O Exército Brasileiro opõe-se à classificação de facções como o PCC e o CV como organizações terroristas por receio de abrir brechas para interferência externa na soberania nacional. A cúpula militar avalia que essa equiparação poderia legitimar ações militares e sanções dos Estados Unidos na região sob a justificativa de combate ao terrorismo.
É o mesmo argumento do governo do PT.
Os generais alegam, da mesma forma que o PT, que tratar grupos criminosos locais como terrorismo abre precedentes para que potências mundiais interfiram militar e economicamente no Brasil. Pela Lei Antiterrorismo (Lei nº 13.260/2016), terrorismo exige motivação política, ideológica ou religiosa. As facções brasileiras operam primariamente pelo lucro através do narcotráfico, caracterizando-se como crime organizado.
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