O Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers), confirmou, ontem, que apoia o encaminhamento ao Ministério Público (MPRS) do pedido de investigação de um contrato emergencial que o Estado vem mantendo desde 2018 para locar equipamentos para leitos de UTI “sob a veste de emergência”.
CLIQUE AQUI para ler a nota do Simers.
O Contrato nº 444/2018 foi formalizado com a empresa RTS RIO S.A., pelo prazo original de 12 (doze) meses, sucessivamente prorrogado por 12 (doze) Termos Aditivos ao longo de mais de seis anos, acumulando um custo total ao erário gaúcho estimado em R$ 390.000.000,00 (trezentos e noventa milhões de reais). O valor supera em mais de quatro vezes o custo dos equipamentos. A aquisição e manutenção dos equipamentos custaria ao erário R$ 90.321.128,00 — uma diferença de R$ 299.678.872,00.
O governo de eduardo Leite negou irretularidades..
4 comentários:
Absurdo. 300 milhões jogados no lixo. Se teve ou não má fé cabe ao MP investigar. Alguém pode ser tão incompetente assim ?
Impressionante como o dinheiro público é jogado no lixo, pelo DUDA MILK-SHAKE. A coisa é criminosa. Imagina se o esquema dos pedagios passasse qto seria a grana..... entenderam?
Pinóquio mente que nem sente. Seria ele um caso de narcisismo, sociopatia, um falso empata?...
Todo negam que há irregularidades quando são pegos. E todos declaram que confiam na justiça.
Depois cai no esquecimento
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