Elon Musk fundou a SpaceX em 2002. Vinte e poucos anos depois, a empresa do mina o mercado global de lançamentos, leva astronautas à órbita e opera milhares de satélites. Tornou-se uma das companhias mais valiosas do mundo e referência obrigatória em qualquer conversa sobre inovação.
Agora imagine o que aconteceria com um Musk brasileiro.
Antes mesmo de desenhar o primeiro foguete, ele já estaria contratando advogado tributarista.
O capital para um projeto de dez anos de maturação simplesmente não existe aqui: com juros reais entre os mais altos do planeta, qualquer investidor racional prefere título público a apostar em engenharia.
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3 comentários:
Isso já aconteceu no passado, o nome dele era Barão de Mauá, e o estado brasileiro destruiu seu império, porque ele estava ficando "muito poderoso".
Há exceções sobre o discorrido na matéria. Nossos nomeados protegem empreendedores nacionais, basta ver a odeboche, a frifri, a........, bem deve haver outras.
Desde os tempos de Barão de Maua que o Brasil não tolera empreendedores geniais.
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