Não é de estranhar.
A CNBB argumenta falaciosamente que a redução da maioridade penal não reduz a violência.
Não se trata apenas de reduzir a violência, mas sobretudo a de dar uma resposta cabal às vítimas da violência, jamais objeto das rezas da CNBB e estabelecer parâmetros civilizatórios, como comprovam tipificações semelhantes em curso nas sociedades sociopolíticas maduras, como Estados Unidos e Inglaterra (na Inglaterra é 10 anos). O Datafolha desta semana apurou que 80% da população apoia a redução para 16 anos.
E reduz a violência.
As propostas da CNBB e das pessoas sensatas a respeito de medidas estruturais de caráter social, portanto cultural também, e econômicas, jamais enfrentadas por políticas públicas de longo prazo, portanto de Estado, não impedem confronto tópico.

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