Segundo o prefeito, áreas como saúde, limpeza urbana e transporte público poderão exigir reajustes contratuais para compensar a redução da jornada de trabalho e manter o nível atual de atendimento à população. Melo argumenta que a medida foi aprovada sem a definição de fontes de recursos para cobrir as despesas adicionais e alertou que a conta poderá recair sobre os cofres municipais e, indiretamente, sobre os contribuintes.
A PEC aprovada pelo Senado prevê a redução da jornada máxima semanal de 44 para 40 horas, sem redução salarial, e garante dois dias de descanso por semana, preferencialmente com um deles aos domingos.

Um comentário:
O funcionalismo público, que hoje quase não trabalha, irá ganhar mais um dia de folga remunerada. Somos um país pobre que precisa trabalhar, e muito, para superar os inúmeros problemas que possuí, mas infelizmente tem uma esquerda que imagina um Brasil rico e avançado como um país europeu.
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