GM reduzirá um dos seus atuais três turnos da fábrica de Gravataí

A GM vai reduzir um dos seus atuais três turnos de trabalho em Gravataí.

Autorizações e licenças públicas impedem avanço do Cais Mauá

Edemar Tetukian, que na prefeitura de Porto Alegre responde pela responsabilidade da administração municipal no caso Cais Mauá, disse ao editor que o decreto do governo estadual que criou grupo de trabalho não objetiva debater nada, mas reunir os esforços públicos pela demarragem das licenças ambientais e de instalação dos empreendimentos que irão para o porto.

A empresa que revitalizará o Cais Mauá não consegue levar o projeto adiante porque não recebeu ainda todas as autorizações públicas necessárias.

Segundo disse Edemar Tetukian ao editor, isto poderá acontecer num prazo de até seis meses.

73% dos leitores acham que mulher que bate como homem, merece apanhar como homem

73% dos leitores acham que "mulher que bate como homem, merece apanhar como homem", segundo respostas recolhidas na enquete que esta página disponibilizou até a manhã de hoje.

O assunto foi levantado depois que a frase foi pronunciada pelo deputado Alberto Feraga, DEM do Distrito Federal,  durante os debates da MP do Ajuste Fiscal, logo após incidente ocorrido entre a comunista Jandira Fhegallio e o deputado Roberto Freire.

Apenas 12% dos leitores acham que a frase é machista.

Nova enquete já está disponibilizada nesta página, aí ao lado, à direita.

A enquete pergunta o que o leitor acha sobre a indicação do advogado Luiz Fachin para o STF.

Vá lá e vote.

Corpo de Lauro Hagemann está sendo velado na Assembléia do RS

Desde o início da manhã o corpo do radialista Lauro Hagemann está sendo velado na Assembléia do RS. Ele morreu ontem aos 84 anos.

O radialista foi também vereador e deputado estadual.

Durante 14 anos, aprsentou o noticioso radiofônico O Repórter Esso, que o projetou em todo o Estado.

Lauro Hagemann foi do PCB e nunca renegou sua crença no comunismo.

Ele será cremado as 19h.

STF quer que gráfica VTPB investigue depósitos de R$ 22,9 milhões feitos pela campanha de Dilma

O ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal) está enviando ofício a diversos órgãos para que investiguem depósitos de R$ 22,9 milhões feitos pela campanha de Dilma Rousseff à gráfica VTPB Ltda em 2014.

A informação é da jornalista Mônica Bérgamo, Folha de hoje. 

Entenda melhor o caso, segundo a própria jornalista:

PORTA DE ENTRADA
A empresa fica num endereço desativado. Mendes, que foi relator das contas de Dilma no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), notificou a Procuradoria-Geral Eleitoral, o Coaf, órgão de inteligência financeira do Ministério da Fazenda, e a Receita Federal.

PORTA DE SAÍDA

Os proprietários afirmam que o endereço é formal, usado para comprar matéria prima e pagar encargos. E que os serviços foram prestados à campanha em representação e parceria com outras empresas do setor gráfico. A VTPB já teve como clientes também PMDB e PSDB.

Na edição de hoje do blog O Antagonista, Mário Sabino também aborda o assunto, ,dizendo que agora Beckembauer Rivelino, o dono da VTPB terá de demonstrar a Gilmar Mendes que os 22,9 milhões de reais que entraram em sua conta, depositados pelo tesoureiro de Dilma Rousseff, Edinho Silva, realmente foram gastos para comprar matéria prima e imprimir material de campanha.

Beckembauer Rivelino é irmão do jornalista Kennedy Alencar, profissional geralmente alinhado com o governo e com o PT.

Noblat diz que o que Fachin fez não foi ilegal, mas foi imoral e ele sabe disso

No comentário que faz na edição desta terça-feira no jornal O Globo, o jornalista Ricardo Noblat informa que está marcada para hoje a sabatina do jurista Luiz Edson Fachin na Comissão de Constituição e Justiça do Senado. Ele foi indicado pela presidente Dilma Rousseff para ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

Leia todo o artigo:

Quer seja aprovado ou não pela Comissão, o nome de Fachin terá ainda que ser submetido ao crivo dos 81 senadores. Se avalizado por 41 deles, aí, sim, Fachin ocupará a vaga que foi do ministro Joaquim Barbosa.
Nunca antes na história dos últimos 80 anos do STF, a indicação de um nome para ministro provocou tanta celeuma. É compreensível.
Ministro algum foi indicado por presidente tão enfraquecido quanto Dilma. Antes não existiam as redes sociais onde qualquer pessoa pode dizer o que pensa a respeito de qualquer coisa.
De resto, o resultado apertado na eleição presidencial do ano passado e o desastre dos primeiros 100 dias de governo Dilma acirraram os ânimos de derrotados e de vencedores.
Há outra razão para isso – e não menos importante: Fachin é ligado ao PT e partidário de Dilma. Pediu votos para ela em mensagem gravada exibida na televisão.
O temor de muitos, parlamentares ou não, é que Fachin reforce no STF a bancada dos ministros que seguem mais de perto a orientação do governo.
Como procurador do Estado do Paraná, ele acumulou o cargo com o de advogado de interesses privados. Havia uma brecha na Constituição que permitia isso na época.
Mas ele sabe que o que fez não era moralmente defensável. Essa talvez seja a mais feia mancha que carrega no seu currículo.
A aprovação do nome dele pelo Senado virou uma operação de guerra para o governo. A maioria dos 39 ministros foi mobilizada para que isso aconteça.
Governadores de Estados e empresários que doaram dinheiro para a eleição de senadores, também.
Dilma considera a eventual rejeição do nome de Fachin uma série derrota dela mesma.

Em breve, o Senado acabará referendando a indicação, podem apostar. Afinal, político tem pavor a se indispor com juízes de tribunais superiores porque quase sempre responde a processos ali.

Beto Richa acompanhará Fachin, hoje, na sabatina do Senado

O governador do Paraná, Beto Richa, PSDB, vai acompanhar Luiz Fachin na sabatina de hoje na Comissão de Consituição e Justiça do Senado.

O relator da indicação feita por Dilma é o senador Álvaro Dias, adversário de Richa dentro do PSDB.

Na votação de hoje,  três senadores do PSDB, no caso Aloysio Nunes Ferreira, Anastasia e Cássio Cunha Lima, votarão contra Fachin.

Atacado nas redes sociais como traidor, Álvaro Dias, PSDB, relator da indicação, disse ontem que a oportunidade de apoiar o afilhado de Dilma e do PT foi bem aproveitada por ele, porque queria mesmo fazer uma inflexão para o campo da centro-esquerda.

O DEM está numa encruzilhada sem cruz.

O deputado gaúcho Onyx Lorenzoni recrudesceu ontem e reafirmou que seus oito colegas do DEM que votaram pela MP número 1 do Ajuste Fiscal foram "comprados".

Onyx prometeu enfiar todo mundo na bacia das almas.

No RS, o líder local do DEM, o vereador Reginaldo Pujol, avisou que o DEM já era e que é preciso refundá-lo.

Os deputados que votaram com o governo, preferem o caminho da fusão com o PTB, o que facilitaria apoio escrachado a Dilma.

O DEM está numa encruzilhada sem cruz.

Prêmios já começaram para os deputados que votaram pela MP número 1 do Ajuste Fiscal

A liberação de dinheiro das emendas parlamentares e as nomeações dos afilhados de deputados que votaram com o governo na primeira rodada das MPs do Ajuste Fiscal já começaram.

Inclusive para os casos do RS.

Governo gaúcho quer adiar salários para o dia 5 de cada mês

O governador José Ivo Sartori avisou ontem a noite aos líderes da base aliada que mandará projeto para a Assembléia, alterando a data para pagamento dos salários do funcionalismo.

Ela passará do dia 30 de cada mês para o dia 5 do mês seguinte.

É o que faz o setor privado.

O governo alega dificuldades para reunir todo o dinheiro que precisa na data prevista para o pagamento da Folha, tudo em função das datas de recolhimento do ICMS.

O Piratini não pensou em antecipar a data do recolhimento dos impostos, em vez de adiar o pagamento dos salários.

Manifesto nacional dá apoio a Igor Morais, FEE do RS

É consistente a adesão de economistas brasileiros ao manifesto de apoio ao presidente da Fundação de Economia e Estatística, RS, atacado por grupos feministas renitentes e pelo presidente do Corecon (Conselho Regional de Economia), Fernando Ferrari Filho.

Já assinaram economistas de peso como Gustavo Loyola, Marcelo Portugal, Gustavo Franco, Bernard Appy e Alexandre Schwartsman. Já são 124 assinaturas.

A malta reage a estudos feitos pela FEE sobre o mercado de trabalho feminino.

O estudo constatou a óbvia evidência de que mulheres ganham menos do que homens no trabalho e que isto se deve a condições próprias do mercado e não a discriminações odientas de sexo.

Igor Morais, o presidente do instituto gaúcho de pesquisa e estatísticas acha que seus críticos não conseguem derrubar seus próprios muros de Berlim.

Preço da gasolina subiu explosivamente em Porto Alegre

A gasolina subiu explosivamente de preços em Porto Alegre. A variação média é de 10%. Os preços pularam de R$ 2,99 para R$ 3,29 de uma semana para cá.

O Procon promete recrudescer a partir de hoje, mirando novamente os postos, mas ignorando distribuidoras e Petrobrás.

Sicredi investirá R$ 200 milhões em TI no decorrer deste ano

O banco gaúcho Sicredi, controlado por cooperativas, investirá este ano a quantia de R$ 200 milhões em tecnologia da informação para garantir sua expansão no Brasil.

O dinheiro irá para aprimorar o atendimento em meios físicos e digitais, sobretudo totens de autoatendimento, novos tipos de operações pela internet e mais agilidade e segurança no gerenciamento de risos nas concessões de crédito.

O novo CEO, Edson Georges Nassar, informou que o banco abrirá 70 unidades nos 11 Estados onde atua. Hoje são 1.300 pontos de atendimentos em 200 municípios.

O Banco Sicredi tem 18 mil funcionários.


Dilma valeu-se de espiões cubanos para convencer Mujica a expulsar o Paraguai do Mercosul, diz livro com inconfidências do ex-presidente do Uruguai

A presidente brasileira convocou uma reunião secreta em Brasília com um emissário do governante uruguaio, que não concordava com a punição. A revelação está na mesma obra que expôs a confissão de Lula a Mujica sobre o mensalão. Mujica contou aos jornalistas que produziram o livro um segredo que só agora é revelado: Dilma usou espiões cubanos para prejudicar o governo do Paraguai e expulsá-lo do Mercosul. 

Esta inconfidência poderá criar problemas incalculáveis para Dilma e o PT. 

Um livro dos jornalistas uruguaios Andrés Danza e Ernesto Tulbovitz revela que a presidente Dilma Rousseff interveio diretamente para punir o Paraguai depois que o congresso do país votou pelo impeachment do presidente Fernando Lugo, em 22 de junho de 2012. Uma Ovelha Negra no Poder, sobre o ex-presidente do Uruguai José Mujica, é a mesma obra que revelou confidências do presidente Lula sobre o mensalão.

O editor está de posse de um exemplar desde sábado.

O livro também revela inconfidências sobre o apoio de Dilma ao projeto uruguaio do porto de águas profundas de Rocha, que poderá por a pique o superporto gaúcho de Rio Grande. Rocha fica a 200 quilômetros da fronteira do RS.

O texto a seguir é de veja.com desta noite:

Lugo sofreu impeachment por mau desempenho de suas funções a nove meses das eleições presidenciais no Paraguai. O posto passou a ser ocupado pelo vice-presidente, Federico Franco. Faz parte do jogo democrático ter instrumentos para afastar presidentes incompetentes, criminosos ou corruptos. No Paraguai, tudo ocorreu em obediência à Constituição, ainda que as votações no Congresso e no Senado tenham sido muito rápidas. Apenas um deputado e quatro senadores pediram a absolvição de Lugo. No total, 112 parlamentares votaram por "la condena", pela condenação. O prazo para o presidente apresentar sua defesa foi curto, mas não violou as regras para o impeachment.
Argentina e Brasil sustentaram que o processo significava uma "ruptura democrática", apesar de ter ocorrido em conformidade com as leis paraguaias. Para punir o governo interino, os governos dos dois países decidiram expulsar o Paraguai do Mercosul. Mas o uruguaio Mujica era contra a medida. O livro de Danza e Tulbovitz revela como o governo brasileiro o convenceu a mudar de ideia e como a presidente Dilma Rousseff foi fundamental para isso.

O trecho abaixo, contido no livro Uma Ovelha Negra no Poder, foi publicado no semanário Busqueda, do qual Danza, um dos autores da obra, é diretor de redação:

Quando Lugo foi destituído pelo Senado paraguaio e antes que se celebrasse a cúpula do Mercosul para resolver as sanções, uma das pessoas de maior confiança de Mujica recebeu uma chamada de Marco Aurelio García, mão direita de Dilma.

"Dilma quer transmitir uma mensagem muito importante para o presidente Mujica", disse o funcionário brasileiro em uma mistura de português e espanhol.

"Não tem problema, vamos estabelecer uma comunicação entre os dois presidentes", foi a resposta do uruguaio.

"Não, não pode haver comunicação nem por telefone, nem por email. É pessoalmente", argumentou o brasileiro.

Um encontro tão fugaz e repentino entre presidentes levantaria suspeitas, motivo pelo qual o governo brasileiro resolveu enviar um avião a Montevidéu para transportar o emissário de Mujica à residência de Dilma, em Brasília.

Assim foi feito, e quando uruguaio chegou, Dilma estava lhe esperando em seu escritório. A conversa formal sobre questões gerais durou apenas poucos minutos porque não havia muito tempo.

"Vamos ao que interessa", interrompeu Dilma e o emissário tomou uma caderneta e começou a anotar o que a presidente brasileira informava. "Sem anotações", disse ela e fez com que ele rasgasse o papel. "Esta reunião nunca existiu".

Durante a conversa, Dilma mostrou a ele fotos, gravações e informes dos serviços de inteligência brasileiros, venezuelanos e cubanos, que registravam como foi gestado um "golpe de estado" contra Lugo por um grupo de "mafiosos" que, a partir da queda do presidente, assumiram o poder. "O Brasil necessita que o Paraguai fique de fora do Mercosul para, dessa forma, acelerar as eleições no país", concluiu Dilma.


Na semana seguinte, no início do julho de 2012, todos os presidentes do Mercosul votavam, em uma cúpula na cidade argentina de Mendoza, a suspensão do Paraguai.

"Para Mujica, ficou claro que Lula falava do mensalão", diz autor de livro

Segundo Andrés Danza, um dos autores da biografia 'Uma Ovelha Negra no Poder', não restou dúvida para o ex-presidente uruguaio que Lula se referia ao escândalo ao dizer que teve de "lidar com muitas coisas imorais".

A entrevista é de Leonardo Coutinho, do site www.veja.com.br deste final de tarde. Ele ouviu Danza pelo telefone internacional.

Leia tudo:

Andrés Danza, um dos autores do livro Una Oveja Negra al Poder (Uma Ovelha Negra no Poder), confirmou a VEJA declaração do ex-presidente uruguaio, José Mujica, de que Lula se referia ao mensalão quando justificou a corrupção em seu governo. Uma frase de Danza publicada no site G1 nesta sexta-feira deu a falsa impressão de que ele estava negando o conteúdo do livro. Na frase em questão ("Não, Lula estava falando sobre as 'coisas imorais' e não sobre o mensalão. O que Lula transmitiu ao Mujica foi que é dificil governar o Brasil sem conviver com chantagens e 'coisas imorais"), Danza apenas esclareceu que Lula não tinha usado especificamente a palavra "mensalão", embora tenha ficado claro para Mujica que era exatamente a esse escândalo que o brasileiro se referia. Ao relatar a conversa aos jornalistas que escreveram o livro, Mujica associou imediatamente a confissão ao escândalo que levou à prisão algumas das principais lideranças do PT e do governo Lula, como José Dirceu, José Genoino e João Paulo Cunha. A seguir, a entrevista de Danza a VEJA:

O jornal O Globo publicou uma reportagem sobre seu livro, que causou muita repercussão porque revelou o conteúdo de uma conversa entre o ex-presidente José Mujica e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Nele está a revelação de que Lula sabia o que se passou...
No mensalão.

Sim. Quais são os detalhes dessa conversa?
Foi uma conversa que Mujica teve com Lula antes de assumir a presidência do Uruguai, em 2010. Mujica viajou ao Brasil com o vice-presidente Danilo Astori. A conversa foi em Brasília. Mujica conta que Lula lhe disse que como presidente teve de lidar com questões imorais e chantagens, e que essa é a forma de governar o Brasil. Lula não usou especificamente a expressão "mensalão". Ele disse que a corrupção é alta no Brasil e que um presidente tem de lidar com questões imorais e chantagens. Embora a confissão que Lula fez sobre corrupção tenha sido genérica, para Mujica ficou claro que ele estava se referindo especificamente ao mensalão. Mujica disse a Lula que isso é algo típico de muitos países.

Como Mujica avaliou a afirmação de Lula de que não há como governar sem corrupção?
Mujica se preocupa com a corrupção. Vive de forma humilde e a combate. Ele não a defende. Mas ele defende Lula, com quem tem uma relação muito próxima. Ele considera que Lula não é corrupto e o vê como padrinho. Ele entende que Lula teve de conviver com a corrupção.

Mujica ficou incomodado com a repercussão dessa revelação?

Não falei com ele ainda. Mas é um trabalho jornalístico. Nós temos tudo mais que confirmado e por isso publicamos. Mujica participou do lançamento do livro em Buenos Aires, na semana passada. Faz muito tempo que nos conhecemos e há entre nós respeito profissional. Ele nunca exigiu que algo que disse fosse ou não publicado.

Tarso desviou dinheiro de empréstimo para pagar salários. Sartori terá que devolver R$ 731 milhões que não tem, se quiser receber o resto do dinheiro.

Tarso parece dizer a Sartori, na campanha: "Meu oponente nem sabe o que estou preparando para ele". Sartori não sabia, mesmo. 


Nesta bem fundamentada reportagem, o repórter Carlos Rollsing denunciou na edição de sábado do jornal Zero Hora que o governo Tarso Genro gastou R$ 914 milhões destinados a obras em despesas cotidianas. O atual governo terá de "devolver" valores ao destino original, caso queira receber o restante do empréstimo.

Leia toda a reportagem:

Dos R$ 4,021 bilhões em empréstimos que chegaram aos cofres do Rio Grande do Sul entre 2011 e 2014, período do governo Tarso Genro, uma fatia de R$ 2,451 bilhões foi utilizada para reforçar o caixa, garantindo pagamento de contas. A parte menor do bolo, R$ 1,570 bilhão, foi aplicada em investimentos diversos, como obras em escolas, infraestrutura, programas de fomento, compra de equipamentos e viaturas, aportes em ciência e tecnologia, entre outros.
O uso do dinheiro para fazer frente a despesas cotidianas se divide em duas situações: uma parte do montante foi, de fato, contratada com este fim, mas outra teria sido desviada da sua origem, segundo fontes da Secretaria da Fazenda ligadas ao governo José Ivo Sartori.
Leia todas as últimas notícias de Zero Hora
A maior dificuldade para o Palácio Piratini hoje é que em 2014, último ano do governo Tarso, uma parcela de R$ 914 milhões em empréstimos ficou no caixa único, sendo utilizada em custeio, sobretudo no pagamento de salários dos servidores.
Esse dinheiro, originalmente, foi contratado para investimentos em obras, principalmente de acessos asfálticos. Como a sua finalidade foi alterada, o Rio Grande do Sul terá de usar recursos próprios para executar os programas inicialmente previstos em contrato. Sem isso, as parcelas restantes desse financiamento, que somam R$ 737,1 milhões, ficarão represadas.
Piratini negocia ampliação do prazo
Dos R$ 914 milhões gastos, a quantia de R$ 731 milhões precisa ser "devolvida" em 2015 à finalidade do contrato. Devido à crise financeira, a Fazenda diz que o Estado não conta com esse dinheiro. Para não perder o financiamento, o Piratini está negociando o alongamento do prazo.

Outra linha de crédito tomada pelo governo Tarso foi o Proconfins, do Banco Mundial, onde foi captado R$ 1,537 bilhão. Esse dinheiro não era "carimbado", ou seja, não tinha destino específico, o que permitia a sua livre aplicação. Por isso, foi utilizado para reforçar o caixa, ajudar em pagamentos cotidianos e até em contrapartidas de investimentos.

PSDB substitui Aécio e Serra para garantir votos contra Fachin na Comissão de Constituição e Justiça

O PSDB indicou dois senadores tucanos para as vagas de Aécio e Serra na Comissão de Constituição e Justiça, porque quer garantir o máximo de votos na rejeição a Luiz Fachin.

Aércio e Serra viajaram a Nova Iorque para prestigiar FHC na premiação que ele receberá amanhã da Câmara de Comércio Brasil-EUA. Ele e Bill Clinton foram escolhidos Personalidades do Ano.

Dilma vai a velório de Luiz Henrique. Ela convidou Renan Calheiros para ir junto no Aerolula. Dilma quer fazer a cabeça de Renan em favor de Fachin.

Dilma não veio ao velório ou cerimônia de cremação do corpo de Mendes Filho, ontem, alegando que precisava ficar em Brasília, acompanhando a mãe doente, mas na verdade ficou com medo de tomar novas vaias e panelaços. Tanto isto é verdade que hoje viajou para Joinville. 

A nota a seguir é do site do UOL, postado ainda há pouco:

Preocupada com uma possível derrota do governo na aprovação do nome do jurista Luiz Edson Fachin para o STF (Supremo Tribunal Federal), a presidente Dilma Rousseff chamou o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), para fazer com ela uma viagem a Santa Catarina, nesta segunda-feira (11), e discutir a indicação.
Dilma e Renan viajaram juntos no avião presidencial a Joinville, onde participam do velório do senador Luiz Henrique (PMDB-SC), morto no domingo (10). Eles saíram de Brasília às 13h35 e já chegaram ao destino.
Segundo a Folha apurou, a presidente queria falar pessoalmente com Renan sobre Fachin e garantir que o presidente do Senado não só não agirá contra a indicação como também ajudará na aprovação do nome do jurista. Outros senadores também estavam no avião a convite da presidente.

Foton confirma para 2016 o início da produção da fábrica de caminhões de Guaíba

O sócio brasileiro da montadora chinesa de caminhões Foton, Luiz Carlos Mendonça de Barros, que acaba de passar adiante os 36% que tinha no capital da gestora de investimentos Quest para se dedicar com exclusividade à nova condição de industrial, confirmou neste final de semana que a fábrica de Guaíba começará a operar no final do ano que vem em Guaíba, RS.

O investimento sino-brasileiro será de R$ 250 milhões, devendo gerar 250 empregos diretos e 6450 indiretos.

A capacidade de produção será de 24 mil caminhões por ano.

O desembarque dos chineses vem em má hora, porque as vendas de caminhões caíram 11% no ano passado. No primeiro bimestre deste ano, a queda foi de 40%.

A Foton é o maior fabricante chinês desse tipo de veículo, com produção anual de 650 mil unidades, o equivalente a cinco vezes o total da produção brasileira de todas as marcas.

Desde o ano passado, a Foton vende 800 caminhões por ano no Brasil. São dois modelos. A chinesa já tem 25 revendas. Esta rede é montada para azeitar os músculos e preparar terreno para quando começar a produção gaúcha.

Site que defende candidatura de Fachin é de petista da Agência PT de Notícias

O leitor que procurar no provedor o nome do proprietário do domínio do site fachimsim.com.br terá mais uma confirmação sobre o caráter petista da candidatura de Luiz Fachin ao STF.

É que o domínio está no nome do designer Renato Rojas, que trabalha para a agência Pepper, responsável pela Agência PT de Notícias e que trabalhou nas redes sociais da campanha de Dilma.

Não se trata de estupidez.

É que os petistas acham que podem tudo.

Nem se preocupam com o aumento do volume da voz metálica das panelas. 

O que o editor espera é que os senadores não sejam estúpidos e nem surdos. 
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