A eleição para o governo do Rio Grande do Sul não pode ser sequestrada por sobrenomes, rituais de memória ou encenações em túmulos históricos.
O eleitor gaúcho precisa distinguir duas coisas radicalmente diferentes: o nome Brizola e o brizolismo histórico.
Uma coisa é carregar biologicamente um sobrenome. Outra, muito diversa, é encarnar politicamente o legado de Leonel Brizola.
É justamente aí que nasce o paradoxo, e também a hipocrisia política, da atual composição articulada entre PDT e PT no Rio Grande do Sul: Juliana Brizola como pré-candidata ao governo, Edegar Pretto como vice, Paulo Pimenta e Manuela D’Ávila ao Senado.
Os próprios protagonistas alegaram que a chapa foi construída como palanque de Lula no Estado ....
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8 comentários:
PDT do Brizola não existe mais. Virou puxadinho do PT.
kkkk...começou a temer a Juliana. Realmente estamos no caminho certo!
Certamente Brizola apoiaria o Zucco. E o Flavio Bolsonaro. E uma aliança carnal com os EUA.
João Pedro Valandro Bertani, filho do Mário, foi candidato a prefeito de Espumoso nas eleições de 2016 e 2020 pelo MDB, e foi derrotado em ambas. Talvez tenha a derrota haver exatamente com o fator sanguíneo.
Sim, para o buraco, #jeguePTba patriotááááário!!!
Essa candidata é um embuste e junto com a máfia da previdência então….
O Brizola chamava o Lula de sapo barbudo.
Deve estar se remexendo no túmulo.
Quem votar nesta criminosa vadia chamada Juliana Brizola não passa de um criminoso também. A chapa mais corrupta já formada para a eleição no estado. Governadora ladra de familiar, vice envolvido em compra super faturada de arroz. senador 1 envolvido com roubo de arrozeiros e senador 2 uma hipócrita e filha da puta da pior espécie. Colocar a chapa no paredão e fazer o fuzilamento.
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