As redes sociais parecem ter sido descobertas de uma vez por todas pelas campanhas de Tarso Genro, PT, e José Sartori, PMDB.
. As críticas dos dois lados e o aproveitamento feito em cada mídia tem sido muito inteligente e até bem humorado, o que revela um passo adiante importante no uso da Internet como arma política e eleitoral, o que já demorava a acontecer.
. Ao lado, acima, montagem de uma frase infeliz e brincalhona de Sartori, cunhada em cima de Tarso, que poderia dizer a mesma coisa, já que transformou suas palavras sobre o piso em palavras de Pinóquio, que é como o Cpers pintou o governador no Dia do Professor, ano passado (foto abaixo).
Sobre o caso Cpers, para entender melhor o jogo interno do aparelhado sindicato:
1) A ex-direção do Cpers liderada pela Rejane era
oposição ao Tarso, porque constituída por integrantes da DS (a própria Rejane)
e do Psol (Neiva Lazzarotto, aliás candidata a dep estadual neste ano). A atual
direção do Cpers, liderada pela Helenir Oliveira, é de uma tendência que apóia
o Tarso no partido, o PT Amplo. Essa direção é da mesma tendência da Juçara
Dutra Vieira, ex-presidente do Cpers e da CNTE, e integrante do governo Tarso
em todo o período, antes na Casa Civil e, desde março de 2014, secretária de
Justiça e Direitos Humanos.
2) Se a frase/brincadeira do Sartori não foi correta,
muito pior é o Tarso que efetivamente assinou, prometeu e não cumpriu a lei do
piso e que, agora nas eleições, com a conivência do Cpers, faz nova
promessa mentirosa: que vai pagar o piso com os royalties do pré-sal, mesmo que
ninguém saiba quando e quanto o RS receberá esses recursos.
. Mais uma vez Tarso
e Cpers pretendem enrolar os professores e a opinião pública com uma afirmação
que as pessoas têm dificuldade em avaliar se é verdade ou mais uma mentira.