O autor é advogado e engenheiro, ex-presidente da Fiergs e ex-representante brasileiro na OIT.
Há comparações históricas que, tomadas literalmente, mais confundem do que esclarecem, mas há outras que funcionam como advertência. A analogia entre a degenerescência político-moral do Brasil e a queda do Império Romano pertence a essa segunda categoria. Não porque o Brasil esteja destinado a repetir Roma, nem porque os estados da federação sejam equivalentes às antigas províncias imperiais, mas há um ponto de contato inquietante: quando a autoridade central perde legitimidade moral, capacidade administrativa e força simbólica, a unidade política pode continuar existindo formalmente enquanto, por dentro, se enfraquece.
É aqui que a comparação com o Brasil ganha sentido. O risco brasileiro talvez não seja uma queda espetacular, uma ruptura súbita, uma dissolução imediata da federação. O risco mais plausível é mais insidioso: uma degradação por acomodação.
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Um comentário:
A única coisa que acertou aqui é uma província! E cheio de estancieiro! Só podemos fazer pros meus amigos e pros meus puxa sacos! O povo de bem que se exploda!
Se isso for verdade nem pode alegar que aqui o PT destruiu porque eles não são governo municipal desde 2005 e governo de estado desde de 2014
https://www.terra.com.br/noticias/laura-sito-denuncia-uso-indevido-de-dinheiro-da-reconstrucao-em-resorts-de-luxo-em-gramado-e-candiota,f075afa1887d10f046f86d0ba1066938mhf9dimz.html
O zucco diz que apoia gabrielzinho engomadinho do mdbosta
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