A Procuradoria-Geral da República argumentou que é impossível investigar a presidente Dilma Rousseff por “atos estranhos ao exercício de sua função”, mas determinou a apuração sobre a arrecadação de recursos para sua campanha de 2010 no pedido de abertura de inquérito contra o ex-ministro Antonio Palocci (PT).
O pedido foi remetido para a primeira instância da Justiça Federal em Curitiba, já que Palocci, que era coordenador da campanha de Dilma 2010 e depois seu ministro da Casa Civil, não tem foro privilegiado.
Lula diz que "Dilma deveria fazer autocrítica e pedir desculpas a população"
Da coluna de Lauro Jardim, na Veja:
"No café da manhã que teve com os senadores do PT e PMDB há duas semanas, Lula não poupou o estilo Dilma. Um senador anotou uma das estocadas: “A Dilma tem que fazer uma autocrítica. Pedir desculpas à população, reconhecer que errou, que mudanças têm ser feitas e, aí então, dizer o que vai fazer”.
Evidentemente, as críticas já chegaram a Dilma – ao menos um senador há de ter contado para a presidente. O que não deve ajudar nada a melhorar sua relação com Lula."
"No café da manhã que teve com os senadores do PT e PMDB há duas semanas, Lula não poupou o estilo Dilma. Um senador anotou uma das estocadas: “A Dilma tem que fazer uma autocrítica. Pedir desculpas à população, reconhecer que errou, que mudanças têm ser feitas e, aí então, dizer o que vai fazer”.
Evidentemente, as críticas já chegaram a Dilma – ao menos um senador há de ter contado para a presidente. O que não deve ajudar nada a melhorar sua relação com Lula."
Relação de Dilma com Congresso Nacional lembra série norte-americana
O cabo de guerra entre Executivo e Congresso Nacional potencializado na última semana em Brasília tem elementos que não devem em nada ao roteiro do drama político da série norte-americana House of cards. A terceira temporada da novela de ficção traz o protagonista Frank Underwood, interpretado por Kevin Spacey, como presidente dos Estados Unidos passando por uma crise de impopularidade e tendo dificuldades para conquistar o apoio do próprio partido para a aprovação de projetos importantes. Na realidade brasileira, a presidente Dilma Rousseff enfrenta batalhas inglórias semelhantes. Depois de ter vencido a reeleição, a chefe de Estado vem encontrando obstáculos para ter a aceitação de seus projetos no Parlamento, principalmente pela insatisfação da base aliada.
Segundo o Estado de Minas, em um dos episódios da ficção, Underwood cogita mexer nas regras de programas assistenciais, mas sente a rejeição do projeto pela oposição e a base aliada. Dilma também encontrou resistência dos parlamentares ao anunciar medidas provisórias que afetam, por exemplo, o pagamento e pensão por morte, auxílio-doença e abono salarial. Para se tornarem leis, as MPs deverão ser votadas no Congresso.
A presidente já disse que está disposta a negociar com deputados e senadores. Na semana passada, a presidente se reuniu com o maior partido aliado, o PMDB, com a promessa de melhorar a interlocução do governo com o Legislativo.
Lava Jato: Base aliada é suspeita de envolvimento em 129 crimes
Trinta e quatro integrantes da base aliada da presidente Dilma Roussef são suspeitos de envolvimento em quatro crimes diferentes na Operação Lava-Jato, apurados em 23 diferentes inquéritos. São 50 indícios de corrupção passiva, 50 de lavagem de dinheiro, um de evasão de divisas e 28 formação de quadrilha. Os alvos são os 24 deputados e 10 senadores de PT, PMDB, PP e PTB que integram a lista do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que apura desvios na Petrobras. A maior parte dos políticos é suspeita de receber propina e de tentar esconder a origem do dinheiro fruto de negociatas. Só Antônio Anastasia (PSDB-MG), investigado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, integra o “bloco oposicionista” da relação.
Janot obteve autorização do Supremo Tribunal Federal (STF) para abrir inquéritos contra 49 pessoas, sendo 35 parlamentares. E ainda enviou pelo menos cinco investigações para outros tribunais, já que os personagens não têm mandato, como o ex-ministro da Casa Civil Antônio Palocci.
O crime de corrupção passiva prevê de dois a 12 anos de cadeia. De lavagem, de três a 10 anos. Além da multa, o tempo de prisão pode aumentar se algum ato do agente público for retardado ou negligenciado em razão do suborno ou, ainda, se o crime for praticado por pessoas em cargos comissionados ou na direção de estatais. É a corrupção passiva qualificada.
É o caso da senadora e ex-ministra da Casa Civil Gleisi Hoffman (PT-PR). Assim como ela, o ex-ministro das Minas e Energia Edison Lobão (PMDB-MA) é suspeito de corrupção qualificada e ainda responde por quadrilha. Unir-se a criminoso em grupo também é a investigação adicional contra o presidente Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e os senadores Ciro Nogueira (PP-PI), Romero Jucá (PMDB-RR) e Valdir Raupp (PMDB-RO).
Janot obteve autorização do Supremo Tribunal Federal (STF) para abrir inquéritos contra 49 pessoas, sendo 35 parlamentares. E ainda enviou pelo menos cinco investigações para outros tribunais, já que os personagens não têm mandato, como o ex-ministro da Casa Civil Antônio Palocci.
O crime de corrupção passiva prevê de dois a 12 anos de cadeia. De lavagem, de três a 10 anos. Além da multa, o tempo de prisão pode aumentar se algum ato do agente público for retardado ou negligenciado em razão do suborno ou, ainda, se o crime for praticado por pessoas em cargos comissionados ou na direção de estatais. É a corrupção passiva qualificada.
É o caso da senadora e ex-ministra da Casa Civil Gleisi Hoffman (PT-PR). Assim como ela, o ex-ministro das Minas e Energia Edison Lobão (PMDB-MA) é suspeito de corrupção qualificada e ainda responde por quadrilha. Unir-se a criminoso em grupo também é a investigação adicional contra o presidente Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e os senadores Ciro Nogueira (PP-PI), Romero Jucá (PMDB-RR) e Valdir Raupp (PMDB-RO).
Biermarkt traz pela 1ª vez ao Brasil a "Brooklyn Tap Takeover"
O Biermarkt, eleito em 2014 pela 4º vez seguida a melhor carta de cervejas de Porto Alegre, traz pela 1º vez no Brasil a "Brooklyn Tap Takeover", da Brooklyn Brewery de Nova York, com harmonização do Hambúrguer de Garret Oliver, um dos mais renomados mestres cervejeiros do mundo e fundador da companhia.
Serão dois rótulos da cerveja americana a disposição dos clientes: Summer Ale (cerveja leve a clara para o verão) e Oktoberfest (encorpada com os melhores maltes e lúpulos alemães).
O evento acontecerá nesta terça-feira (10), a partir das 20h, no Biermarkt Vom Fass - Barão de Santo Ângelo, 497, Moinhos de Vento. Saiba mais em http://www.biermarkt.com.br/
Exposição de bancos públicos à Petrobras é de US$ 27 bi
A exposição dos bancos públicos à Petrobrás chega a US$ 27 bilhões, ou R$ 77,5 bilhões, em dívidas. A estimativa foi feita pela Moody's, agência de risco que rebaixou o rating da Petrobras na última terça-feira.
Desse valor, US$ 16,3 bilhões, ou R$ 46,7 bilhões, estariam no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), mostra cruzamento de dados feito pelo Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado. O Banco do Brasil (BB) teria R$ 19,5 bilhões e a Caixa, R$ 11,3 bilhões.
Claudio Humberto diz que "esquema no setor elétrico é igual ao Petrolão"
A corrupção na Petrobras, desmantelada pela Operação Lava Jato, prosperou a partir de estrutura semelhante às estatais do setor elétrico. O esquema montado pelo PT na Petrobras concentrou poder decisório em duas diretorias (Abastecimento e Serviços) definindo compras, licitações, contratos, parcerias, tudo que possibilitasse, digamos, negócios.
No setor elétrico, o modelo adotado é exatamente o mesmo, diz o jornalista Claudio Humberto em sua coluna diária replicada em vários jornais brasileiros neste domingo.
No setor elétrico, o modelo adotado é exatamente o mesmo, diz o jornalista Claudio Humberto em sua coluna diária replicada em vários jornais brasileiros neste domingo.
Youssef diz que Lula e Dilma sabiam de repasses na Petrobras
O doleiro Alberto Youssef disse, em depoimento na Operação Lava Jato, que a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula tinham conhecimento da "estrutura que envolvia a distribuição e repasse de comissões" na Petrobras. Durante o processo de delação premiada, Youssef afirmou que "tanto a presidência da Petrobras como o Palácio do Planalto" sabiam do esquema.Questionado sobre a quem se referia ao mencionar Palácio do Planalto, Youssef citou os nomes de Lula, Dilma, e parte da cúpula do governo do ex-presidente: Gilberto Carvalho, Gleisi Hoffmann, Antonio Palocci, José Dirceu, Ideli Salvatti e Edison Lobão.
O trecho da delação de Youssef que cita Lula e Dilma aparece no pedido de abertura de inquérito encaminhado pela Procuradoria-Geral da República para investigar a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR). O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, descartou a possibilidade de investigar a presidente Dilma Rousseff.
"Em complementação ao termo de declarações realizado na data de ontem, o declarante gostaria de ressaltar que tanto a presidência da Petrobras, quando o Palácio do Planalto tinham conhecimento da estrutura que envolvia a distribuição e repasse de comissões no âmbito da estatal", relatam os investigadores sobre o depoimento de Youssef.
Eduardo Cunha: "Serei independente babando ódio do lado"
O telefone do vice-presidente da República, Michel Temer, tocou cedo ontem pela manhã. Era o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), com um aviso: “Vou subir o tom. A petição é uma piada!” Temer conhece o aliado. Sabe que ele não está brincando ao prometer “subir o tom”. Mais tarde, ao Estado de Minas, Cunha foi mais incisivo: “Vou baixar o cacete. Até aqui, eu era apenas independente. Agora, serei independente babando ódio do lado”, afirmou.
Eduardo Cunha está convicto de que só será investigado para justificar a abertura de inquérito contra o senador tucano Antonio Anastasia (MG). É que os dois foram colocados no balaio da Lava-Jato pelo mesmo delator, o policial Jayme Alves de Oliveira Filho, que disse ter entregue dinheiro numa casa no Rio de Janeiro e que esse dinheiro seria destinado a Eduardo Cunha e, no caso de Anastasia, a alguém que ele acha que poderia ser o senador mineiro.
A defesa de Youssef negou que ambos estivessem recebido dinheiro. “Não tenho dúvidas de que o governo federal está por trás disso. O procurador escolheu contra quem abriria inquérito”, avaliou o presidente da Câmara, colocando de forma mais coloquial o que havia escrito na nota oficial divulgada ontem no início da manhã.
Eduardo Cunha está convicto de que só será investigado para justificar a abertura de inquérito contra o senador tucano Antonio Anastasia (MG). É que os dois foram colocados no balaio da Lava-Jato pelo mesmo delator, o policial Jayme Alves de Oliveira Filho, que disse ter entregue dinheiro numa casa no Rio de Janeiro e que esse dinheiro seria destinado a Eduardo Cunha e, no caso de Anastasia, a alguém que ele acha que poderia ser o senador mineiro.
A defesa de Youssef negou que ambos estivessem recebido dinheiro. “Não tenho dúvidas de que o governo federal está por trás disso. O procurador escolheu contra quem abriria inquérito”, avaliou o presidente da Câmara, colocando de forma mais coloquial o que havia escrito na nota oficial divulgada ontem no início da manhã.
Nomes de Renan e Cunha na lista é muito grave, avisa cientista político Álvaro Moisés
O cientista político e professor da USP, José Álvaro
Moisés, considerou muito grave o fato de os presidentes das duas maiores casas
legislativas do País, o Senado e a Câmara, respectivamente Renan Calheiros
(PMDB-AL) e Eduardo Cunha (PMDB-RJ) estarem na lista de políticos que serão
investigados no âmbito da Operação Lava Jato, que apura esquema de corrupção na
Petrobras.
Em entrevista à rádio Estadão, o cientista político disse
que é preciso ver primeiro se as acusações irão ou não se confirmar, mas o fato
de os nomes constarem da lista é grave. José Moisés lembrou da CPI dos Anões,
que acabou provocando a cassação do mandato do então presidente da Câmara dos
Deputados Ibsen Pinheiro, filiado ao PMDB do Rio Grande do Sul.
Mais tarde, a própria revista Veja, que produziu a denúncia inicial e sustentou o processo, reconheceu seu erro, pediu publicamente desculpas, deu capa para Ibsen, mas não conseguiu devolver a carreira política do deputado gaúcho, que disputaria o cargo de presidente da República.
"Só que a
situação hoje é mais grave", disse, citando as crises econômica e
política.
Na sua avaliação, a gravidade do momento ocorre também
porque o próprio governo federal não consegue administrar essas crises. E disse
que essa crise tem que resultar na elaboração de uma reforma política.
"Regulação de mídia é o controle remoto”, diz presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara
Eleito para tocar os trabalhos da Comissão de Ciência e
Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI), Fábio Sousa (PSDB-GO), fez
questão de deixar claro o que pensa sobre a ideia de regulamentar a imprensa no
Brasil. Segundo ele, não há razão para o Congresso estruturar projeto na área
da regulamentação dos veículos de comunicação. “Regulação da mídia para mim é o
uso do controle remoto. É o pai desligando a televisão em programas não
apropriados. É você decidindo o que vai assistir”, disse Sousa.
O parlamentar, que também é jornalista, quer
realizar debates para definir propostas para os setores incorporados à CCTCI e
chegou a mencionar os ministros Aldo Rebelo (Ciência e Tecnologia) e Ricardo
Berzoini (Comunicações).
Vox Populi faz nova pesquisa para dizer que governo Dilma é ruim e péssimo.
No seu blog de hoje, Lauro Jardim conta que o Palácio do Planalto tem tido acesso a pesquisas que
jogam Dilma Rousseff em patamares de impopularidade inéditos em seu governo.
Leia mais:
São números muito piores do que ela obteve após as
manifestações de 2013. Fernando Pimentel recebeu na semana passada uma pesquisa
encomendada ao Vox Populi que é desastrosa para Dilma. Feita apenas em Minas
Gerais, onde ela venceu a eleição, a pesquisa mostra que 62% dos mineiros
consideram seu governo ‘ruim’ ou ‘péssimo’.
Na terceira semana de março, por encomenda da CNI, o
Ibope sai às ruas para medir o pulso da população em relação ao governo Dilma.
Reinaldo Azevedo conta como Janot, Cardozo e Teori acertaram tudo para livrar os governos Lula e Dilma da Lista de Janot
Ao livrar o ex-diretor Renato Duque da cadeia, cumprindo pedido pessoal de Lula, e ao reelaborar as Listas de Janot, o ministro Teori Zavascki calibrou em milímetros o cenário jurídico e político capaz de blindar completamente o governo Dilma. O jornalista Reinaldo Azevedo diz em seu blog deste domingo, que ao examinar todas as petições, percebeu que até mesmo o enquadramento de ex-ministros de Dilma, como Palocci e Gleise Hoffman, refere-se a atividades de corrupção de que participaram antes de serem ministros, o que não contaminaria o governo, livrando-o de investigações. Janot e Teori tiveram o cuidado de mandar investigar a roubalheira da campanha de Dilma em 2010, mas ignoraram as denúncias formais de irrigação de dinheiro sujo para a campanha de Dilma em 2014. A cada momento fica mais claro que governo Dilma (PT e Lula), mais Janot e Teori, foram diretamente ao fígado de aliados pouco fiéis, mas fizeram de tudo para poupar os chefes que sabiam de tudo e tudo aprovaram, no caso Lula e Dilma. Resta saber se os coadjuvantes atacados de modo sórdido, terão
Leia mais:
A conversa mole sobre a investigação da campanha de Dilma
em 2010: como enganar trouxas e influenciar pessoas. Por que não se investiga
2014?
As pessoas têm todo o direito de se enganar e de se
deixar enganar por espertos, idiotas ou pilantras. É da vida. Venham cá: quem
está disposto a apurar irregularidades na campanha eleitoral de Dilma Rousseff
manda investigar a atuação de Antonio Palocci em 2010??? Ora… Não que o rapaz
não possa ter cometido uma penca de lambanças. No seu caso, parece haver mais
do que um método; parece haver algo parecido com uma compulsão também. Que tudo
seja posto em pratos limpos, né? Mas por que não mandar apurar o que se fez
em 2014?
A petição que diz respeito a Palocci, a 5.263, chega
a ser cômica. Tem apenas oito páginas. Duas delas são dedicadas a explicar por
que a presidente da República não pode ser investigada, na vigência de seu
mandato, por atos estranhos aos exercício do cargo.
Assim, se Palocci cometeu alguma irregularidade para
eleger Dilma Rousseff, conforme está na petição, ela não pode ser
responsabilizada porque, afinal, não era presidente então. Como, agora, ela é,
a coisa fica em suspenso até que deixe o cargo. ISSO ESTÁ NA CONSTITUIÇÃO?
ESTÁ!!! O MINISTÉRIO PÚBLICO ESTÁ MENTINDO? RESPOSTA: NÃO!!!
Mas por que não se investigam, então, as doações de 2014,
quando Dilma já era presidente? Parece que o empreiteiro Ricardo Pessoa tem o
que dizer a respeito. Até porque, amiguinhos, a menos que se operem alguns
milagres na produção de provas, a chance de Palocci escapar com os pés nas
costas é enorme. Por que digo isso?
CLIQUE AQUI para ler mais.
Teori é o anti-Joaquim Barbosa do STF
No caso do Lava Jato ou Petrolão, o ministro Teori Zavascki comporta-se como a antítese do ex-ministro Joaquim Barbosa.
Quem esperava o contrário, enganou-se porque quis ou não assistiu a fase final do julgamento do Mensalão.
Quem esperava o contrário, enganou-se porque quis ou não assistiu a fase final do julgamento do Mensalão.
Renan, Aécio e Cunha enxergam interesses comuns entre Janot, Cardozo e Teori
Os senadores Aécio Neves e Renan Calheiros, mais o deputado Eduardo Cunha, disseram com todas as letras que existem interesses comuns entre Cardozo, Janot e Teori.
É a decisão de blindarem os governos Dilma e Lula.
Tal como aconteceu no Mensalão.
Dilma falará sobre abobrinhas na TV. Será esta noite. Lista de Janot será ignorada no discurso.
A
presidente Dilma Rousseff vai usar o pronunciamento na TV neste domingo,
por ocasião do Dia Internacional da Mulher, para defender os ajustes propostos
por sua equipe econômica.
Ela dirá que a culpa pelos seus desmandos é da crise internacional.
Sobre a Lista do Janot, a presidente não dirá uma só palavra.
Até fora do Brasil Janot e ministro da Justiça de Dilma mantiveram encontros secretos
A repórter Andréia Sadi, revela hoje na Folha de S. Paulo que o Ministro da Justiça do governo Dilma, José Eduardo Cardozo, teve encontros secretos com procurador Rodrigo Janot até no exterior. Janot depende da boa vontade de Cardozo e de Dilma para um novo mandasto na PGR. Ele está sendo fustigado diretamente por líderes políticos como Aécio Neves, Renan Calheiros e Eduardo Cunha, que os acusam de operar como serviçal do governo do PT no caso da Lista do Janot, que incluiu dezenas de deputados e senadores do PP e do PMDB, mas "esqueceu" do PT, o verdadeiro maestro e dono da orquestra de ladrões do Petrolão.
Leia tudo|:
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, encontrou o
procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em Buenos Aires, na Argentina,
fora da agenda e durante viagem oficial, em um sábado de novembro do ano
passado.
A reunião, um almoço na área turística de Puerto Madero,
ocorreu no dia 22. Três dias depois, procuradores desembarcaram na Suíça atrás
de contas que foram usadas, de acordo com o ex-diretor da Petrobras Paulo
Roberto Costa, para a Odebrecht pagar a ele suborno de US$ 23 milhões, o que a
empreiteira nega.
Na semana anterior ao encontro, no dia 14, a Polícia
Federal, subordinada a Cardozo, havia deflagrado a fase da Operação Lava Jato
que levou executivos das principais empreiteiras do país à cadeia.
Perguntada sobre o encontro com Janot, a assessoria de
Cardozo informou inicialmente à Folha que o ministro viajara à Argentina
naquela data para encontro com o ministro da Justiça e da segurança pública da
Argentina.
Questionada novamente por telefone e email sobre a reunião,
a assessoria, então, confirmou num segundo momento o ''encontro pessoal'' do
ministro com o chefe do Ministério Público, que estava na cidade para encontro
de procuradores do Mercosul.
Segundo o Ministério da Justiça, Cardozo e o
procurador-geral ''mantiveram contato'' e, juntamente com a mulher de Janot, se
encontraram para um almoço no dia 22. ''Não houve registro em agenda por não se
tratar de encontro oficial''. A assessoria nega qualquer discussão sobre a Lava
Jato.
A reportagem contatou a assessoria de Janot desde quinta
(5), mas não obteve resposta.
Este é o segundo encontro de Janot e Cardozo que não
consta na agenda de ambos. No último dia 26, a Folha revelou que eles estiveram
juntos às vésperas da apresentação, por Janot, ao STF (Supremo Tribunal
Federal) dos pedidos de abertura e arquivamento de inquéritos
No dia da Lista de Janot, Luiz Fernando Veríssimo saúda o governo Dilma e o PT
O escritor Luis
Fernando Verissimo destaca, neste fim de semana, seu apoio ao governo Dilma e ao PT, poerque endossa as palavras de Luiz
Carlos Bresser Pereira, ex-ministro de FHC, que afirmou que a elite brasileira
incita o ódio ao PT;
- Às vezes, as melhores definições de onde nós estamos
e do que está nos acontecendo vem de onde menos se espera. Um fenômeno novo na realidade brasileira é o ódio político, o espírito
golpista dos ricos contra os pobres.
Luiz Fernando ignora o Lava Jato, desconsidera a primeira Lista de Janot, na qual 54 dos 55 nomes são da base aliada do governo, e ainda acha que do ponto de vista ético o seu Partido, o PT, é o que existe de mais vertical na humanidade.
CLIQUE AQUI para ler a mais nova obra de ficção política do escritor gaúcho, cada dia mais fora do eixo.
Avançam especulações sobre o expurgo de Dilma Roussef
A charge é de Chico Caruso. Na primeira foto, os donos da Rede Globo -
No dia 9 de fevereiro, o editor postou no You Tube o comentário que vai no link a seguir, intitulado “As opções ao impeachment são a guerra civil ou a renúncia”.
No dia 9 de fevereiro, o editor postou no You Tube o comentário que vai no link a seguir, intitulado “As opções ao impeachment são a guerra civil ou a renúncia”.
Neste final de semana, várias outras opções começam a ser
aventadas por políticos de vários Partidos.
Uma das soluções para as crises política e econômica
seria um governo de união nacional, cujo acerto estaria sendo tramado pelo
ex-presidente FHC. Em nota no seu Face, FHC negou tudo e avisou:
- Dilma não merece permanecer no governo.
CLIQUE AQUI para ver e ouvir o comentário do editor.
PP do RS já esperava ser atingido pelo Lava Jato, mas não sabia o tamanho do ataque.
Atingido em cheio pela Operação Lava Jato (Petrolão), o
PP do RS reagiu com notas e entrevistas durante todo o sábado. O editor recebeu cópias de todas elas. O tom de todas elas é de repulsa à única acusação de que foram vítimas (leia a seguir).
O Partido vinha se preparando há algum tempo para situação semelhante, mas não esperava que ela assumisse as proporções que assumiu.
Pelo menos um dos deputados da Lista de Janot, Jerônimo
Goergen, desligou-se do diretório estadual. Ele é o que mais indignação
demonstra diante da sua inclusão entre os parlamentares progressistas que serão
investigados por ordem do STF.
O caso acabou respingando também sobre o deputado
estadual Marcel Van Hatten, atacado por adversários petistas, mesmo que não
tenha nada a ver com a história. Marcel tirou nota para avisar que não concilia
com a corrupção e nem com atropelos ao estado democrático de direito. O
deputado aproveitou para lembrar:
- 54 dos 55 investigados são do PT ou da base aliada do
governo Dilma.
Os deputados gaúchos foram acusados pelo doleiro Alberto
Youssef. Segundo ele, todos receberiam mensalinhos da direção nacional do
Partido. Youssef não apresentou prova, mas listou os nomes dos pagadores dos
mensalinhos. Segundo eles, tudo sairia de um núcleo duro, do qual faria parte o
gaúcho Zé Otávio, que, este sim, receberia altos valores de propinas do
dinheiro sujo da Petrobrás.
Assinar:
Postagens (Atom)



