A morte do cidadão negro Beto é inaceitável, mas não foi ato de racismo

 

10 comentários:

Anônimo disse...

Racismo foi a morte de Arlindo Elias Pagnoncelli em Nova Prata dia 08/11/2020, que foi linchado só porque era homem e branco! Mas quando a violência é contra branco ninguém dessa esquerda podre, porca, suja e corrupta se importa! Ainda mais sendo a vítima homem!

Calixto disse...

Tanto não foi que negros participaram, mas as mídias suprimiram esta parte das imagens.

Anônimo disse...



Pelo que se tem visto até agora, aparentemente a motivação não foi racial, se fosse um homem branco, a tragédia teria acontecido do mesmo jeito. O que se percebe é o despreparo dos seguranças.

Murilo disse...

Um encrenqueiro que encontrou dois piores do que ele...

Anônimo disse...


Aqui no Brasil o que importa é a narrativa dos derrotados de 2018.

Anônimo disse...

Candidato à Prefeitura de Porto Alegre, Melo alega situação de pobreza para não pagar dívida com a União:

Segundo reportagem da Veja, o candidato à Prefeitura de Porto Alegre pelo MDB, Sebastião Melo, declarou de forma irregular dinheiro recebido de uma indenização; condenado a pagar R$122 mil, ele recorreu argumentando estar em situação financeira precária, mesmo possuindo um patrimônio que soma um total de R$458 mil

26 de novembro de 2020

247 - Sebastião Melo (MDB), candidato à Prefeitura de Porto Alegre que disputa o segundo turno contra Manuela D’Ávila (PCdoB), fez uma declaração fictíca à Justiça forjando uma situação de pobreza com o objetivo de não pagar uma dívida com a Receita Federal, segundo reportagem da revista Veja. A pendência é referente à declaração irregular às autoridades do pagamento de uma indenização.

A declaração irregular levou a determinação de uma multa de R$122 mil em dezembro de 2013. O caso se arrasta até hoje. Em julho deste ano, Melo pediu que lhe fosse concedido o benefício da gratuidade, que exoneraria o candidato de pagar as custas e honorários do processo. Este benefício só pode ser concedido a pessoas em situação de “hipossuficiência financeira”, ou seja, a quem não tem condição financeira abastada.

No entanto, o Tribunal Federal da 4ª Região, em Porto Alegre, indeferiu o pedido, considerando que estava “ausente nos autos declaração pessoal de pobreza”. Os holerites de Melo recebidos pelo Tribunal constavam R$25.3 mil mensais. Além disso, em 2015 a Fazenda Nacional descobriu que Melo tinha aplicações financeiras de R$94.9 mil.

Anônimo disse...

Eduardo Bolsonaro ataca âncora da Band por crítica feita a Jair Bolsonaro no caso de racismo no Carrefour:

Eduardo Bolsonaro não gostou do comentário do jornalista na rádio BandNews:
que criticou a postura de Jair Bolsoanro diante do brutal assassinato de João Alberto. O filho de Bolsonaro usou as redes sociais para pedir que o jornalista se demita

26 de novembro de 2020

247 - O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL) usou as redes sociais para atacar o jornalista da rádio BandNews, Eduardo Oinegue, que criticou o seu pai, Jair Bolsonaro, por não se pronunciar sobre o brutal assassinato de João Alberto, espancado até a morte por seguranças do Carrefour em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. A informação é do Portal Overtube.

“Vai ver o número de engenheiros, médicos, advogados e dentistas brancos e negros e você vai ver que é absolutamente desproporcional a presença na sociedade”, disse o jornalista, afirmando que não se trata de acaso. “Agora, toda a vez que a gente minimiza o problema, tenta colocar o problema do racismo debaixo de um: ‘Não, é um problema social decorrente da diferença de renda, não é uma discriminação porque são negros, é uma discriminação porque são pobres’. Aí a gente esconde tudo e começa o diagnóstico errado”, continua.

O jornalista salienta ainda se o homem fosse branco, a discussão seria feita de outra forma. “Não caberia uma discussão do presidente da República sobre a qualidade do recrutamento das empresas de segurança?”, diz.

Anônimo disse...

Huuuuummmmm

Alguém falou:

EU NÃO SOU RACISTA. EU ATÉ TENHO AMIGO NEGRO?

Anônimo disse...

Guarda municipal do ABC é acusado de agressões e defende supremacia branca:

26 novembro, 2020 - Do UOL

Um agente da GCM (Guarda Civil Metropolitana) de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, compartilhou imagens e textos que fazem apologia a grupos de supremacia branca em um perfil nas redes sociais. O subinspetor da GCM Adenilson Vaz da Costa, acusado de agressão por moradores da cidade, escreveu em sua página um texto em que saúda a memória de Alexander Rud Mills, um advogado e escritor australiano simpatizante ao nazismo. Ele celebra Mills como um “proeminente defensor do Renascimento do Paganismo Germânico” e “fundador da Igreja Anglicana de Odin”.

Na sua conta, agora desativada, ele se identifica como Alexandre Vaz Asatru. O último nome se refere ao “Ásatrú”, um movimento religioso pagão germânico que busca preservar as raízes de povos que habitavam no norte europeu. Essas crenças, no entanto, foram adotadas por grupos supremacistas brancos na segunda metade do século 20. (…)

O empresário diz que havia apenas funcionários que executavam a limpeza da casa, que já estava fechada. Pagliai acionou a Polícia Militar, mas os policiais informaram que só poderiam agir no caso de presenciarem uma agressão, diz. A ação durou 1h30. “Ele [subinspetor Vaz] disse que não ia para a delegacia, que não ia dar nada para ele. E falou que ia acabar a minha vida”, afirma. (…)

Em outras ocasiões, Claudia diz que Vaz chegou a entrar no bar e atirou spray de pimenta em funcionárias do caixa. Ela reconhece que o problema não é da GCM de São Bernardo, mas sim do oficial que está no comando.

(…)

Anônimo disse...

Há quatro anos, em uma véspera de Natal, um homem, branco, bancário aposentado, foi morto a ponta pés e socos em sua residência, próxima ao início da Bento Gonçalves.
Não vi qualquer manifestação da imprensa, de políticos ou quemm quer que seja. Não houve comoção, manifestação nem na imprensa brasileira, que dirá da internacional.