A omissão das autoridades constituídas dos três Poderes da República permite que os rodoviários imponham regime de paralisia e caos em Porto Alegre. Só falta a decretação da Comuna de Paris de Porto Alegre. CUT, o PT e seus aliados dentro e fora dos governos federal e estadual, estão muito próximos do Poder. CLIQUE AQUI para saber mais sobre o primeiro governo operário do globo terrestre, a Comuna de Paris.
Depois da enésima reunião presidida pela juiza Kruse, que toma decisões e não as faz cumprir, ficou a esperança de que até o dia 17 será possível um acordo. A própria juiza foi a mensageira da esperança. O caso não é de acordo, mas de cumprimento da ordem judicial que considerou a greve ilegal e ordenou a retomada dos serviços essenciais, que pela Constituição Federal exige um mínimo de funcionamento, mesmo durante greves. A vacilação da juíza desmoraliza o Poder Judiciário. Ela já perdeu todas as condições de continuar no caso. A população e a cidade não poderão aguentar mais os 10 dias que a juiza pede de paciência.
. Não houve acordo na audiência
de negociação realizada nesta quinta-feira entre rodoviários e empresários
dos ônibus de Porto Alegre na sede do Tribunal Regional do Trabalho (TRT). Com
isso, o Ministério Público do Trabalho ajuizou o dissídio coletivo da
categoria e o reajuste salarial dos rodoviários deve
ser definido judicialmente.
. A procuradora Beatriz Junqueira Fialho entrou com a ação
na secretaria da Sessão de Dissídios Coletivos do TRT e apresentou os
argumentos dos rodoviários e dos empresários. O colegiado responsável pelos
dissídios se reunirá no dia 17 de fevereiro e trabalhará para que a avaliação
do MPT entre na pauta.
. A desembargadora Ana Luiza Kruse, que decretou a ilegalidade da greve, mas se nega a implementá-la através de medidas coercitivas, continua disposta a levar adiante suas infrutíferas e desrespeitadas negociações, as mais atrapalhadas da Justiça do Trabalho do RS.
– Temos que trabalhar muito para uma solução negociada
até essa data.

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