“Minha morte, quando e se acontecer, não será grande coisa: não estarei mais lá para vivenciá-la – se é que me entendem.”
A frase estava pronta e a ideia geral do texto que pairava sobre as águas me agradava.
A frase seguinte, que começava um novo parágrafo, começava com “Só se morre uma vez…” quando tocou o telefone.
— Bertini?
— Eu.
— Gostei da primeira frase.
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