Opinião - No caso Yeda, a RBS jogou como jogou o News of the World

O News pelo menos teve a decência de fazer autocrítica e bater em retirada. 



OPINIÃO
Gleise Fonseca, Santa Maria, RS

Achei no mínimo tendenciosa a aposição de aspas na palavra "desconhecer", na matéria de hoje do jornal Zero Hora, quando citando manifestação do empresário Humberto Busnello, vilipendiado por Luciana Genro e PSOl em denúncias mentirosas contra Yeda Crusius. A colocação das aspas denota, como qualquer imbecil sabe, que o jornalista que fez a matéria ironizou o fato do mencionado empreiteiro efetivamente desconhecer a trama na qual foi envolvido por Feijó e aquela outra gente do PSOL. Transcrevo o trecho:
Empresário se considera vítima
Um dos proprietários da Construtora Toniolo, Busnello — que está entre as maiores do país —, Humberto Busnello se considera vítima de uma trama política com fins que ele afirma “desconhecer”.
CLIQUE AQUI para examinar o original. 
Além de ser vilipendiado pelas mentiras psólicas da filha do governador, a RBS volta a colocar sob dúvida a palavra do dr. Humberto Busnello, afrontando todas as provas em contrário novamente acostadas aos autos do processo principal da Operação Rodin, desta vez via depoimento de um dos autores da trama, o ex-vice-governador Paulo Feijó. Segundo o PSOL, o empresário apareceria em vídeo entregando um pacote com R$ 100 mil ao suposto caixa 2 da campanha de Yeda. Os videos nunca apareceram e os dois prováveis detentores deles, Ferst e Feijó, desmentem asté a existência das gravações.
A RBS reverbera novas calúnias, sem sequer ter produzido autocrítica sobre o papel vergonhoso que jogou durante as crises do governo tucano de Yeda, durante o qual agiu do mesmo modo como agiu o News of the World, tanto que foi obrigada a congelar muitos dos seus auxiliares e editar um novo Código de Ética ao final da campanha. 

. Zero Hora ou a jornalista Rosane Oliveira, sabe o que a gente não sabe?

14 comentários:

Anônimo disse...

Como é da amiguinha Yeda o editor fala mal da RBS e diz que é mentira, se fosse de outro político ia apoiar e fazer inúmeros posts batendo em cima.

Anônimo disse...

Feijó as 10:45 ligado ao Blog do Políbio?

Anônimo disse...

Políbio,

Posição da RBS??

- Destruição do relógio 500 anos;
- Contratação Pedro parente;
- Refinanciamento dívida BNDES
durante governo Lulla.

Fácil achar a resposta seguindo o rastro do dinheiro!!!

JulioK

Anônimo disse...

Políbio deveria ter algum instrumento para punir os acusadores que não provam o que denunciam.Isso tem acontecido normalmente quando antecede uma eleição.O partido que denunciou e não provou deve ter uma suspensão de participar de eleições durante determinado período e em caso de reincidência ser cassado.O candidato que foi eleito deve ser cassado e haverá nova eleição.Se não for assim essa bandalheira continuará acontecendo.

Anônimo disse...

É a maneira petralha de ser, desmente mas deixa uma "dúvida" no ar, ou seja, continuam atacando a honra alheia.
Nada de novo em se tratando dessa gente.

Anônimo disse...

A RBS promoveu muitas matérias contra a Governadora Yeda. Foi preciso criar um código de ética para que alguns "Experts" baixassem o tom. Todos sabemos que o impacto político de uma mentira bem trabalhada na mídia é irreversível.
Existe jornalista se perguntando..Onde está a verdade?
Ai eu respondo. Não é mais fácil deixar o jornalismo e se filiar a um partido e ir para a política.

Anônimo disse...

É verdade Poribio. Essa RBS não vale nada. Faça uma campanha no Blog com o seguinte slogam: "Não vote e candidato da RBS", ou seja, não vote em Ana Amélia Lemos, Lasier Martins, Mauro Saraiva JR, Yeda Cruzius, André Machado, Paulo Borges, todos ex-funcionários empresa.

Anônimo disse...

Por que será que os grandes veículos de comunicação do Rio Grande do Sul nunca veicularam que o maior interessado no silêncio de Marcelo Cavalcante chama-se Lair Ferst, principalmente, depois da confirmação da tão falada delação premiada, que provavelmente deve ter sido a MOTIVAÇÃO do premeditado, orquestrado e covarde ASSASSINATO do meu irmão?

Não podemos esquecer que a grande mídia gaúcha, diferente dos verdadeiros familiares de Marcelo, que sempre desconfiaram de opositores da ex-governadora Yeda, insistiu em publicar matérias que ele estaria prestes a depor em desfavor do então Governo Yeda, mas na verdade isso era somente uma forma de sangrar o Governo tucano. Marcelo era lotado no gabinete do ex-deputado gaúcho tucano, Cláudio Diaz, e comentava com amigos que pretendia disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados, pelo PSDB do Rio Grande do Sul, desmentindo prontamente o que a mídia não parava de reverberar.

Vale ressaltar, que Magda Koenigkan, intitulada de viúva, insistia em negar um encontro que teve em sua residência, aqui em Brasília, com o também suspeito Lair Ferst, JUSTAMENTE no dia do enterro, lembrando que Lair ESTRANHAMENTE não compareceu ao sepultamento.

As perguntas que não querem calar: O que Lair veio fazer em Brasília? Será que Lair veio tão somente prestar condolências à “viúva-alegre-suspeita”? Por que Lair estava em Brasília e não foi ao sepultamento do seu “amigo”? Que dia Lair chegou na Capital? Será que Lair estava em Brasília antes de Marcelo aparecer misteriosamente boiando as margens da ponte JK? Por que Lair não foi questionado em seu depoimento o dia que veio a Brasília e o dia de retorno a Porto Alegre? Por que Magda e Lair negavam o depois confirmado encontro no dia do enterro? Por que a polícia ignorou tantas mentiras, contradições e omissões?

Se a Polícia Civil do DF, que gosta de se autointitular a melhor do Brasil, tivesse, ao MENOS, buscado respostas para essas perguntas, aposto que ela não poderia chegar à conclusão de que Marcelo cometera SUICÍDIO. Como a “investigação” insistiu em ignorar os poucos e esclarecedores depoimentos dos verdadeiros familiares de Marcelo, acabaram também sendo ignorados os indícios de ASSASSINATO e as mentiras e contradições da “viúva-alegre”. Após a ESTRANHA troca de delegados, para mim, que acompanhava de perto e atento a “investigação”, ficou bastante claro, não me deixando dúvida, que a nova delegada responsável pelo caso tinha sido designada para dar um jeito de transformar o premeditado, brutal e covarde ASSASSINATO em SUICÍDIO, fato que manchará para sempre a imagem da Polícia Civil do DF, que nunca quis se pronunciar sobre essa FRAUDE.

O pior de tudo é que essas polícias costumam falar que não são políticas. Será que não são?

Aposto que um dia a verdade virá à tona e a FARSA será desmascarada.

Marcos Cavalcante, irmão de Marcelo

Anônimo disse...

Não basta apenas NÃO votar nos candidatos da maldita RBS ... tem que acabar com a audiência deles, pois só aí eles vão sentir no bolso o tamanho do mal que fazem a esta bosta de RS !

Anônimo disse...

Existem os caça-níqueis e empresas de jornalismo, em qual categoria a RBS comprovou pelos fatos se enquadrar?

Anônimo disse...

Vi que há isso da rosane:
http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/noticia/2013/11/rosane-de-oliveira-direito-a-verdade-4329733.html#cxrecs_s

Mas não concluí nada. Ela enrola e só enrola. Todos devemos exigir uma retratação dela e de seu patrão. Mas por Todos entenda-se os que se sentiram furtados pela tramóia, os cúmplices não precisam exigir mais nada, afinal, olha o tarço aí geeeeente..

Mordaz disse...

Será que sabe ou recebe de quem a gente não recebe? Ou são apenas capachos que servem de graça?

Anônimo disse...

Luciana Genro: supostos vídeos contra Yeda podem ter sido "vendidos":

Luciana Genro diz que imagens "estavam no laptop" do então vice-governador, Paulo Feijó

Em entrevista por telefone, a ex-deputada federal Luciana Genro (PSOL) garante que os vídeos sobre supostas irregularidades na campanha da ex-governadora Yeda Crusius, em 2006, existiram. Luciana acredita que as gravações podem ter sido vendidas para "emissários de Yeda" e, em seguida, destruídos. Confira.

Zero Hora — As gravações até agora não apareceram. Vocês mantêm a versão de que elas existiram?

Luciana Genro — Sim. Nunca tivemos as gravações em mãos e deixamos isso claro desde o início, mas vimos os vídeos no gabinete do vice-governador Paulo Feijó. O fato de Lair Ferst declarar que emissários da ex-governadora chegaram a oferecer dinheiro por eles é um indício claro de que os fatos realmente aconteceram. Se não fosse assim, não haveria motivos para a oferta.

Anônimo disse...

Seguindo o rastro do dinheiro, como foi colocado acima, se percebe que os donos da RBS vendem o RS e o Brasil para gente que nos faz correr o risco de virar uma Venezuela. Depois esse tipo de empresário se diz "perseguido", ou perseguido pela religião,porque será? A RBS representa um perigo para a comunidade judaica. Ficou clara toda a verdade qdo o Lair diz que se aproximou do Feijó qdo esse estava querendo "melar" o governo Yeda, precisa falar mais???? Ta explicado como PSOL e DEM se juntaram.