Até o momento, oito secretários foram anunciados. Deste total, apenas tres possuem filiação partidária, no caso o chefe da Casa Civil, Leandro Sonne, do Podemos, da Cultura, Liliane Cardoso, do PL, e da Defesa Civil, deputado Capitão Martim. Os demais secretários não possuem filiação partidária: Obras, general Rogério Siqueira; Segurança, general Mauro Lopes; Agricultura, Paulo Herrmann; Educação, Roni Vieira, e PGE, Rafael Orozco.
Há inquietação, desconforto e críticas aos nomes escolhidos. Os maiores Partidos da base aliada não estão satisfeitos, considerando que tem gente de fora (os dois generais e Vieira) e generais demais no secretariado anunciado por Zucco, também ele um militar, e ninguém indicado pelos Partidos. "Zucco está ouvindo pouco e agindo de modo voluntarioso", disse ao editor um dos líderes que apoiou Zucco dentro do PP.

5 comentários:
Duas notícias pós eleição:
- Bilionários perderam bilhões com a queda na bolsa;
- Desemprego está no menor nível nos últimos 15 anos.
Para quem trabalha e segura o Brasil de pé, qual é a melhor?
ESSE ZUCO TÁ PARECENDO UM CAVALO DE TROIA...
Quando nenhum projeto dele for aprovado na Assembleia Legislativa ele se obriga a colocar políticos nas secretarias. Ele ainda pensa que assumiu o comando de um quartel do Exército. Governar é diferente de comandar.
"Disse ao editor um dos líderes do PP" = Onix ou Rodrigo Lorenzoni. Ambos derrotados nas urnas e precisando desesperadamente dr um tetinha no governo do Zucco...
Quando se tenta montar um quadro técnico, sempre aparece o mesmo problema. Partidos exigindo nomeação de politiqueiros para os cargos em troca de apoio. É triste.
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