Ato na Federasul critica ações do MPF e do TRF4 contra produção de fosfatados no RS

O Brasil é dependente de fostados, matéria-prima básica para a fabricação de adubos.

Importante manifestação ocorreu nesta manhã em frente ao Palácio do Comércio, no Centro Histórico de Porto Alegre, contra a anulação do licenciamento ambiental do Projeto Fosfato Três Estradas, da Águia Fertilizantes, já em andamento e que representa investimento de R$ 230 milhões. A mobilização é organizada pela Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul (Federasul).

O ato ocorreu após decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), em ação movida pelo Ministério Público Federal (MPF), que anulou o licenciamento ambiental do projeto de mineração de fosfato em Lavras do Sul. Segundo o MPF, a decisão reconheceu o direito de pecuaristas familiares da área afetada à consulta livre, prévia e informada, considerando-os uma comunidade tradicional.

A Federasul afirma que o caso representa uma discussão que ultrapassa o empreendimento da Águia Fertilizantes e envolve, segundo a entidade, segurança jurídica e o ambiente para novos investimentos no Rio Grande do Sul.

9 comentários:

Anônimo disse...

Os oligarcas capas pretas do judiciário e do Ministério Público vivem em bolhas de poder e conforto. Burocratas parasitas sempre dispostos a fiscalizar draconianamente empreendimentos, nunca dispostos a fiscalizar a farra dos salários acima do teto salarial dos funcionários públicos e os privilégios corporativos indecentes.

Anônimo disse...

Quem sabota nosso amado RS?

Anônimo disse...

Infelizmente, pouquíssima gente.

Anônimo disse...

Um pais de funcionarios publicos especializados em boicotar quem produz e quer empreender. Pensam que fazem parte da UE e adotam o mesmo pensamento tacanho, regulatorio e medroso. Homem branco deve algo para alguém, foi culpado de alguma coisa e deve desculpas. Pelo amor de Deus, acordem! Deixem esse pais prosperar!

Luiz Vargas disse...

"...o direito de pecuaristas familiares da área afetada à consulta livre, prévia e informada, considerando-os uma comunidade tradicional".
O MPF desta vez inovou e deixou de lado o velho e surrado escudo dos povos indígenas ou dos quilombolas.
Parece que a intenção dessa esquizofrênica e bem remunerada Vanguarda do Atraso é conduzir o RS para a idade da pedra lascada.

Anônimo disse...

O dinheiro que paga o luxo dos altos funcionários da República vem do suor de quem trabalha e de quem arrisca seu capital para empreender. Parece que essa turma não sabe disso, pois fazem de tudo para atrapalhar. Quem sabe o dia que faltar dinheiro para pagar seus altos salários eles mudam de opinião né ?

Anônimo disse...

Bancos?

Anônimo disse...

Isso aí parece coisa mandado fazer

Anônimo disse...

Eu quero saber quando marcou o ministério público fazer isso

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