A apenas 4 meses das eleições e acumulando derrotas tremendas na disputa pelos conteúdos que viralizam na internet, com ênfase nas redes sociais, o líder inconteste das esquerdas do Brasil, com apoio do STF e omissão do Congresso, anunciou a edição de 2 decretos para interferir no que circula na rede mundial de computadores (www).
Os dois decretos que estabelecem novas regras para o funcionamento das redes sociais e ampliam o poder de fiscalização do governo sobre as big techs, tipo Facebook, Instagram, You Tube e Tik Tok, mas não só. As medida usurpam prerrogativas do legislativo, mexendo em dispositivos do Marco Civil da Internet e reforçam a obrigação das plataformas digitais de agir contra conteúdos considerados criminosos ou ilegais.
Um dos decretos transfere à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), órgão ligado ao Ministério da Justiça, a responsabilidade de monitorar (fiscalizar, censurar e punir) as empresas da área.
CLIQUE AQUI para ler mais
Nenhum comentário:
Postar um comentário