Artigo, Percival Puggina - AFINAL, CNBB, QUEM PÕE EM RISCO A ORDEM DEMOCRÁTICA?

“Não há nenhum indício de algum ato que possa justificar qualquer denúncia contra a presidente da República”. D. Damasceno, então presidente da CNBB, e cardeal arcebispo de Aparecida (SP), 12/03/2015.

 “Existem normas, regras, para um pedido oficial de impeachment. Creio que não chegamos a esse nível". D. Leonardo, secretário geral da CNBB, 12/03/2015.

 "A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, reunida em sua 53ª Assembleia Geral, em Aparecida-SP, no período de 15 a 24 de abril de 2015, avaliou, com apreensão, a realidade brasileira, marcada pela profunda e prolongada crise que ameaça as conquistas, a partir da Constituição Cidadã de 1988, e coloca em risco a ordem democrática do País." Palavras iniciais da Nota da CNBB Sobre o Momento Nacional, divulgada no encerramento da Assembleia.

 Já mencionei que, como leigo, não tenho dever de acolhimento ou reverência às posições políticas dos senhores bispos. Nas democracias, a política é terreno de contraditórios, antagonismos, diversidade de opiniões. Quem assume posição política não pode, após ser imprudente, erguer o báculo cobrando dos fieis prudência e zelo pela autoridade religiosa que não soube preservar. A CNBB entrou no jogo e foi falar com Dilma. Espontaneamente, disse não ver motivo para impeachment. Certificou à mídia não existir "nenhum indício de algum ato" que possa justificar denúncia contra a presidente (uma certeza que não é compartilhada por muitos no mundo jurídico, por muitos mais no mundo político e por 63% dos brasileiros).

Tais afirmações podem e devem ser contestadas. O que as motiva pode e deve ser objeto de reflexão. Mormente se, no momento seguinte, a CNBB desencadeia campanha de apoio ao projeto de reforma política do PT.

Após tantas adesões, ora veladas ora explícitas à pauta petista, a questão que proponho à reflexão dos leitores, é a seguinte: quem ou o que estaria pondo em risco, na opinião da CNBB, a ordem democrática no Brasil? Formulo a pergunta porque essa conversa sinuosa, melíflua, esse dizer sem ter dito, esse verdadeiro arremedo de nota oficial, pode ser ofensivo se dirigido aos milhões de brasileiros que saíram às ruas pedindo impeachment e exigindo das instituições, civicamente, que cumpram seu dever. E é um primor de circunlóquio, em relação ao alvo para onde deveria apontar: a pessoa da presidente e seu envergonhado governo, enclausurado nas próprias trampolinagens contábeis, mentiras, irresponsabilidades, más companhias e péssimos exemplos, seus black blocs, os exércitos de Stédile, e os incendiários divisionismos de Lula. Afirmar, como D. Damasceno, que "os ânimos se exacerbaram durante a campanha política de 2014" e que "a tensão continua" é dar um torcicolo nos acontecimentos. É fazer coro ao PT quando denuncia um suposto "terceiro turno". É uma pirueta retórica sobre a tensão política que se instalou no país. A vítima, aqui, senhores, é a nação, indignada mas ordeira, que não precisaria estar passando pela crise moral, econômica, fiscal, política, de credibilidade e de inteligência com cujas consequências se defronta. Tudo sob um governo que terceirizou suas atividades essenciais porque não as sabe cumprir.

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* Percival Puggina (70), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, integrante do grupo Pensar+.

Opinião do editor - A oposição ao PT tem pressa e projeto, ao contrário do que pensa Tarso Genro

O ex-governador Tarso Genro saiu neste final de semana em defesa de Lula, depois que as duas principais revistas de circulação nacional, Veja e Época, revelaram novos casos envolvendo o ex-presidente em grossas patifarias com dinheiro público.

"Isto é ódio", disse o líder petista, que atribui o sentimento à falta de liderança e de propostas para 2018.

O caso não é de ódio, mas de justiça.

Além disto, a oposição e os setores da sociedade que se mobilizam, moças e rapazes como os que protestaram na frente da casa de Dilma e nas ruas do País, estão brandindo duas palavras de ordem claras, embora ambas para este ano e não para 2018:

- Impeachment já.
- Governo novo, limpo e competente.

É a consigna da esperança  da mudança contra a desesperança da patifaria.

A oposição não são apenas os Partidos, mas neste momento são muito mais do que isto, porque incluem a parte sadia das instituições da república, a mídia ativa e a população que rejeita o governo Dilma, Lula e o PT na proporção de 8 para cada 10 brasileiros, conforme demonstrou esta semana no RS a pesquisa feita pelo Instituto Paraná Pesquisas.

Tarso Genro aproveita a fragilidade de Dilma, de Lula e do PT para fincar um pé na ambição de disputar pelo Partido dos Trabalhadores a sucessão do Planalto.

Dilma foi embora ao perceber que no domingo manifestações seriam piores

Dilma Roussef antecipou seu retorno à Brasília depois que os aparatos de segurança do governo detectaram mobilização via Whats App para levar milhares de pessoas até o edifício onde ela mora em Porto Alegre.

Os grupos organizados no Whats App pediam panelaço para este domingo.

Na sexta-feira, um grupo de 10 pessoas, quase todos da Banda Loka Liberal, gritou palavras de ordem diante da casa do ex-marido de Dilma, que estava no interior da residência, enquanto que no sábado o número cresceu 10 vezes e o protesto foi diante do apartamento da presidente.

CLIQUE aqui para ver o video de Dilma fugindo de seu apartamento, no sábado, em Porto Alegre junto com sua frota de seguranças. Onde ela estiver, o povo seguirá protestando - "Retroceder nunca, render-se, jamais!"

João Santana diz que não lavou US$ 20 milhões de dinheiro angolano para o PT

O marqueteiro das campanhas de Dilma e do PT, João Santana reagiu imediatamente à investigação da Polícia Federal por lavagem de dinheiro, que ancora a edição da Folha deste domingo, relacionada a negócios em Angola.

João Santana recebeu US$ 20 milhões pela campanha em Angola para o candidato dominante, alinhado com PT e Lula e onde empreiteiras do Lava Jato possuem negócios, como é o caso da Odebrecht. A PF acha que é lavagem de dinheiro.

Seu antecessor nas campanhas de Lula e do PT, Duda Mendonça, foi também investigado e até julgado no âmbito do Mensalão, igualmente por lavagem de dinheiro, mas foi absolvido depois de polêmico julgamento no STF. 

O marquteiro informou que decidiu trazer o dinheiro ao Brasil, via Bradesco, pagando todos os impostos.

Santana também questiona a suposição da PF de que ele receberia de empreiteiras e pagaria o PT:

-  Eu não pago nada aos meus clientes, eles é que me pagam.

Dilma merece mais respeito do que aquele que não teve Yeda em 2009 ?

Os protestos realizados na sexta diante da casa do ex-marido de Dilma, Carlos Araújo, e os de hoje na frente do apartamento da própria Dilma, geram controvérsia entre os leitores desta página e também entre jornalistas, intelectuais, além de políticos governistas e da oposição.

As críticas aos manifestantes partem de setores que pedem respeito pelo refúgio do lar e pela figura institucional da presidente.

A checagem dos nomes da lista de todos os que agora pedem respeito, aplaudiram o cerco e a tentativa da invasão da residência da ex-governadora Yeda Crusius, tornada refém com sua filha e seus netos dentro de casa. A invasão, comandada pelo Cpers e sequazes do PT e do Psol, na época, só não se consumou por intervenção da Brigada Militar.

Protestos diante da própria casa fazem Dilma voltar para Brasília

A presidente Dilma Roussef não suportou os protestos realizados neste sábado, 15h30min, diante do edifício onde possui apartamento, zona Sul de Porto Alegre, e resolveu ir embora e voltar para Brasília.

A foto ao lado é de Camila Hermes e está disponibilizada na Web, na página de zerohora.com

Ali também há filme sobre a manifestação.

Dilma não pode mais aparecer em lugar algum que não esteja amestrado pelo governo ou seus aliados. 

No pronunciamento do Dia do Trabalho, a presidente criticou o governador Richa por usar a força para dispersar manifestantes no Paraná e por isto foi obrigada a tolerar os protestos de Porto Alegre.

Pesquisa de quinta, conforme informou o editor, mostram que 8 de cada dez gaúchos desaprovam o atual governo.

O índice é inédito.

Dezenas de pessoas reuniram-se para pedir o impeacheament da presidente na frente da casa dela em Porto Alegre. 

No dia anterior, Dilma foi vaiada e apupada por membros da Banda Loka Liberal, quando se encontrava na casa do ex-marido.

Neste sábado, com um megafone, um homem imitava a voz do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pedia para Dilma renunciar. Em coro, os descontentes também gritavam "Dilma sacana, devolve a minha grana." Alguns motoristas que passavam pelo local de carro buzinavam em apoio ao protesto, enquanto outros faziam sinal de negativo com a mão.

TAP diz que seus vôos de domingo estão programados para sair

A TAP avisou esta noite ao editor que seus vôos de amanhã estão programados para sair, mas pediu que os passageiros façam a confirmação antes de se dirigirem aos aeroportos.

Invepar e Airports South Africa querem o Salgado Filho

A Invepar e a Airports Company South Africa, que já tocam juntas o aeroporto de Garulhos, avisaram ao ministro Eliseu Padilha que estão interessadas no Salgado Filho.

Artigo, Francisco Ferraz, Estadão de hoje - Fernando Henrique: ponto fora da curva ?

Neste artigo publicado hoje no jornal O Estado de S. Paulo, o professor de Ciência Política e ex-reitor da Ufrgs, Francisco Ferraz, examina aquilo que se costuma chamar de pontos fora da curva, chamando a atenção para as mais recentes posições adotadas por FHC, quase todas relacionadas com divergências em relação ao que propõem o PSDB, Aécio e até setores mais amplos da oposição, da mídia e da opinião pública brasileira, em especial sua oposição ao impeachment. O articulista examina a hipótese de que FHC coloca-se na posição de um estadista acima da arraia miúda da política brasileira, única alternativa de solução para o caso de crise institucional insanável e capaz de fazer a síntese entre PSDB e PT, governando para uma realidade nova de união nacional pela democracia e pelo crescimento econômico. Esta recente frase de FHC, replicada por Ferraz, diz tudo: 
"Se a situação de Dilma piorar muito, chegará um momento em que os cardeais do País deverão se reunir para costurar uma saída para este governo”.

Leia tudo:

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso tem-se movimentado deliberadamente para aquele local misterioso denominado por um ministro do STF como ponto fora da curva. Esse ponto fora da curva corresponde à sua manifesta oposição ao impeachment da presidente Dilma, na contramão do que defendem lideranças de seu partido. O ex-presidente também já manifestou sinais de abertura para eventualmente “pactuar” com o governo uma saída para a crise econômica.

FHC escolheu uma posição pessoal, no mínimo muito singular. Fora da curva do seu partido e do presidente do partido, Aécio Neves, que vem adotando uma atitude dura com Dilma e o PT; fora da curva do sentimento popular de hostilidade ao PT e de rejeição do governo Dilma; fora da curva do debate político em que se tornou o alvo de Lula, Dilma e políticos do PT em ataques à sua pessoa, à sua administração e ao legado do seu governo; fora da curva da oposição, que por mais de uma década se mostrou inapetente para a função e agora deseja manter o governo e o PT enfraquecidos. Não há como saber com certeza as razões dessa sua opção. Pode-se, entretanto tentar algumas conjeturas.

FHC deve sentir-se (e tem sobradas razões para tal) muito acima da maioria dos líderes mundiais na escala dos estadistas e, muito mais ainda, dos brasileiros. Para ele Lula, Dilma, Aécio, Temer, Marina não passam de políticos voluntaristas, ambiciosos e superficiais que não estão preparados para as responsabilidades do governo de um país do porte e potencial do Brasil. Ele deve se ver como professor, por vezes o preceptor, no mínimo como um possível exemplo para essas lideranças que, por sua imaturidade, desmontaram o País que ele com tanta competência havia consertado. Não sendo persuadidos pela razão nos bons momentos, talvez nos momentos de crise possam abrir-se para uma influência mais madura e equilibrada. Creio que essa interpretação pode não ser a mais exata, mas não deve estar muito distante da realidade.

Dir-se-á que, se verdadeira, a postura de FHC seria de vaidade e presunção, traços pessoais que se não forem exatos também não estarão muito longe da realidade, já que o ex-presidente não costuma ser “acusado” de humildade.

Impossível saber com certeza as razões que fazem FHC buscar esse ponto fora de todas as curvas que só favoreceria o PT. Em situações como essas, a sabedoria da política ensina que devemos recorrer à expressão latina cui prodest – a quem beneficia esse curso de ação?

Não a Aécio, que se cacifou para a estatura presidencial pelo combate dado a Dilma na campanha e, com a próxima eleição marcada para daqui a três anos, não se pode afastar demais do sentimento popular.

Não a Dilma, que se chegar ao fim do segundo mandato estará politicamente exaurida.

Não a Lula, que agora precisaria da ajuda de FHC. Do mesmo FHC cujo legado há 12 anos tenta demonizar na lembrança dos brasileiros, com agressividade, mau gosto e demagogia.

Não à oposição, que encontra agora, com os escândalos da corrupção e o desgaste de Lula, de Dilma e do partido, sua chance de derrotar o PT no Congresso, na opinião pública e nas eleições municipais de 2016.

Não a Temer, que recém-ganhou protagonismo por causa do enorme desgaste de Dilma; nem ao PMDB, que nada teria a ganhar com o ingresso no jogo político de cardeal de elevada estirpe, reconhecida habilidade política e carreira irreprochável.

Incidentalmente, FHC traiu-se ao usar o termo cardeal numa palestra promovida pela Goldman Sachs, quando afirmou que, “se a situação de Dilma piorar muito, chegará um momento em que os cardeais do País deverão se reunir para costurar uma saída para este governo”.

Ao implicitamente se incluir como cardeal (termo que não vem sendo usado no vocabulário político) no jogo político brasileiro, quis inevitavelmente significar sua posição superior em relação aos demais e sua presença como player neste jogo. O jogo político dominado por cardeais sempre visou o poder papal e só ocorria na combinação de um papa fraco com um baixo clero desqualificado.

De outro lado, não seria sensato admitir que FHC adotasse essa posição política generosa para com Dilma e o PT num momento em que quem pode deles busca se afastar. Deve haver uma razão muito mais elevada do que as usuais acusações de “murismo”, “covardia”, “esquerdismo enrustido” que justifique seu comportamento e possa compensar os riscos a que expõe sua imagem.

Esse ponto fora da curva somente pode ser ocupado por ele. Num momento em que todas as outras lideranças nacionais (Dilma, Aécio, Marina, Temer e Lula) estão derrotados ou sem chances de vir a disputar a Presidência, quem vai sobrar daqui a três anos e meio? Mais ainda: assim como o Lula dos tempos de glória abafava FHC, agora o Lula desgastado pode ressuscitar FHC.

Se Aécio não sobreviver politicamente ao desgaste deste período; se Lula, Dilma e o PT estiverem inviabilizados politicamente; quem além de FHC poderá unir um PT fraco, mas agradecido pela proteção recebida no seu pior momento, e um PSDB que finalmente, com ele, poderá voltar ao poder?

FHC pode (e acredito que está tentando) emergir como o estadista acima dos medíocres interesses políticos, voltado para os grandes objetivos da Nação e emprestando seus talentos, sua sabedoria e sua respeitabilidade à recuperação do Brasil. Não lhe faltam saúde, nem condições intelectuais e, deve-se supor, tampouco vontade para se dedicar a essa missão.


Talvez não seja um ponto tão fora da curva lembrar que o povo brasileiro pode querer convocá-lo novamente para presidir o País num regime, quem sabe, parlamentarista, em mais um desafio de recuperação nacional. Por certo esse não é hoje o resultado mais provável. Trata-se, entretanto, de uma hipótese que nem nós nem ele, neste momento, podemos excluir.

A foto do comício de Lula desmascara as patifarias do PT, da CUT e do governo Lula

O cartaz que emoldura o discurso safado de Lula é obra de patifes que continuam enganando o povo brasileiro.


O que pode dizer o povo diante de uma foto como a que registra ao lado o discurso de Lula no 1o de Maio, no palanque da CUT, São Paulo, emoldurado com um vistoso cartaz no qual o ataque à política econõmica da presidente Dilma Roussef é frontal ?

É mais uma vez a cena explícita de maucaratismo de Lula e da CUT, que sustentam e são sustentados pelo governo Dilma.

"Abaixo Plano Levy", grita o cartaz, assinado pela "Ação Petista!"

É o PT contra o PT, Lula contra Lula, CUT contra CUT ?

Trata-se apenas de empulhação desavergonhada.

O povo continua sendo tratado como bobo por Lula, pela CUT e pelo governo Dilma Roussef, porque o que essa gente tenta é engabelar a população brasileira e prosseguir aboletada no governo e agindo como aves incontroláveis de rapina.

Até que a casa caia.

Saiba quem do PT está por trás dos "professores" do Paraná

Nas manifestações desta semana no Paraná, as caras mais visíveis das ações de greve e de violência foram as da senadora Gleise Hoffman, da ex-presidente do Cpers do Paraná, Marlei de Carvalho, e do atual presidente do Cpers local, Hermes Silva Leão. Os dois estão na foto ao lado: Marlei de rosto colado com Dilma e Hermes de rosto colado com Gleise. 

São todos do PT.

É o PT quem está por trás da violência no Paraná.

A idéia é desviar a atenção sobre as roubalheiras do Partido e dos governos Lula e Dilma. 

Gleise, investigada pelo STF no caso do Lava Jato, já estava complicadíssima por suas relações carnais com o bandidão Alberto Vargas. 

O PT move há muito tempo uma guerra de vida ou morte com o PSDB do Paraná.

Seus líderes não se envergonham sequer diante do envolvimento do seus líderes nacionais e dos governos Lula e Dilma nos roubos do Petrolão. Eles acham que os roubos, propinas, 171, traições, quadrilha, lavagem de dinheiro, chantagem, confissões, delações, achaques e até o dinheirão já recuperado, são tudo invenção do MPF, da PF e do juiz Sérgio Moro, todos "aparelhos da oposição" e não instituições da República. É uma gente má, criminosa, mentirosa e traiçoeira.

Uma das líderes da manifestação violenta de quarta-feira é a ex-presidente do Sindicato dos Professores do Paraná (APP Sindicato) Marlei Fernandes de Carvalho. No ano passado, ela disputou uma vaga de deputada federal pelo partido. Obteve 29.855 votos. Não se elegeu. O outro que liderava a corrente da insensatez é Hermes Silva Leão, também petista, atual presidente da entidade.

Prefeitura entregou esta manhã o novo corredor de ônibus da Avenida Praia de Belas, Porto Alegre

Foi entregue ao tráfego, esta manhã, o corredor de ônibus na Avenida Praia de Belas, entre a Rua Costa e a Avenida Ipiranga, em Porto Alegre. A implantação da faixa exclusiva para os coletivos faz parte do projeto do binário da Praia de Belas com a Borges de Medeiros, em operação desde fevereiro.

 As linhas da Carris T2, T2A e T5 seguirão atendendo a parada lateral da Praia de Belas com a Rua Costa e fazem a transposição para o corredor. O trecho está sinalizado nas cores branca e azul, e foram instaladas faixas de segurança para pedestres.

Apesar da greve dos pilotos, vôo da TAP Porto Alebre-Lisboa decolou ontem a noite no horário

Apesar da greve internacional dos seus pilotos, decolou normalmente de Porto Alegre (20h48) o vôo TAP118 (Airbus A330-202, matrícula CS-TOO) com destino à Lisboa.

Lider sindical Valter Souza será sepultado esta tarde em Porto Alegre

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de Porto Alegre (STICC) e da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST-RS), Valter Souza, morreu ontem após sofrer um enfrarte durante as comemorações do Dia do Trabalho, que estavam sendo realizadas em Butiá (RS). 

Ele eras filiado ao PDT.

Um dos maiores líderes sindicais do Estado, Souza tinha 67 anos de idade e mais de 40 anos dedicados ao sindicalismo, com atuação destacada na defesa dos interesses dos trabalhadores do setor da construção civil no Estado. O sepultamento será neste sábado, no Cemitério Jardim da Paz (Rua João de Oliveira Remião, 1347 – Agronomia, Porto Alegre), às 17 horas.

Operadores do propinoduto da dupla Lula-Dilma visitaram Petrobras 1.800 vezes

Esta reportagem de Julia Affonso e Mateus Coutinho, publicada no jornal O Estado de São Paulo, demonstra que relatório anexado ao inquérito da Lava Jato, contabiliza presença de supostos lobistas na estatal entre 2000 e 2014.

Leia tudo:


Dez lobistas apontados como operadores de propinas no esquema de corrupção instalado na Petrobrás e desbaratado pela Operação Lava Jato visitaram a estatal petrolífera pelo menos 1.800 vezes entre 2000 e 2014. A companhia anexou ao inquérito principal da Lava Jato na quinta-feira um extenso relatório que contabilizou as visitas dos supostos operadores. Os nomes foram indicados pelo ex-gerente executivo Pedro Barusco, que foi braço direito do ex-diretor de Serviços da empresa Renato Duque, em sua delação premiada.

CLIQUE AQUI para ler tudo.

Dica de livro - Coréia do Sul - Políticas Industriais, comerciais e de investimentos

DICA DE LIVRO
Coréia do Sul - Políticas Industriais, comerciais e de investimentos
Coordenador, Gilmar Masiero

São 214 páginas, R$ 64,00, Editora Juruá.

O editor está lendo e recomenda.O livro foi adquirido na Livraria Cultura, depois da visita que no dia 24 fez ao Brasil a presidente Park Geun-hye. 
A Coreia do Sul é comumente citada como um exemplo de sucesso. Em apenas quatro décadas, a política econômica implantada no país asiático transformou um dos países agrários mais pobres do mundo, na década de 1950, em um dos mais ricos e industrializados no final dos anos de 1980. Considerada uma das nações mais igualitárias do mundo, sua renda per capita saiu de US$ 60 há 40 anos e  supera os US$ 25 mil atualmente. Para explicar como aconteceu esse “milagre” de crescimento e desenvolvimento econômico, o professor de Negócios Internacionais da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP , Gilmar Masiero, lançou o livro Coreia do Sul – Políticas industriais, comerciais e de investimentos, pela Juruá Editora, com a colaboração dos pesquisadores coreanos Jo Hee-moon, Jung Seung-won e Kim Won-ho. 
O livro também faz comparações com o Brasil. 

Balões prosseguem festejando o sol na praia de Torres

Prossegue hoje e amanhã o Festival Internacional de Balonismo, Torres, RS. 40 balões participam da disputa.

200 mil pessoas deslocaram-se para o mais belo balneário do Estado neste final de semana.

La Banda Loka Liberal canta na frente da casa do ex-marido de Dilma: "Chora petista corrupto".

O refrão não foi para Araújo, que nem é do PT, e além disto é respeitado como homem sério e honesto em todo o RS. 

Os dez manifestantes que pediram cadeia e impeachment para Dilma Roussef,ontem, 1o de maio, defronte a casa do ex-marido da presidente, Carlos Araújo, ganharam bom espaço da mídia brasileira. Dilma estava na casa. Os moradores fecharam as janelas e baixaram as cortinas.

Foi tudo em Porto Alegre, tarde ensolarada da zona sul, à beira do Guaíba.

O ato foi espontâneo e por isto nem levou mais gente para a manifestação. 

Eis as duas músicas que La Banda Loka Liberal entoou diante da casa onde estava Dilma:

"Se você acha que protesto é golpe
Protesto não é golpe não
O Collor foi por uma elba
A Dilma pelo petrolão"

Lula sabia de tudo,
A Dilma Rousseff também!
Chora petista corrupto,
Que nunca enganou ninguém!

O pessoal da Banda Loka Liberal tem participado e animado todas as manifestações de rua de Porto Alegre. CLIQUE AQUI para ver e ouvir o pessoal em ação.

O que fez o ministro do Trabalho no palanque da Força Sindical ?

Ninguém entendeu o que o ministro do Trabalho foi fazer no palanque da Força Sindical, São Paulo. Manoel Dias discursou antes de Paulinho, Eduardo Cunha e Aécio Neves, todos líderes da oposição ao governo Dilma roussef.

Veja, abaixo, as provas do dinheiro que o irmão de Dilma recebeu da CNT em troca de consultoria

Nesta reportagem intitulada "Irmão de outro mundo", a revista Veja conta a história do irmão de Dilma Roussef,  Igor Rousseff, que  cria peixes e vive no interior de Minas Gerais, mas que pelo parentesco sempre acaba alguém querendo ajudá=lo a ganhar um dinheiro.

Leia tudo. A reportagem é de Rodrigo Rangel.

 Igor Rousseff recebeu 120 000 reais da CNT entre 2012 e 2013. Na planilha acima, ele aparece como "fornecedor". Ninguém explica que tipo de serviço o advogado, que cria peixes no interior de Minas Gerais, prestava à entidade.

Nem o mais ácido adversário da presidente Dilma Rousseff pode acusá-la de usar o cargo para favorecer familiares. Nesse terreno Dilma pode se considerar uma felizarda, pois parente não se escolhe. Que o diga Jimmy Carter, o ex-presidente dos Estados Unidos cujo irmão, Billy, aceitou 220 000 dólares para ser agente da Líbia, então um país inimigo de morte de Washington. Ou Barack Obama, que tem um meio-irmão polígamo no Quênia, Malik, que aos 52 anos fez de uma mulher de 19, Sheila, sua terceira esposa. Mas mesmo a presidente da República do Brasil não tem como garantir que seus parentes não sejam assediados por amigos, verdadeiros ou falsos, ávidos por lhes prestar favores, interessados ou não.

Igor Rousseff, irmão da presidente Dilma, aparece como consultor da Confederação Nacional dos Transportes (CNT) entre 2012 e 2013, período em que recebeu 120 000 reais em pagamentos, divididos em dez parcelas. Advogado, Igor também estudou história e jornalismo, mas nunca exerceu para valer nenhuma dessas profissões. Aposentado há três anos, atualmente ele cria peixes no interior de Minas Gerais. A CNT não quis explicar por que pagou a Igor Rousseff, que, por sua vez, não quis informar também por que foi pago.

O nome do irmão da presidente apareceu em planilhas com movimentações bancárias obtidas pela polícia ao investigar o desvio de mais de 20 milhões de reais do Serviço Social do Transporte (Sest) e do Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat), entidades subordinadas à CNT. Igor, porém, não é alvo da investigação. A operação, batizada de São Cristóvão, referência ao santo padroeiro dos motoristas, recebeu recentemente da Justiça autorização para a quebra do sigilo das contas da confederação. Foi assim que os investigadores encontraram pagamentos ao irmão da presidente, o que, naturalmente, aguçou sua curiosidade. Não está clara a razão pela qual ele recebia da CNT. "Igor nunca me falou que já tinha trabalhado para a CNT", afirma o empresário Alberto Ramos, amigo e parceiro do primeiro-irmão no projeto de criação de peixes, empreitada iniciada há três anos. Talvez um parecer jurídico? "Ele não gosta de advogar", afirma a atual mulher de Igor, Valquíria Rousseff, funcionária pública. Seu último trabalho, conta Valquíria, foi em uma faculdade particular de Minas: "Ele fazia controle de patrimônio. Depois disso, aposentou-se".

A CNT não ajuda a elucidar o mistério. O diretor de relações institucionais da entidade, Aloísio Carvalho, informou primeiro que não havia identificado, em pesquisas internas, nenhuma ligação da CNT com Igor Rousseff. Depois de confrontado com os dados da planilha sobre os pagamentos mensais feitos ao irmão da presidente, a entidade deu a seguinte resposta: "A CNT não vai se pronunciar a respeito desse assunto". A pessoas próximas, porém, Clésio Andrade, presidente da confederação, admitiu que foi dele a decisão de contratar Igor Rousseff para prestar serviços de "consultoria na área de transportes". A natureza dos serviços prestados não foi revelada. Clésio, porém, disse que contratou o irmão da presidente "a pedido de um amigo comum", cujo nome não revela. O presidente da CNT garante que nem ele nem sua equipe tentaram, em troca dos pagamentos, usar o parentesco de Igor para conseguir algum tipo de benefício ou vantagem no governo.

Igor Rousseff já foi hippie, porteiro de hotel e controlador de voo. Mora numa casa simples em Passa Tempo, interior de Minas. Na campanha presidencial do ano passado, ele virou personagem da disputa ao ser apontado pelo então candidato Aécio Neves como funcionário-fantasma da prefeitura de Belo Horizonte entre 2003 e 2009, durante a gestão do petista Fernando Pimentel. Segundo a denúncia de Aécio, o irmão da presidente recebia sem trabalhar. Colocado subitamente sob os holofotes da curiosidade geral, Igor garantiu que, mesmo morando no interior, comparecia religiosamente à repartição na prefeitura de Belo Horizonte. Os amigos contam que Igor é frequentemente procurado por empresários interessados em contratá-lo sob qualquer pretexto. Naturalmente, o objetivo desses empresários é abrir um canal de comunicação com a presidente.
Dono de um dos maiores empreendimentos imobiliários de Belo Horizonte, o ex-banqueiro Alberto Ramos recebeu um sim de Igor ao convidá-lo para uma sociedade informal no projeto de criação de tilápias. "Igor é meu diretor nesse projeto", diz ele, que se nega a revelar quanto paga ao primeiro-irmão da República. Alberto não perde a oportunidade de aparecer ao lado de Igor Rousseff em Belo Horizonte. No projeto das tilápias, que serão criadas em cativeiro nos municípios mineiros de Cordisburgo e Morada Nova, ele pretende faturar por mês 3 milhões de reais. Alberto Ramos também acalenta o plano de construção de um aeroporto de cargas a pouco mais de 100 quilômetros de Belo Horizonte. Para ir adiante com esse projeto, Ramos precisa de autorização do governo federal. O empresário garante, porém, que não contratou Igor pensando em obter facilidades em Brasília. "Até agora não precisei pedir nada disso a ele", diz. Graças à parceria, no entanto, Ramos conseguiu o que muitos pesos-pesados da economia tentam, mas nem sempre obtêm êxito: uma reunião com Dilma. No segundo semestre do ano passado, ele foi convidado pela presidente para um almoço no Palácio da Alvorada. "Passei duas horas com ela, mas não pedi nada. Ela me chamou para agradecer pela amizade que eu tenho com o irmão dela." Jimmy Carter viu o irmão ser investigado em meio a uma crise logo apelidada de "Billygate". Barack Obama é alvo constante dos adversários que querem colar nele as excentricidades do meio-irmão Malik e de outros integrantes de sua família estendida. A presidente Dilma, por enquanto, não tem do que se queixar do irmão Igor ou de outros parentes. Que continue assim.


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