em conta apenas os meses de maio, a retração foi a mais intensa desde 2003 (-6,2%).
No varejo ampliado, que inclui veículos e materiais de construção, a queda de 1,8% em maio ante abril, além de ser a sexta consecutiva, é a mais intensa para o mês desde o início da série, em 2003, apontou o IBGE. Já o recuo de 10,4% em relação a maio de 2014 é o 12º seguido e idêntico ao observado em fevereiro deste ano (-10,4%).
Governo Sartori parcela dívida do DIFA.
A secretaria da fazenda decidiu baixar instrução
normativa parcelando em até 5 anos os valores devidos pelas micro e pequenas
empresas que não pagaram o DIFA nos últimos 2 anos. Trata-se o chamado Imposto
de Fronteira, diferencial de 5% suplementar de alíquota do ICMS sobre compras
feitas em outros estados.
A medida atende em parte as reivindicações dos
varejistas, mas o que eles querem de verdade é a extinção do DIFA.
Polícia Federal faz buscas e apreensões nas casas dos senadores Collor e Ciro Nogueira. BR Distribuidora também é visitada pela Polícia.
Na reportagem a seguir da Folha, assinada por Natuza Nery, Gabriel Mascarenhas, Andréia Sadi e Márcio Falcão, são detalhados os pormenores da execução de mandatos de busca e apreensão nas casas e escritórios dos senadores Fernando Collor de Mello (PTB-AL) e Ciro
Nogueira (PP-PI). Els foram alvos de nova fase da Operação Lava Jato, deflagrada nesta
terça-feira (14). A BR Distribuidora, uma subsidiária da Petrobras, também
foi alvo da operação.
Leia toda a reportagem do UOL:
Assumiu a liderança do partido após a rebelião contra Mario Negromonte no PP. Participou de reunião com Paulo Roberto Costa em que o PP comunicou o afastamento de Youssef.
Após Ciro Nogueira assumir a liderança do partido, reuniu-se com ele e outros líderes do partido num hotel no Rio, em janeiro de 2012. Aguinaldo Ribeiro, Arthur Lira e Eduardo da Fonte participaram da reunião. Disseram que haviam perdido a confiança em Alberto Youssef e que outra pessoa passaria a ser responsável pela distribuição do dinheiro da propina. Não soube dizer quem. Passou a decidir a divisão do dinheiro após assumir o comando do partido
Fez depósitos e entregou dinheiro a Collor a pedido de Pedro Paulo Leoni Ramos, em São Paulo e Alagoas. Houve entregas de R$ 200 mil a R$ 300 mil em espécie. Um funcionário de Youssef recolheu R$ 3 milhões em postos de combustível de uma rede da qual o BTG era sócio e que mudou para a bandeira da BR Distribuidora. O PP recebeu propina de US$ 2 milhões em Hong Kong por ter apoiado essa transação
A Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão
nas residências de Collor em Brasília e em Alagoas. Os policiais também foram à
TV Gazeta,afiliada da TV Globo no Estado nordestino, que pertence à família de
Collor; ele é um dos principais acionistas.
O ex-presidente foi citado na delação premiada do doleiro
Alberto Youssef como um dos beneficiários do esquema de corrupção na Petrobras.
Ele também foi citado pelo dono da UTC, Ricardo Pessoa, em seu depoimento à
Justiça.
Outro citado por Pessoa foi Ciro Nogueira, que é
presidente nacional do PP.
Oempreiteiro afirma ter pago R$ 20 milhões a Collor
entre 2010 e 2012 em troca da influência do senador em negócios com a BR
Distribuidora e R$ 2 milhões a Nogueira. O senador do PP também foi citado pelo
ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa em delação premiada.
Segundo a Folha apurou, os policiais foram à
distribuidora da Petrobras atrás de documentos que possam ligar a companhia de
distribuição a casos de corrupção delatados pelo doleiro Youssef e outros
presos da Lava Jato.
O QUE DISSE YOUSSEFF
O QUE DISSE COSTA
O QUE DISSE COSTA
Ciro Nogueira (PP-PI)
Recebia pagamentos mensais do esquema e era um dos
líderes que decidiam como distribuir os recursos no PP
Assumiu a liderança do partido após a rebelião contra Mario Negromonte no PP. Participou de reunião com Paulo Roberto Costa em que o PP comunicou o afastamento de Youssef.
Após Ciro Nogueira assumir a liderança do partido, reuniu-se com ele e outros líderes do partido num hotel no Rio, em janeiro de 2012. Aguinaldo Ribeiro, Arthur Lira e Eduardo da Fonte participaram da reunião. Disseram que haviam perdido a confiança em Alberto Youssef e que outra pessoa passaria a ser responsável pela distribuição do dinheiro da propina. Não soube dizer quem. Passou a decidir a divisão do dinheiro após assumir o comando do partido
Fernando Collor de Melo (PTB-AL)
Recebeu pagamentos frequentes do esquema, incluindo propina
cobrada num contrato da BR Distribuidora
Fez depósitos e entregou dinheiro a Collor a pedido de Pedro Paulo Leoni Ramos, em São Paulo e Alagoas. Houve entregas de R$ 200 mil a R$ 300 mil em espécie. Um funcionário de Youssef recolheu R$ 3 milhões em postos de combustível de uma rede da qual o BTG era sócio e que mudou para a bandeira da BR Distribuidora. O PP recebeu propina de US$ 2 milhões em Hong Kong por ter apoiado essa transação
Ao todo, a polícia cumpre nesta terça 53 mandados de
busca e apreensão –no Distrito Federal (12), na Bahia (11), em Pernambuco (8),
em Alagoas (7), em Santa Catarina (5), no Rio (5) e em São Paulo (5) –
expedidos pelos ministros do Supremo Tribunal Federal Teori Zawascki, Celso de
Mello e Ricardo Lewandowski, referentes a seis processos instaurados a partir
de provas obtidas na Operação Lava Jato.
Não há prisões previstas.
As buscas ocorrem na residência de investigados, em seus
endereços funcionais, sedes de empresas, em escritórios de advocacia e órgãos
públicos.
Segundo a Folha apurou, as ações atingem
políticos com mandato; alguns deles atuam no Congresso Nacional.
Essa operação –considerada uma "filhote" da
Lava Lato– chama-se Politeia e refere-se aos inquéritos que correm no STF e
envolvem suspeitos com foro privilegiado. Por isso não estão na Justiça Federal
no Paraná, em Curitiba, onde fica o QG das investigações sobre os desvios na
Petrobras.
Politeia é o nome dado pelo filósofo ateniense Platão
(428/27 a.C.-348/47 a.C.) à ideia de uma cidade em que as virtudes éticas
deveriam imperar sobre a corrupção, como citado em seu clássico "A
República".
APREENSÃO DE BENS
Em nota divulgada nesta terça, o procurador-geral da
República, Rodrigo Janot, afirmou que a operação tem como objetivo garantir a
apreensão de bens adquiridos com supostas práticas criminosas.
"As medidas são necessárias ao esclarecimento dos
fatos investigados no âmbito do STF, sendo que algumas se destinaram a garantir
a apreensão de bens adquiridos com possível prática criminosa e outras a
resguardar provas relevantes que poderiam ser destruídas caso não fossem
apreendidas", afirmou o procurador-geral.
Segundo ele, as medidas ora executadas refletem uma
atuação firme e responsável do Ministério Público Federal em busca dos
esclarecimentos dos fatos.
OUTRO LADO
Advogado se Ciro, Antonio Carlos de Almeida Castro diz
que a busca era desnecessária.
"O Senador se colocou à disposição, ofereceu seus
sigilos, prestou depoimento. Infelizmente no Brasil de hoje os atos invasivos
passam a ser a regra", disse.
A reportagem ainda não conseguiu contato com a defesa de
Collor. O senador sempre negou as acusações.
Famurs vai a Sartori por dinheiro para a saúde
O novo presidente da Famurs, Luiz Carlos Folador, que é do PT, falará amanhã com o governador Sartori. Ele quer que o governo pague R$ 235 milhões devidos a hospitais e programas de saúde. O valor foi caloteado pelo governo Tarso.
Na sexta-feira a noite, no Sheraton, falando para médicos, o secretário da Saúde, João Gabbardo, denunciou os valores cobrados pelos hospitais:
- No governo anterior (Tarso, PT) o governo entregava o dinheiro para os hospitais e não conferia as contrapartidas dos contratos, não sabendo se a prestação de serviço era a contratada.
Isto mudou.
O secretário acha que boa parte da grita atual deve-se à mudança.
Não se sabe o que diz o TCE disso tudo.
Na sexta-feira a noite, no Sheraton, falando para médicos, o secretário da Saúde, João Gabbardo, denunciou os valores cobrados pelos hospitais:
- No governo anterior (Tarso, PT) o governo entregava o dinheiro para os hospitais e não conferia as contrapartidas dos contratos, não sabendo se a prestação de serviço era a contratada.
Isto mudou.
O secretário acha que boa parte da grita atual deve-se à mudança.
Não se sabe o que diz o TCE disso tudo.
Biolchi diz que Sartori só fará privatizações em 2016
O chefe da Casa Civil de Sartori, Márcio Biolchi, admitiu em entrevista, ontem, para a jornalista Fernanda Nascimento, Jornal do Comércio, que o assunto "privatizações" só entrará na pauta do governo em 2016.
Ele não falou em aumento do ICMS, que será a grande agenda do segundo semestre.
CLIQUE AQUI para ler a entrevista de duas páginas. O leitor precisa estar atento, porque Biolchi é muito habilidoso, sabe usar as palavras e as utiliza para esconder o que pensa e faz.
Ele não falou em aumento do ICMS, que será a grande agenda do segundo semestre.
CLIQUE AQUI para ler a entrevista de duas páginas. O leitor precisa estar atento, porque Biolchi é muito habilidoso, sabe usar as palavras e as utiliza para esconder o que pensa e faz.
Agosto, mês do cão raivoso para as finanças estaduais
Antes de viajar para Brasília, ontem, o governador José Ivo Sartori reuniu o secretariado para ouvir o secretário da Fazenda, Giovani Feltes, que avisou:
- Agosto será o mês do cão raivoso.
- Agosto será o mês do cão raivoso.
Os números de Padilha: os cargos do PT e o apoio do PMDB
Bom em números, conhecido pelas suas avaliações precisas desde que foi deputado, o ministro Eliseu Padilha fez estas contas, ontem, em Brasília:
Cargos no governo
O PT possui 13% da Câmara e 15% do senado, portanto deve ficar com 15% dos cargos de terceiro escalão que ainda precisam ser remanejados, e não os 80% que detém.
E se ?
Se, o ministro, que é articulador político para a área, arbitrará, de acordo com Dilma e Temer.
PMDB fora do governo
30% quer ir embora e 70% são fiéis, mas se o governo melhorar, os 30% virarão 10% e talvez desapareçam, mas se piorar, os números poderão inverter.
Cargos no governo
O PT possui 13% da Câmara e 15% do senado, portanto deve ficar com 15% dos cargos de terceiro escalão que ainda precisam ser remanejados, e não os 80% que detém.
E se ?
Se, o ministro, que é articulador político para a área, arbitrará, de acordo com Dilma e Temer.
PMDB fora do governo
30% quer ir embora e 70% são fiéis, mas se o governo melhorar, os 30% virarão 10% e talvez desapareçam, mas se piorar, os números poderão inverter.
Presidente da Câmara e ministro do STF avaliam impeachment de Dilma
As repórteres da Folha de S. Paulo, Marina Dias e Natuza Nery, revelam na edição de hoje do jornal que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ),
reuniu-se com o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes e com
o deputado Paulinho da Força (SD-SP), dirigente da segunda maior central
sindical do país, para avaliar, entre outros temas, cenários da atual crise
política, incluindo um processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.
O encontro, um café da manhã na residência oficial da
Presidência da Câmara, se deu na última quinta-feira.
Acompanhe a reportagem:
Segundo a Folha apurou, o agravamento da crise
foi discutido em detalhes. Os presentes fizeram uma primeira avaliação do
cenário no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), onde a chapa de Dilma é
investigada por suposto abuso de poder e financiamento irregular de campanha.
Chegaram à conclusão de que um pedido de cassação
dificilmente será aprovado no tribunal, cuja corte está dividida sobre o tema.
No encontro também foi feito um diagnóstico sobre as dificuldades de abertura de um processo de impedimento na Câmara contra Dilma. A Constituição exige 342 votos a favor para que um pedido do gênero seja aberto.
Diante disso, Paulinho da Força afirmou, conforme relatos, que um processo de impedimento da presidente só iria para frente por meio de um acordo que passasse por quatro pessoas: Cunha, o vice-presidente Michel Temer (PMDB), o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e o presidente do PSDB, Aécio Neves (MG).
Um arranjo desses, segundo os desenhos projetados, resultaria em um "parlamentarismo branco" a partir de um eventual impeachment: Temer compartilharia o poder com os presidentes da Câmara e do Senado e governaria em uma espécie de triunvirato até as eleições de 2018.
Um parlamentar disse à reportagem que o clima político para isso só estará "mais maduro" depois que o TCU (Tribunal de Contas da União) julgar as contas de 2014 do governo. A tendência é que a corte as reprove, o que abriria caminho para o Congresso analisar o caso.
O julgamento no TCU estava previsto para a próxima semana, mas a análise foi adiada para agosto.
Sob condição de anonimato, um parlamentar afirmou
à Folha ter feito parte de um movimento para pressionar o TCU pelo
adiamento. Assim, quando as contas forem julgadas, o Congresso já estará na
ativa –o recesso parlamentar vai de 18 a 31 de julho.
DIVISÃO
Procurado, o peemedebista negou ter tratado do assunto.
Já Mendes, hoje presidente interino do TSE, confirmou que as condições de
permanência de Dilma no cargo foram discutidas –porém, diz ele, de forma
lateral.
"O tema central da conversa foi o Código de Processo Civil, mas esses assuntos correram. Ele [Cunha] falou dos problemas de impeachment, esses cenários todos", afirmou o ministro.
INTIMIDADE
Mendes também disse que a divisão do plenário do TSE sobre o tema entrou na pauta. "O que tenho dito é que é preciso ter provas quanto ao abuso de poder econômico e político. Havendo provas, muito provavelmente se chega a uma votação de expressão", explicou.
"É possível que se tenha falado da contagem de votos, coisa do tipo. É possível que eu tenha dito que, dependendo das provas do processo, pode até ter unanimidade". "Caso haja provas substanciais, minha expectativa é que haja unanimidade, mas não disse que só se poderia cassar por unanimidade", concluiu o ministro.
Já o presidente da Câmara deu versão distinta: "Eu não tenho intimidade com ele [Gilmar] para tratar de um assunto assim. A frase do Paulinho foi a seguinte: se, com 513 [deputados na Câmara], as pessoas ficam na dúvida, imagine com sete [ministros do TSE]", disse Cunha à Folha.
"Tratamos do Código de Processo Civil. Longe de ter
passado essa conversa comigo", afirmou.
Youssef reafirma em juízo que pagava com dinheiro sujo as propinas ao PT e a Vaccari
O doleiro Alberto Youssef, delator da Operação Lava Jato,
disse nesta segunda-feira à Justiça Federal em Curitiba (PR) ter realizado um
pagamento de cerca de 800.000 reais em espécie ao PT - parte do dinheiro,
segundo ele, foi entregue a Marice Corrêa de Lima, cunhada do ex-tesoureiro
petista João Vaccari Neto. A informação é do site da revista Veja desta terça. Seus repórteres revelaram que o depoimento faz parte de uma das ações penais em
que Vaccari é réu. Vaccari e sua cunhada negam ilegalidades.
Leia tudo?
O doleiro detalhou o pagamento da propina por orientação
da diretoria da Toshiba em um contrato do Complexo Petroquímico do Rio de
Janeiro (Comperj). "A única operação que eu fiz que envolveu o pagamento
ao PT foi sobre uma obra do Comperj a pedido da Toshiba. Na época foi no total
800 e poucos mil reais", afirmou ao juiz Sérgio Moro. Youssef declarou que
parte do dinheiro foi entregue "na porta do diretório do PT em São
Paulo" e outra parte à cunhada de Vaccari, em espécie, em seu escritório
na capital paulista. Ele disse que ter se encontrado com o ex-tesoureiro, mas
afirmou que esse pagamento foi orientado pela Toshiba.
Youssef afirmou, porém, que sabia que Vaccari recebia
parte das "comissões" da Diretoria de Serviços da Petrobras, cujo
titular era Renato Duque, também réu na mesma ação. Ele afirmou que soube por
empreiteiros que "normalmente essas comissões eram pagas por meio de
intermédio no próprio partido". "Foi me falado na época que era
propina. O comissionamento era pago como doação", disse Youssef.
O doleiro também informou que, em dezembro de 2013,
realizou três pagamentos de cerca de 110.000 reais cada a Marice Corrêa de
Lima, a mando da José Ricardo Breghirolli, da OAS, segundo ele, o
"funcionário com quem tratava de caixa dois". Youssef explicou que
mantinha uma espécie de caixa paralelo da OAS em dinheiro vivo e que realizava
pagamentos sem saber o motivo e nem a quem. Dessa maneira, disse, ele
reconheceu Marice apenas quando foi levar o dinheiro no apartamento dela em São
Paulo. "Não sabia, nem tinha me relacionado com quem era e quem deixava de
ser. Quando ia no endereço é que eu ia saber quem era. Eu fui entregar
diretamente a ela e reconheci [a Marice] porque ela esteve comigo no
escritório."
Youssef negou que tenha participado a achaques a
construtoras e disse que elas conheciam o sistema de propinas de cerca de 2%
dos contratos e aditivos. A divisão era da seguinte forma: 1% ao PT e 1% ao PP
- dos quais 60% ficavam no partido, 30%, com Paulo Roberto Costa, 5%, com ele
mesmo, e 5% com João Cláudio Genú, ex-assessor do PP. O doleiro disse que Costa
recebeu em nome do PP cerca de 50 a 60 milhões de reais no Brasil.
Renan tinha representante para negociar propina, reafirma delator
Paulo Roberto Costa confirmou à Justiça que presidente do
Senado atuava por meio do deputado Aníbal Gomes.
Saiba quais são as chances de impeachment na Câmara
Cntabilidade sobre as chances de impeachment de Dilma na Câmara dos Deputados:
Valor, segunda-feira - 348 deputados.
Folha de S. Paulo, hoje - 250 deputados.
Impeachment exige 2/3 dos 513 deputados.
CLIQUE AQUI para conhecer a lei.
Valor, segunda-feira - 348 deputados.
Folha de S. Paulo, hoje - 250 deputados.
Impeachment exige 2/3 dos 513 deputados.
CLIQUE AQUI para conhecer a lei.
Koff volta para casa depois de três meses de internação hospitalar
O ex-presidente do Grêmio, Fábio Koff, deixou ontem o hospital, depois de três meses de internação.
Manhã abriu novamente com chuvas fortes em todo o Estado.
Manhã de chuva novamente, neste momento, 7h15min,em Porto Alegre, onde, ontem, caiu 106 milímetros de volume de precipitação em apenas um bairro, Sarandi, zona Norte da
Capital, de acordo com o sistema Metroclima, da Prefeitura de Porto Alegre. O
índice é quase o total da média mensal para o mês de julho na cidade, que é de
121,7 mm.
Vários bairros ficaram alagados, obrigando motoristas a abandonarem seus carros e a moradores a abandonarem suas casas.
O mesmo aconteceu em várias cidades do RS.
A terça-feira começou com chuvas e
tempestades em todas as regiões do Rio Grande do Sul. Na metade Norte, o volume
deve ser mais alto.
Na madrugada e na manhã, ocofrreram tempestades de
vento e granizo, até intensas e com potencial de estragos, inclusive na
Capital.
Ao decorrer do dia, o tempo abre com sol no Extremo Sul, fronteira com
o Uruguai e no Oeste. A temperatura deve cair da tarde para a noite.
As mínimas oscilarão em torno dos 6°C em Santana do Livramento. Em
Bagé e no Chuí deve fazer 7ºC. As máximas, por sua vez, podem chegar a 21°C em
Capão da Canoa e Torres. Em Porto Alegre, os termômetros variam entre 10°C e
19°C.
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