O convite ocorre pouco tempo depois da visita de Lula aos Estados Unidos e reforça os movimentos de aproximação de Flávio com lideranças conservadoras internacionais. Desde o anúncio de sua intenção de disputar o Palácio do Planalto, o senador intensificou viagens ao exterior e participou, em março, da Conservative Political Action Conference, um dos principais encontros do conservadorismo mundial.
Durante o evento, Flávio defendeu o fortalecimento da parceria entre Brasil e Estados Unidos no fornecimento de minerais críticos e criticou a política externa do governo Lula. Além das frequentes visitas aos EUA, onde também se encontrou com o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro, o senador ampliou sua agenda internacional com passagens por Israel, Bahrein, Emirados Árabes Unidos e Catar.

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