Apesar do extraordinário mau tempo que transtorna a vida
dos gaúchos nesta segunda-feira, o senador Aécio Neves vem cumprindo a precisa
agenda montada pelo PSDB do RS para sua viagem ao Estado.
. Ele chegou pouco antes do meio dia a Porto Alegre e em
seguida foi para uma palestra na Federasul, na zona central, onde falou para
duas centenas de pessoas, muitos dos quais do PP (Celso Bernardi, presidente),
DEM (deputado Paulo Borges) e PPS (deputado Paulo Odone). A ex-governadora Yeda
Crusius, que estava em São Paulo, chegou quase ao final do almoço.
. Além de Pedro Simon, Aécio também fez visitas a Feira do Livro e programou conversas nas duas
redes de comunicação, RBS e Caldas Júnior.
. No final da tarde, depois de viajar de trem,
participará de ato público em São Leopoldo, a mais importante cidade comandada
pelo PSDB na Grande Porto Alegre.
. O discurso do candidato tucano à presidência na
Federasul não teve novidades. Ele manteve o tom mais duro em relação ao governo e ao PT, como também defendeu o que fez o governo FHC no campo das privatizações: "Quando o governo copiou, acertou. As privatizações foram
demonizadas por muito tempo, mas agora o governo se curva a essa necessidade.
Precisamos substituir o software pirata pelo original". Aécio também criticou o excesso de intervencionismo do governo brasileiro e lamentou a crise
de confiança de investidores em relação ao país. Segundo ele, o Brasil se
transformou um "grande cemitério de obras inacabadas e paralisadas".
— O Brasil precisa de gestão, ousadia e coragem para
construir um projeto de país, e não de um projeto de poder.







