Clipping - O Estado de S.Paulo - 3 de Novembro de 2009
A Argentina acusa o Brasil de descumprir acordos de "autolimitação" do comércio bilateral destinados a proteger as indústrias nacionais, no momento em que empresas argentinas se queixam de restrições alfandegárias brasileiras. Em entrevistada publicada nesta terça-feira, pelo diário local "Página/12", o secretário da Indústria argentino, Eduardo Bianchi, disse que as autoridades brasileiras "não cumprem" os acordos vigentes.
. Há duas semanas regem no Brasil licenças não automáticas de importação que travaram exportações argentinas, em alguns casos de produtos perecíveis, uma medida similar à aplicada pela Argentina à entrada de determinadas mercadorias brasileiras.
. Nos mandam mais licenças (de importação) do que está estipulado e então, na visão deles, estamos em infração. Mas é porque não cumprem o acordo de autolimitação", apontou Bianchi. "Isso acontece claramente em calçados e móveis. Não é culpa do Governo argentino, mas responsabilidade brasileira", completou.
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Bovespa opera instável; dólar avança 0,11%
A Bolsa de Valores de São Paulo oscilava entre o positivo e o negativo e por volta das 14h15 desta terça-feira tinha leve queda de 0,02%, aos 61.534,35 pontos.
. Ja a cotação do dólar comercial subia 0,11%, a R$ 1,757 na venda. A cotação do euro recuava 1,34%, a R$ 2,574 na venda.
. Ja a cotação do dólar comercial subia 0,11%, a R$ 1,757 na venda. A cotação do euro recuava 1,34%, a R$ 2,574 na venda.
Venda de veículos cai 4,6% em outubro
A volta gradual do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) a partir de outubro fez as vendas de veículos recuarem 4,6% no mês no confronto com setembro, que detem o recorde de emplacamentos. No mês passado, foram licenciadas 294,5 mil unidades, a maior marca já contabilizada para um mês de outubro, ultrapassando a quantidade alcançada em 2007 (244,5 mil), maior patamar registrado até então.
. No confronto com outubro de 2008, o número de unidades teve acréscimo de 23,1%. Já no acumulado do ano, com o licenciamento de 2,597 milhões de veículos, a expansão nas vendas foi de 6,1%.
. O ranking de montadoras tem a Fiat na liderança, com 23,52% dos veículos licenciados entre janeiro e outubro no país, quase empatada com a Volkswagen (23,36%). Em seguida aparece a GM, com 19,03%.
. No confronto com outubro de 2008, o número de unidades teve acréscimo de 23,1%. Já no acumulado do ano, com o licenciamento de 2,597 milhões de veículos, a expansão nas vendas foi de 6,1%.
. O ranking de montadoras tem a Fiat na liderança, com 23,52% dos veículos licenciados entre janeiro e outubro no país, quase empatada com a Volkswagen (23,36%). Em seguida aparece a GM, com 19,03%.
Vivendi e Telefonica querem a GVT
O grupo francês de telecomunicações e entretenimento Vivendi, que assinou, em setembro, um acordo para a compra da operadora brasileira GVT, está surpreso com a indiferença que o governo brasileiro esta dando para o negócio. A Telefônica fez, no mês passado, uma oferta hostil superior à iniciativa dos franceses, criando um mistério em relação ao desfecho do negócio.
. Fontes ligadas à empresa francesa dizem que a acolhida de uma nova companhia capaz de aumentar a concorrência no setor poderia ter sido melhor. A Vivendi tem muitos planos para desenvolver as atividades da GVT, ao passo que a Telefônica, afirmam, quer "engolir" a operadora.
. A investida da Telefônica é vista no mercado de telecom como uma iniciativa "anticompetitiva".
. Fontes ligadas à empresa francesa dizem que a acolhida de uma nova companhia capaz de aumentar a concorrência no setor poderia ter sido melhor. A Vivendi tem muitos planos para desenvolver as atividades da GVT, ao passo que a Telefônica, afirmam, quer "engolir" a operadora.
. A investida da Telefônica é vista no mercado de telecom como uma iniciativa "anticompetitiva".
Saiba como a CPI manobra para atacar os adversários do PT
Do enviado especial, Antonio Calixto
Eu não tinha ouvido todos os áudios apresentados pela deputada Stela Farias esta semana, na CPI do PT, e logo em seguida reproduzidos pela RBS. Eu não tinha ouvido, ainda, e imaginava que as notícias de que eram oito áudios estavam corretas. Só que não estão. Veja só, são SEIS os áudios! Nem sete, nem oito. O MAC, aí abaixo, é Marco Antonio Camino, que com o presidente do Sicepot, Atos Cordeiro, do RS, foram flagrado em 223 grampos pela Polícia Federal, e apresentados como os dois chefões do cartel das empreiteiras. Aliás, MAC ressurge agora, repaginado, no escândalo do PAC, em Alvorada, paradoxalmente na mesma prefeitura do PTB onde o repórter da RBS, Giovani Grizoti, buscou a primeira denúncia contra a Operação Solidária,casualmente repercutida poucos dias depois pelo MPF (com base em denúncia anônima) e casulamente investigada a partir dali, também poucos dias depois. O mais curioso é que Stela Farias e nem ninguém da CPI demonstrou interesse em ouvir MAC ou Cordeiro, embora nada do que aconteceu teria ocorrido sem que dos cofres de ambos tivessem saído todo o dinheiro do esquema estourado pela Operação Solidária.
. Nos endereços a seguir, o leitor pode examinar o número da página de que foi pinçada pela deputada do PT as falas apresentadas aos deputados e vazadas para a RBS. É evidente a disposição de atingir exclusivamente os adversários do PT. Que outra razão faria a deputada buscar grampos transcritos quase ao final do inquérito, em vez de começar pelo começo (aliás, ali estão grampos que flagram situações que envolvem a prefeitura de Gravataí, do PT; interesses do DNIT, do governo do PT; o senador Sérgio Zambiasi, do PTB, e até muitas outras empresas e grupos).
. Antes do início de cada áudio, você pode examinar o número da página em que está transcrito o grampo. Este foi um trabalho de pesquisa feito pelo repórter:
Alceu/PadilhaxMAC
Página 1513
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Moreira x MAC
Pagina 1794
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MACxHudson
Página 1794
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PadilhaxMAC
Página 1.293
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MACxHudson
Página 1296
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MACxAlceu
Páginas 1794 e 1795
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Eu não tinha ouvido todos os áudios apresentados pela deputada Stela Farias esta semana, na CPI do PT, e logo em seguida reproduzidos pela RBS. Eu não tinha ouvido, ainda, e imaginava que as notícias de que eram oito áudios estavam corretas. Só que não estão. Veja só, são SEIS os áudios! Nem sete, nem oito. O MAC, aí abaixo, é Marco Antonio Camino, que com o presidente do Sicepot, Atos Cordeiro, do RS, foram flagrado em 223 grampos pela Polícia Federal, e apresentados como os dois chefões do cartel das empreiteiras. Aliás, MAC ressurge agora, repaginado, no escândalo do PAC, em Alvorada, paradoxalmente na mesma prefeitura do PTB onde o repórter da RBS, Giovani Grizoti, buscou a primeira denúncia contra a Operação Solidária,casualmente repercutida poucos dias depois pelo MPF (com base em denúncia anônima) e casulamente investigada a partir dali, também poucos dias depois. O mais curioso é que Stela Farias e nem ninguém da CPI demonstrou interesse em ouvir MAC ou Cordeiro, embora nada do que aconteceu teria ocorrido sem que dos cofres de ambos tivessem saído todo o dinheiro do esquema estourado pela Operação Solidária.
. Nos endereços a seguir, o leitor pode examinar o número da página de que foi pinçada pela deputada do PT as falas apresentadas aos deputados e vazadas para a RBS. É evidente a disposição de atingir exclusivamente os adversários do PT. Que outra razão faria a deputada buscar grampos transcritos quase ao final do inquérito, em vez de começar pelo começo (aliás, ali estão grampos que flagram situações que envolvem a prefeitura de Gravataí, do PT; interesses do DNIT, do governo do PT; o senador Sérgio Zambiasi, do PTB, e até muitas outras empresas e grupos).
. Antes do início de cada áudio, você pode examinar o número da página em que está transcrito o grampo. Este foi um trabalho de pesquisa feito pelo repórter:
Alceu/PadilhaxMAC
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Páginas 1794 e 1795
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Americana ITW acaba de comprar a gaúcha Luvex
A Luvex, de Proto Alegre, foi vendida sexta-feira para a americana ITW Chemical, ramo do poderoso grupo americano ITW - Illinois Tool Works, com sede em Chicago. O valor da transação não foi revelado.
. A Luvex produz cremes, loções, protetores solares, gel de limpeza e luvas químicas, entre outros itens, a maioria destinada à proteção da pele e à agressividade ambiental dos trabalhadores expostos ao calor e à ação química. A Luvex, que lidera os mercados em que atua, representará um acréscimo no faturamento anual da ITW Chemical de aproximadamente R$ 10 milhões, incluindo exportações para o Mercosul, sobretudo para o Chile, onde mantém uma representação..
. Segundo o diretor presidente Eng.Marcelo Pupo Nogueira , a ITW – Illinois Tool Works é um conglomerado de 856 empresas, com operações em 5 continentes, abrangendo 54 países, incluindo o Brasil nos mais diversos setores de produção e manutenção industrial. Seu faturamento. em 2008, contabilizou cerca de U$ 16 bilhões.
. A ITW Chemical pretende investir na modernização e automação das linhas industriais da Luvex e aumentar sua produção em 50% – hoje, em torno de 35 mil toneladas/mês – com a criação de um novo turno de trabalho.
. A Luvex produz cremes, loções, protetores solares, gel de limpeza e luvas químicas, entre outros itens, a maioria destinada à proteção da pele e à agressividade ambiental dos trabalhadores expostos ao calor e à ação química. A Luvex, que lidera os mercados em que atua, representará um acréscimo no faturamento anual da ITW Chemical de aproximadamente R$ 10 milhões, incluindo exportações para o Mercosul, sobretudo para o Chile, onde mantém uma representação..
. Segundo o diretor presidente Eng.Marcelo Pupo Nogueira , a ITW – Illinois Tool Works é um conglomerado de 856 empresas, com operações em 5 continentes, abrangendo 54 países, incluindo o Brasil nos mais diversos setores de produção e manutenção industrial. Seu faturamento. em 2008, contabilizou cerca de U$ 16 bilhões.
. A ITW Chemical pretende investir na modernização e automação das linhas industriais da Luvex e aumentar sua produção em 50% – hoje, em torno de 35 mil toneladas/mês – com a criação de um novo turno de trabalho.
Tarso almoça, hoje, no jornal O Sul
O ministro Tarso Genro almoça nesta terça-feira com a direção e jornalistas do jornal O Sul (Rede Pampa) em Porto Alegre.
Bloomberg, à lá Chavez, reelege-se pela terceira vez em Nova Iorque
Após conseguir a polêmica aprovação da possibilidade de concorrer a uma segunda reeleição, o que lhe rendeu comparações com Hugo Chávez, o prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, 67, caminha para obter seu terceiro mandato nas eleições desta terça. O prefeito tem 53% da preferência do eleitorado, contra 38% do democrata William Thompson, "controlador das finanças" da cidade. O primeiro passo para viabilizar seu terceiro mandato ocorreu em outubro de 2008, quando a Câmara Municipal revisou a legislação e abriu espaço para que ele tentasse permanecer no cargo. Em abril deste ano, uma corte federal ratificou a decisão.
* Clipping do ex-blog do ex-prefeito César Maia, Rio.
* Clipping do ex-blog do ex-prefeito César Maia, Rio.
Irga divulga números do plantio de arroz no RS
O Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) divulgou nesta terça-feira novos números oficiais da semeadura de arroz no Estado. O plantio de arroz vem evoluindo nas últimas semanas e o tempo seco e com sol favoreceu os agricultores, que aproveitaram para aumentar a área semeada, se aproximando dos números do ano passado.
. Nesta semana, foi registrado 506.209 de área total, o que representa 45,78% de área semeada no Rio Grande do Sul, e quase alcançando a média de 2008, quando no mesmo período atingiu 47,93%. A intenção de plantio nesta temporada é de aproximadamente 1,089 milhão hectares e acontece até a metade de dezembro.
. O Rio Grande do Sul é o maior produtor nacional de arroz e sua safra representa 62% do total produzido no Brasil.
. Nesta semana, foi registrado 506.209 de área total, o que representa 45,78% de área semeada no Rio Grande do Sul, e quase alcançando a média de 2008, quando no mesmo período atingiu 47,93%. A intenção de plantio nesta temporada é de aproximadamente 1,089 milhão hectares e acontece até a metade de dezembro.
. O Rio Grande do Sul é o maior produtor nacional de arroz e sua safra representa 62% do total produzido no Brasil.
Dólar opera em alta de 1,31%
A cotação do dólar comercial subia 1,31% por volta das 9h40 desta terça-feira, a R$ 1,779 na venda. O euro tinha perda de 0,18%, a R$ 2,604 na venda do dólar e de outras moedas em novo gráfico interativo.
Oi desbloqueia Blackberry
A Oi iniciou este mes o desbloqueio gratuito do Blackberry nas cidades de Porto Alegre, Canoas, Novo Hamburgo e Caxias do Sul. Em breve, a Empresa ampliara a cobertura das cidades para desbloqueio do aparelho.
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IBGE: Produção industrial cai 7,8% em setembro
A produção da indústria brasileira caiu 7,8% em setembro sobre igual período de 2008, mas cresceu 0,8% em relação a agosto deste ano, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta terça-feira.. No acumulado do ano, a atividade industrial registra queda de 11,6%. No terceiro trimestre, houve alta de 4,1% sobre o segundo e queda de 8,3% na comparação com o mesmo período do ano passado.
Aposentado (ou futuro aposentado): Câmara decide esta semana futuro dos aposentados
Aposentados fecham cerco ao Congresso por aumento
Por Rodolfo Torres
Representantes de aposentados prometem fechar o cerco ao Congresso esta semana para pressionar os deputados a aprovarem duas propostas que interessam à maioria dos 26 milhões de beneficiários da Previdência Social em todo o país. O objetivo é forçar a Câmara a aprovar o projeto (PL 1/07) que vincula o reajuste das aposentadorias ao salário mínimo e o que extingue (PL 3299/08) o índice que reduz o valor do benefício de quem se aposenta antes da idade prevista em lei, o chamado fator previdenciário. O primeiro item está na pauta do Plenário e pode ser votado amanhã. O segundo deve ser votado hoje (3) na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. A Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (Cobap) promete levar centenas de aposentados à Casa nesta terça-feira e ameaça divulgar os nomes dos parlamentares que votarem contra essas duas propostas.
CLIQUE aqui para ler o texto completo.
CPI evita mostrar o que tem sobre merenda solidária em Gravataí
É constrangedor para a bancada do PT na Assembléia a exposição do contrato para o fornecimento de merenda escolar em Gravataí. A prefeitura é do PT. Na ocasião, 2007, o prefeito era Sérgio Stasinski, o secretário da Educação era Márcio Souza e o deputado estadual já era Daniel Bordignon.
. Os deputados Stela Farias e Daniel Bordignon, ambos do PT, avisaram nesta terça-feira que pretendem mostrar novos áudios e documentos, desta vez em sessão aberta. Até o momento, a bancada do PT tem mostrado apenas áudios do final do inquérito de 3.584 páginas, e unicamente os que podem atingir seus adversários do PMDB e do PSDB.
. O caso é narrado em detalhes no inquérito da Polícia Federal sobre a Operação Solidária e está com todas as letras na CPI do PT.
. A presidente da CPI, a deputada Stela Farias, já abriu 12 áudios do inquérito que lhe forneceu o TRF, mas até agora não liberou um só áudio ou documento sobre o caso de Gravataí.
. Na quarta-feira da semana passada, o ex-secretário da Educação de Gravataí, Márcio Souza, falou como testemunha na Justiça Federal de Canoas e sobre o caso que ocorreu durante sua administração como secretário do então prefeito Sérgio Stasinski, do PT, disse ao juiz federal:
- Quando tomamos conhecimento das denúncias envolvendo as empresas, suspendemos o processo licitatório.
. O contrato emergencial deu vitória à Verdurama, empresa controlada pelo mesmo pessoal que controla a SP Alimentação, dona dos contratos escandalosos de Canoas e Sapucaia. Até o telefone das duas estava sob o mesmo domínio (11.8145.7326) Nas denúncias que a levaram a agir, a Polícia Federal soube que o edital de Gravataí “veio de Brasília” e veio “debaixo do braço” de agentes públicos locais.
. Apenas cinco prefeituras gaúchas terceirizavam seus serviços de merenda escolar em 2007: Canoas (PSDB), Sapucaia (PMDB), Passo Fundo (PDT), São Gabriel (DEM) e Gravataí (PT). Todos receberam a visita do cartel liderado pela SP, que contava com “apoio” de parlamentares da região, executivos e lobistas.
. O ex-secretário da Educação do PT não contou tudo. É que ele foi obrigado judicialmente a suspender o contrato emergencial. O agravo aceito pela justiça partiu do próprio cartel liderado pela SP. A Polícia Federal flagrou o ex-secretário Chico Fraga comemorando a “vitória”:
HNI - .... Acabou de sair a liminar do juiz dali de Gravataí, viu ?
Chico Fraga (secretário, Canoas) – Ah !
HNI – Suspendendo a licitação !
....
Chico Fraga – Ah, ta. Apesar ? Oh, HNI, que ficou, aquela de Gravataínão ta no pacote, viu ?
....
Chico Fraga – O presidente vai ficar feliz (com a notícia). Ta aqui o telefone dele.
. Tem mais sobre Gravataí.
. Os deputados Stela Farias e Daniel Bordignon, ambos do PT, avisaram nesta terça-feira que pretendem mostrar novos áudios e documentos, desta vez em sessão aberta. Até o momento, a bancada do PT tem mostrado apenas áudios do final do inquérito de 3.584 páginas, e unicamente os que podem atingir seus adversários do PMDB e do PSDB.
. O caso é narrado em detalhes no inquérito da Polícia Federal sobre a Operação Solidária e está com todas as letras na CPI do PT.
. A presidente da CPI, a deputada Stela Farias, já abriu 12 áudios do inquérito que lhe forneceu o TRF, mas até agora não liberou um só áudio ou documento sobre o caso de Gravataí.
. Na quarta-feira da semana passada, o ex-secretário da Educação de Gravataí, Márcio Souza, falou como testemunha na Justiça Federal de Canoas e sobre o caso que ocorreu durante sua administração como secretário do então prefeito Sérgio Stasinski, do PT, disse ao juiz federal:
- Quando tomamos conhecimento das denúncias envolvendo as empresas, suspendemos o processo licitatório.
. O contrato emergencial deu vitória à Verdurama, empresa controlada pelo mesmo pessoal que controla a SP Alimentação, dona dos contratos escandalosos de Canoas e Sapucaia. Até o telefone das duas estava sob o mesmo domínio (11.8145.7326) Nas denúncias que a levaram a agir, a Polícia Federal soube que o edital de Gravataí “veio de Brasília” e veio “debaixo do braço” de agentes públicos locais.
. Apenas cinco prefeituras gaúchas terceirizavam seus serviços de merenda escolar em 2007: Canoas (PSDB), Sapucaia (PMDB), Passo Fundo (PDT), São Gabriel (DEM) e Gravataí (PT). Todos receberam a visita do cartel liderado pela SP, que contava com “apoio” de parlamentares da região, executivos e lobistas.
. O ex-secretário da Educação do PT não contou tudo. É que ele foi obrigado judicialmente a suspender o contrato emergencial. O agravo aceito pela justiça partiu do próprio cartel liderado pela SP. A Polícia Federal flagrou o ex-secretário Chico Fraga comemorando a “vitória”:
HNI - .... Acabou de sair a liminar do juiz dali de Gravataí, viu ?
Chico Fraga (secretário, Canoas) – Ah !
HNI – Suspendendo a licitação !
....
Chico Fraga – Ah, ta. Apesar ? Oh, HNI, que ficou, aquela de Gravataínão ta no pacote, viu ?
....
Chico Fraga – O presidente vai ficar feliz (com a notícia). Ta aqui o telefone dele.
. Tem mais sobre Gravataí.
Artigo - O preço do resgate: passaporte para o Mercosul
No dia seguinte à aprovação de Chávez no Mercosul, libertaram os 11 funcionários da Prefeitura de Caracas.
Por Graça Salgueiro
No dia seguinte à aprovação de Chávez no Mercosul, libertaram os 11 funcionários da Prefeitura de Caracas. Este foi o preço do resgate que Ledezma teve que pagar pela sua traição no depoimento aqui no Brasil! Lembro que Chávez é comprovadamente vinculado às FARC e que esta prática de cobrança de resgate de seqüestrados ele aprendeu com seus camaradas farianos. No dia 29 pp., a Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou por 12 votos contra 5 o ingresso da Venezuela como membro permanente do Mercosul. Falta ainda a aprovação pelo Plenário mas, como tenho dito reiteradas vezes, isto são favas contadas porque tudo obedece a um jogo de cartas marcadas, no qual consciências são compradas e o que conta mesmo é um vil escambo, de nada servindo sólidos argumentos acerca do mal que seria a aprovação de Chávez no bloco.
CLIQUE na imagem acima para ler o texto completo.
Lula é cobrado pela CNM
A cobrança aos prefeitos de todo o país para que formem cooperativas de catadores de material reciclável, feita ontem pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em seu programa de rádio semanal, Café com o Presidente, esconde problemas mais complexos referentes ao tema. O alerta vem não só dos próprios gestores municipais, mas também da seara ambientalista.
. De acordo com Paulo Ziulkoski, presidente da Confederação Nacional dos Municípios, mais uma vez o governo federal cobra dos prefeitos ações nas quais a União tem que participar, inclusive com os recursos necessários. Além disso, ele chama a atenção para as recomendações dos tribunais de contas e ministérios públicos Brasil afora em relação a cooperativas de uma forma geral.
. “É óbvio que há entidades sérias, mas muitas funcionam apenas como fachada, são empresas na realidade. Então, a criação dessas instituições, mesmo na área do lixo, não é algo assim tão rápido e simples como pode parecer”, destaca Ziulkoski.
. De acordo com Paulo Ziulkoski, presidente da Confederação Nacional dos Municípios, mais uma vez o governo federal cobra dos prefeitos ações nas quais a União tem que participar, inclusive com os recursos necessários. Além disso, ele chama a atenção para as recomendações dos tribunais de contas e ministérios públicos Brasil afora em relação a cooperativas de uma forma geral.
. “É óbvio que há entidades sérias, mas muitas funcionam apenas como fachada, são empresas na realidade. Então, a criação dessas instituições, mesmo na área do lixo, não é algo assim tão rápido e simples como pode parecer”, destaca Ziulkoski.
MST corta madeira, vende e dinheiro some
Uma cooperativa do Movimento dos Sem-Terra (MST) cortou e vendeu cerca de 400 mil metros cúbicos de pinus no Assentamento Zumbi dos Palmares, em Iaras, no sudoeste paulista. Parte do dinheiro foi desviada.
. A quantidade de madeira cortada equivale à carga de 10 mil caminhões. Os recursos deveriam ter sido aplicados nos lotes. O rombo, que pode chegar a R$ 3 milhões, é investigado pelo Ministério Público Federal.
. Impedido de derrubar outros 1,4 mil hectares de árvores, o MST abandonou os assentados. A região, no centro-oeste do Estado, é a mesma que os sem-terra querem transformar num grande polo de assentamentos da reforma agrária.
. A quantidade de madeira cortada equivale à carga de 10 mil caminhões. Os recursos deveriam ter sido aplicados nos lotes. O rombo, que pode chegar a R$ 3 milhões, é investigado pelo Ministério Público Federal.
. Impedido de derrubar outros 1,4 mil hectares de árvores, o MST abandonou os assentados. A região, no centro-oeste do Estado, é a mesma que os sem-terra querem transformar num grande polo de assentamentos da reforma agrária.
Minha Casa, Minha Vida privilegia corretora sindical
Clipping - Folha de S.Paulo - 3 de novembro de 2009
Por Fernando Barros de Mello
Uma corretora dirigida por sindicalistas da Caixa Econômica Federal, que são filiados ao PT e também doadores de candidatos a deputado e prefeito pelo partido, é a maior negociadora de seguros de entrega de obras do Minha Casa, Minha Vida, programa do governo federal lançado há sete meses.A Fenae Corretora é a única a ter acordo com a Caixa para a venda do seguro-garantia do programa habitacional -um negócio de milhões de reais. Empreiteiras e corretores ouvidos pela Folha afirmam haver um monopólio informal.Construtoras que participam do programa são obrigadas a contratar um seguro para garantir a entrega das moradias, caso as próprias empreiteiras não cumpram o prometido.Duas seguradoras, Caixa Seguros e J Malucelli, dominam o mercado até o momento. A Fenae Corretora é quem faz a intermediação entre construtoras e seguradoras.Em julho, Caixa Seguros, J Malucelli e Fenae divulgaram comunicado ao setor financeiro anunciando um acordo “para explorarem juntas esse mercado”. À Folha, o setor de relações com investidores da J Malucelli confirmou que quase a totalidade dos seguros é negociada, até agora, pela parceria das três empresas.A Caixa diz que quaisquer seguradoras e corretoras podem participar e o mercado é livre. A Fenae afirma ser uma das mais experientes da área.O Minha Casa, Minha Vida -que é uma das principais bandeiras da pré-campanha da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) ao Planalto- promete investir R$ 34 bilhões na construção de um milhão de casas populares. O valor a ser segurado é de 10% de cada obra.Isso representaria um prêmio de cerca de R$ 40 milhões para as seguradoras que atuarem nesse nicho -considerando uma taxa conservadora de gratificação de menos de 1,5% sobre o valor total segurado.A comissão a ser recebida pelos corretores de seguro, segundo documento da própria J Malucelli, chega a 10% do prêmio recebido pelas seguradoras (o que representaria um total de R$ 4 milhões para a Fenae, caso seja a única a explorar o mercado).Em pouco mais de três meses, mais de R$ 4 bilhões em financiamentos da Caixa para o Minha Casa foram garantidos pela J Malucelli, segundo a própria empresa. Alexandre Malucelli, vice-presidente da J Malucelli Seguros, diz que a Fenae “é a corretora cativa da Caixa Seguros” e que por isso foi escolhida para a parceria.“O seguro-garantia é complexo e a Caixa tem o direito de indicar a seguradora de sua confiança. O que combatemos é o abuso, a imposição de representantes”, diz André Dabus, coordenador de Crédito e Garantia do Sincor-SP (sindicato dos corretores). “Os corretores entendem que banco é banco, corretora é corretora. Monopólio não é sadio. Esperamos que a Caixa não fique na contramão da história.”
Por Fernando Barros de Mello
Uma corretora dirigida por sindicalistas da Caixa Econômica Federal, que são filiados ao PT e também doadores de candidatos a deputado e prefeito pelo partido, é a maior negociadora de seguros de entrega de obras do Minha Casa, Minha Vida, programa do governo federal lançado há sete meses.A Fenae Corretora é a única a ter acordo com a Caixa para a venda do seguro-garantia do programa habitacional -um negócio de milhões de reais. Empreiteiras e corretores ouvidos pela Folha afirmam haver um monopólio informal.Construtoras que participam do programa são obrigadas a contratar um seguro para garantir a entrega das moradias, caso as próprias empreiteiras não cumpram o prometido.Duas seguradoras, Caixa Seguros e J Malucelli, dominam o mercado até o momento. A Fenae Corretora é quem faz a intermediação entre construtoras e seguradoras.Em julho, Caixa Seguros, J Malucelli e Fenae divulgaram comunicado ao setor financeiro anunciando um acordo “para explorarem juntas esse mercado”. À Folha, o setor de relações com investidores da J Malucelli confirmou que quase a totalidade dos seguros é negociada, até agora, pela parceria das três empresas.A Caixa diz que quaisquer seguradoras e corretoras podem participar e o mercado é livre. A Fenae afirma ser uma das mais experientes da área.O Minha Casa, Minha Vida -que é uma das principais bandeiras da pré-campanha da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) ao Planalto- promete investir R$ 34 bilhões na construção de um milhão de casas populares. O valor a ser segurado é de 10% de cada obra.Isso representaria um prêmio de cerca de R$ 40 milhões para as seguradoras que atuarem nesse nicho -considerando uma taxa conservadora de gratificação de menos de 1,5% sobre o valor total segurado.A comissão a ser recebida pelos corretores de seguro, segundo documento da própria J Malucelli, chega a 10% do prêmio recebido pelas seguradoras (o que representaria um total de R$ 4 milhões para a Fenae, caso seja a única a explorar o mercado).Em pouco mais de três meses, mais de R$ 4 bilhões em financiamentos da Caixa para o Minha Casa foram garantidos pela J Malucelli, segundo a própria empresa. Alexandre Malucelli, vice-presidente da J Malucelli Seguros, diz que a Fenae “é a corretora cativa da Caixa Seguros” e que por isso foi escolhida para a parceria.“O seguro-garantia é complexo e a Caixa tem o direito de indicar a seguradora de sua confiança. O que combatemos é o abuso, a imposição de representantes”, diz André Dabus, coordenador de Crédito e Garantia do Sincor-SP (sindicato dos corretores). “Os corretores entendem que banco é banco, corretora é corretora. Monopólio não é sadio. Esperamos que a Caixa não fique na contramão da história.”
Gastos com cartões do governo Lula chegam a R$ 46,7 mi
Os gastos do governo federal com cartões corporativos já atingiram mais de R$ 46,67 milhões em 2009. Só a Presidência da República já torrou quase R$ 10 milhões, dos quais R$ 9,7 milhões são sigilosos, com a desculpa de “garantia de segurança”. O Ministério da Justiça também adora os cartões: sem explicações sobre o destino da grana, a Polícia Federal já gastou mais de R$ 10,2 milhões em operações.
Receita Federal multa PT em R$ 1,39 mi por caixa 2
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Folha de S. Paulo, segunda-feira, 2 de novembro
Partido é acusado de sonegar IR e CSLL de receitas recebidas e não contabilizadas
Maior parte de receitas omitidas foi destinada a pagamentos de dívidas da legenda feitos por meio de agência de Marcos ValérioA Receita Federal autuou o PT em R$ 1,39 milhão por omitir valores arrecadados que ingressaram no caixa do partido e foram usadas para pagar despesas da legenda.Segundo a Receita Federal, o partido sonegou IR (Imposto de Renda) e CSLL (Contribuição Social sobre Lucro Líquido) referentes às receitas recebidas e não contabilizadas, além de juros e multa sobre o valor principal devido, que é de R$ 619,88 mil, referente ao período entre 2002 e 2005. Conforme documentos obtidos com exclusividade pela Folha, as omissões de receitas recebidas, em sua maioria, decorrem de pagamentos de dívidas do PT feitos pela agência de publicidade SMPB, do empresário Ma rcos Valério Fernandes de Souza, o principal articulador do mensalão, a mesada paga a congressistas da base aliada do presidente Lula em troca de apoio ao governo, escândalo que estourou em 2005. As receitas omitidas somam R$ 2,47 milhões, dos quais R$ 1,47 milhão vêm comprovadamente das contas de Marcos Valério. Os fiscais chegaram ao valor em análise feita por amostragem. O PT apresentou sua defesa à Receita, e o processo segue em fase de cobrança administrativa. De acordo com a Constituição, os partidos políticos gozam de imunidade tributária, desde que se mantenham dentro das regras do Código Tributário Nacional. Para a Receita, o PT infringiu as normas. Principalmente a que obriga os partidos políticos "a manterem escrituração de suas receitas e despesas em livros revestidos de formalidades capazes de assegurar sua exatidão", como diz o código. Nesse quesito, a infração está no fato de o PT não ter contabilizado os valores recebidos e repassados a credores. Ainda conforme o código, a imunidade que lhes é dada pela Constituição não exclui dos partidos políticos a responsabilidade "pelos tributos que lhes caiba reter na fonte" de terceiros -caso dos recursos de Marcos Valério. Em 31 de outubro do ano passado, o PT foi intimado a apresentar documentação referente aos exercícios financeiros de 2002, 2003, 2004 e 2005. Não foi o único. Em dezembro de 2008, a Receita confirmou oficialmente que suspendeu parcialmente a imunidade tributária de sete partidos políticos: PT, PP, PTB, PR, DEM, PMDB e PSDB. Conforme a Folha revelou em fevereiro deste ano, feita a análise fiscal das contas do PSDB, os tucanos foram autuados em R$ 7 milhões. A Receita detectou notas fiscais frias emitidas por uma empresa fantasma e por outra inidônea para o PSDB e a campanha à Presidência em 2002 de José Serra, no valor de R$ 476 mil.
Folha de S. Paulo, segunda-feira, 2 de novembro
Partido é acusado de sonegar IR e CSLL de receitas recebidas e não contabilizadas
Maior parte de receitas omitidas foi destinada a pagamentos de dívidas da legenda feitos por meio de agência de Marcos ValérioA Receita Federal autuou o PT em R$ 1,39 milhão por omitir valores arrecadados que ingressaram no caixa do partido e foram usadas para pagar despesas da legenda.Segundo a Receita Federal, o partido sonegou IR (Imposto de Renda) e CSLL (Contribuição Social sobre Lucro Líquido) referentes às receitas recebidas e não contabilizadas, além de juros e multa sobre o valor principal devido, que é de R$ 619,88 mil, referente ao período entre 2002 e 2005. Conforme documentos obtidos com exclusividade pela Folha, as omissões de receitas recebidas, em sua maioria, decorrem de pagamentos de dívidas do PT feitos pela agência de publicidade SMPB, do empresário Ma rcos Valério Fernandes de Souza, o principal articulador do mensalão, a mesada paga a congressistas da base aliada do presidente Lula em troca de apoio ao governo, escândalo que estourou em 2005. As receitas omitidas somam R$ 2,47 milhões, dos quais R$ 1,47 milhão vêm comprovadamente das contas de Marcos Valério. Os fiscais chegaram ao valor em análise feita por amostragem. O PT apresentou sua defesa à Receita, e o processo segue em fase de cobrança administrativa. De acordo com a Constituição, os partidos políticos gozam de imunidade tributária, desde que se mantenham dentro das regras do Código Tributário Nacional. Para a Receita, o PT infringiu as normas. Principalmente a que obriga os partidos políticos "a manterem escrituração de suas receitas e despesas em livros revestidos de formalidades capazes de assegurar sua exatidão", como diz o código. Nesse quesito, a infração está no fato de o PT não ter contabilizado os valores recebidos e repassados a credores. Ainda conforme o código, a imunidade que lhes é dada pela Constituição não exclui dos partidos políticos a responsabilidade "pelos tributos que lhes caiba reter na fonte" de terceiros -caso dos recursos de Marcos Valério. Em 31 de outubro do ano passado, o PT foi intimado a apresentar documentação referente aos exercícios financeiros de 2002, 2003, 2004 e 2005. Não foi o único. Em dezembro de 2008, a Receita confirmou oficialmente que suspendeu parcialmente a imunidade tributária de sete partidos políticos: PT, PP, PTB, PR, DEM, PMDB e PSDB. Conforme a Folha revelou em fevereiro deste ano, feita a análise fiscal das contas do PSDB, os tucanos foram autuados em R$ 7 milhões. A Receita detectou notas fiscais frias emitidas por uma empresa fantasma e por outra inidônea para o PSDB e a campanha à Presidência em 2002 de José Serra, no valor de R$ 476 mil.
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