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“Meu marido não vai aguentar a vida na prisão. Ele está muito doente. Em vez de mandarem ele para uma penitenciária federal, que fica a 170 km longe de casa, poderiam colocá-lo em prisão domiciliar, onde teria condições de se tratar.”
A frase, carregada de desespero, é de Tatiane Barra, esposa do agricultor Fábio Barra, 51 anos, após visitá-lo no último sábado, 13 de junho. Foi a sua primeira visita desde a prisão do marido pelo 8 de janeiro, em maio desse ano.
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