Por aspectos diversos, o 13 é número de azar ao redor do mundo, e uma das mais fortes razões para a superstição está ligada à presença de um traidor, Judas, na ceia de Jesus Cristo com seus 12 apóstolos. Pensei nisso antes de ir dormir, nesta sexta-feira, inconformado com a farsa judicial montada por Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal, e por Estela Aranha. Estela opera na corte eleitoral do país a serviço de seus ex-chefes - Lula e sua longa manus no STF, Flávio Dino, ex-ministro da Justiça que foi colocado na suprema corte para fazer as vontades do presidente que busca a reeleição. Ficou tudo escancarado. O STF, pela vontade de uma facção poderosa, se articulou nas sombras do entardecer de quinta-feira para, de última hora, fulminar a TV Globo com ordens brutalmente contrárias à lei e ao ordenamento jurídico com o propósito de melar - o termo é este - a realização de um debate que Lula, o candidato 13, quis, e conseguiu, evitar.
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