O Tribunal de Justiça do RS decidirá as 14h se vale ou não o aumento de 16% para o piso estadual. O aumento, autorizado em dezembro por Tarso Genro, foi suspenso por decisão liminar, a pedido da Fecomércio.
Se for mantida a liminar, continuarão valendo os níveis do ano passado, começando por R$ 868,00 na faixa 1 e terminando por R$ 1.100,00 na faixa 5, mas as próprias entidades empresariais defendem que haja reajuste, mas em níves bem menores, algo como 4,5% a 6,5%, como quer a Federasul.
Governo Dilma suspende incentivo a microcrédito. Programa Crescer já não é mais o mesmo.
A jornalista Edna Simão informa hoje no jornal Valor que o governo interrompeu os repasses de recursos para
equalização das taxas de juros no microcrédito do Programa Crescer neste ano, o
que já resultou num aumento do custo do empréstimo. A expectativa é que esse
tipo de transferência seja reduzida para ajudar no ajuste fiscal.
Saiba mais:
A medida está em linha com o discurso da equipe
econômica de diminuir o repasse de recursos públicos para garantir taxas de
juros mais baixas, como ocorre no Programa de Sustentação do Crescimento (PSI)
do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
O objetivo, conforme técnico da área econômica, não é
acabar com o Programa Nacional de Microcrédito Orientado (PNMPO), que foi
repaginado em 2011, e batizado como Crescer, contando com incentivo de juro
subsidiado. A avaliação, no entanto, é de que era preciso uma adequação ao
cenário econômico.
A retomada dos repasses para equalização das taxas de
juros das operações do Crescer só será feita a partir da definição do tamanho
do corte das despesas que será necessário para garantir o cumprimento da meta
de superávit primário de 1,2% do PIB neste ano. O orçamento foi aprovado na
terça-feira e ainda depende de sanção da presidente Dilma Rousseff. Só depois é
que a equipe econômica vai anunciar o contingenciamento necessário para ajustar
suas contas.
Em 2011, quando foram anunciadas mudanças no microcrédito
para incentivar um aumento das operações, portaria do ministério da Fazenda
definiu que o Tesouro Nacional poderia destinar até R$ 500 milhões por ano para
subsidiar os juros dessas operações.
Um dado importante, porém, é que de lá para cá a
inadimplência dessas operações disparou. Em março de 2011, quando começa a
série histórica do Banco Central, o índice de calote no microcrédito para
pequenos empreendedores estava em 2,2%. Em janeiro de 2015, a taxa ficou em
5,28%, depois de um pico de 7,58% em agosto de 2014. Em igual período, a
carteira de microcrédito também deu um salto expressivo, de R$ 1,05 bilhão em
março de 2011, para R$ 5,31 bilhões em janeiro deste ano.
"No momento, estamos atuando fora do Crescer",
informou o Banco da Amazônia, por meio de sua assessoria de imprensa. "O
Banco da Amazônia já recebeu do Tesouro Nacional as verbas de subvenções de
2014 e assim que aprovadas as verbas do Crescer para 2015 retomará sua atuação
no programa", acrescentou.
Neste ano, a equipe econômica ainda não autorizou a
liberação de recursos para equalização de novas operações de microcrédito.
Segundo outra fonte ligada às instituições financeiras, os interessados tiveram
acesso a outras linhas de microcrédito. Ou seja, pagaram taxas de juros mais
elevadas.
O Banco da Amazônia informou, por exemplo, que os
encargos financeiros adotados no Crescer eram de 0,41% ao mês, com Taxa de
Abertura de Crédito (TAC) de 1%. Atualmente, os juros cobrados são de 2,4% ao
mês e TAC de 3%. "Nosso entendimento é que o cliente do microcrédito
necessita muito mais que baixas taxas de juros, o mais importante é acesso ao
microcrédito de forma ágil e desburocratizada", acrescentou.
O Banco do Brasil destacou, por meio de sua assessoria,
que tem mantido a oferta do microcrédito produtivo orientado. "Em nenhum
momento houve descontinuidade do atendimento aos empreendedores", informou
em nota. As taxas de juros do BB nessas operações vão de 0,40% a 2,80% ao mês.
A Caixa Econômica Federal e o Banco do Nordeste, que também operam o Crescer,
não se posicionaram sobre o tema.
Artigo, Maristela Heck, Porto Alegre - Hoje me desfiliei do PT
O artigo a seguir foi disponibilizado neste domingo no Facebook. CLIQUE AQUI para ler a íntegra.
Hoje me desfilei do PT!
Ao meio dia
sacrifiquei o meu almoço, peguei um taxi e fui à Sede Municipal do PT na Av.
João Pessoa.
Enquanto estava no
taxi, em minutos passou pela minha cabeça, como um "flash back", os
últimos 35 anos da vida política deste País e da minha vida pessoal que se
confunde com a política.
Não há separação!
Comecei a militar
no PT um pouco antes de completar 17 anos. Vou fazer 52!
É toda a minha
vida!
Lembrei da 1ª Sede
do PT Estadual, perto do Bradesco na Voluntários da Pátria. Da Campanha de
Filiação para que obtivéssemos o Registro Provisório.
Das eleições de
1982, quando Olívio foi candidato a Governador.
Da organização do
Movimento Sindical independente.
Das 1ªs Greves
Gerais, quando gritávamos: "Greve Geral derruba General!"
Da construção e
fundação da CUT.
Da Campanha das
Diretas Já e da votação da Emenda Dante de Oliveira, derrotada pelo Congresso
Nacional.
Da caminhada que
fizemos ao sairmos da Assembleia Legislativa onde assistimos em um telão a
votação da Emenda Dante de Oliveira e gritávamos como palavra de ordem:
"Sarney é PDS, o povo não esquece!"
Que irônia! Jamais
pensei que anos depois Sarney seria aliado dos governos do PT...
Do Colégio
Eleitoral quando Tancredo derrotou Maluf.
Da morte de
Tancredo e Sarney tomando posse.
Cada servidor dos Correios pagará 25,9% do salário para cobrir déficit de R$ 5,6 bi do Fundo de Pensão Postalis
Funcionários dos Correios tentam evitar por meio
de uma batalha judicial e de greves que os participantes do Postalis, fundo de
pensão da estatal, tenham redução de um quarto nos seus salários a partir de
abril de 2015 pelo período de 15 anos e meio. A informação é do Estadão. O jornal diz que a
conta é resultado de um déficit atuarial de R$ 5,6
bilhões no Postalis, controlado pelo PT e PMDB, provocado por investimentos
suspeitos, pouco rentáveis ou que não tiveram ainda rendimento repassado ao
fundo. Também sob influência dos dois partidos políticos, o Funcef, dos
empregados da Caixa Econômica Federal (CEF), e a Petros, da Petrobrás,
contabilizam prejuízos bilionários.
O Fundo está nas mãos de lideranças do PT.
Leia tudo:
Partiu do conselho deliberativo do Postalis a decisão de
impor aos funcionários a contribuição extra que terá forte impacto sobre os
salários. No primeiro momento, ficou definido um corte de 25,98% nos
contracheques. O déficit será reavaliado a cada ano a partir do retorno dos
investimentos e da expectativa de vida dos participantes. Um funcionário que
tem salário de R$ 10 mil, por exemplo, receberá R$ 2.598,00 a menos no final do
mês apenas para cobrir o déficit, além o valor da contribuição definida. Vão
pagar o porcentual extra os funcionários mais antigos, aqueles que entraram nos
Correios até 2008. Isso equivale a 75% do pessoal da empresa.
Integrantes do fundo argumentam que o déficit bilionário
é resultado da má administração dos investimentos dos últimos anos. Também
acusam os Correios de não terem pago a dívida que têm com o Postalis. Por isso,
a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telégrafos e
Similares (Fentect) entrará nesta segunda-feira com duas ações na Justiça
Federal. A primeira contra a ECT para que a empresa reconheça que deve R$ 1,150
bilhão ao fundo e abata esse valor do cálculo do déficit que precisa ser
equacionado. No outro processo, a federação quer que a estatal assuma o
pagamento do déficit integralmente por entender que a responsabilidade pela má
gestão dos ativos do fundo é da patrocinadora.
"Esse novo reajuste repassa para nós a culpa da má
administração do fundo", afirmou José Rodrigues dos Santos Neto,
presidente da Fentect. Ligada à Central Única dos Trabalhadores (CUT), a
federação diz reunir 30 sindicatos, que representam 74 mil trabalhadores dos
120 mil dos Correios.
Na semana passada, carteiros de ao menos dez Estados
brasileiros fizeram paralisação para protestar contra a contribuição extra
definida pelo conselho deliberativo do Postalis.
A Adcap (Associação Nacional dos Profissionais dos
Correios) também irá ingressar com medida judicial. "Entendemos que os
Correios deixaram de pagar essa dívida com o Postalis para maquiar o balanço e
apresentar resultado positivo no ano passado", afirmou Luiz Alberto
Menezes Barreto, presidente da entidade, que representa os profissionais de
nível médio, técnico e superior.
Extras. Os funcionários dos Correios e a empresa já fazem
contribuições extras ao plano desde 2013 para cobrir o déficit de R$ 1 bilhão
dos dois anos anteriores. Nesse período, foi descontado mensalmente do
contracheque 3,94% do valor da aposentadoria, da pensão ou do valor previsto
para o benefício - no caso dos servidores da ativa.
As contribuições extras, que subiram de 3,94% para
25,98%, são para equacionar o plano de benefício definido do Postalis, sob o
risco de o banco e os dirigentes do fundo serem punidos pelo órgão regulador.
Na conta foi incluída uma dívida dos Correios com o Postalis de 2008, da época
em que o plano de benefício definido foi saldado.
Os Correios fizeram o pagamento dessa dívida, em
parcelas, de 2001 até março de 2014, mas interrompeu o pagamento por
determinação do Ministério do Planejamento e do Tesouro Nacional. Os órgãos de
controle concluíram que a estatal saldou integralmente sua parte com o término
do plano definido. O R$ 1,150 bilhão restante, segundo o governo, constitui
déficit atuarial e deve ser dividido a patrocinadora (Correios) e os
funcionários.
Ação. O Postalis tem um entendimento diferente. O fundo
entrou com ação com pedido de tutela antecipada (liminar) contra os Correios
para cobrança desse montante relativo às obrigações sobre o tempo de trabalho
dos participantes antes da criação do plano. Os Correios informaram, por meio
de nota, que contrataram consultoria especializada para avaliar se o Postalis
ou o governo tem razão.
Jornadas de abril assustam o governo Dilma e o PT
Neste final de semana, análises de jornalistas, políticos e politocólogos, além de manifestações de lideranças partidárias, foram recorrentes na constatação de que Dilma está com os dias contados..
A própria pesquisa Datafolha, indicando que 80% da população entende que a presidente sabia de tudo sobre os escândalos do Mensalão e do Petrolão, funcionam como pá de cal sobre a credibilidade abalada do governo.
Petistas migram em massa para o PDT do RS. Fabiano Pereira e Paim podem ser os próximos.
O ex-secretário de Direitos Humanos de Tarso e também ex-deputado do PT, Fabiano Pereira, confirmou sua disposição de se filiar ao PDT.
Ele será candidato do Partido à sucessão de Cesar Schirmer em Santa Maria.
Também o senador Paulo Paim articula sua ida para o PDT.
No final dew semana, os trabalhistas receberam a adesão de outro petista, Ronaldo Teixeira, ex-chefe da representação do RS em Brasília.
Ele será candidato do Partido à sucessão de Cesar Schirmer em Santa Maria.
Também o senador Paulo Paim articula sua ida para o PDT.
No final dew semana, os trabalhistas receberam a adesão de outro petista, Ronaldo Teixeira, ex-chefe da representação do RS em Brasília.
Sartori promoveu jantar para afinar discurso com Partidos
Secretários que integram o núcleo duro do governo e os presidentes do PP, PSB, PMDB, PDT e PSDB jantaram ontem com o governador Sartori no Piratini.
O governo quer afinar o discurso para as medidas de contenção que já tomou e ampliará, como também para as reformas do Estado.
No dia 30, Sartori iniciará suas Caravanas da Transparência, nas quais demonstrará o atual estado das finanças públicas e seu programa de estabilização.
O governo quer afinar o discurso para as medidas de contenção que já tomou e ampliará, como também para as reformas do Estado.
No dia 30, Sartori iniciará suas Caravanas da Transparência, nas quais demonstrará o atual estado das finanças públicas e seu programa de estabilização.
Jovens gaúchos na mira do Estado Islâmico
Os serviços de inteligência do governo btrasileiro já detectou ações do Estado Islâmioco para recrutar jovens gaúchos.
"Durinho" Burns ameaça recrudescer: "Dilma, vá embora de uma vez !"
O lutador Gilbert “Durinho” Burns venceu uma luta, na
noite de sábado, no UFC Rio 6. Depois, resolveu se manifestar
politicamente contra a presidente Dilma Rousseff. Bastante machucado, pediu o
microfone e berrou:
- Dilma, pede para sair!.
Essa não foi a única manifestação política durante o
evento, cujos lutadores e público são considerados pelo governo e pelo PT a mais lídima expressão da elite branca e rica brasileira
Outro lutador, Leandro Buscapé, empunhou uma bandeira do Brasil e, ao
microfone, pediu para o público levantar o “punho direito” contra “os
políticos”.
O UFC é rinha humana, tablado onde só pisa macho de verfdade, como
bem caracterizou o jornalista e escritor Laurez Cerqueira, que costuma ficar escandalizado com a força da natureza humana no seu estado mais puro.
Dirceu recebia parte da propina paga ao PT, afirmam delatores da UTC e Camargo Correia. Vaccari descontava da própria propina os valores pagos ao ex-presidente do PT.
Um dos empreiteiros acusados de participar do esquema de
corrupção descoberto na Petrobras afirmou a investigadores da Operação
Lava Jato que pagamentos feitos à consultoria do ex-ministro José Dirceu
eram parte da propina cobrada pelo esquema.Ricardo Pessoa, dono da UTXC, e um dsiretor da Camargo Corrêa, ambos presos, fizeram a delação. Eles disseram que eram procurados por Zé Dirceu. Vaccari Neto mandava descontar das suas próprias propinas o dinheiro sujo pago ao ex-presidente do PT e ex-ministro de Lula. A reportagem e a arte ao lado são da Folha de S. Paulo de hoje, domningo. Leia:
Atualmente preso em Curitiba, o presidente da UTC
Engenharia, Ricardo Pessoa, disse que os pagamentos a Dirceu eram descontados
das comissões que sua empresa devia ao esquema, que correspondiam a 2% do valor
de seus contratos na Petrobras.
Um representante de outra empreiteira sob suspeita, a
Camargo Corrêa, afirmou aos investigadores que a empresa decidiu contratar os
serviços de Dirceu por temer que uma recusa prejudicasse seus negócios com a
Petrobras.
Os relatos dos empreiteiros, feitos durante reuniões com
investigadores da Operação Lava Jato e não em depoimentos formais, chamaram
atenção por revelar detalhes sobre a maneira como o ex-ministro se aproximou
dos fornecedores da Petrobras.
Homem forte do início do governo do ex-presidente Luiz
Inácio Lula da Silva, Dirceu caiu em meio ao escândalo do mensalão e foi
condenado a dez anos de prisão no julgamento do caso. Ele hoje cumpre pena de
prisão domiciliar, em Brasília.
Detalhes sobre os negócios do ex-ministro como consultor
foram revelados na semana passada, quando o juiz Sergio Moro, que conduz os
processos da Lava Jato na Justiça Federal, divulgou um relatório da
Receita Federal sobre a consultoria de Dirceu.
O ex-ministro ganhou como consultor R$ 29,2 milhões entre
2006 e 2013. Cerca de um terço do dinheiro entrou na sua conta no período em
que ele estava sendo julgado pelo Supremo Tribunal Federal por seu envolvimento
com o mensalão, entre 2012 e 2013.
Empresas investigadas pela Lava Jato pagaram R$ 9,5
milhões pelos serviços da consultoria de Dirceu, num período em que o diretor
de Serviços da Petrobras era Renato Duque, apontado como afilhado político de
Dirceu —o que ele nega— e preso em Curitiba há uma semana.
Os empreiteiros ouvidos pelos investigadores da Lava Jato
disseram que Dirceu procurava empresas que tinham contratos na Petrobras para
oferecer seus serviços sem fazer menção explícita às comissões do esquema na
estatal.
Segundo detalhou Pessoa, após a contratação de Dirceu, o
tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, autorizava que os valores pagos à
consultoria do ex-ministro fossem descontados da propina devida pelas empresas
que tinham negócios com a diretoria de Serviços.
Após um ano de operação, P-58 é paralisada para manutenção após vistoria da ANP
P-58 foi reprovada em vistoria da ANP por apresentar uma
série de problemas e foi recolhida para manutenção. É o que informa hoje o jornal gaúcho Diário Popular, Pelotas, cidade que faz divisa com Rio Grande. Leia toda a reportagem:
A Petrobras paralisou as operações da plataforma P-58,
construída no Polo Naval de Rio Grande entre 2011 e 2013 ao custo de 543,5
milhões de dólares. Ela apresentou problemas técnicos na última vistoria feita pela
Agência Nacional do Petróleo (ANP) realizada no dia 5 de março. A estatal alega
que a interrupção temporária da produção visa a "manutenção
preventiva" para melhorar a "eficiência operacional" da unidade,
que opera no Parque das Baleias, na Bacia de Campos. Na quinta-feira (19) em
comunicado encaminhado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a estatal havia
informado que a unidade passou por uma parada de manutenção em fevereiro, o que
contribuiu para a queda de 1,5% na produção daquele mês.
O relatório da vistoria da ANP indicou "não
conformidades" na P-58. A agência não detalhou quais os problemas
identificados. A retomada da produção só poderá ocorrer após a companhia
regularizar a situação dos itens apontados pela fiscalização e depois de uma
nova fiscalização.
Entidades sindicais, entretanto, listaram 48 pendências
nas instalações da plataforma que comprometeriam a segurança operacional e o
trabalho dos operadores. Um relatório com as pendências foi entregue à ANP no
último dia 5, mas a parada só ocorreu na última quarta-feira.
Segundo o Sindicato dos Petroleiros do Espírito Santo
(Sindipetro-ES), que atua na região, foram identificadas falhas nas condições
de segurança dos guindastes da plataforma desde a sua saída do estaleiro em Rio
Grande. Eles também denunciaram que a unidade tinha vazamentos de óleo, água e
gás em toda a plataforma, além de falha na iluminação e ventilação das unidades
e praça de máquinas.
A plataforma iniciou as operações no dia 17 de março de
2014. Um mês antes, o sindicato havia denunciado a estratégia da Petrobras de
apressar a finalização das obras em unidades de produção, indicando que as
plataformas estavam deixando os estaleiros incompletas. O objetivo, segundo os
sindicalistas, era manter as entregas das unidades dentro do cronograma
apresentado aos investidores, e acelerar os reparos finais já em alto-mar.
Em nota, a Petrobras informou que a unidade ainda está em
"fase final de comissionamento". Em janeiro, a produção foi de 88 mil
barris de óleo por dia. "Desde que a P-58 entrou em operação em
17/03/2014, não foram registrados acidentes de processo que levassem à
interrupção das operações e não houve nenhuma ocorrência com impacto
ambiental", informou a companhia.
80% dos brasileiros ouvidos pelo Datafolha dizem que Dilma sabia de tudo. Ela foi parceira da corrupção na Petrobrás.
A Folha de S. Paulo de hoje, que já está nas bancas de Porto Alegre, revela pesquisa Datafolha que mostra que de cada 10 brasileiros, 8 acreditam que a presidente
Dilma Rousseff sabia da corrupção que acontecia na Petrobras, investigada pela
força-tarefa da Operação Lava Jato. A pesquisa foi feita nos
dias 16 e 17 em todo o país.
Leia a reportagem da Folha. A ilustração ao lado é do jornal.
Também é majoritária a parcela dos que acreditam que a
petista, além de ter conhecimento do esquema, deixava que ele operasse
livremente. Do total de entrevistados, 61% acham que ela "deixou" que
ocorressem os crimes. Outros 23% dizem que, apesar de saber, Dilma "não
poderia fazer nada" para impedir.
Os resultados são parecidos entre os entrevistados de
todas as divisões socioeconômica, faixas etárias e preferências partidárias,
inclusive entre eleitores da petista.
No grupo dos que declararam voto em Dilma no segundo
turno da eleição do ano passado, 74% acham que ela sabia do esquema —outros 19%
acreditam que ela não tinha conhecimento e 8% não souberam responder.
Dos que votaram no senador tucano Aécio Neves (MG) para a
Presidência, 94% têm convicção de que Dilma sabia da corrupção na Petrobras; 3%
acham que ela não sabia; outros 3% não souberam responder à pergunta.
PETROBRAS
O Datafolha também investigou se os brasileiros acreditam
que o esquema desbaratado pela Operação Lava Jato irá prejudicar a Petrobras, a
maior empresa do país.
A maioria, 51%, acredita que a Petrobras será prejudicada
"por muito tempo", e isso "coloca o futuro da empresa em
risco".
Os que acreditam, em menor ou maior grau, que a
petroleira foi prejudicada pelo escândalo somam 88%.
Apenas 6% acreditam que a Petrobras não será prejudicada
pela Operação Lava Jato. Outros 7% não souberam ou não opinaram sobre a
pergunta.
A pesquisa do Datafolha foi realizada com 2.842 entrevistas
em 172 municípios, logo após as manifestações anti-Dilma do dia 15. A margem de
erro é de dois pontos percentuais, para mais ou menos
Na festa dos 70 anos de Marta Suplicy, os convidados avisam que Dilma tem 20 dias para mudar de rumo. Ou ? Será o fim.
Os políticos do PSB, PSDB e alguns poucos do PT (amigos da senadora) mais um pequeno grupo de empresários, todos que estavam neste final de semana na festa de 70 anos da senadora Marta Suplicy, copncedeu um prazo de até 20 dias
para a presidente Dilma Rousseff dar uma nova guinada em seu governo. O jornal Folha de S. Paulo deste domingo conta o que aconteceu na festa:
"Ela tem de 15 a 20 dias para sair da encruzilhada e
apontar o caminho que seu governo vai seguir nos próximos três anos e 9 meses.
Caso contrário, será difícil assegurar a governabilidade", teria afirmado
um dos envolvidos na articulação política atual, segundo relato da jornalista
Vera Magalhães, da ‘Folha de S. Paulo’.
O prazo coincidiria com a data da segunda onda de
protestos contra o governo, marcada para 12 de abril.
A festa ocorrida na última sexta-feira, em São Paulo, foi
também a “cerimônia de adeus” de Marta Suplicy do PT, após 35 anos de filiação.
Ela se prepara para entrar no PSB e disputar a Prefeitura da capital paulista.
"O PT acabou. Aquele partido que eu ajudei a fundar fazendo reuniões na
minha casa, indo de porta em porta, em assembleias, ele não existe mais",
diz ela.
Entre os 300 convidados, estavam presentes dirigentes do
PMDB, como o vice-presidente Michel Temer, o ministro do Supremo Tribunal
Federal Gilmar Mendes, e até o ministro de Minas e Energia de Dilma, Eduardo
Braga.
Apenas um petista participou do evento. Quanto a ausência
do ex-presidente Lula, Marta disse: "Não o convidei. Na última conversa
que tivemos, disse a ele que iria buscar meu caminho. Lula é o maior estadista
que este país tem, mas agora não faria sentido estar aqui
Advogado de Youssef avisa: "Lula é o chefe da organização criminosa que montou com o PT no Petrolão"
Ao lado, o advogado Basto -
A colunista Mônica Bergamo publica, na edição deste domingo da Folha de S. Paulo, uma importante entrevista com o advogado Antonio
Figueiredo Basto. Importante porque antecipa quais poderão ser os próximos
passos da Operação Lava Jato. E o que ele deixa transparecer é que o alvo é o
ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
"Essa é uma organização criminosa ligada a um projeto
de poder. Há alguém por trás disso tudo", diz o advogado, afirmando que
seu cliente seria um "mero operador".
Quem seria esse alguém? – pergunta a jornalista.
"Alguém aqui garantiu isso tudo. Se eu cortar o
homem que tá aqui em cima, ou essa mulher, se eu cortar essa cabeça, o resto
embaixo some", disse ele.
Homem ou mulher? – tenta saber a jornalista.
"A Dilma, não. O Beto [Alberto Youssef] sempre diz
que ela não está envolvida com corrupção, isenta a Dilma totalmente".
E Lula?
Segundo Mônica Bergamo, Figueiredo Basto, que disse ter
votado em Aécio Neves (PSDB-MG) e declarou ser amigo do também tucano Beto
Richa, desconversou. Novas revelações sobre a Lava Jato, disse ele, serão
feitas em novo depoimento, agendado para o dia 30 de março.
Basto deu ainda um conselho para a presidente Dilma.
Segundo ele, "ela deveria se desvincular imediatamente do PT, porque PT
significa atraso e corrupção".
O advogado assumiu, ainda, uma postura ideológica
contrária à esquerda. "A esquerda não gosta de pobre. Gosta é de sinecura,
de empreguismo", disse ele, que defendeu também os manifestantes do dia 15
de março. "A elite branca toca esse país há mil anos. Ela carrega esse
país nas costas sozinha".
Figueiredo Basto, que orienta os movimentos de Youssef,
parece ter uma agenda. E não se trata do impeachment da presidente Dilma
Rousseff, mas sim inviabilizar o PT e a volta de Lula em 2018.
Ação que questiona Petrobras nos EUA tem 15 bancos envolvidos. Bradesco, Itaú e BB são réus na ação.
A reportagem a seguir, Estadão, é de Altamiro Silva Torres e Cynthia Decloedt. Vai na íntegra:. Ela informa que Bradesco BBI, Itaú BBA e BB Investimentos vão responder
junto com a estatal e já preparam sua defesa no processo
Os 15 bancos que estruturaram e distribuíram US$ 98
bilhões em emissões de títulos de dívida no exterior (bonds) da Petrobras nos
últimos cinco anos preparam sua defesa de uma ação coletiva aberta contra a
empresa brasileira na Justiça dos Estados Unidos. No dia 3 de abril, as partes
citadas no processo vão apresentar suas versões ao juiz federal Jed Rakoff. O
grupo de bancos, entre os quais estão os brasileiros Bradesco BBI, Itaú BBA e
BB Investimentos, contratou o escritório Skadden, Arps, Slate, Meagher &
Flom para uma defesa conjunta.
Este é até agora o único processo em que os bancos que
cuidaram de emissões de títulos da Petrobras aparecem como réus nos EUA.
Advogados ouvidos pelo Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado,
falam que, dependendo do desenrolar da Operação Lava Jato, que investiga as
denúncias de corrupção na empresa, podem surgir novos processos de investidores
ao redor do mundo que tiveram perdas e podem querer culpar os bancos, sobretudo
se a petroleira deixar de honrar algum pagamento.
A estratégia dos bancos foi fazer uma defesa conjunta. Os
argumentos serão apresentados ao juiz em Nova York no dia 3. Em algumas
instituições, o assunto tem sido tratado diretamente pelo alto escalão. Em um
dos bancos brasileiros citados no processo, o próprio diretor jurídico tem
participado das reuniões com os advogados.
A ação alega que o valor dos títulos da Petrobras reflete
ativos financeiros inflados pela empresa para encobrir as propinas de
empreiteiras e outras prestadoras de serviços. Além disso, a ação alega que no
material distribuído aos investidores durante as ofertas dos papéis há
informações enganosas, que omitem, por exemplo, as práticas de corrupção na
petroleira.
Os bancos aparecem na ação como réus ao lado da
Petrobras. Nesta fase inicial do processo, os investidores evitam falar em um
valor de indenização para os prejuízos. Mas a ação pode envolver o pagamento de
"centenas de milhões de dólares", segundo o advogado do escritório
Labaton Sucharow, Michael Stocker, que representa o município de Providence,
capital do Estado de Rhode Island. Caso o juiz considere os bancos culpados, as
instituições também teriam que desembolsar os recursos, não apenas a Petrobras.
Advogados consultados pelo Broadcast explicam que, apesar
da responsabilidade que as instituições financeiras estruturadoras têm sobre as
informações prestadas em tais prospectos, práticas de corrupção são impossíveis
de serem comprovadas nos documentos e nas diligencias nos quais se baseiam. O
Broadcast procurou os bancos citados no processo, que preferiram não comentar.
"Os bancos são responsáveis perante aos investidores
em garantir a veracidade, a suficiência e a consistência das informações do
prospecto, apresentadas com base em due diligence, na opinião legal de
advogados e na carta de conforto dos auditores, por eles contratados",
disse um advogado que preferiu não se identificar. O mesmo advogado comenta
ainda que todas as informações nos prospectos são respaldadas por documentos e
aquelas relacionadas à posição da empresa no mercado são baseadas em pesquisas
feitas por empresas especializadas.
"Se há alguma informação relevante que o
estruturador considera que possa estar sendo omitida, o que tem a fazer é
forçar a empresa até o limite a esclarecer, mas nenhuma das informações presentes
no prospecto pode estar baseada em suspeitas." Ele explica que, para se
resguardar de contestações, são realizadas conferências gravadas nas quais o
emissor declara não haver nenhuma informação relevante que tenha deixado de ser
fornecida.
Bancos começam a executar garantias de R$ 4,5 bilhões da Sete Brasil
Recursos de R$ 43,5 bilhões do fundo garantidor rfeduzirão os prejuízos dos credores. O valor corresponde a garantia de seis bancos credores - Bradesco, Caixa, Itaú, BBA, Santander e Standard - , que executarão a Sete. No total, os bancos emprestaram R$ 12 bilhões.
Os principais jornais brasileiros informaram neste sábado
que a Sete Brasil, principal parceira da Petrobras na exploração do pré-sal,
sofreu um duro golpe, porque um de seus credores estrangeiros, o Standard Chartered
Bank, entrou com pedido de execução de garantias do empréstimo concedido à
empresa.
A Folha de S. Paulo, neste sábado, apurou que o banco já acionou o FGCN
(Fundo Garantidor da Construção Naval), fundo administrado pela Caixa Econômica
para assegurar o pagamento aos credores em caso de calote.
Em carta ao fundo, o Standard Chartered pede para sacar
sua cota no fundo –o que pode ser negado pelo fundo.
A reportagem não obteve a informação do valor do
empréstimo, mas apurou que é maior do que a
cota do banco no fundo –um sinal de
desespero diante da situação da Sete Brasil, já que prefere garantir um valor
menor.
Leia toda a reportagem (a ilustração ao lado também é da Folha):
Envolvida na Operação Lava Jato, a companhia não
consegue um financiamento de US$ 9 bilhões prometido pelo BNDES quando a
empresa foi criada, em 2010.
Como não obteve os recursos do BNDES, a Sete tomou R$ 12
bilhões com bancos –alguns deles são também sócios no negócio. Esses
empréstimos venceram, e a Sete não consegue pagá-los.
O Standard Chartered fez parte de um grupo de bancos
estrangeiros que, juntos, concederam R$ 2,6 bilhões à Sete. Esses
financiamentos, chamados empréstimos-ponte, venceram novamente nesta terça
(17). Eles já tinham sido renegociados anteriormente. O Standard foi o primeiro
a "jogar a toalha" porque não acredita que haverá uma saída para a
Sete.
AGONIA
A solução que está na mesa é do BNDES. Como revelou
a Folha, o banco estatal propôs liberar os US$ 9 bilhões que
tinha prometido à Sete diretamente para os bancos credores. Assim, ele
repassará o risco do negócio para as instituições financeiras.
Os credores não querem aceitar a proposta. Dizem que só
financiaram a Sete porque o governo, via BNDES, tinha se engajado no projeto
com a promessa do financiamento de longo prazo.
O prazo final para decidirem o salvamento da empresa é 31
de março. Se os bancos não aderirem, a empresa pode quebrar. Caso eles cheguem
a um acordo, o banco britânico pode suspender a execução das garantias.
O impasse se agravou após Pedro Barusco, ex-diretor de
operações da Sete, confessar ter cobrado propina dos estaleiros contratados
para fazer as sondas –reproduzindo na Sete os desvios praticados na Petrobras
quando foi gerente da estatal.
Desde então, o BNDES exige mais garantias para liberar o
recurso. Até a presidente Dilma pressionou para ajudar a empresa. Com a demora
do BNDES, a Sete atrasa pagamentos, comprometendo a construção das sondas.
PT gaúcho quer Vaccari Neto fora da tesouraria do Partido
O PT gaúcho aprovou resolução para que a direção nacional exclua João Vaccari Neto da tesouraria, mas não do Partido.
A resolução não fala no caso do ex-deputado gaúcho Paulo Ferreira, também citado nas investigações do Lava Jato.
A resolução não fala no caso do ex-deputado gaúcho Paulo Ferreira, também citado nas investigações do Lava Jato.
Saiba quais são as novas lojas que abrirão nos shoppings TOTAL, Praia, Iguatemi e Barra
O turn over bateu para valer nos principais shoppings de Porto Alegre, mas o que vem aí não cobre as vagas existentes em alguns deles, com ênfase para Iguatemi e Barra. Acompanhe o que está programado:
TOTAL - Feira de Tapetes e Móveis Rústicos, que ampliará a área total.
Praia de Belas - Dolce Casa, Pandora e Caracol Chocolates.
Iguatemi - Cia. Marítima e Aramis Masculina.
Barra - Bife, Mama Mia, Pandora.
TOTAL - Feira de Tapetes e Móveis Rústicos, que ampliará a área total.
Praia de Belas - Dolce Casa, Pandora e Caracol Chocolates.
Iguatemi - Cia. Marítima e Aramis Masculina.
Barra - Bife, Mama Mia, Pandora.
Público terá pratos cheios, esta semana, com audiências na Justiça Federal e na CPI da Petrobrás
Será nesta quinta-feira o depóimento do ex-presidente da Petrobrás, José Gabrielli, na Justiça Federal do Paraná.
Ele é testemunha de defesa do seu ex-diretor Nestor Cerveró e do lobista Fernando Baiano.
A semana será de inúmeras audiências na Justiça Fed
eral do Paraná.
Também prometem as reuniões da CPI da Petrobrás.
Na quinta-feira será ouvido Júlio Faerman, representante da holandesa SBM, acusado de corromper o tesoureiro nacional do PT, Vaccari Neto, e o ex-diretor da Petrobrás, Renato Duque. Antes de quinta, a CPI terá reunião de trabalho. Um dos temas é a convocação de Vaccari.
Ele é testemunha de defesa do seu ex-diretor Nestor Cerveró e do lobista Fernando Baiano.
A semana será de inúmeras audiências na Justiça Fed
eral do Paraná.
Também prometem as reuniões da CPI da Petrobrás.
Na quinta-feira será ouvido Júlio Faerman, representante da holandesa SBM, acusado de corromper o tesoureiro nacional do PT, Vaccari Neto, e o ex-diretor da Petrobrás, Renato Duque. Antes de quinta, a CPI terá reunião de trabalho. Um dos temas é a convocação de Vaccari.
O ministro da Aviação Civil só anda de avião civil
O jornalista Túlio Milman, Zero Hora, descobriu que o ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, só anda de avião civil.
Avião militar, só quando a chefe exige pressa.
Avião militar, só quando a chefe exige pressa.
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